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DOAÇÕES OU PROPINAS?

Empreiteiras da Lava Jato “ajudaram” 12 ministros de Temer. Investigação imediata (sem obstruções)

TEMERPostagem oficial do movimento cidadania vigilante. Todos os governantes devem ser vigiados. Os doze ministros beneficiados com dinheiro do esquema descoberto pela Lava Jato (dinheiro surrupiado por várias empreiteiras, algumas inclusive já condenadas) são os seguintes: José Serra (Relações Exteriores), Henrique Eduardo Alves (Turismo), Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo), Blairo Maggi (Agricultura), Maurício Quintela (Infraestrutura, Portos e Aviação), Raul Jungmann (Defesa), Mendonça Filho (Educação e Cultura), Leonardo Picciani (Esporte), Osmar Terra (Desenvolvimento Agrário), Fernando Coelho Filho (Minas e Energia), Bruno Araújo (Cidades) e Ricardo Barros (Saúde)[1].

Duas questões: Primeira:Levantamento feito peloEstadãoconstatou que muitos ministros que constam das famosas “superlistas” da Odebrecht (encontradas em poder de Benedicto Barbosa Silva Júnior ou na própria empresa) receberam doações maiores do que as declaradas para a Justiça Eleitoral. Isso configura caixa 2, que é crime eleitoral (de falsidade documental). Se comprovado o caixa 2, o ministro deve responder por ele no STF (em virtude do foro especial por prerrogativa de função). Não há mais que se falar em perda do cargo para o qual foi eleito, em razão da inexistência de impugnação no prazo devido. O grave problema dos crimes eleitorais é que eles prescrevem com certa rapidez e o STF é extremamente moroso (porque foi programado para ser assim, pelas oligarquias governantes assim como pelas plutocracias econômicas que mandam ou influenciam as oligarquias governantes). Muitos políticos são favorecidos por prescrições no STF. Casos de Sarney, Jader Barbalho, Maluf, Collor, Renan (em alguns crimes) etc.

Segunda questão:Todos os ministros e partidos políticos dizem que as doações feitas pelo esquema das empreiteiras foram “legais”, ou seja, não são “propinas” decorrentes do superfaturamento de obras. A força-tarefa da Lava Jato entende diferente: foram “propinas” combinadas, especialmente com o PT, PMDB e PP. Michel Temer, por exemplo, não negou que recebeu R$ 5 milhões da OAS. Mas disse que foi “doação”, não “propina”. Sérgio Moro já fez pronunciamento sobre isso e afirmou que é preciso separar “o joio do trigo”. O maior enigma agora da Lava Jato é este: as doações das empreiteiras (aos candidatos e aos partidos) foram cristalinamente legais ou pura lavagem de dinheiro sujo, proveniente de “propinas” previamente combinadas? Se se trata de propina temos uma situação (inusitada) de um crime cometido sob a forma de doação “dentro da lei”. Isso se chama Estado Cleptocrata de Direito (Fabiano Ferreira Furlan): usa-se o direito para a prática de crimes. É exótica mas existe a figura: “crime dentro da lei” = propinas convertidas em “doações” eleitorais devidamente registradas junto à Justiça Eleitoral.

Temer e a cassação da chapa no TSE:Para o presidente interino Michel Temer, eventual prova de que as “doações” (para ele e seu partido) eram propinas tem consequências no âmbito eleitoral, posto que tramitam várias ações de impugnação da chapa Dilma-Temer no TSE. Temer quer que suas contas sejam separadas das de Dilma: isso contraria a jurisprudência tradicional do TSE (como bem realçou o parecer do procurador Nicolau Dino).

Toneladas de provas estão aparecendo no sentido de que a campanha eleitoral Dilma-Temer foi aberrantemente criminosa. Resta saber quanto tempo tudo isso vai demorar no TSE (as oligarquias políticas e econômicas costumam usando o Judiciário sempre a seu favor, ora acelerando os processos, ora retardando-os). Por exemplo: o pedido de perícias quando as provas já são suficientes é uma forma de manobrar a Justiça para retardar o processo. Como cidadãos, temos que vigiar (e denunciar) eventuais chicanas e artifícios feitos na Justiça para burlar os ideais democrático-republicanos. O Brasil não continuar sendo um Estado Cleptocrata de Direito.

OAB quer saída de novos ministros investigados pela Lava Jato:Para o presidente da OAB (Lamachia) “Os investigados devem poder se defender sem, para isso, comprometer a credibilidade dos ministérios; é preciso que Temer faça de seu governo um exemplo ético para validar a legitimidade; o novo governo, alçado ao poder pela via constitucional e não pela via eleitoral, precisa ser um exemplo ético para poder atender aos anseios da sociedade e validar sua legitimidade; a OAB torce pelo sucesso do Brasil. Por isso, cobrará que, diferentemente do anunciado, o novo ministério não seja composto por pessoas sobre as quais pesem dúvidas; medidas judiciais cabíveis serão usadas quando os ministros se transformarem em réus”[2].

Foyers escatológicos: O ex-diretor da Petrobras e delator Paulo Roberto Costa afirmou que negociou com Jucá apoio para sua permanência no cargo em troca de propinas ao partido (PMDB). Henrique Alves é suspeito de receber propinas disfarçadas de doações eleitorais de Léo Pinheiro, dono da OAS. As investigações devem ser aceleradas. A demora, nesse caso, deslegitima o governo Temer. Os cargos políticos geram várias responsabilidades, destacando-se as penais e as políticas. Uma não pode estar atrelada à outra. As oligarquias governantes são como a lenda da mulher de César: não bastam ser honestas, devem parecer também. A mesma regra da presidência da República (CF, art.86) deve valer para toda a alta oligarquia: réu em processo criminal não pode exercer as altas funções públicas. É uma questão de credibilidade institucional. Ou se faz isso ou não apagaremos nunca a herança colonialista de que as oligarquias e plutocracias podem tudo.

