jornalista1

PF deflagra a Operação Barão Invisível e prende mafiosos italianos para extradição

NOMES AUTORIDADES NA MESAMandados de prisão foram expedidos pelo STF e são fruto de investigação conduzida em cooperação internacional entre PF e polícia italiana.

São Paulo/SP - A Polícia Federal cumpriu, na manhã de hoje (08/7), dois mandados de prisão para fins de extradição, de cidadãos italianos suspeitos de trabalharem para o braço da máfia italiana na América do Sul, conhecido como “Ndrangheta” (Lê-se Andrágta ou Andragueta).

O grupo mafioso, baseado na região da Calábria, no sul de Itália, controlaria 40 por cento dos envios globais de cocaína, sendo o principal esquema criminoso importador para a Europa.

Um dos presos já tem condenação por tráfico e associação para tráfico de drogas na Itália (com pena fixada em 14 anos de prisão).

O outro, filho do primeiro criminoso, ocupava ao menos três apartamentos na cobertura de prédio de alto padrão, no litoral paulista.

Ambos estavam foragidos desde 2014, havendo notícia de que passaram por Portugal e Argentina, utilizando-se de nomes falsos.

A cobertura onde foram presos possuía sofisticado sistema de vigilância, com câmera dome 360 na área externa, o que possibilitava identificar todas as pessoas que acessavam o prédio.

Foram encontrados em poder dos presos, até o momento, duas pistolas, dinheiro em espécie e veículos.

Os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, a pedido da Representação da Polícia Federal junto à Interpol, em cooperação à Polícia Italiana.

Será concedida entrevista coletiva às 10h, na Superintendência Regional da PF no Paraná.

Endereço: Rua Professora Sandália Monzón, 210 – Santa Cândida Curitiba – Paraná.

 


(41) 3251-7813 / 99242-5543

PRF apreende meia tonelada de cocaína no litoral

 A PRF (Polícia Rodoviária Federal) apreendeu cerca de 500 quilos de cocaína no final da tarde deste domingo (30) em Paranaguá, no litoral do Paraná.

De acordo com as equipes da PRF, a droga era transportada em um caminhão, que foi abordado na rodovia BR-277, nas imediações da Unidade Operacional Alexandra. A cocaína estava em um compartimento oculto, sob o assoalho do caminhão, utilizado para o transporte de piche.

São 495 tabletes de cocaína, com cerca de um quilo cada. A pesagem não havia sido concluída até a noite deste domingo (30).

Conforme a PRF, na Europa, um quilo de cocaína pode valer cerca de 33 mil euros no atacado, o que equivale a R$ 144 mil. "Meia tonelada da droga valeria mais de R$ 72 milhões após chegar no continente europeu", avalia a polícia.

O motorista, de 40 anos de idade, foi preso em flagrante. Aos policiais rodoviários federais, o homem disse que saiu de Osasco (SP) e entregaria o caminhão em Paranaguá. Também foi apreendido no veículo um tablete de maconha.

A PRF encaminhou a ocorrência para a Delegacia da Polícia Federal em Paranaguá. O crime de tráfico de drogas tem pena prevista de cinco a 15 anos de prisão.

Fonte: bonde:

Em 1999, 33 kg de cocaína foram encontrados em avião da FAB

O avião de prefixo 2466 seguia do Rio de Janeiro para Palma de Mallorca, na Espanha, em 19 de abril de 1999

A prisão do segundo-sargento da Aeronáutica Manoel Silva Rodrigues não foi a primeira de integrantes da Aeronáutica envolvidos com o tráfico internacional de drogas. Há 20 anos, foram encontrados 32,9 quilos de cocaína num avião cargueiro Hércules C-130 da FAB na Base Aérea do Recife. O avião de prefixo 2466 seguia do Rio de Janeiro para Palma de Mallorca, na Espanha, em 19 de abril de 1999.

O comandante do voo e oito tripulantes não foram presos na hora, pois a investigação conjunta da FAB e da PF apontava que eles não saberiam da carga. Dias depois, o tenente-coronel-aviador Paulo Sérgio Pereira Oliveira foi preso e confessou ter entregue as malas com cocaína ao piloto major-aviador Antonio Takuo Tani, a pedido do seu irmão, José Carlos Oliveira, que receberia a encomenda na Espanha.

Três oficiais da Aeronáutica e três civis foram indiciados no Inquérito Policial Militar (IPM) que investigou o caso. Os outros militares indiciados foram o tenente-coronel da reserva Washington Vieira da Silva e o major-aviador Luiz Antônio da Silva Greff. Condenados a penas de 16 e 17 anos, os militares acusados foram presos, mas receberam habeas corpus em recursos judiciais.

O segundo-sargento Manoel Silva Rodrigues foi preso na terça-feira, 25, na Espanha com 39 kg de cocaína na bagagem. O militar fazia parte da comitiva que acompanha o presidente Jair Bolsonaro ao Japão. A prisão causou constrangimento ao Palácio do Planalto e levou o presidente a comentar o episódio nas suas redes sociais duas vezes em menos de 24 horas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: amazonas1

EUA apreendem 16 toneladas de cocaína: valor estimado é de US$ 1 bilhão

Autoridades dos Estados Unidos disseram nesta terça-feira (18) que apreenderam cerca de 16 toneladas de cocaína. A mercadoria foi encontrada em um navio no porto de Filadélfia tem valor estimado de mais de US$ 1 bilhão.

