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Reforma política não inova, crise econômica se agrava, e Lula-Dilma só cuidam da salvação "biográfica"

 
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar." target="_blank">Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
 
A tão esperada reforma política deixará tudo errado como dantes - ou até pior ainda. A Câmara insistiu no absurdo do voto obrigatório. Não quer coincidência de eleições - o que tornaria o processo menos caro e com chances de mais unidade entre os governos federal, estadual e municipal eleitos. E ainda institui o mandado de cinco anos a partir de 2022. Ainda persiste uma dúvida se a reeleição realmente cairá, conforme aprovado na semana passada... Enfim, a desqualificada classe política está mesmo pedindo uma intervenção constitucional que acontecerá, inevitavelmente, porque a sociedade chegará ao limite da paciência, quando a crise econômica se aprofundar...
 
Se no Legislativo a vanguarda do atraso continua atuando, no Judiciário ocorre um avanço consagrado pela correta interpretação constitucional. Editores e escritores comemoram porque o Supremo Tribunal Federal decidiu que está valendo a liberdade da publicação e venda de biografias, mesmo sem autorização da pessoa enfocada na obra. O argumento usado pela ministra Carmem Lúcia convenceu todo o STF: "Censura é forma de cala boca. Pior, cala Constituição. Abusos podem ocorrer e ocorrem, mas acontecem em relação a qualquer direito. O que não me parece constitucionalmente admissível é o esquartejamento da liberdade de todos em detrimento da liberdade de um. Cala a boca já morreu, é a Constituição do Brasil que garante". De todo modo, o tema ainda sofrerá uma regulamentação específica pelo Congresso Nacional. Aí os deputados e senadores podem criar "jeitinhos" para a censura...
 
Já o Executivo continua mais que nunca perdido politicamente. O foco do regime é cuidar do Foro de São Paulo, para contar com aliados em caso de agravamento da crise no Brasil. Dilma Rousseff voltou ontem a condenar que os EUA imponham sanções à Venezuela de Nicolas Maduro. E o Presidentro Luiz Inácio Lula da Silva, oficialmente investigado pela Lava Jato, recebeu, no Instituto Lula, em São Paulo, o vice-presidente da Venezuela, Diosdado Cabello. No Twitter, o ideólogo bolivariano adulou seu superior: “Por instruções do companheiro presidente Nicolás Maduro estou no Brasil, trabalhando pela pátria”. Já o site do IL propagandeou outra conversinha fiada de Cabello: “É fundamental para nós conversar com o ex-presidente Lula, compartilhar de sua experiência e de sua referência política”.
 
 
Em meio à conversa fiada, a economia implode. A inflação sobe 8,47% nos últimos 12 meses. Os juros ao crédito atingem absurdos 121,96% ao ano. Começa a sair de controle a inadimplência das pessoas e das famílias. Assalariados têm dificuldades para pagar as tarifas de luz, gás, água e telefone que só aumentam. O desemprego é uma realidade cruel. Prestadores de serviços começam a sentir o efeito calote. Empresas vendem menos, atrasam pagamentos, fazem demissões e alimentam a crise em cascata. O Banco Mundial reclama que o Brasil afunda no crescimento negativo, mas a equipe econômica mantém a calma de um ciborg...
 
Eis um retratinho de Bruzundanga rumo ao agravamento do impasse institucional, combinado com crise econômica, que vai gerar a necessidade de reformas na marra, mesmo contra a vontade da oligarquia política.
 
Fingir é preciso
 
Vida dura para os Simpsons
 
Margie e Homer Simpson vão se divorciar na próxima temporada (a 27a) do desenho animado mais longevo da televisão norte-americana.
 
Bart Simpson também deve ser assassinado por seu algoz no episódio deste ano do Dia das Bruxas.
 
Só falta o produtor Al Jean anunciar que a família Simpson vai se filiar ao PT, ou que vai ser investigada e processada pela Lava Jato...
 