Movimentos sociais manterão vigilância na era Temer:“Vem Pra Rua”, “MBL”, “Nas Ruas” e tantos outros movimentos sociais, que estimularam milhões de pessoas a irem para as ruas em protesto contra o governo Dilma, dizem que a vigilância cidadã vai continuar, agora em relação ao governo Temer (particularmente no que diz respeito à Operação Lava Jato). O combate à corrupção é inegociável[3].

Foyers escatológicos: “Um dos principais aliados de Temer, Romero Jucá, émencionadonas delações de executivos da Camargo Correia e da Andrade possecomeçam a ser destrinchados pelas autoridades —o peemedebista, de todo modo, nega as acusações. Além de Jucá, que ocupa a pasta do Planejamento do novo governo, Henrique Eduardo Alves (Turismo) foicitadoem mensagens encontradas no celular do ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, como favorecido em repasses ilegais —ainda que, em sua defesa, o ministro tenha afirmado que se tratava de simples doação de campanha. Na ampla delação premiada do ex-senador Delcídio do Amaral (MS),outros membrosdo governo Temer surgem como importantes na nomeação do próprio Delcídio para uma diretoria da Petrobras, em 1999 —o que em si não chega a ser indício de maior gravidade. Seria catastrófico, para o próprio Michel Temer, se vier a projetar a sombra de qualquer obstáculo sobre as investigações. Nunca, como no atual ambiente social e político, a frase “doa a quem doer” se mostrou tão pertinente”[4].

[1]Verhttp://política.estadao.com.br/noticias/geral,empresas-da-lava-jato-doarama12-ministros-de-temer,10000051338, consultado em 15/5/16.

[2]Verhttp://g1.globo.com/política/noticia/2016/05/oab-defende-saida-de-ministros-de-temer-investigados-pela-lava-jato.html, consultado em 16/5/16.

[3]Verhttp://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/05/1771364-por-lava-jato-grupos-pro-impeachment-vigiarao-temer.shtml, consultado em 16/5/16.

[4]Verhttp://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2016/05/1771585-doaaquem-doer.shtml, consultado em 16/5/16.

Luiz Flávio Gomes

Luiz Flávio Gomes

Professor

Jurista e professor. Fundador da Rede de Ensino LFG. Diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Foi Promotor de Justiça (1980 a 1983), Juiz de Direito (1983 a 1998) e Advogado (1999 a 2001). [ assessoria de comunicação e imprensa +55 11 991697674 [agenda de palestras e entrevistas] ]

Um terço do Senado responde a acusação criminal

Dos 81 senadores, 24 são acusados ou suspeitos de práticas criminosas. Renan e Cassol, condenado à prisão, lideram a bancada dos enrolados no Supremo. PMDB, PP e PT são as bancadas com mais investigados

plenarioUma particularidade dos sistemas político e jurídico brasileiro permite que parlamentar réu, investigado – ou até mesmo condenado à prisão pela mais alta corte do país – legisle sobre os grandes temas nacionais e atue, inclusive, como juiz. É o que se verá na próxima semana. Um em cada três senadores responde a inquérito (investigação preliminar) ou ação penal (processo que pode resultar em condenação) no Supremo Tribunal Federal (STF). Dos 81 parlamentares aptos a votar o impeachment da presidente Dilma Rousseff, na quarta-feira que vem, 24 são acusados ou suspeitos de práticas criminosas como corrupção, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, peculato, crimes eleitorais, de responsabilidade e contra a Lei de Licitações. Entre eles, 13 estão na mira da Operação Lava Jato– do atual líder do governo no Senado, Humberto Costa (PE), a Fernando Collor (PTC-AL), o primeiro presidente brasileiro afastado do mandato em processo de impeachment, em 1992. Os dados são de levantamento do Congresso em Foco.

Veja a relação dos senadores sob investigação

Os campeões em suspeitas são o atual presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o senador Ivo Cassol (PP-RO), condenado a quatro anos e oito meses de prisão pelo Supremo em agosto de 2013. Cassol aguarda análise de seu último recurso para evitar o início do cumprimento da pena imposta pelo STF em agosto de 2013.

Os ministros consideraram que ficou comprovada a participação de Cassol e outros dois réus da Ação Penal 565 em um esquema que beneficiava empresas em licitações para a contratação de obras em Rolim Moura, município de Rondônia. O STF identificou fraude em 12 licitações realizadas pela prefeitura durante a administração de Cassol. Segundo a acusação, o processo foi direcionado para beneficiar cinco empreiteiras locais cujos sócios tinham ligações pessoais ou profissionais o senador. Entre eles, dois cunhados e um ex-sócio de sua esposa em uma rádio local.

Além do recurso, o ex-governador de Rondônia é réu em duas ações penais (562e891) por calúnia e corrupção eleitoral e investigado em outros sete inquéritos (315828283513,37423614,38203961) por peculato, improbidade administrativa, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, corrupção passiva, contra o sistema financeiro e contra a Lei de Licitações. Cassol diz que só fala sobre os processos à Justiça.

Assim como ele, outros três senadores são réus no Supremo: Dário Berger (PMDB-SC), Sérgio Petecão (PSD-AC) e Valdir Raupp (PMDB-RO). Desde 2003 Raupp é acusado de liderar um esquema que, segundo a denúncia, desviou R$ 10 milhões do governo de Rondônia para grupos de comunicação em troca de apoio político. O senador é réu em outros dois processos por crimes eleitorais e contra o sistema financeiro nacional. Berger e Petecão também são alvos de duas ações cada. Também poderão virar réus em breve os senadores Renan Calheiros, Delcídio do Amaral (Sem partido-MS), Fernando Collor (PTC-AL) e Benedito de Lira (PP-AL) – todos denunciados pela PGR e à espera de decisão dos ministros.

Na linha sucessória

Prestes a avançar na linha sucessória da Presidência da República, com o iminente afastamento de Dilma,Renan acumula 11 inquéritos. Destes, nove são relacionados ao esquema de corrupção na Petrobras, apurado pela Operação Lava Jato, e um decorre da Operação Zelotes, que investiga fraudes no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão de controle vinculado ao Ministério da Fazenda, e a venda de medidas provisórias. O mais antigo deles, porém, remonta à acusação de que o senador teve despesas pagas por um lobista de empreiteira, caso que o levou a renunciar à presidência da Casa e quase lhe custou o mandato de senador em 2007.

