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Carros oficiais de senadores custam R$ 6,5 milhões

carros oficiais de senadores Os carros oficiais de senadores – uma das mordomias mais tradicionais em Brasília – custam cerca de R$ 6,5 milhões por ano aos cofres públicos. Um total de R$ 54 milhões nos oito anos de mandato. Nos três primeiros meses da atual legislatura, já percorreram distância suficiente para ir até a Lua – 360 mil quilômetros. Os três veículos do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), já andaram 12,4 mil quilômetros – o equivalente a cinco viagens a Macapá. A Câmara gasta menos com a regalia, mas o presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) tem direito a um carro blindado para uso próprio e mais dois para a sua escolta policial.

Os carros “chapa branca”, modelo Sentra, são utilizados para quase tudo, desde o transporte do senador ao Congresso Nacional, ao aeroporto, a audiências em ministérios, até o deslocamento de assessores do gabinete a órgãos públicos ou mesmo para buscar prefeitos no aeroporto. Alguns também usam o carro nos finais de semana, em eventos oficiais. O deslocamento não pode ultrapassar os 100 km a partir do Congresso, o que inclui cidades satélites e do entorno do Distrito Federal.

A campeã na utilização dos carros oficiais de senadores é Leila Barros (PSD-DF), que se elegeu com o nome de Leila do Vôlei, com 9,5 mil quilômetros percorridos. São 144 por dia. O carro é usado para o seu deslocamento ao Senado e em agendas no DF, mas também fica disponível para serviços do gabinete. Como a senadora abriu mão da verba indenizatória, que permitiria o aluguel de carros, o veículo oficial faz todos os serviços do gabinete. Nos finais de semana e feriados, ainda é utilizado para participação da senadora em compromissos oficiais. O gasto com gasolina em três meses chegou a R$ 3,8 mil.

Presidente com três carros

Como presidente do Senado, Alcolumbre tem direito a dois carros de representação, modelo Azera, 3.0. Um é utilizado pelo presidente e outro pela escolta da Polícia do Senado. Ele conta, ainda, com outro veículo igual ao disponibilizados aos demais senadores, para atendimento do gabinete da Presidência. Cada um dos três automóveis anda, em média, 63 quilômetros por dia. Já consumiram R$ 6,4 mil de gasolina. O aluguel de cada Azera custa R$ 6,8 mil por mês, enquanto o Sentra fica por R$ 3,2 mil.

Mesmo cumprindo pena de prisão no presídio da Papuda, no regime semiaberto, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) contou com o carro oficial de fevereiro a abril. O senador chegava cedo ao Congresso e participava de todas as atividades parlamentares. Debatia e votava projetos de lei nas comissões e no plenário. Às 18h dirigia-se ao presídio, onde dormia. A pena passou para o regime aberto em maio.

O carro disponibilizado a Gurgacz percorreu 4,3 mil quilômetros nos três meses, uma média de 65 quilômetros por dia. Segundo afirmou a sua assessoria, o carro era utilizado pelo senador e por servidores em serviços do gabinete, mas não para os deslocamentos até a Papuda.

  • "" Carro oficial utilizado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

As normas para o uso dos carros parecem rígidas, mas deixam brechas para privilégios. O Regimento administrativo do Senado diz que é obrigatório o recolhimento dos veículos nos finais de semana e nos feriados e quando o senador estiver ausente do Distrito Federal. Mas permite o uso nos finais de semana quando o senador solicitar o não recolhimento ao primeiro-secretário, cargo ocupado por um senador.

Quanto custa a mordomia dos carros oficiais de senadores

O contrato de locação para carros oficiais de senadores prevê a disponibilidade de 83 Sentra e dois Azera, no valor total de R$ 3,35 milhões por ano. O diretor-geral e o secretário-geral da Mesa Diretora também contam com a mordomia. Como seis senadores renunciaram ao direito, o Senado paga pela utilização de 77 veículos, a um custo anual de R$ 3,1 milhões.

Abriram mão da regalia os senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE), Confúcio Moura (MDB-RR), Eduardo Girão (PODE-CE), Jorge Kajuru (PSB-GO) e Reguffe (DF), sem partido. O veículo à disposição do senador Vanderlan Cardoso (PP-GO) não foi utilizado. Encontra-se recolhido no Serviço de Transporte desde o início do mês de fevereiro, informou a Direção do Senado: “A devolução não foi formalizada pelo gabinete, mas já foi solicitada pelo Senado”.

