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Subsecretário de Inteligência da PM é exonerado após sete oficiais do setor serem presos por extorquir comerciantes

O coronel Rubens Castro Peixoto Júnior foi exonerado do cargo O subsecretário de Inteligência da Polícia Militar, o coronel Rubens Castro Peixoto Júnior, foi exonerado na manhã desta sexta-feira. Mais cedo, cinco PMs do setor foram presos pela Polícia Civil e outros dois estão foragidos. Eles são acusados de se passar por agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) para extorquir dinheiro de comerciantes.

Em nota, a Polícia Militar informou que, em seu lugar, será nomeado o coronel Murilo Cesar de Miranda Angelloti. Atualmente, ele é o comandante de Policiamento Especializado (CPE).

Todos os sete PMs alvos da operação desta manhã — Guttemberg Dantas da Silva, Ivan Marques Cunha, Jefferson Rodrigues Batista, Leslie Cristina Duarte Rocha, Nacle de Souza Oliveira, Roberto Campos Machado e Victor Magnano Mangia — foram indicados por Peixoto para a Subsecretaria de Inteligência. A princípio, a PM havia informado que todos já tinham sido presos. Posteriormente, no entanto, a Polícia Civil corrigiu a informação, ressaltando que o Mangia e a Leslie estão foragidos.

Cinco dos PMs envolvidos no esquema já haviam trabalhado com o coronel no 18º BPM (Jacarepaguá) e também no Batalhão de Ações com Cães (BAC). Mangia foi o oficial de operações do 18º BPM antes de se transferir para a Subsecretaria de Inteligência.

O setor de Inteligência da Polícia Militar fica perto da sala do secretário da corporação Rogério Figueredo de Lacerda. Nesta manhã, agentes da Polícia Civil usaram alicates e arrombaram diversos armários dos PMs — no Quartel Geral da PM — que estavam envolvidos no esquema criminoso. Nesta manhã, nenhum porta-voz das duas polícias foi autorizado a passar informações.

Witzel: Exoneração para dar tranquilidade aos investigadores

O governador Wilson Witzel afirmou que a exoneração do coronel Rubens Castro Peixoto Júnior da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Militar foi um gesto para garantir que não haverá interferência na investigação que prendeu agentes da inteligência da Polícia Militar

- A exoneração do coronel é um gesto até para dar tranquilidade a quem está investigando de que não terá influência nenhuma - disse Witzel na manhã desta sexta-feira, ao lançar o Barra Presente.

O governador do Rio, no entanto, disse que os fatos aos quais os policiais estão sendo investigados não têm relação direta com o trabalho dea inteligência da PM. Witzel, que voltou a afirmar que não tem "bandido de estimação", foi questionado se o coronel exonerado foi o responsável por indicar os policiais presos nesta sexta-feira.

- Não tenho essa informação - respondeu o governador do Rio.

Por meio de uma nota, a Polícia Militar afirma que “repudia, com veemência, condutas criminosas realizadas por seus integrantes”. Ainda de acordo com o comunicado, “é interesse da Polícia Militar identificar e expurgar policiais que manchem a honra da corporação”.

Por fim, a corporação afirma que “a Corregedoria Geral da Polícia Militar acompanha toda a ação e tomará as medidas cabíveis pelas condutas dos envolvidos no caso”.

Fonte: EXTRA

Procurado, o delegado Mauricio Demétrio Afonso Alves, titular da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), disse que não estava autorizado a passar detalhes da investigação. Cerca de 70 policiais civis participaram da ação.

Fonte: 

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