Pela Constituição brasileira, deputados, senadores, ministros, presidente da República, entre outras autoridades federais, só podem ser investigadas com autorização do Supremo – o chamado foro privilegiado. O problema é que, muitas vezes, a morosidade prevalece nesse universo restrito. Renan ainda deve explicações à Justiça no inquérito que apura fatos que o levaram a renunciar à Presidência da Casa e quase resultaram em sua cassação. Em 2007, o peemedebista foi acusado de ter despesas pagas por um lobista da empreiteira Mendes Junior, beneficiária de emenda parlamentar apresentada por ele.

Desde janeiro de 2013, está nas gavetas do STF um parecer da Procuradoria-Geral da República denunciando o presidente do Senado por peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso. A PGR concluiu que Renan cometeu fraude ao tentar provar sua inocência, apresentando notas fiscais da venda de gado para justificar renda que dispensasse os pagamentos do lobista. Se a denúncia tivesse sido aceita, ele estaria hoje na condição de réu, a exemplo do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afastado do mandato por determinação judicial – e, como o colega de partido, correndo o risco de não poder assumir a Presidência da República, nem de forma interina, por ser alvo de ação penal. Essa tese é defendida por juristas e parlamentares que recorreram ao STF para barrar uma eventual posse de Cunha na ausência do provável presidente Michel Temer. Procurado pela reportagem, Renan não quis se manifestar.

PMDB, PP e PT

De acordo com o levantamento doCongresso em Foco, o PMDB, do vice-presidente Michel Temer, o PP, de Cassol, e o PT, da presidente Dilma,são as bancadas com mais senadores sob investigação no momento. A bancada dos pendurados no Supremo é liderada por sete senadores do PMDB, quatro do PP e outros três do PP. O PSDB tem dois representantes. PR, PSD, PSC, DEM, PCdoB, PSB e PTC, com um nome cada, completam a relação, que ainda tem Delcídio do Amaral (sem partido-MS).

Os investigados do Senado representam 18 estados. Alagoas é o único a ter seus três senadores denunciados por crimes: além de Renan e Collor, Benedito de Lira (PP-AL) também é alvo de denúncia da PGR por participação no esquema de corrupção da Petrobras. Rondônia, Acre, Pernambuco e Mato Grosso do Sul têm dois representantes. Amazonas, São Paulo, Paraíba, Piauí, Santa Catarina, Maranhão, Sergipe, Roraima, Paraná, Pará, Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro aparecem com um nome cada.

A participação de acusados na discussão do impeachment não é exclusividade do Senado. Na Câmara, ao menos 48 deputados réusparticiparam da votação do último dia 17, quando a Casa avalizou o pedido feito por juristas e encaminhou o caso para análise dos senadores. Ao todo, cerca de 150 parlamentaresrespondem a inquérito ou ação penal no Supremo.

Fila em andamento

Desde dezembro, ao menos dez senadores deixaram de responder a algum tipo de investigação no Supremo: Acir Gurgacz (PDT-RO), Ângela Portela (PT-RR), Antonio Anastasia (PSDB-MG), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Marta Suplicy (PMDB-SP), Omar Aziz (PSD-AM), Paulo Bauer (PSDB-SC), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Roberto Requião (PMDB-PR) e Telmário Mota (PDT-RR). Nem todos foram absolvidos. Alguns casos, como os dois inquéritos contra Marta, foram arquivados por prescrição devido à idade da ex-petista, que chegou aos 70 anos. Ou seja, o Estado demorou tanto para julgar que perdeu o direito de punir.

Mas o número dos pendurados na Justiça deve aumentar nos próximos dias caso o STF autorize a abertura de dois inquéritos contra o presidente do PSDB, Aécio Neves(MG). O pedido é feito com base na delação premiada do ex-líder do governo no Senado Delcídio do Amaral, que passou quase três meses preso e é alvo de processo de cassação. Delcídio diz que Aécio foi beneficiário de um esquema de corrupção na Hidrelétrica de Furnas e lhe pediu a permanência de um diretor na estatal apontado como responsável pelos desvios.

No outro pedido de inquérito, o tucano é acusado pelo ex-petista de ter agido para maquiar dados do Banco Rural obtidos pela CPI dos Correios, em 2005, com o propósito de blindar pessoas próximas a ele implicadas no chamado mensalão tucano ou mineiro. Em nota, Aécio afirma ser “absolutamente natural e necessário que as investigações sejam feitas”, para demonstrar, segundo ele, “como já ocorreu outras vezes, a correção da sua conduta”.

Assim como Aécio, também estão nas mãos do Supremo a presidenta Dilma, o ex-presidente Lulae o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, entre outros ministros e parlamentares que viraram alvo, nesta semana, de pedido de abertura de inquérito do procurador-geral da República. Eles são suspeitos de tentar atrapalhar as investigações da Lava Jato.

Fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br/

"STALINISMO" BAIANO DO PT NO AVIÃO DA TAM DEU POLÍCIA FEDERAL

O PT NESTES 13 ANOS DE PODER DEIXA EXEMPLOS ANTI DEMOCRÁTICOS….NA ARROGÂNCIA E  NA AGRESSÃO  ESTILO STALINISTA…..

tamO PT perdeu-se na condução e no gerenciamento do país, por subestimar o povo e achar que a Nação já tinha se curvado as metas do foro de São Paulo, rumo a um modelo comunista-socialista-bolivariano……Enganaram-se, mas não perderam o o topete e o costume na prática maniqueísta, tipo;  ” quem não está conosco é contra nós “,  e jamais aceitaram o CONTRADITÓRIO que é o pilar básico de sustentação da DEMOCRACIA PLURIPARTIDÁRIA E IDEOLÓGICA……Vejam como se comportam essa gente…..(Ref.  site Raul Monteiro – Política Livre)….