Vida de Professor é assim...
 
 
Recadinhos típicos do final de semestre nas faculdades e universidades tupiniquins...
 
Pizza ou Pizzolato
 
 
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O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.
© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 11 de Junho de 2015.

A Pedalanta

Posted: 11 Jun 2015 03:29 AM PDT

 
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira
Tirante as “pedaladas” para fajutar as contas públicas, a Anta pedala pros otários iludir, com sua manha de tapir.
 
Deveria vir pedalar em São Paulo, terra da garôa e do Maldade, que acolhe gente à toa, daqui ou do Haiti.
 
À noite iria a uma balada, num bairro que homenageia o boi chifrim; o Itaim-”Bibi”!
 
A casa se chama “Vaca Véia”. Tem de Luluzinha até Alcéia; não barraria a pobre Anta.
 
Só não pode beber coisa gasosa. Perigo de tornar-se Peidalanta.
 
Se comprar um kibe frito algures, pode comê-lo ou enfiá-lo alhures; arde menos que um kibe cru de quem exagera na pimenta, o ...
 
Um é comida de cabrito; outro, de megera. Ver da Anta o fim é o que todo mundo espera.
 
Antagonismos à parte, a Anta é de Vênus e a onça é de Marte !
 
Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

O modelo americano

Posted: 11 Jun 2015 03:28 AM PDT

 
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão
 
Em termos de investigação, embora reconhecesse o STF que o Ministério Público estará livre para fazê-la, vigora no Brasil uma estandartização que não é ideal, ao contrário do sistema norte americano. Em silêncio, sem barulho e até com surpresa, o trabalho dos americanos com os suíços levou a limpeza dos quadros diretivos da Fifa e acarretou a renúncia do então presidente recém eleito.
 
A diferença é extrema, haja vista que eles possuem órgãos de investigação e acordos internacionais que funcionam. Na terra brasileira sempre a matéria fica no disse não disse e a imprensa com ou sem tendência explora o assunto segundo o melhor color. E ainda para piorar mais a situação o labirinto do processo conclama todos a se sentarem no banco
dos réus, pois que a via estreita da prestação jurisdicional, sempre congestionada, e sem recursos, não prestigia uma regular punição e combate incessante à impunidade.
 
E assim se comporta com a lei 12 846/14 há mais de ano em vigor, cujo decreto que a regulamenta representa um sonoro retrocesso e esvazia por completo seu conteúdo. Faltam juízes, funcionários, e prédios adequados dentro do âmbito da justiça estadual, e o orçamento todo ele comprometido com a folha de pagamento não permite investimento algum, exceto o processo eletrônico trazido em 2006 que começa a tomar forma e corpo e mesmo assim depois de quase uma década.
 
Em Nações desenvolvidas não há alardes e muito menos açodamento naquilo que se investiga. Na Europa, alguns países têm o juizado de instrução o que permite um acompanhamento permanente sobre o inquérito e as provas a fim de que não se repita sob o crivo do contraditório.
 
A estrutura do Judiciário é grande e não pode ser apequenada ou amesquinhada em razão da crise com a perda do poder de julgar ou colocar em dia o seu estoque invencível de serviço, e a sociedade cobra com justeza e parcimônia.
 
Nota-se o caminho de parcerias e maior amparo em receitas extras, eis que apenas cortes não levam ao desiderato projetado. Enquanto os
cartórios extrajudiciais estão informatizados e com remunerações de bom padrão, a prima pobre, a justiça continua no século XX, sem mínima capacidade de armazenamento na nuvem dos processos e velocidade no sistema informatizado.
 
A mentalidade precisa ser alterada com políticas de autonomia e independência, e aqueles que criticam o problema sempre repetitivo dos
salários não conhecem os meandros e as dificuldades diárias que se apresentam. O pior problema se concentra na vetusta lei de execução fiscal número 6830/80, cujo suporte permite afirmar que a maioria dos processos ou prescreve ou dormita em arquivo sem localização do contribuinte ou bens do devedor.
 
