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Piloto que transportaria cocaína em helicóptero já foi preso por narcotráfico

Piloto que transportaria cocaína em helicóptero já foi preso por narcotráfico Daniel de Almeida Stella de 42 anos, preso na quarta-feira (11) após pousar um helicóptero em propriedade rural de Ribas do Rio Pardo, já responde por tráfico de drogas. Ele pousou a aeronave no município que fica a 97 quilômetros de Campo Grande e faria um carregamento de drogas.

O processo corre pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, sobre um suposto caso de tráfico de drogas ocorrido em Campinas (SP). Daniel teria sido flagrado em um hipermercado daquela cidade com pouco mais de 400 gramas de maconha e, por isso, chegou a ser preso em flagrante.

Por entender que o caso não configurava tráfico, o juiz decidiu pela soltura dois meses depois. Ele respondia ao processo em liberdade e agora foi preso preventivamente por suposto novo envolvimento em tráfico de drogas. Na época em que foi detido em Campinas, ele chegou a declarar que trabalhava como piloto de helicóptero e não tinha envolvimento com atividades ilícitas.

Pouso de helicóptero

O helicóptero PT-YEZ pousou em uma fazenda de Ribas do Rio Pardo no fim da tarde de quarta-feira (11) e testemunhas acionaram a Polícia Civil. Equipes foram até o local e conseguiram fazer a prisão de Daniel, já que a aeronave não tinha qualquer permissão de voo ou mesmo de pousar na propriedade privada.

Segundo o delegado Bruno Santacatharina, titular da delegacia do município, o piloto apresentou versões contraditórias sobre os motivos de estar ali, mas acabou confirmando que encontraria com José Rael de Souza, de 53 anos. Os dois seguiriam para outra fazenda em uma cidade do Estado, onde fariam o carregamento de droga, possivelmente cocaína.

Equipes da Deco (Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado), Setor de Investigações Gerais de Ribas do Rio Pardo e Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros) atuaram no caso. A aeronave passou por perícia e foram identificadas várias irregularidades.

Para a polícia, Rael o ‘Bigode’ ou ‘Trator’ negou os fatos e disse que apenas ajudaria o piloto com combustível. Os dois foram presos e responderão por crimes de atentado contra a segurança de transporte marítimo, fluvial ou aéreo e associação para o tráfico de drogas.

Ao contrário do piloto, esse terceiro indivíduo, de nome José Rael de Souza, apelidado de “Bigode” ou “Trator”, negou os fatos, dizendo que não sabia de nada e que apenas daria um auxílio ao piloto com a gasolina, desconhecendo qualquer carregamento de drogas. A aeronave foi apreendida e a polícia tenta identificar outros membros da quadrilha.

Fonte: midiamax

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