10 de maio de 2016, 14:52

EXCLUSIVA Comandante chama PF para conter partidários de Dilma em vôo

O comandante que conduziu um vôo TAM de Salvador para Brasília esta manhã foi obrigado a chamar a Polícia Federal ao aterrissar devido a uma confusão causada por manifestantes que deveriam participar da Conferência das Mulheres, na capital federal, com a presidente Dilma Rousseff (PT). Desde a área do embarque em Salvador, eles vinha confrontando parlamentares baianos de oposição e passageiros que aguardavam para tomar a aeronave. Avisado do clima, antes de decolar, o comandante fez um apelo a todos para que mantivessem a ordem a fim de manter a paz e não causar transtornos.Durante o vôo, entretanto, os partidários da presidente voltaram a provocar os passageiros e os deputados, com palavras de ordem como “Não vai ter golpe” e “Voces não me representam”.Depois de concluir a aterrissagem, o comandante pediu à tripulação que identificasse os manifestantes e anunciou que chamaria a Polícia Federal para averiguar seu procedimento, sendo apoiado com palmas pelos passageiros.Os passageiros e os deputados, então, conseguiram desembarcar, mas os manifestantes tiveram que acompanhar os policiais por perturbação da ordem no avião.

Fonte: https://lintomass.wordpress.com

Cunha, “vossa excelência é um gângster, ladrão, tirânico, traidor…”

cunha1Durante a votação do impeachment de Dilma, vários deputados atacaram o presidente da Casa (Eduardo Cunha) chamando-o de “gângster, ladrão, inquisidor, golpista, tirânico, traidor, conspirador, evasor, sonegador, corrupto, canalha”.

Cometeram crimes ou estão amparados pela impunidade parlamentar? Eles podem ser responsabilizados no Conselho de Ética (por falta de decoro)?

Jean Wyllys, em 2015, chamou outro parlamentar de “ladrão, bandido, desonesto, indecente, estúpido e fascista”. A queixa-crime proposta no STF foi arquivada (Inq. 4177).

A praticamente pacífica jurisprudência desta Corte diz que ofensas proferidas em debates ou votações dentro do Parlamento (ou em razão da função) estão amparadas pela imunidade penal do art.53daCF.

Os parlamentares são imunes por suas “opiniões, palavras e votos”, tanto penal quanto civilmente. Diz a Corte Suprema que o uso de palavras de baixo calão é criticável, mas não configura crime, quando no exercício da função parlamentar.

A imunidade parlamentar é o instituto que assegura a plena liberdade do exercício da função legislativa. Se existe uma norma autorizativa, o que está permitido por ela não pode estar proibido por outra (não há tipicidade material nesse caso, por força da teoria da tipicidade conglobante de Zaffaroni).

Mas não se trata de imunidade absoluta (como vem sublinhando o ministro Marco Aurélio). Ela requer “nexo funcional”, ou seja, ofensa perpetrada em razão da função. Se um parlamentar num campo de futebol em defesa do seu clube lança ofensas contra terceiros, não está amparado pela imunidade citada.

Eduardo Cunha chegou a dizer (Folha) que estuda processar os autores dos contumeliosos ataques. Se o fizer por meio de queixa-crime junto ao STF, sua chance de vitória (em razão dos precedentes da Corte) é, pode-se dizer, nula.

Restaria a Cunha (ou sua tropa de choque) postular a abertura de processo junto ao Conselho de Ética (por falta de decoro). Mas falar em decoro no Parlamento brasileiro, presidido por quem é réu ou acusado de corrupção, lavagem de dinheiro, falsidade, peculato etc., é algo muito complicado.

Na pós-modernidade está consumada a vitória da emocionalidade sobre a racionalidade (defendida pelos estoicos, por Platão e pelo Iluminismo). Somos bactérias emocionais ambulantes. O “Penso, logo existo” de Descartes foi substituído pelo “Faço, depois penso”.

Alguns questionam se somos mesmo animais políticos (Aristóteles). A única certeza é que somos animais emocionais. A convivência harmônica de 513 deles num recinto fechado eletrizante é problemática. Mais: não existe regra mais inútil que a proibição de sexo oral imposta pela dona do bordel.

CAROS internautas que queiram nos honrar com a leitura deste artigo: sou do Movimento Contra a Corrupção Eleitoral (MCCE) e recrimino todos os políticos comprovadamente desonestos assim como sou radicalmente contra a corrupção cleptocrata de todos os agentes públicos (mancomunados com agentes privados) que já governaram ou que governam o País, roubando o dinheiro público. Todos os partidos e agentes inequivocamenteenvolvidos com a corrupção(PT, PMDB, PSDB, PP, PTB, DEM, Solidariedade, PSB etc.), além deladrões, foram ou sãofisiológicos(toma lá dá cá) eultraconservadoresnão do bem, sim, dos interesses das oligarquias bem posicionadas dentro da sociedade e do Estado. Mais: fraudam aconfiançados tolos que cegamente confiam em corruptos e ainda imoralmente os defendem.

Petição:https://secure.avaaz.org/po/petition/Conselho_de_Etica_da_Camara_Pela_cassacao_do_mandato_de_Eduardo...

Pela cassação do mandato de Eduardo Cunha

Luiz Flávio Gomes

Luiz Flávio Gomes

Professor

Jurista e professor. Fundador da Rede de Ensino LFG. Diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Foi Promotor de Justiça (1980 a 1983), Juiz de Direito (1983 a 1998) e Advogado (1999 a 2001). [ assessoria de comunicação e imprensa +55 11 991697674 [agenda de palestras e entrevistas]

"Anistia para ex-Presidentes" é desespero para quem tem certeza de que será apanhado pela Lava Jato

