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Ação do GAECO: PCC escolheu Tupãssi para lavar dinheiro de venda de cocaína realizada em SP

Investigação do Gaeco de Cascavel aponta que grupo criminoso tinha patrimônio de mais de R$ 13 milhões...

vd2604Foi deflagrada, na manhã desta sexta-feira, Operação Eclipse, com cumprimento de 24 mandados de busca e apreensão e mandados de prisão preventiva nas cidades de Tupãssi e Toledo, no Paraná, São Paulo e Santo André no Estado de São Paulo. 

Os mandados foram cumpridos por policiais dos GAECOs de Cascavel, Curitiba, Londrina, Maringá, Guarapuava, Foz do Iguaçu e Francisco Beltrão, além de apoio de unidades da Polícia Militar.

As investigações, desenvolvidas pelo Gaeco de Cascavel, apontaram para uma organização criminosa que estabeleceu a cidade de Tupãssi como local para lavagem de dinheiro obtido com a prática do crime de tráfico de cocaína em São Paulo.

Os 'cabeças' do grupo são integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital), sendo que um deles é considerado um dos traficantes mais procurados do Estado de São Paulo, preso no mês passado em Mogi das Cruzes (SP), em local onde funcionava laboratório para refinamento de cocaína. A companheira dele, que já havia residido em Tupãssi, estabeleceu-se no local e, com a colaboração de terceiras pessoas, dentre elas familiares, passou a adquirir propriedades rurais, maquinários agrícolas e insumos para estabelecer a cultura de soja e milho como negócio chave para a lavagem do dinheiro.

O patrimônio identificado pelo Gaeco passava R$ 13 milhões, sendo seis propriedades rurais e dezesseis imóveis urbanos situados em Tupãssi e São Paulo, além de dez veículos, oito maquinários agrícolas e oito caminhões. O grupo ainda contava com empresas, também utilizadas para fins ilícitos.

Os documentos, veículos e objetos apreendidos foram encaminhados para a sede do Gaeco para análise e finalização das investigações. Os investigados tiveram contas bancárias bloqueadas, veículos apreendidos e bens imóveis sequestrados.

As investigações ocorrem há mais de um ano, sendo interceptadas mais de 20 mil ligações telefônicas, além de diligências.

Os envolvidos responderão pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. Em São Paulo, alguns dos integrantes também responderão por tráfico de entorpecentes, associação ao tráfico e posse de armas de uso restrito.

Fonte: cgn

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