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Policiais suspeitos de negociar com traficante são presos em Curitiba

Os servidores são suspeitos de roubo, concussão e associação criminosa

 A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu dois investigadores, de 37 e 54 anos, na manhã desta quinta-feira (10). Os servidores são suspeitos de roubo, concussão e associação criminosa. As prisões aconteceram no bairro Água Verde, na Capital, e no município de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

Foto: Colaboração/Banda B

De acordo com as investigações, os servidores teriam subtraído R$ 29 mil de um traficante da Capital e ainda exigido R$ 20 mil para não prendê-lo.

Os policiais foram presos em decorrência de mandados de prisão temporária. Durante as buscas, a PCPR encontrou R$ 13 mil na residência do servidor de 37 anos.

Os servidores já foram afastados de suas funções policiais e encontram-se custodiados em Curitiba. Além do procedimento criminal, eles irão responder na esfera administrativa podendo ser punido com demissão.

Os nomes dos suspeitos  e mais detalhes sobre as investigações não foram revelados pela Polícia.

Fonte: bandab.com.br

Náufragos se salvam boiando em pacotes de cocaína no Pacífico

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Mourão compara narcotráfico no país à guerrilha

“Infelizmente as narcoquadrilhas que operam no Brasil viraram uma guerrilha. Se você compara com a Colômbia, é a mesma coisa que as Farc [Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia]”, disse, ao deixar o gabinete da Vice-Presidência, em Brasília, na manhã desta segunda-feira (23).Para Mourão, os traficantes de drogas brasileiros estão estruturados como as guerrilhas, com forças que atuam no combate, forças de apoio e de sustentação, incluindo médicos, advogados e sistemas para lavagem de dinheiro. “Então, infelizmente, nós temos que reconhecer que em determinados lugares do Brasil se vive uma guerra, e aí acontecem tragédias dessa natureza”, disse.

De acordo com relatos de moradores, o tiro teria sido disparado por policiais militares. Já a Polícia Militar informou que as equipes da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Fazendinha foram atacadas de várias localidades da comunidade e os policiais revidaram à agressão.

“É a palavra de um contra o outro”, disse Mourão sobre a divergência dos relatos. “E você sabe muito bem que nessas regiões de favela se o cara disser que foi o traficante quem atirou, no dia seguinte ele está morto”, acrescentou.

O presidente em exercício, que é general da reserva do Exército, lembrou as operações que comandou nos complexos do Alemão e da Maré, no Rio de Janeiro. “O Estado tem que fazer suas operações e procurar de todas as formas possíveis a segurança da população. E o narcotráfico coloca a população na rua e atira contra a tropa, então ele coloca em risco a própria gente que habita aquela região. É uma tragédia isso, e temos que fazer o possível e o impossível para evitar que isso aconteça”, ressaltou.

Excludente de ilicitude – Mourão foi questionado se o caso Ágatha pode ser usado para derrubar a ampliação de excludente de ilicitude,prevista no pacote anticrime  do governo federal, que está em tramitação no Congresso Nacional. A proposta faz mudanças nos códigos Penal e de Processo Penal e estabelece que juízes poderão reduzir pela metade ou mesmo deixar de aplicar a pena para agentes de segurança pública que agirem com “excesso” motivado por “medo, surpresa ou violenta emoção”.

O presidente em exercício preferiu não opinar sobre a articulação com o Congresso, que é feita pelo ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, mas disse que “dentro de um clima de emoção como está, pode prejudicar [a aprovação do projeto].”

“Dois policias morreram [em operações durante o fim de semana no Rio], ninguém comenta isso aí, parece que dois cachorros morreram. Nós, forças do Estado brasileiro, durante operação na Maré, tivemos um morto e 27 feridos. No ano passado, durante a intervenção militar no Rio, tivemos três mortos e ninguém toca nisso aí. Então, tem que haver algum tipo de proteção. É obvio que, se nós vivemos dentro do Estado de Direito, a lei tem que valer para todos, então quem infringiu a lei tem que ser punido”, disse.

Mourão assumiu a Presidência da República  com a viagem do presidente Jair Bolsonaro para Nova York, nos Estados Unidos, para participar da abertura da 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas. O presidente em exercício viaja esta tarde para o Rio de Janeiro, onde amanhã (24) à tarde faz uma palestra no Clube Militar. (Informações da Agência Brasil),

Fonte: contraponto

No mundo inteiro a maconha é terapia!

10 anos de Marcha da Maconha também em Belo Horizonte, que levou às ruas o debate pela legalização, descriminalização e uso terapeutico da Cannabis.

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Piloto que transportaria cocaína em helicóptero já foi preso por narcotráfico

Piloto que transportaria cocaína em helicóptero já foi preso por narcotráfico Daniel de Almeida Stella de 42 anos, preso na quarta-feira (11) após pousar um helicóptero em propriedade rural de Ribas do Rio Pardo, já responde por tráfico de drogas. Ele pousou a aeronave no município que fica a 97 quilômetros de Campo Grande e faria um carregamento de drogas.

O processo corre pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, sobre um suposto caso de tráfico de drogas ocorrido em Campinas (SP). Daniel teria sido flagrado em um hipermercado daquela cidade com pouco mais de 400 gramas de maconha e, por isso, chegou a ser preso em flagrante.

Por entender que o caso não configurava tráfico, o juiz decidiu pela soltura dois meses depois. Ele respondia ao processo em liberdade e agora foi preso preventivamente por suposto novo envolvimento em tráfico de drogas. Na época em que foi detido em Campinas, ele chegou a declarar que trabalhava como piloto de helicóptero e não tinha envolvimento com atividades ilícitas.

Pouso de helicóptero

O helicóptero PT-YEZ pousou em uma fazenda de Ribas do Rio Pardo no fim da tarde de quarta-feira (11) e testemunhas acionaram a Polícia Civil. Equipes foram até o local e conseguiram fazer a prisão de Daniel, já que a aeronave não tinha qualquer permissão de voo ou mesmo de pousar na propriedade privada.

Segundo o delegado Bruno Santacatharina, titular da delegacia do município, o piloto apresentou versões contraditórias sobre os motivos de estar ali, mas acabou confirmando que encontraria com José Rael de Souza, de 53 anos. Os dois seguiriam para outra fazenda em uma cidade do Estado, onde fariam o carregamento de droga, possivelmente cocaína.

Equipes da Deco (Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado), Setor de Investigações Gerais de Ribas do Rio Pardo e Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros) atuaram no caso. A aeronave passou por perícia e foram identificadas várias irregularidades.

Para a polícia, Rael o ‘Bigode’ ou ‘Trator’ negou os fatos e disse que apenas ajudaria o piloto com combustível. Os dois foram presos e responderão por crimes de atentado contra a segurança de transporte marítimo, fluvial ou aéreo e associação para o tráfico de drogas.

Ao contrário do piloto, esse terceiro indivíduo, de nome José Rael de Souza, apelidado de “Bigode” ou “Trator”, negou os fatos, dizendo que não sabia de nada e que apenas daria um auxílio ao piloto com a gasolina, desconhecendo qualquer carregamento de drogas. A aeronave foi apreendida e a polícia tenta identificar outros membros da quadrilha.

Fonte: midiamax

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