Ediçãodo Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão-
supermoroNo Dia Internacional do Sorriso, em Brasília, rolam um "sorriso amarelo" e um desespero básico. O Partido dos Trabalhadores não tem grana suficiente em caixa para custear caríssimos advogados para defender filiados que perderão o foro privilegiado, assim que forem exonerados dos ministérios, assim que for confirmado o inevitável afastamento de Dilma Rousseff da Presidência República. Ela ainda terá direito a um breve exílio de 180 dias no Palácio da Alvorada, até que o Senado sacramente o impeachment. Já quem virar réu na Lava Jato tem enormes chances de entrar, literalmente, em uma gelada, passando uma temporada no frio cárcere de "Sucuritiba" (novo apelido da capital paranaense, prontinha para receber a "Jararaca" e sua turma.
A cobra está fumando... E bebendo muito... Por enquanto, o PT segue com o discurso de "resistência". No entanto, já se prepara, claramente, uma providencial renúncia de Dilma Rousseff, antes que o caldo entorne completamente contra ela. Novamente, nos bastidores, fala-se de um absurdo "acordo" para que Dilma, aceitando o afastamento, conquiste uma espécie de "anistia". A intenção é que benefício semelhante tenha validade para o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A jogada seria tramada a partir do Congresso. O estranho negócio também interessa ao futuro Presidente Michel Temer, se ele eventualmente deixar de ser o titular do Palácio do Planalto, por qualquer motivo, antes de dezembro de 2018.
O problema prático é como emplacar qualquer tipo de "anistia" no momento em que a sociedade brasileira mais exige um efetivo combate à corrupção com a punição dos bandidos do desgoverno do crime organizado. O pavor maior de Lula é com o vexame de uma investigação, processo e condenação na Lava Jato - o que sepultaria o sonho de retorno à Presidência da República em 2018. O horror imediato de Dilma é que, com a perda do cargo, se transforme em alvo da Justiça dos EUA nas ações movidas por investidores contra a Petrobras. Dilma responderia por ter presidido o Conselho de Administração da petrolífera quando foram praticados vários crimes revelados pela Lava Jato.
Fora esta apavoramento básico, o Brasil segue na mesmice. Michel Temer e seu time articulam a lucrativa venda do que ainda resta de bom por aqui. Também preparam uma subidinha básica de impostos para sustentar o começo do novo desgoverno (no poder há 31 anos)... O Banco Central do Brasil até vende às velhinhas de Taubaté do mercado a promessa de que baixará os juros mais adiante... Claro, com a economia parada, temos a falsa impressão de que a tal "inflação" dá uma arrefecida... Pura ilusão: os preços relativos dos produtos e insumos no Brasil continuam desalinhados em relação ao resto do mundo. Quem consegue ainda fazer compra e quem consegue o milagre de vender sabe que a coisa anda mais preta que o Negão da Chatuba, primo pobre do Sobrenatural de Almeida.
Em São José dos Ausentes, em Santa Catarina, caiu a primeira nevadinha do ano. Em Brasília, cidade onde os políticos honestos costumam ficar ausentes, tem muita gente pronta para ficar ainda mais numa fria, ainda mais se terminar removida para Curitiba. A Lava Jato ainda não foi travada... Os próximos capítulos serão eletrizantes... A Petelândia parece moribunda, mas ainda não está morta e promete reagir. Será que vai?
O ensaio já começou. O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto promove várias manifestações com interrupção violenta de vias públicas, paralisando o sempre engarrafado trânsito de São Paulo. Eles botam fogo em pneus e pedaços de madeira, fechando as pistas de grandes avenidas e estradas. A guerra assimétrica começou... Dia 12 de maio "celebram-se" 10 anos do super ataque terrorista em São Paulo, atribuído ao PCC - na verdade organizado com toda tecnologia revolucionária esquerdista do Foro de São Paulo...
O clima esfriou, mas o tempo esquenta na infernal Bruzundanga... Haja "Super Moros" para lidar com tanta bandidagem ideologicamente organizada...
Cousas da Alemanha...
Gerhard Schindler, Director da BND (a CIA da Alemanha), foi forçado a pedir exoneração, por pressão popular.
O alemão foi acusado de servir aos interesses da CIA norte-americana muito além dos limites permitidos pela legislação germânica.
Curioso é que o BND foi organizado pela CIA, logo depois da segunda guerra mundial, pelo General Reinhard Gehlen, que coordenou a Inteligência Militar da Alemanha contra os soviéticos, durante a a guerra.
Artigo no Alerta Total –www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira
Na marca do pênalti, a Anta procura desfrutar o que lhe resta.
Nêspera, ameixa amarela, indicada para amarelada.
Melancia, verde amarela por fora e vermelha por dentro.
Banana, que o povo lhe deu.
Cajú, bela rima pra onde vai tomar.
Abacaxi, deixará para o próximo gerente do pomar.
O molusco a deixou no mamão.
Um chupim, mais assanhado que sanhaço, quer voltar pro indefeso espaço onde verdes estão as uvas.
Ameixa, pra ver quem a deixa.
Amora, pros que não vêem a hora.
Morango, pois a vizinha cretina só dança tango.
Manga; que a coisa vai dar panos para.
Abiu, cura pneumonia; não livra de ironia. Rima com PQP.
Jaca, para enfiar o pé, antes que valha a Lei seca de Sucuritiba.
Fruta do conde pro marquês de Rabicó. Nunca vi merdandante tão bocó.
Laranja; quase extinta devido ao grande uso pelos políticos.
Artigo no Alerta Total –www.alertatotal.net
Por Clovis Purper Bandeira
Na primeira quinzena, de maio o Senado terá decidido sobre o prosseguimento do julgamento do impeachment de Dilma.
        