Girão afirma que carros oficiais de senadores não são bens necessários: “Não tem necessidade. Hoje em dia, temos aplicativos, táxi. E o salário do senador é bom, pode alugar um carro”. Ele também renunciou ao plano de saúde vitalício para senadores e dependentes, à aposentadoria especial e ao imóvel funcional e ao auxílio-moradia.

O senador Reguffe (DF) abriu mão de todas as verbas indenizatórias desde a legislatura anterior. Vai ao Congresso no seu Fiat Uno.

Mas carros não andam sem motorista. Isso amplia o custo da mordomia. Nos registros do Senado, 44 senadores contam com motorista no gabinete, com salário de R$ 4,5 mil. Três senadores têm dois motoristas: Alcolumbre, Acir Gurgacz (PDT-RO) e Eduardo Gomes (MDB-TO). A despesa anual com os 47 motoristas fica em R$ 2,74 milhões. Em todos os gabinetes, o carro pode ser dirigido por outros ocupantes de cargos do Senado. O custo com gasolina é o mais baixo, em torno de R$ 700 mil por ano.

Assim como acontece no Senado, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também conta com três veículos oficiais. Ele utiliza um Ford Edge Titanium blindado, ao custo de R$ 10 mil por mês, ou R$ 120 mil por ano. Mais dois Ford Edge, sem blindagem, são usados pela Polícia Legislativa da Câmara para escolta do presidente. O aluguel desses carros de apoio fica por R$ 13,5 mil por mês, ou R$ 162 mil por ano.

Mesmo com 513 deputados, a Câmara gasta menos do que o Senado com carros oficiais. Além do presidente, também têm direito à mordomia os integrantes da Mesa Diretora, o procurador parlamentar, o ouvidor-geral, o presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, o corregedor, a procuradora especial da Mulher e o presidente do Centro de Estudos e Debates Estratégicos. O diretor-geral e o secretário-geral da Mesa também têm direito ao serviço. Os demais deputados não dispõem do veículo de representação. O aluguel dos demais carros custa R$ 370 mil por ano. O gasto total com as locações fica em R$ 652 mil. Mas ainda tem as despesas com motoristas e gasolina.

“O bom uso do dinheiro público”

Questionada pelo blog sobre a intensa utilização do seu carro oficial, Leila respondeu, por meio da sua assessoria, que não faz uso da verba indenizatória, que poderia ser destinada para alugar veículos e emitir passagens aéreas.

“Leila é uma das parlamentares mais econômicas desta Legislatura. Ela abriu mão da aposentadoria especial, do imóvel funcional, do passaporte diplomático e do recebimento dos auxílios moradia e mudança. Comprometida com o bom uso do dinheiro público, a determinação da parlamentar é reduzir cada vez mais o custo do mandato, incluindo o uso do meio de transporte oficial”.

Quinto colocado no ranking do uso de veículos “chapa branca”, Eduardo Gomes justificou os 7,8 mil quilômetros percorridos. Segundo a sua assessoria, o senador “tem o maior cuidado com a coisa pública. O veículo é utilizado por ele única e exclusivamente a serviço. Sua jornada de trabalho começa antes das 8h e ultrapassa com frequência a meia-noite”. A nota acrescentou que o senador ocupa a segunda secretaria da mesa e é vice-líder do governo, “o que o abriga a constantes deslocamentos diariamente”. O senador não utiliza o carro nos finais de semana, “a não ser que tenha algum compromisso oficial”. Trata-se daquela brecha.

Terceiro no ranking, com 8 mil quilômetros percorridos, Paulo Paim (PT-RS) foi sucinto na sua justificativa. A sua assessoria afirmou que ele permanece de segunda à sexta em Brasília. A distância entre a sua residência e o Congresso é de 54 quilômetros (ida e volta). O motorista retira o carro e o devolve à garagem todos os dias, o que equivale a 108 km por dia. Há, ainda, os deslocamentos ao aeroporto, garagem e agendas externas/eventos.

