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PRF apreende meia tonelada de cocaína no litoral

 A PRF (Polícia Rodoviária Federal) apreendeu cerca de 500 quilos de cocaína no final da tarde deste domingo (30) em Paranaguá, no litoral do Paraná.

De acordo com as equipes da PRF, a droga era transportada em um caminhão, que foi abordado na rodovia BR-277, nas imediações da Unidade Operacional Alexandra. A cocaína estava em um compartimento oculto, sob o assoalho do caminhão, utilizado para o transporte de piche.

São 495 tabletes de cocaína, com cerca de um quilo cada. A pesagem não havia sido concluída até a noite deste domingo (30).

Conforme a PRF, na Europa, um quilo de cocaína pode valer cerca de 33 mil euros no atacado, o que equivale a R$ 144 mil. "Meia tonelada da droga valeria mais de R$ 72 milhões após chegar no continente europeu", avalia a polícia.

O motorista, de 40 anos de idade, foi preso em flagrante. Aos policiais rodoviários federais, o homem disse que saiu de Osasco (SP) e entregaria o caminhão em Paranaguá. Também foi apreendido no veículo um tablete de maconha.

A PRF encaminhou a ocorrência para a Delegacia da Polícia Federal em Paranaguá. O crime de tráfico de drogas tem pena prevista de cinco a 15 anos de prisão.

Fonte: bonde:

Em 1999, 33 kg de cocaína foram encontrados em avião da FAB

O avião de prefixo 2466 seguia do Rio de Janeiro para Palma de Mallorca, na Espanha, em 19 de abril de 1999

A prisão do segundo-sargento da Aeronáutica Manoel Silva Rodrigues não foi a primeira de integrantes da Aeronáutica envolvidos com o tráfico internacional de drogas. Há 20 anos, foram encontrados 32,9 quilos de cocaína num avião cargueiro Hércules C-130 da FAB na Base Aérea do Recife. O avião de prefixo 2466 seguia do Rio de Janeiro para Palma de Mallorca, na Espanha, em 19 de abril de 1999.

O comandante do voo e oito tripulantes não foram presos na hora, pois a investigação conjunta da FAB e da PF apontava que eles não saberiam da carga. Dias depois, o tenente-coronel-aviador Paulo Sérgio Pereira Oliveira foi preso e confessou ter entregue as malas com cocaína ao piloto major-aviador Antonio Takuo Tani, a pedido do seu irmão, José Carlos Oliveira, que receberia a encomenda na Espanha.

Três oficiais da Aeronáutica e três civis foram indiciados no Inquérito Policial Militar (IPM) que investigou o caso. Os outros militares indiciados foram o tenente-coronel da reserva Washington Vieira da Silva e o major-aviador Luiz Antônio da Silva Greff. Condenados a penas de 16 e 17 anos, os militares acusados foram presos, mas receberam habeas corpus em recursos judiciais.

O segundo-sargento Manoel Silva Rodrigues foi preso na terça-feira, 25, na Espanha com 39 kg de cocaína na bagagem. O militar fazia parte da comitiva que acompanha o presidente Jair Bolsonaro ao Japão. A prisão causou constrangimento ao Palácio do Planalto e levou o presidente a comentar o episódio nas suas redes sociais duas vezes em menos de 24 horas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: amazonas1

EUA apreendem 16 toneladas de cocaína: valor estimado é de US$ 1 bilhão

Autoridades dos Estados Unidos disseram nesta terça-feira (18) que apreenderam cerca de 16 toneladas de cocaína. A mercadoria foi encontrada em um navio no porto de Filadélfia tem valor estimado de mais de US$ 1 bilhão.

Pacote de cocaína "Esta é uma das maiores apreensões de drogas na história dos Estados Unidos", escreveu no Twitter William McSwain, procurador do Distrito Leste da Filadélfia.

Membros da tripulação do navio foram presos após a apreensão. 

As drogas foram encontradas em sete contêineres a bordo do navio cargueiro MSC Gayane, que estava partindo para a Europa depois de já ter passado pelo Chile, Panamá e Bahamas, segundo a imprensa local.

