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PF apreende carga de maconha com logotipo de cartel mexicano no PR

Foram encontradas 1,5 tonelada de droga em fundo falso de caminhão.
Dois homens foram presos em Nova Esperança, neste sábado (17).

drogasapreendidasDois homens, de 35 e 38 anos, foram presos com 1,5 tonelada de maconha em Nova Esperança, no noroeste do Paraná, neste sábado (17). A droga estava escondida em um fundo falso da carroceria de um caminhão que transportava grãos de milho.

Conforme a Polícia Federal, alguns tabletes de maconha estavam envoltos por logotipos do cartel de drogas mexicano “Sinaloa”, conhecido internacionalmente por tráfico de drogas.

O caminhão com placas de Amambai, no Mato Grosso do Sul, foi localizado pela Polícia Federal e Polícia Militar às margens da rodovia BR-376. Uma denúncia anônima havia informado que o veículo estaria na região, e os agentes começaram a investigar onde ele estaria parado.

Como o caminhão estava carregado com grãos de milho, a equipe do canil da Polícia Militar foi chamada. Os cães farejadores acusaram a presença da droga, e após a carga ser descarregada em um cerealista se constatou a presença dos tabletes do entorpecente.

Os dois suspeitos foram levados à delegacia da Polícia Federal de Maringá e foram autuados pelo crime de tráfico internacional de entorpecentes.

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Polícia Federal deflagra operação contra tráfico de drogas em sete estados, entre eles o Paraná

pfdeflagraA Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (31) a Operação Minotauro. A meta é desarticular organizações criminosas em Pernambuco, Paraná e Mato Grosso do Sul relacionadas a esquema de tráfico transnacional de maconha e cocaína, além de contrabando de armas de fogo de uso restrito.

Segundo nota divulgada pela PF, desde a madrugada de hoje, 130 policiais federais cumprem 12 mandados de prisão: cinco no Paraná, três em Pernambuco, um no Mato Grosso do Sul, um na Paraíba e dois na Bahia. Duas pessoas estão foragidas.

Outros 21 mandados de busca e apreensão são distribuídos em cinco estados: Pernambuco, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Santa Catarina. Os mandados foram expedidos pela 13ª Vara Federal.

Sequestro de bens e bloqueio de contas bancárias também foram determinados pela 13ª Vara Federal, além de quatro conduções coercitivas destinadas a pessoas supostamente relacionadas a processo de lavagem de dinheiro, entre elas, titulares de contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas com expressiva movimentação financeira.

Até o momento, nove mandados de prisão já foram cumpridos. Também foi realizada a apreensão de duas caminhonetes S-10, um Jeta, uma Land Rover, um Gol, uma Hilux, um Ônix e uma motocicleta Honda Hornet CB600.

Os presos, após os indiciamentos e interrogatórios, serão apresentados à Justiça Federal para audiência de custódia e, em seguida, serão submetidos a exame de corpo de delito e encaminhados para o Cotel (Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna).

Os investigados presos em outros estados serão interrogados na unidade da Polícia Federal e transferidos para Pernambuco.

Nomes dos presos

Dos quatro mandados de prisão em Pernambuco, três foram cumpridos. Os detidos são Cícero Thiago Cavalcanti,  conhecido como Touro, alagoano residente no Recife; Marcelon Luis da Silva, oGeneral, que mora em Igarassu (PE); e o soteropolitano Isac Lima Marques, vulgo Maguary, preso no Recife.

Na Paraíba, foi preso Carlos Genildo de Souza, o Capitão; no Paraná, também três dos quatro mandados foram cumpridos, resultando na prisão de Cristiano Moreira de Oliveira, conhecido como Cris; Gilmar da Silva Almeida, vulgo Boneco; e Claumir Heidmann, o Velho.

Em Mato Grosso do Sul, o suspeito levado pela PF foi Gerson Cosmo Nunes Coutinho; e no Paraná foram detidos Edson Gerald e José Aparecido. Os dois foragidos são Cristiano da Silva Araújo, o Playboy, de Pernambuco; e José Erni Nunes, o Cabelo, do Paraná.

Origem das investigações

As investigações começaram em 2015 com a identificação de 1.257 kg de maconha de origem paraguaia. A droga foi enviada a Pernambuco pela organização estabelecida no Paraná. Segundo a PF, o fornecimento de drogas e armas de fogo era promovido mediante pagamento em espécie, depósitos bancários e doação de automóveis.