Lúcio Vaz na Gazeta do Povo

Para buscar prefeito no aeroporto

O senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) explicou como andou 7,1 mil quilômetros. O automóvel é utilizado para o seu deslocamento em atividades inerentes ao mandato, sempre em dias úteis, inclusive para o aeroporto, e condução de assessores para reuniões em ministérios, por exemplo. A sua assessoria destaca que o veículo oficial pode ser utilizado por servidores “ou até mesmo para pessoas sem vínculo, como, por exemplo, buscar um prefeito no aeroporto”. O gabinete acrescenta que o senador assumiu a liderança da Rede no Senado, “o que tem exigido um leque maior de atividades”.

A assessoria do senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL) afirmou que o veículo percorreu 7,5 mil quilômetros no transporte do senador de casa para o Senado, para o aeroporto, e para audiências e reuniões externas. E para o transporte de funcionários do gabinete em reuniões fora do Senado.

Humberto Costa (PT-PE) informou, por meio da sua assessoria, que o carro é utilizado pelo senador nos seus deslocamentos oficiais e serve, também, “à circulação de documentos públicos (entrega e recepção) entre o gabinete e órgãos da administração, embaixadas etc. Não é utilizado nos fins de semana, salvo quando o senador tem compromissos oficiais em Brasilia”.

Os senadores que mais andaram

Levantamento de fevereiro/2019 a abril/2019

senadorvalor R$*km percorridos*km/mês
Davi Alcolumbre (DEM-AP)** 6.393 12.463 4.154
Leila Barros (PSB-DF) 3.847 9.502 3.167
Kátia Abreu (PDT-TO 3.645 8.655 2.885
Paulo Paim (PT-RS) 3.832 8.142 2.714
Eduardo Gomes (MDB-TO) 3.733 7.844 2.615
Irajá Abreu (PSD-TO) 3.022 7.532 2.511
Rodrigo Cunha (PSDB-AL) 2.902 7.486 2.495
Esperidião Amin (PP-SC) 3.686 7.450 2.483
Humberto Costa (PT-PE) 3.389 7.231 2.410
Randolfe Rodrigues (REDE-AP) 3.715 7.156 2.385

Quem menos andou

senadorvalor R$*km percorridos*km/mês
Weverton Sousa (PDT-MA) 2.132 2.957 986
Romário (PODE-RJ) 2.582 2.947 982
José Serra (PSDB-SP) 1.340 2.808 936
Cid Gomes (PDT-CE) 1.326 2.725 908
Simone Tebet (MDB-MS) 1.075 2.379 793
Fabiano Contarato (REDE-ES) 1.239 2.313 771
Jaques Wagner (PT-BA) 1.088 2.104 701
Paulo Rocha (PT-PA) 889 1.585 528
Arolde Oliveira (PSD-RJ) 805 1.567 522
José Maranhão (MDB-PB) 391 543 181

(*) de fevereiro a abril. (**) conta com três carros

Fonte: gazetadopovo

Assista: bate-boca entre deputados na Câmara quase vira pancadaria

Incomodado com os termos usados pelo deputado Boca Aberta (PROS-PR), o também deputado Gilberto Nascimento (PSC-SP) reclamou: "Onde nós vamos chegar. O que está virando isso, pelo amor de Deus"; foi o bastante para dar início a um bate-boca; assista o vídeo

Assista: bate-boca entre deputados na Câmara quase vira pancadaria Revista Fórum - O deputado Boca Aberta (PROS-PR), conhecido por provocar tumultos nas sessões da Câmara, voltou a protagonizar outro "espetáculo" no plenário do Legislativo. Durante discussão sobre a reforma da Previdência de forma nominal, ele foi ao microfone.

"Eu sou emotivo, quase chorei. Não sou de esquerda, não sou de direita, não sou de centro, não sou de baixo, não sou pra cima. Vim lá do Paraná. E quem não gostou, engula. Enquanto Deus colocar ar nos meus pulmões, eu posso falar. Só vou calar a minha boca no dia que meterem bala (e fez sons de disparos com a boca)", declarou.