A construção de uma usina de novas idéias é promissora se for real e tiver concretude. O que mais vier ultrapassa a conexão entre o tempo e sua perspectiva. As finanças públicas estão em franca decomposição por causa do gasto abusivo, e nos parece que a lei de responsabilidade fiscal causa estarrecimento no serviço público, da justiça, da saúde e da educação.
 
A materialização de um Brasil do amanhã passa pelas políticas públicas, de nada adianta termos códigos modernos e leis avançadas e a ferramenta da justiça continua engasgando e não sendo capaz de mastigar, uma a uma, todas as milhares de ações que chegam.
 
O tempo é de modernidade, mudança, de parcerias e novos horizontes, seja bem vinda a crise que nos desperta para soluções criativas e compatíveis com valores éticos e morais,se estamos longe do sistema norte americano devemos romper com o passado e sermos críticos da atualidade e com isso construirmos o futuro empalmado no que de mais importante temos a riqueza das mentes.
 
Carlos Henrique Abrão, Doutor em Direito pela USP com Especialização em Paris, é Desembargador no Tribunal de Justiça de São Paulo.

A Luta contra o Comunismo

Posted: 11 Jun 2015 03:27 AM PDT

 
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I.S. Azambuja
 
As vítimas do processo permanecem amplamente inconscientes porque lhes falta não só o conhecimento da estratégia em questão, mas o mínimo de intuição histórico-sociológica para aprender as constantes num fluxo de acontecimentos que acaba lhes parecendo totalmente fortuito. O controle mental exercido pela elite esquerdista sobre seus adversários potenciais chega ao sadismo de explorar o seu temor do ridículo, com a mera alusão depreciativa a ‘teorias da conspiração’, dissuadir qualquer veleidade de aprender alguma intenção lógica por baixo do caos aparente dos fatos”.(artigo “Tirando o Tubo”, Olavo de Carvalho, “Primeira Leitura”, setembro de 2004)
A luta contra o marxismo-leninismo é uma guerra multilateral, complexa e total. É uma luta armada, política, ideológica, social, cultural, etc. Cada uma dessas vertentes pode assumir um papel mais importante que as demais em uma determinada conjuntura. Todas elas convergem, porém, a um ponto comum: o ideológico e o político.
Em suma, a luta contra o comunismo, atualmente fantasiado de gramscismo, é substancialmente a luta contra o partido – que agora, após o desmantelamento do socialismo real, não necessariamente terá em seu nome o termo comunista - e sua ideologia, simultaneamente. Mais profundamente, em um tratamento mais radical, essa luta se concentra em seu aspecto ideológico: na erradicação e prevenção da ideologia marxista-leninista da mente das pessoas. Isso é o essencial.
No entanto, o conceito totalizador da luta contra o comunismo, como de caráter político-ideológico, que engloba todas as demais formas de luta, é obstado, em certa medida, por duas concepções bastante difundidas. Uma delas considera necessária a luta contra o comunismo somente quando ele empreende ações armadas; a outra, supõe que as raízes do comunismo têm como única causa a fome e a miséria.
É certo que alguns, ainda hoje, somente reconhecem a subversão comunista quando ela se manifesta através da violência e de ações armadas que são, na verdade, duas das inúmeras formas de luta de que dispõem. Essa concepção descuida perigosamente os fatores políticos e ideológicos da multifacética atividade comunista, desarma os espíritos e abre amplas possibilidades à penetração marxista-leninista em todos os terrenos.
Ao criticar essa posição limitadora não se deve ignorar, é lógico, a possibilidade, que não deve ser descartada, da volta da luta armada através de uma guerrilha urbana ou rural no país. No entanto, não se deve esquecer que a guerrilha é, substancialmente, uma guerra política e ideológica.
Existem aqueles que, de outra parte, como já foi dito, em uma suposta posição progressista, sustentam a tese de que o comunismo é um produto da miséria e da fome e que, portanto, erradicando-as, o comunismo estaria liquidado. Esta tese é errônea e perigosa. Em primeiro lugar, deve ser firmemente assinalado que a luta contra a miséria e a fome deve dar-se sem necessidade de pretextos, pois assim o exigem a dignidade do homem e a solidariedade humana, independente de qualquer perigo comunista.
 