Nas investigações, foram apreendidas aproximadamente quatro toneladas de drogas das organizações criminosas investigadas, conforme informou a Polícia Federal. As apreensões ocorreram em Minas Gerais, Alagoas, Pernambuco e no Paraná.

Fonte: http://www.portalnatelado190.com.br/

Os foragidos do Narcosul: veja quem são os traficantes mais procurados do bloco

narcosulDurante os últimos seis meses, o EXTRA pesquisou em bases de dados públicas as informações criminais de 170 traficantes procurados nos quatro países em que o Narcosul funciona: Bolívia, Brasil, Paraguai e Peru. Nos cinco links abaixo, você poderá ver quem são os criminosos nascidos nesses quatro países e na Colômbia, suas datas de nascimento, suas idades e o país que tem pelo menos um mandado de prisão expedido contra eles. Desse total, o EXTRA obteve fotos de 120 deles.

O levantamento, exclusivo e inédito, reúne dados da Interpol, repassados à polícia internacional pelos países em que o mandado de prisão foi expedido, do Banco Nacional de Mandados de Prisão do Conselho Nacional de Justiça brasileiro e de processos que correm nos tribunais de Justiça de Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul.

Todos os traficantes listados aqui têm funções intermediárias nas organizações criminosas a que pertencem. O objetivo do EXTRA, com isso, é publicar on-line, ao alcance de qualquer buscador de internet, os dados básicos de traficantes cuja prisão contribuiria para o avanço das investigações e do combate ao tráfico internacional de drogas. Além disso, os dados podem servir de fonte de consulta para cidadãos, jornalistas e principalmente autoridades desses países.

O EXTRA também incluiu dados de traficantes colombianos foragidos que atuam nos quatro países em que as organizações criminosas do Narcosul operam.

Para consultar a lista, clique em algum dos países. Caso queira procurar algum nome, pressione as teclas CTRL e F juntas e digite.

Bolívia

Brasil

Colômbia

Paraguai

Peru

Se você tem alguma informação sobre alguma das pessoas listadas aqui, pode entrar em contato com a autoridade policial mais próxima de seu país. Abaixo, os telefones das quatro polícias que procuram os foragidos do Narcosul. A Polícia Federal também oferece um e-mail exclusivo para receber denúncias sobre tráfico de drogas. As autoridades policiais dos quatro países reforçam que nenhum cidadão deve, sob hipótese alguma, tentar prender alguma dessas pessoas.

Você também pode fazer denúncias sobre traficantes foragidos do Narcosul pelo e-mail do Casos de Polícia:.

Para fazer uma ligação internacional a partir do Brasil, você deve discar a sequência abaixo, em que XX é o código da operadora de longa distância brasileira que você utilizará.

00(XX)(Código do país)(Número de telefone)

Telefones das polícias dos quatro países em que o Narcosul opera:

Bolívia

Força Especial de Luta contra o Narcotráfico (Felc-N) - (591) 2410047

Brasil

Polícia Federal (PF) -(55) (61) 2024-8000

Peru

Diretoria Antidrogas (Dirandro) - (51) 221-2421

Paraguai

Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) - (021) 554-585

Fonte: http://extra.globo.com/

Drones com drogas e celulares são interceptados em prisão britânica

Equipamentos estavam sendo usados em contrabando para cadeia londrina

drone1LONDRES — A polícia londrina conseguiu interceptar dois drones carregados com drogas e celulares que voavam sobre a prisão Pentonville, em Barnsbury, na capital inglesa. Umas das aeronaves caiu após ser rastreada e, a outra, foi interceptada em pleno voo. Os casos aconteceram no último dia 14.

— Nós fomos capazes de interceptá-las graças à vigilância dos oficiais e do público — disse o inspetor Steve Heatley, em entrevista à BBC, confirmando que os drones carregavam “quantidade importante de drogas ilegais, drogas legais e celulares”.

Um dia antes, um homem agindo de maneira suspeita foi avistado pelos guardas, mas ele conseguiu fugir deixando para trás duas bolsas com drogas e celulares. Os drones foram recuperados durante a Operação Airbone, que investigou tentativas de contrabandear substâncias e equipamentos ilícitos para dentro da prisão.