Incomodado com os termos usados por Boca Aberta, o deputado Gilberto Nascimento (PSC-SP) reclamou: "Onde nós vamos chegar. O que está virando isso, pelo amor de Deus. Estou nesta Casa há muitos anos e nunca vi nada igual. O deputado que me antecedeu na tribuna devia usar palavras um pouco mais dignas, um pouco mais sérias. O senhor está acusando pessoas, falando nominalmente de pessoas. Por favor, esta Casa nunca viveu desse jeito".

 Confira a reportagem completa na Revista Fórum.

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Fonte: brasil247

Deputados custam R$ 1 bilhão por ano ao contribuinte

Além do salário de R$ 33,7 mil, parlamentares têm direito a ajuda de custo, cotão, auxílio-moradia e verba de gabinete para contratar até 25 funcionários.

Deputados custam R 1 bilho por ano ao contribuinte"Salário de R$ 33.763, auxílio-moradia de R$ 4.253 ou apartamento de graça para morar, verba de R$ 92 mil para contratar até 25 funcionários, de R$ 30.416,80 a R$ 45.240,67 por mês para gastar com alimentação, aluguel de veículo e escritório, divulgação do mandato, entre outras despesas.

Dois salários no primeiro e no último mês da legislatura como ajuda de custo, ressarcimento de gastos com médicos. Esses são os principais benefícios de um deputado federal brasileiro, que somam R$ 168,6 mil por mês. Juntos, os 513 custam, em média, R$ 86 milhões ao contribuinte todo mês. Ou R$ 1 bilhão por ano. Os dados são de levantamento doCongresso em Fococom base nos valores atualizados dos benefícios dos parlamentares na Câmara (veja a lista abaixo).

No último dia 18, em decisão administrativa, a Mesa Diretora decidiu diminuir os gastos com assinatura de veículos de imprensa e, por outro lado, aumentar em R$ 2,3 milhões o valor anual da verba destinada à cota parlamentar – verba pública que deputados usam com gastos como alimentação, combustível e passagens aéreas. Os valores de ambas as despesas são semelhantes, o que sugere uma escolha na aplicação orçamentária – no ano passado, R$ 1,96 milhão foi consumido com a compra de jornais e revistas. Como foi uma deliberação interna, a medida não precisa passar pela análise dos 513 deputados.

O aumento na verba de mandato vai custar aos cofres públicos mais R$ 371,86 por mês para cada um dos 513 deputados – que, a depender dos estados que representam, recebem entre R$ 30 mil e R$ 45 mil a título de cota parlamentar. A decisão foi da Mesa Diretora da Câmara, encabeçada pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que alega não haver aumento de gastos, mas redistribuição de valores.

Além de jornais e revistas, a Casa resolveu cortar o fornecimento de materiais de escritório para os gabinetes (papel-ofício, etiquetas, envelopes etc). No comunicado aos deputados, a Câmara diz que a medida vai ter positivo impacto ambiental devido à redução de papéis utilizados, e lembra que os parlamentares podem usar a cota para repor as assinaturas.

Veja a tabela de benefícios (até fevereiro de 2016):

BenefícioMédia mensalPor ano

SalárioR$ 33.763,00R$ 438.919,00

Ajuda de custo (1) R$ 1.406,79R$ 16.881,50

Cotão (2) R$ 39.884,31R$ 478.611,67

Auxílio-moradia (3) R$ 1.608,34R$ 19.300,16

Verba de gabinete para até 25 funcionáriosR$ 92.000R$ 1.104.000,00

Total de um deputadoR$ 168.662,44R$ 2.023.949,28

Total dos 513 deputadosR$ 86.523.831,72R$ 1.038.285.980,64

Carros oficiais. São 11 carros para uso dos seguintes deputados: o presidente da Câmara; os outros 6 integrantes da Mesa (vice e secretários, mas não os suplentes); o procurador parlamentar; a procuradora da Mulher; o ouvidor da Casa; e o presidente do Conselho de Ética.

OBSERVAÇÕES

(1) Ajuda de custo.O 14º e o 15º salários foram extintos em 2013, restando apenas a ajuda de custo. O valor remanescente se refere à média anual do valor dessa ajuda de custo, que é paga apenas duas vezes em 4 anos.