Pacote de cocaína "Esta é uma das maiores apreensões de drogas na história dos Estados Unidos", escreveu no Twitter William McSwain, procurador do Distrito Leste da Filadélfia.

Membros da tripulação do navio foram presos após a apreensão. 

As drogas foram encontradas em sete contêineres a bordo do navio cargueiro MSC Gayane, que estava partindo para a Europa depois de já ter passado pelo Chile, Panamá e Bahamas, segundo a imprensa local.

A apreensão ocorre depois que as autoridades dos Estados Unidos apreenderam cerca de 1,5 tonelada de cocaína em março - a maior cifra em quase 25 anos no porto de Nova York / Newark.

Os Estados Unidos, o maior consumidor mundial de drogas ilegais, estão atualmente enfrentando uma epidemia mortal de uso de opiáceos.

As mortes por overdose de drogas nos Estados Unidos atingiram uma média de 197 por dia em 2017, de acordo com o Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.

Fonte: sputniknews

"Traficantes de Jesus": polícia e MPF miram intolerância religiosa do Rio

Reprodução A Polícia Civil e o MPF (Ministério Público Federal) se articulam para interromper ataques reiterados de quadrilhas de traficantes contra terreiros de religiões de matriz africana localizados em comunidades na Baixada Fluminense e em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Na última quinta-feira (13), homens de quatro delegacias deflagraram uma operação para reprimir criminosos que expulsaram um pai de santo em uma favela de Nova Iguaçu, na baixada. O MPF pediu informações a 120 grupos religiosos que atuam nas prisões com autorização da Seap (Secretaria de Administração Penitenciária).

A ação policial ocorreu na comunidade do Buraco do Boi e contou com a participação da Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância), DCOD (Delegacia de Combate às Drogas), Desarme (Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos) e da 58ª DP (Posse, em Nova Iguaçu). Os agentes foram a 22 endereços para levantar informações sobre as ações de intolerância religiosa por parte da quadrilha. Também havia a expectativa de cumprir mandados de prisão contra traficantes, mas ninguém foi preso.

De acordo com fontes ouvidas pelo UOL, a Polícia Civil investiga a denúncia de que os autores dos ataques são traficantes do TCP (Terceiro Comando Puro) convertidos por algumas igrejas evangélicas nas prisões do Rio. Quando esses criminosos deixam o cárcere e voltam para o crime, passam a perseguir sacerdotes e praticantes do candomblé, umbanda e outras religiões de matriz africana. Diante do aumento no número de denúncias, o comando da Polícia Civil teria ordenado uma ação para responder aos ataques.

Mais de 120 terreiros ameaçados, diz deputado

Segundo o deputado estadual Carlos Minc (PSB-RJ), presidente da Comissão de Combate às Discriminações da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), embora já existam relatos desse tipo há vários anos, as ações se intensificaram muito nos últimos meses.

"Agora está completamente fora de controle. São mais de 120 terreiros afetados na Baixada e em São Gonçalo. Criminosos estavam dando 48 horas para dezenas de pais e mães de santo saírem das comunidades deixando tudo para trás", denuncia.

Minc cobra a responsabilização de lideranças religiosas que eventualmente estejam estimulando os ataques de traficantes.

"Não é crime a igreja estar dentro da prisão, nem alguém se converter. Mas precisamos saber quem são os traficantes que estão ordenando esses ataques e quem os converteu. Eles saem da prisão com um duplo boné: de assassino traficante e de fundamentalista religioso. Quem converte essas pessoas obviamente sabe o que estão fazendo e é corresponsável por isso", afirma.

O MPF tem um inquérito civil em curso sobre a intolerância religiosa na Baixada Fluminense. Embora trate de temas diversos --que vão desde isenção fiscal para templos de matriz africana até questões relativas a educação--, o procurador da República Julio José Araujo Junior, responsável pela investigação, diz que a questão de segurança pública acabou se mostrando urgente. Diante disso, ele tem atuado para articular uma reação das polícias Civil e Militar aos ataques.

"Temos que entender se há algum estímulo a esse ódio religioso", diz o procurador.

"Temos feito essa articulação. A Decradi é uma delegacia pequena e com pouco efetivo para lidar com a questão. E isso não está no horizonte das demais delegacias. Nós apontamos essa questão e a necessidade de que isso seja mais bem compreendido. Há essa história de traficantes de Jesus, mas até que ponto isso procede?", contextualiza.

"Por isso estamos fazendo todo o esforço para que se entenda que isso não será tolerado", afirma o procurador. "Estou abrindo diálogo com os batalhões. Eu me reuni com o Batalhão de Duque de Caxias nesta quinta-feira e me surpreendi que eles nem sabiam dessa história [de ataques a terreiros na cidade]."

O procurador pediu informações para 120 grupos religiosos que atuam dentro das prisões do Rio com a evangelização de detentos. Embora haja representantes da Igreja Católica na lista, ela engloba principalmente igrejas evangélicas.

"Percebemos claramente que há um predomínio muito grande de igrejas evangélicas. Isso não é um mal em si, mas esperamos que isso não seja um privilégio, ou que haja algum constrangimento às religiões de matriz africana", diz.

Fonte: uol

Mais artigos...

bannerdisponivel

bannerdisponivel

bannerdisponivel

bannerdisponivel

Impakto nas Redes Sociais

                                   

 

blogimpakto     safestore1      CONTASABERTAS  universidadedotransito   acervo        kennya6      alexandrejose    codigoeticajor    jornalismoinvestigativo

Desenvolvido por: ClauBarros Web