O uso de drones para a entrada ilegal de materiais em prisões vem aumentando no Reino Unido. Relatórios indicam que em 2015, 33 incidentes foram identificados nas prisões britânicas, contra duas em 2014 e nenhuma em 2013.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/drones-com-drogas-celulares-sao-interceptados-em-prisao-britanica-19970178#ixzz4ID6Uc54i
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PF identifica 59 novas drogas no País em 3 anos; danos são desconhecidos

novasdrogasA Polícia Federal (PF) identificou 59 novas drogas apreendidas no País nos últimos três anos. Algumas são entorpecentes consumidos há anos por usuários enganados por traficantes, que as vendem como se fossem drogas mais conhecidas, como o LSD e o ecstasy. Os danos causados por essas substâncias ainda não são totalmente conhecidos pela ciência. OEstadoobteve os dados da PF por meio da Lei de Acesso à Informação.

Pequenos traficantes vendem essas drogas pela internet, muitas vezes em sites do exterior, ou em grupos de aplicativos como o WhatsApp e o Telegram. Nas baladas e em universidades elas são revendidas por preços que podem variar de R$ 5 a R$ 100 a dose. Mais raramente, são produzidas no País: segundo o levantamento, só em 2015, a PF destruiu 17 laboratórios de droga sintética, a maior parte deles (8) em Goiás.

O uso de novos componentes químicos para simular o efeito de drogas conhecidas é, segundo especialistas, uma forma usada por traficantes para baratear a produção de entorpecentes e ampliar os lucros. Um exemplo disso é o NBOMe. Ele é uma das substâncias que mais se popularizaram nos últimos anos e está no topo da lista de apreensões da PF, com 47 casos – considerando-se as diversas fórmulas como é comercializado.

A substância, alucinógena e estimulante, é vendida pelos criminosos como se fosse LSD, geralmente em pequenos tabletes ou cápsulas. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que proibiu a droga em 2014, o NBOMe tem elevado risco de overdose e tem sido relacionado a “episódios de violência física e morte”. É a mesma droga ingerida por um estudante da Universidade de São Paulo (USP), em 2014, antes de morrer afogado na raia olímpica da universidade.

Relatos de usuários apontam para efeitos como confusão mental, coração acelerado e alucinações. A droga é comprada pela internet e vem embalada em sachês de chá, como disfarce. Em grande quantidade, pode custar R$ 3 a dose. Mas, entre os usuários, é vendida a R$ 30 – mais barato que o LSD, que pode chegar a R$ 60.

A etilona aparece em seguida na lista, presente em 41 apreensões feitas pela PF no período. Foi proibida pela Anvisa em 2015. Essa substância pode causar efeitos psicodélicos. É uma versão simplificada do MDMA (metilenodioximetanfetamina), droga que causa o efeito semelhante ao do ecstasy, mas mais estimulante e com mais efeitos negativos, como aceleração cardíaca e ansiedade.

Apreensões. Um dos principais destinos da droga sintética no País é Santa Catarina, onde as substâncias são vendidas em festas noturnas. O tráfico teve início há pelo menos dez anos, quando criminosos de classe média perceberam a abundância deste tipo de droga na Europa, principalmente na Holanda e na Espanha, ao mesmo tempo em que a cocaína custava caro no continente.

“Eles começaram a levar a cocaína para fora do País e trazer o sintético, com um lucro que chegava a 700%”, diz o delegado-chefe da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da PF em Santa Catarina, Gustavo Trevizan. A droga, segundo ele, vinha escondida em pranchas de surfe, asa-delta e em mochilas.

Com o passar dos anos, a prática se popularizou e chegou aos traficantes dos morros. “Eles trazem o ecstasy ou a anfetamina para fazer a prensagem do comprimido. A ‘mula’ recebe até R$ 30 mil para fazer o trajeto”, afirma o policial.

O surgimento de novas substâncias acompanha no Brasil uma tendência mundial, segundo o diretor médico do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas da USP, Anthony Wong. “O EMCDDA (Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência) localizou, em 2013, 90 novas drogas, 107 em 2014 e outras 140 em 2015, a maioria sintética. O problema é que o efeito delas é imprevisível”, diz.

Para ele, a proliferação das substâncias tem relação direta com o custo. “Enquanto o LSD clássico pode custar até US$ 80, o NBOMe você acha por US$ 10 a US$ 15. E como o efeito é mais fraco que o LSD, o usuário toma mais dois ou três. É aí que tem convulsões, fica desacordado e pode até entrar em coma. Se não houver campanha de informação sobre os riscos, as próximas gerações terão problemas”, afirma Wong.

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