(2) Cotão. Valor se refere à média dos 513 deputados, consideradas as diferenças entre estados. A média não computa adicional de R$ 1.353,04 devido a líderes e vice-líderes partidários. O Cotão inclui passagens aéreas, fretamento de aeronaves, alimentação do parlamentar, cota postal e telefônica, combustíveis e lubrificantes, consultorias, divulgação do mandato, aluguel e demais despesas de escritórios políticos, assinatura de publicações e serviços de TV e internet, contratação de serviços de segurança. O telefone dos imóveis funcionais está fora do cotão: é de uso livre, sem franquia. O cotão varia, de estado para estado, de R$ 30,4 mil a R$ 45,2 mil, conforme a relação abaixo (valores em R$):

AC 44.260,60

AL 40.572,24

AM 43.198,26

AP 43.002,92

BA 38.638,99

CE 42.079,91

DF 30.416,80

ES 37.052,05

GO 35.135,20

MA 41.779,83

MG 35.720,85

MS 40.170,98

MT 39.056,17

PA 41.855,59

PB 41.660,70

PE 41.304,94

PI 40.599,91

PR 38.500,00

RJ 35.388,11

RN 42.360,13

RO 43.300,63

RR 45.240,67

RS 40.504,04

SC 39.505,92

SE 39.767,40

SP 36.671,67

TO 39.131,75

(3) Auxílio-moradia.O valor indicado representa a média de gastos de acordo com o uso do benefício em cada época. Atualmente, o valor é de R$ 4.253,00. Mas só quem não usa apartamento funcional tem direito ao benefício. Atualmente, 319 deputados ocupam os apartamentos localizados na Asa Sul e na Asa Norte.

(4) Saúde.Os deputados só são ressarcidos em serviços médicos que não puderem ser prestados no Departamento Médico (Demed) da Câmara, em Brasília".

Fonte"http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/lista-todos-os-salariosebeneficios-de-um-deputado/"

A lista dos deputados aposentados da Assembleia

São 134 os ex-deputados ou viúvas que que recebem aposentadoria ou pensão da Assembleia Legislativa, conforme consta do seu Portal da Transparência. Os proventos são pagos pelo Fundo Estadual de Previdência do Parlamentar (Feppa) mas apenas para deputados que cumpriram mandatos até 1991 e recolheram contribuição previdenciária.