Essa tese de que o comunismo é decorrente da miséria e da fome é abraçada fundamentalmente por alguns que se fazem chamar de cristãos progressistas.
Supondo que esse argumento fosse basicamente correto, sabe-se que é uma quimera a erradicação total da miséria e, mais ainda, em um prazo em que pudesse render frutos políticos. De outra parte, o conceito de miséria é de caráter essencialmente relativo. Em tais circunstâncias, a propaganda comunista sempre disporia de uma ampla margem de especulação a respeito.
Ademais, é sumamente duvidoso que exista uma relação de causalidade direta entre o grau de miséria e o desenvolvimento do comunismo, pois sempre existiram grandes partidos comunistas em países europeus altamente desenvolvidos e com um elevado nível médio de vida. Por outro lado, muitos países pobres e subdesenvolvidos possuem raquíticos partidos comunistas ou simplesmente não os possuem.
A experiência tem também demonstrado que dentro de cada país os setores de mais baixa renda não são necessariamente os que aderem aos partidos comunistas e sim os operários mais qualificados, os estudantes e a intelectualidade. Assim, a miséria e a fome não poderiam explicar a filiação marxista-leninista de tantos e tantos profissionais, intelectuais e universitários, a maioria procedente das chamadas burguesia e pequena burguesia.
O fato é que a miséria e a fome constituem apenas uma das muitas condicionantes do progresso do comunismo. Mas não a miséria como tal, e sim a frustração econômica, o fracasso de expectativas, o desajuste entre as aspirações e o logro.
Em um sentido mais geral, o comunismo se alimenta das frustrações individuais e sociais de toda ordem. Dessa forma, é correto dizer que o partido comunista – uma organização ferrenhamente centralizada e disciplinada composta por revolucionários profissionais - não é, evidentemente, um produto da miséria, da fome ou das condições de vida. Dadas essas premissas, a luta contra o comunismo se apresenta, claramente, como já foi dito, como de caráter político-ideológico.
É evidente que essa luta não pode ser improvisada e nem pode depender de instituições esporádicas. Deverá ser uma luta planificada e fundamentada, pois é um fato inquestionável que o perigo comunista não fica automaticamente descartado porque o partido ou partidos comunistas estejam fora da lei ou debilitados em suas expressões externas, uma vez que o comunismo utiliza necessariamente suas técnicas pacíficas de infiltração para penetrar, influir e utilizar partidos políticos, organizações sociais, religiosas e de trabalhadores e, inclusive, mesmo, as Forças Armadas.
A luta do comunismo pelo Poder é planejada em etapas calculadas e de longo prazo. É uma guerra prolongada que terá êxito na medida em que seus adversários desconheçam seus objetivos, estratégias, táticas e métodos de luta e na medida em que estejam despreparados política e ideologicamente e indiferentes ao perigo sempre latente, na ilusão suicida de que algumas medidas de arbítrio poderão, quando se tornar necessário, substituir as diversas formas de luta político-ideológicas.
Julgamos que nunca será demais abordar este tema, pois “os conflitos ideológicos característicos do Século XX, e que tantos males causaram à humanidade” (Ordem do Dia de 27 de novembro de 2004, em homenagem às vítimas da Intentona Comunista) NÃO estão ultrapassados, como alguns erroneamente avaliam.
 
Carlos I.S. Azambuja é Historiador.

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