A partir da decisão dos senadores, a presidente será afastada por até 180 dias, prazo de que disporá aquela casa legislativa para executar o julgamento da mandatária.
Estaremos, então, no pior dos mundos, numa espécie de limbo com excesso de presidentes e sem nenhum com 100% de autoridade.
Dilma, a presidente afastada, conservará alguns direitos, pois ainda não terá sido condenada. Assim, continuará a habitar seu palácio, de onde empregará sua claque e tumultuará ao máximo a vida presente e futura do Brasil, para poder dizer, mais tarde: Viram como tudo piorou com a minha saída?
Lula, o Rasputin petista, se até lá não estiver preso, continuará a ser a eminência parda do governo de sua criatura, até por ser a única esperança do partido para conservar alguma chance de sucesso nas eleições presidenciais de 2018.
Temer, finalmente, o presidente provisório, ficará na difícil situação de governar como interino, apostando numa futura efetivação no cargo, mas sem poder imprimir sua marca e seu ritmo ao governo, tendo que utilizar até mesmo a estrutura ministerial escolhida por Dilma.
E tudo isso por longos seis meses, pois o Senado não terá pressa em decidir a questão, estimulado pela presença constante nas manchetes diárias durante meio ano.
O Estado será, assim, um estranho organismo tricéfalo. E as três cabeças disputarão a primazia entre si, procurando sobreviver e eliminar as outras. Qual organismo pode sobreviver a tal situação?
Esperemos, portanto, que a agonia seja a mais breve possível e que a indefinição que paralisa a Nação Brasileira há tantos meses possa ser resolvida em prazo bem menor do que os 180 dias previstos na lei, para que possamos a começar a viver o ano de 2016, que até agora é apenas uma longa e desgastante espera de definições e de responsabilizações.
É preciso que os homens públicos, nos dois poderes que ainda funcionam no país, sintam a urgência para o Brasil de uma solução mais rápida do que permitem os prazos legais e regimentais, que são limites e não obrigações para o desenlace do processo.
Artigo no Alerta Total –www.alertatotal.net
Por Renato Sant'Ana
A professora Josete criticou Bolsonaro por citar o coronel Ustra. E foi contraditada pelo professor Galdino: "Se Dilma pode enaltecer Fidel Castro, por que Bolsonaro não pode enaltecer o Ustra?". São ambos vereadores de Curitiba, PT e PSDB, respectivamente (polêmica em 20/04/16).
Quando o Dep. Jair Bolsonaro, na votação do dia 17, evocou a memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, reagi: "Que absurdo!". Depois pensei: "Como é que alguém com inteligência superior (sabidamente, caso de Bolsonaro) faz uma bobagem dessas?". Já é assunto batido. Não tem dia que não se leia comentário a respeito. Críticas defeituosas, a meu ver.
O que disse ele? Eis o trecho que interessa: "(...) pela memória do coronel Carlos Alberto Bilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff". Foi um deboche! Inadmissível num deputado, de quem é exigível postura de estadista.
Bem posso supor que Bolsonaro recorreu ao escracho como reação à farsa da famigerada Comissão da Verdade e à sempre repetida mentira segundo a qual Dilma ("coração valente") lutou pela democracia. Seja como for, não se justifica! Tratou com deboche a mais cruel desconsideração da dignidade de um ser humano.
Agora vejamos. No mesmo "espetáculo, o deputado Glauber Braga (Psol-RJ), ao votar, além de lembrar Zumbi dos Palmares e Plinio de Arruda Sampaio, celebrou Marighella, Luis Carlos Prestes e Olga Benário. Autor de vários crimes, Marighella, que chegou a ser deputado (constituinte em 1946) pelo menos desde a década de 1940 "lutou" pela instalação de uma ditadura comunista no Brasil, como Dilma Rousseff a partir dos anos 60. Luis Carlos Prestes iniciou seu apostolado pela implantação de um Estado totalitário no país na década de 1920. E Olga Benário foi uma agente comunista infiltrada no Brasil para, em consórcio com Prestes, transformar nosso país em um satélite tropical da União Soviética. Os três, direta ou indiretamente, participaram de assassinatos, tanto de opositores quanto de "companheiros". É uma desavergonhada falsificação, pois, dizer que essa gente defendeu a democracia.
No entanto, as críticas estão centradas no destempero de Bolsonaro. Parcialidade inaceitável por reforçar uma mentira histórica! Mantêm o mito da contradição entre bons e maus no referente ao regime pós-1964: no mito, os militares eram os maus, combatidos por rapazes heroicos e idealistas. Com efeito, subsiste, por exemplo, a fantasia de que Marighella foi um bravo que se levantou contra a ditadura quando, em verdade, ele, à época, já era um conspirador veterano, sendo o regime de 64 uma reação ao avanço do projeto comunista no Brasil. Saliente-se, não estou desculpando nada do regime militar! Apenas me atenho aos fatos. A quem interessará a falsificação histórica?
Os críticos de Bolsonaro acusam-no de "apologia à tortura" - talvez uma exorbitância. Todavia, se assim for, eles terão que admitir: Se Bolsonaro fez apologia à tortura, então Glauber Braga, ao glorificar os militantes comunistas, fez a apologia do totalitarismo, regime em que a tortura é praticada à larga, em que o ser humano é reduzido a mero parafuso de uma engrenagem, em que os crimes de Estado não podem ser denunciados inclusive por não existir liberdade de imprensa.
Faltou decoro a Bolsonaro, que terá com isso extraviado a simpatia de muitos que apostariam nele como um líder que, contrariando a ordem atual, tem manifesta disposição de conduzir o Brasil sob o primado da lei. Sim, esse é o motivo por que muitas pessoas respeitáveis vêm depositando confiança nele. Deve ter decepcionado muita gente.
E da parcialidade nos jornais, que dizer? Desde os militantes de extrema-esquerda com espaço privilegiado nos grandes jornais até os mais equilibrados e respeitáveis jornalistas parecem ter uma espécie de "indignação agendada". É uma restrição, nalguns casos, inconsciente, que direciona suas reações - ao ponto de os mais honestos esquecerem-se de apontar a militância pró-totalitarismo de gente como Glauber Braga. Mas todos, inclusive os defensores de ditaduras (o que é irônico), discursivamente exaltam a democracia!
Artigo no Alerta Total –www.alertatotal.net
Por Ney de Oliveira Waszak
No dia 17 de abril de 2016, foi dado o primeiro passo para nos livrarmos da corja. Os movimentos nas ruas devem continuar, com objetivo de exigir do senado a ratificação da retirada dos petralhas comunistas do governo.