  1. ACIR PEPES MEZZADRI
  2. AIRTON RAVAGLIO CORDEIRO
  3. ALAIDE GRACIA DE QUADROS
  4. ALINA DE ALMEIDA CESAR
  5. AMELIA DE ALMEIDA HRUSCHKA
  6. ANA MARGARIDA DE LEAO TABORDA
  7. ANTONIO CASEMIRO BELINATI
  8. ANTONIO MARTINS ANNIBELLI
  9. ARTAGAO DE MATTOS LEAO
  10. ARYZONE MENDES DE ARAUJO
  11. ASSUMPTA WANDA MARACCINI FRANZONI
  12. AUGUSTO DE OLIVEIRA CARNEIRO
  13. BARBARA CECILY NETTO KANYO BENEDEK
  14. BASILIO ZANUSSO
  15. CANDIDO PACHECO BASTOS
  16. CARLA MARIA AGNES GIAVARINA
  17. CELIA MARIA KALED
  18. CIRTE IRENE CORA MUNHOZ
  19. CORINA GOULART MACIEL
  20. CRISTINA MARIA SOARES
  21. DARCY SEIFERT BARANIUK
  22. DAVID NATANIEL CHERIEGATE
  23. DENI LINEU SCHWARTZ
  24. DEUCELIA ECLAIR OLSEN DE CARVALHO
  25. DIRCEU SILVEIRA MANFRINATO
  26. DONATO GULIN
  27. EDGARD RIBEIRO PIMENTEL
  28. EDICLEA RIBEIRO DE BRITO
  29. EDUARDO FERREIRA BAGGIO
  30. ELENA MITIE OGUIDO
  31. ELZA MARQUES BERNARDI
  32. EUNICE CALEARE DOS SANTOS
  33. EUNICE DIAS SWAROWSKI
  34. EZEQUIAS LOSSO
  35. FABIANO BRAGA CORTES
  36. FIDELCINO TOLENTINO
  37. FRANCISCO BORSARI NETO
  38. GEORGETE CURY JOSE
  39. GERNOTE GILBERTO KIRINUS
  40. GERTRUDES SCHMIDT PEREIRA
  41. GILBERTO REZENDE DE CARVALHO
  42. GISELLE DE MATTOS LEAO
  43. HELIO MANFRINATO
  44. HERMAS EURIDES BRANDAO
  45. IGO IWANT LOSSO
  46. IRENE COSTA
  47. IRONDI MANTOAN PUGLIESI
  48. IVAN DE AZEVEDO GUBERT
  49. IVO THOMAZONI
  50. JOAO ELISIO FERRAZ DE CAMPOS
  51. JORGE AMIN MAIA FILHO
  52. JOSE AFONSO JUNIOR
  53. JOSE ANTONIO DEL CIEL
  54. JOSE DOMINGOS BORGES TEIXEIRA
  55. JOSE ROGERIO DE CARVALHO
  56. JOSE SEVERINO SILVA FELINTO
  57. JOSE TADEU BENTO FRANCA
  58. JOSE TADEU LUCIO MACHADO
  59. JOSE TAVARES DA SILVA NETO
  60. JURANDIR AVAHE MESSIAS
  61. LAURO JOAO LOBO ALCANTARA
  62. LELIA DE JESUS BARUSSO BUFFARA
  63. LEONY SPERANDIO
  64. LINDOMAR SOLANGE STADLER QUINTANA
  65. LUCIA GARCIA SANCHES VILELA
  66. LUIZ ANTONIO PENTEADO SETTI
  67. LUIZA RIZENTAL KOTZIAS
  68. LYLIAN BETTY TAMPLIN VARGAS
  69. MANOELA AGUDO ROMAO
  70. MARCELE DO ROCIO RISTOW FARIA
  71. MARCIA APARECIDA SALDANHA ROCHA
  72. MARFISA BRADAMANTE CERSOSIMO BIANCHI
  73. MARGARIDA MARIA TEIXEIRA DE FREITAS MUGGIATI
  74. MARIA DE LOURDES TONI FORTES
  75. MARIA DE LURDES PENTEADO FEDERMANN
  76. MARIA DO CARMO CRUZ SOUZA
  77. MARIA DO PERPETUO SOCORRO LANA
  78. MARIA DO ROCIO COBBE BONKOSKI
  79. MARIA INES MARRESE SCARPELINI
  80. MARIA JOSE SANTOS BUQUERA VIEIRA
  81. MARIA LUCIA CARNEIRO VIEIRA
  82. MARIA TEREZINA BOTTINI CHAVES
  83. MARILIA DE SOUZA CANABRAVA
  84. MARIO PEREIRA
  85. MARISTELA AGUIAR PALACIOS
  86. MARLENE REHBEIN RODRIGUES
  87. MIRIAM BARBOSA DIAS
  88. NEIDE APARECIDA FERRARI
  89. NELCI DAROS
  90. NELSON FIORI LUIZ MALAGUIDO
  91. NELSON GUIMARAES VASCONCELOS
  92. NELTON MIGUEL FRIEDRICH
  93. NEREU CARLOS MASSIGNAN
  94. NERITA RIBEIRO MELO VIANA
  95. NESTOR BAPTISTA
  96. NEUSA APARECIDA LOURES DE MATTOS
  97. NILCEIA DIAS BRUNO IENSEN
  98. NILSO ROMEU SGUAREZI
  99. NILZA BORDINI CRISOSTOMO
  100. NOHEMIA DE JESUZ DOS SANTOS LIMA
  101. ODENI VILLACA MONGRUEL
  102. ODETTE REGINA MARIA PEREIRA LEAO CAMARGO
  103. ONDINA ABREU FERREIRA DE BARROS
  104. ORLANDO PESSUTI
  105. ORLISA DE ALMEIDA PITELLI
  106. OSORIO VALTER PIETRANGELO
  107. PAULO CESAR FIATES FURIATTI
  108. PEGGY MARIA GUTMANN STANISLAWCZUK
  109. PIRAJA FERREIRA
  110. RAUL VICTOR LOPES
  111. RITSUKO MURASSAKI
  112. ROSI DE OLIVEIRA BUSATO
  113. SABINO BRASIL NUNES DE CAMPOS
  114. SERGIO SPADA
  115. SHEILA HOFFMANN
  116. SUELI FRESK
  117. TANIA MARIANA BRAVIN FACCI
  118. TERCIO ALVES ALBUQUERQUE
  119. TEREZINHA BARBOSA DE MOURA VARGAS
  120. THEODORA SLIWKA KULISKY
  121. TRAJANO BASTOS DE OLIVEIRA
  122. TUGUIO SETOGUTTE
  123. VALERIA DE SOUZA VANHONI
  124. VALKIRIA GANASSIN SERVO
  125. VANDA MARIANI DALL OGLIO
  126. VERA ANTONIA WITCHEMICHEN AGIBERT
  127. VERA LUCIA DE LARA COSTA
  128. VIRGINIA FERREIRA BRANDAO
  129. WALDYR ORTENCIO PUGLIESI
  130. WERNER WANDERER
  131. YARA NEIDE BENGHI SOARES
  132. YOLANDA FASSINA DUMONT
  133. ZELI AURELIANO DA SILVA MACHADO
  134. ZENY FARHAT CURI

Fonte: contraponto

Vídeo: Clima esquenta entre Boca Aberta e Diego Garcia em Brasília

Briga começou porque Garcia se recusou a assinar PEC proposta por Boca Aberta sobre a Reforma da Previdência Fernandes 

cf2705Em um discurso enérgico na Câmara dos Deputados, em Brasília, o deputado federal Boca Aberta (PROS-PR) fez duras críticas ao deputado Diego Garcia (Podemos). Ambos representam a região de Londrina e são potenciais candidatos a prefeito em 2020.

Segundo informações obtidas pela reportagem do 24Horas em Brasília, Boca Aberta se incomodou com Garcia após o deputado se recusar a assinar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que tratava sobre a Reforma da Previdência. Boca Aberta disse que Diego Garcia afirmou que havia se recusado a assinar a PEC, por causa das críticas dele ao prefeito de Londrina, Marcelo Belinati (PP).

DESAFIO E RENÚNCIA
Ao final do discurso, Boca Aberta deu tom de disputa política, ao desafiar Diego Garcia nas eleições para a prefeitura de Londrina. Ele chegou a ameaçar renunciar o mandato e se mudar da cidade, caso fizesse menos votos que Diego na campanha, e ainda concluiu: “Faço até um termo de declaração ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia”.

Declaradamente, Boca Aberta pretende disputar as eleições 2020 para a prefeitura. Ele tem no atual prefeito, Marcelo Belinati, seu maior adversário e é justamente ao Belinati que Boca Aberta sempre direciona suas críticas.

No passado, porém, Boca Aberta chegou a trabalhar com o ex-prefeito Antônio Belinati, de quem já recebeu elogios publicamente.

A questão é que, assim como Boca Aberta tem a amizade de Antônio, Diego Garcia também tem a amizade do atual prefeito, Marcelo. Por várias ocasiões, Garcia esteve com Marcelo Belinati em eventos e reuniões sobre pautas públicas em Brasília.

O QUE DIZEM OS DEPUTADOS
O deputado Diego Garcia foi procurado para comentar o discurso de Boca Aberta. Por meio da assessoria, o deputado disse que “jamais afirmou ser candidato a prefeito em 2020, e que o discurso de Boca Aberta foi sensacionalista e com objetivo eleitoreiro”.

Ainda conforme a assessoria, o deputado continua fazendo seu trabalho com seriedade, uma vez que está engajado com outros projetos.

A reportagem do 24Horas também falou com o deputado Boca Aberta. Por telefone, ele disse que mantém o desafio lançado. “Diego Garcia é de Bandeirantes, mudou-se pra Londrina só pra ser candidato a prefeito. Agora vem com esse posicionamento? Propus a PEC com base no que o presidente Bolsonaro falou sobre a previdência, enquanto ele era deputado. 58 anos para os homens e 53 para as mulheres. Aí ele não assinou porque eu critiquei o prefeito de Londrina?” questionou.

Boca Aberta ainda continuou: “Isso é falta de vergonha na cara. Por isso fiz o desafio, se eu fizer menos votos que ele em Londrina, eu renunciou meu mandato e mudo de cidade”, concluiu.

Fonte: correiodoar

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