Não podemos esquecer, que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), poderá presentear o Brasil, com a cassação dos diplomas da wanda (terrorista, ladra e assassina), do Temer e o registro do pt.
Mesmo que a terrorista perca o mandato, não podemos deixar de manter a mobilização e vigilância, pois antes de 1950, os comunistas iniciaram a ocupação dos mais diversos setores, desde os mais modestos até a Presidência da República, sem esquecer da guerrilha e terrorismo.
O brasileiro sempre foi alertado de tal prática, inicialmente de forma, não tão contundente, como agora, mas não faltam alertas, contra o perigo de nos transformar em Venezuela.
Em minha opinião, quando o brasileiro definiu sua sociedade, como Democrática e Capitalista, eliminou espaço para comunistas ou os chamados socialistas, que desejam aplicar conceitos comunistas em nossa terra.
Desejo que algum comunista me diga qual país com tal doutrina deu certo, e sua população não deseja fugir.
Normalmente a esquerda se justifica com “clichês”, frases feitas e declarações em nome de pobres, negros, miseráveis e outras classificações tentando nos sensibilizar. Quem é capaz de dizer ser contra os pobres, os negros ou os miseráveis? Ninguém. Esta é a técnica das propagandas comunista.
Tenham cuidado com a chamada esquerda/comunista, a propaganda deles é muito cativante, mas mentirosa.
As migrações com objetivo de melhoria de vida são feitas para países comunistas ou capitalistas e Democráticos?
Nem vou responder o óbvio.
Como exemplo do marketing comunista, vejamos o caso de símbolos proibidos. A suástica nazista é proibida, corretamente, porque o nazismo promoveu o genocídio de 6 milhões de judeus e 5 milhões de outras minorias. Eu pergunto: Por que o símbolo comunista, responsável pelo genocídio de 100 milhões de pessoas, não é também proibido? Simples, a então União Soviética, responsável, pelo símbolo, inicialmente aliada ao eixo, nazismo e após a invasão de seu território pelo exército alemão, passou para grupo chamado de “aliados” que venceu a 2ª Guerra Mundial, e por isso o ocidente fingiu que não viu.
A propaganda é tamanha, que assistimos parlamentar elogiar marighella, lamarca, e prestes, terroristas que explodiram bombas, mataram inocentes, praticaram roubos e tentaram fazer do Brasil uma Cuba, sem que houvesse repreensão. Assistimos também repórteres pouco classificados, e historicamente ignorantes, condenarem o Dep Bolsonaro por elogiar um HERÓI BRASILEIRO, CEL CARLOS ALBERTO BRILHANTEUSTRA, numa completa inversão de valores.Sugiro que conheçam a história, leiam “A Verdade Sufocada”, que apresenta provas e não palavras de bandidos.
Eu já sugeri processar qualquer um que diga ter sido torturado e não apresentar provas, lembro que o ator mario lago propagava, aos terroristas: “caso sejam presos, ao sair digam que foram torturados”, a mídia está repleta de declarações de presos, durante o combate ao terrorismo, que confessaram terem mentido e que não houve tortura.
Quem trouxe a guerra suja para o Brasil foram esses apátridas. As Forças Armadas (FFAA) defenderam o Brasil e os brasileiros, perguntem aos seus parentes que viveram àquela época, não perguntem aos bandidos ou artistas financiados pela corja, usando a lei Rouanet. Não pergunte ao pseudo ator que agrediu a uma senhora, e que deveria ter tido o devido revide, lembro que o referido praticou terrorismo no Brasil, pertenceu à ação popular e também a var-palmares, que dilma também era membro, e que praticaram assaltos, sequestros e assassinatos. São reles.
Eu não quero esse tipo de gente, nada confiável, no meu país. Gostam de comunismo/socialismo, migrem para Cuba, Coréia de Norte ou outro país comunista qualquer.
O “capo de tutti capi” (chefe de todos os chefes), age como bandido desde sua época de sindicalista, que recebia recompensas financeiras das fábricas, para gerar greve, com o objetivo de ser autorizado demissões e aumento de preço de venda de automóveis, isso é história comprovada, e tem gente que acredita no apedeuta.
Muitos incautos se esquecem de colocar como também inimigo do Brasil o fernando henrique cardoso (fhc), que foi o preparador para a ascendência do pt, conforme ele mesmo diz ser um “fabiano”, ou seja marxista.
Acredito que o governo de esquerda continuará, pois vemos que o possível futuro governo, sinaliza como Ministro da Defesa, Nelson Jobim, que confessou ter falsificado a Constituição, este cidadão(?) também cometeu crime de falsidade ideológica quando apareceu fardado de oficial do Exército, mostrando sua soberba, deveria ter recebido ordem de prisão. Quem é o responsável pela indicação? O fhc?
Para o novo Governo, sugiro o nome de um Militar, Of Gen da reserva ou do Alto Comando, como Ministro da Defesa, pois terá os predicados necessários para o desempenho da função. Esta função não deve ser desempenhada por ignorante na área de defesa, não basta algum conhecimento teórico e influência política, são necessários bons e embasados conhecimentos na teoria e também na prática. O Ministério da Defesa não pode ser usado como barganha política para bem desempenhar sua destinação. Na realidade, em minha opinião o referido Ministério deveria ser extinto.
O que devemos fazer?
Em primeiro lugar aprender a votar:
Não vote em ninguém de esquerda, não são confiáveis;
Não vote em quem simplesmente fez um discurso bonito;
Pesquise os feitos do seu possível candidato;
Não vote em quem promete o que não é de sua competência;
Caso o candidato já tenha sido eleito para algum cargo, verifique o que realizou e se o comportamento foi coerente e correto;
Para orientar aos brasileiros, sugiro que alguma instituição, com credibilidade Nacional, possa organizar, com regras e diretrizes, candidatos, que se comprometerão em cumpri-las. Em minha opinião o Clube Militar deveria aceitar esta missão, claro que quaisquer outras Instituições com os mesmos adjetivos também serão bem vindas, importante também é a diretriz de que as pessoas envolvidas no planejamento e auditoria, não se candidatem a cargos eletivos.
Pessoalmente já propus ao Clube Militar, através de seu Presidente anterior e o atual, mas não houve resposta positiva.
Apesar de ter sido dado o primeiro passo para nos livrar dos comunistas/socialistas, o nosso Brasil está em perigo, devemos nos unir, nos informar e avaliar bem os diversos discursos e ter como farol que o comunista/socialista usa a mentira e a falsa verdade para chegar ao seu objetivo.
Eles que venham... (Marechal Mallet)

Sustentar o Fogo que a Vitória É Nossa (Almirante Barroso)
Artigo no Alerta Total –www.alertatotal.net
Por Paulo Chagas
Caros amigos: Estamos a poucas semanas da conquista do primeiro objetivo da nova era, da primeira consequência da nossa “mudança de hábitos”, da nossa “virada histórica”!
O Senado Federal já está apetrechado, instruído e motivado para executar a vontade do povo. Senadores comprometidos com ela fazem discursos memoráveis e os poucos aliados que ainda restam ao governo circulam como baratas tontas a buscar algum argumento consistente que lhes permita retardar o inevitável.
O arrebitado Senador Randolfe Rodrigues, por exemplo, utiliza-se da lépida veemência com que expõe seus sofismas, para afirmar que o Vice Presidente, Michel Temer, não pode substituir a governanta, porque não foi eleito! Mas, Senador, se ele não foi eleito, por que corre o risco de ser cassado pelo TSE? Se não há legitimidade na figura e no cargo de Vice Presidente, por que a Constituição prevê a sua existência? E se, ao invés de sofrer um impeachment, a governanta viesse a sofrer um AVC – coisa que não desejo a ninguém, diga-se de passagem -, como seria?
Randolfe revolta-se ao rubor histérico ao denunciar as tratativas do substituto constitucional da governanta, que visam a montar um ministério a ser nomeado se e quando houver a decretação da vacância. É o mínimo que se espera de alguém que, em reserva, vê configurar-se a possibilidade de assumir a responsabilidade máxima da Nação.
Por seu lado, Lula, às vésperas de seu tão merecido encarceramento, incita seus correligionários à violência, enquanto Dilma, demonstrando todo o seu desrespeito à soberania do País que alega governar com legitimidade, pede socorro a seus aliados no falido Mercosul e na patética Unasul.
Embora eu não seja, nem nunca tenha sido, eleitor do Sr Temer, assisto a tudo isto com um misto de tristeza e de divertimento face ao desespero dos que buscam dar feição de legalidade a falsos e ridículos argumentos. Todavia, ao mesmo tempo, é revoltante constatar o desprezo dos desesperados pela inteligência e pela pouca cultura da massa. Menos mal que pouca gente tem paciência ou tempo para dedicar-lhes a atenção que gostariam de ter neste momento.
Seja como for e sejam quais forem as atitudes dos perdedores, nós, os vencedores, não podemos negligenciar das nossas próprias atitudes, aquelas que efetivamente produziram as mudanças que nos fazem enxergar luz, ainda que tênue, no final do longo túnel que temos para atravessar.
A conquista que em breve estaremos festejando não é um fim, mas uma abertura para o prosseguimento da ação em direção a novo foco de pressão: Michel Temer e sua “ponte para o futuro”!
Cabe a ele e seu programa criar as condições para o início da mudança.
Cabe a nós exigir, desde já, o corte de gastos públicos; o abandono dos critérios políticos para aplicação de recursos; o fim do loteamento político de cargos públicos; a redução do número de ministérios; a redução drástica e urgente dos cargos comissionados que caracterizam o aparelhamento da gestão pública; a eliminação imediata do repasse de recursos para as ONG que subvencionam movimentos, agrupamentos e associações subversivas da lei e da ordem, como MST, CUT, UNE e MTST; a promoção de auditorias, como a do TCU no INCRA, nos programas Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida; o rompimento do contrato de “mais médicos” com o governo cubano, mantendo no Brasil apenas aqueles que quiserem livrar-se do jugo totalitário dos irmãos Castro; a supressão das representações diplomáticas em países cuja importância só interessava ao projeto petista de poder; o apoio incondicional à operação “Lava Jato” e à implementação das “10 Medidas Contra a Corrupção”; o fim da ideologização do ensino e da ideologia de gênero nas escolas; a reavaliação do sistema de cotas e da lei do desarmamento; o corte imediato das cotas para o MST nas universidades; rigorosa auditoria no SUS e máxima prioridade para a saúde pública; entre outras atitudes imediatas que definirão o rumo, a voga e as condições que queremos para o Brasil durante o mandato tampão que a Constituição Federal e a vontade nacional outorgarão ao Sr Michel Temer.
Certamente não haverá condições para que tudo que é necessário seja feito, mas que as atitudes que definem as mudanças sejam tomadas!
Poesia no Alerta Total –www.alertatotal.net
Por Constantino Cartaxo
Foi você, Lima Duarte,
ao começar seu programa,
quem nos falou que muito ama,
com prontidão e com arte,
aquele belo estandarte,
que é feito de glórias mil,
branco, azul-da-cor-de-anil,
com o seu verde e amarelo,
tornando  sempre mais belo
o Pavilhão do Brasil.
E, por você tanto amá-lo,
iria fazer questão
que, daquele dia então,
sempre nos ia mostrá-lo.
Não quero prejudicá-lo.
Será que o Lima mudou?
Quando você transportou
seu cenário a outro canto,
ficamos cheio de espanto.
A Bandeira não levou.
Nos mostrou cabra, galinha,
pinto solto no terreiro.
Nós vimos Leila Cordeiro
junto do Sorocabinha.
Também  na tapera tinha,
pendurados na cabana,
milho,  viola,   banana...
E, pra nós, daqui do campo,
não nos mostrou, nem um tampo,
da Bandeira tão bacana.
Seu Lima, que história é essa?
Você tá ficando louco?
Pois, no sertão, o “cabôco”
empenha palavra à beça
e sempre cumpre a promessa,
nem que ela seja inclemente.
Por isso, daqui pra frente,
pra não cair sua fama,
coloque no seu programa
nosso Pendão, novamente.
Cajazeiras,  Julho de 1986
Obs.: Lima Duarte, em atenção a esses versos,
repôs a bandeira brasileira no cenário do programa.
Fonte: Alerta Total.

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