A apreensão ocorre depois que as autoridades dos Estados Unidos apreenderam cerca de 1,5 tonelada de cocaína em março - a maior cifra em quase 25 anos no porto de Nova York / Newark.

Os Estados Unidos, o maior consumidor mundial de drogas ilegais, estão atualmente enfrentando uma epidemia mortal de uso de opiáceos.

As mortes por overdose de drogas nos Estados Unidos atingiram uma média de 197 por dia em 2017, de acordo com o Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.

Fonte: sputniknews

"Traficantes de Jesus": polícia e MPF miram intolerância religiosa do Rio

Reprodução A Polícia Civil e o MPF (Ministério Público Federal) se articulam para interromper ataques reiterados de quadrilhas de traficantes contra terreiros de religiões de matriz africana localizados em comunidades na Baixada Fluminense e em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Na última quinta-feira (13), homens de quatro delegacias deflagraram uma operação para reprimir criminosos que expulsaram um pai de santo em uma favela de Nova Iguaçu, na baixada. O MPF pediu informações a 120 grupos religiosos que atuam nas prisões com autorização da Seap (Secretaria de Administração Penitenciária).

A ação policial ocorreu na comunidade do Buraco do Boi e contou com a participação da Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância), DCOD (Delegacia de Combate às Drogas), Desarme (Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos) e da 58ª DP (Posse, em Nova Iguaçu). Os agentes foram a 22 endereços para levantar informações sobre as ações de intolerância religiosa por parte da quadrilha. Também havia a expectativa de cumprir mandados de prisão contra traficantes, mas ninguém foi preso.

De acordo com fontes ouvidas pelo UOL, a Polícia Civil investiga a denúncia de que os autores dos ataques são traficantes do TCP (Terceiro Comando Puro) convertidos por algumas igrejas evangélicas nas prisões do Rio. Quando esses criminosos deixam o cárcere e voltam para o crime, passam a perseguir sacerdotes e praticantes do candomblé, umbanda e outras religiões de matriz africana. Diante do aumento no número de denúncias, o comando da Polícia Civil teria ordenado uma ação para responder aos ataques.

Mais de 120 terreiros ameaçados, diz deputado

Segundo o deputado estadual Carlos Minc (PSB-RJ), presidente da Comissão de Combate às Discriminações da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), embora já existam relatos desse tipo há vários anos, as ações se intensificaram muito nos últimos meses.

"Agora está completamente fora de controle. São mais de 120 terreiros afetados na Baixada e em São Gonçalo. Criminosos estavam dando 48 horas para dezenas de pais e mães de santo saírem das comunidades deixando tudo para trás", denuncia.

Minc cobra a responsabilização de lideranças religiosas que eventualmente estejam estimulando os ataques de traficantes.

"Não é crime a igreja estar dentro da prisão, nem alguém se converter. Mas precisamos saber quem são os traficantes que estão ordenando esses ataques e quem os converteu. Eles saem da prisão com um duplo boné: de assassino traficante e de fundamentalista religioso. Quem converte essas pessoas obviamente sabe o que estão fazendo e é corresponsável por isso", afirma.

O MPF tem um inquérito civil em curso sobre a intolerância religiosa na Baixada Fluminense. Embora trate de temas diversos --que vão desde isenção fiscal para templos de matriz africana até questões relativas a educação--, o procurador da República Julio José Araujo Junior, responsável pela investigação, diz que a questão de segurança pública acabou se mostrando urgente. Diante disso, ele tem atuado para articular uma reação das polícias Civil e Militar aos ataques.

"Temos que entender se há algum estímulo a esse ódio religioso", diz o procurador.

"Temos feito essa articulação. A Decradi é uma delegacia pequena e com pouco efetivo para lidar com a questão. E isso não está no horizonte das demais delegacias. Nós apontamos essa questão e a necessidade de que isso seja mais bem compreendido. Há essa história de traficantes de Jesus, mas até que ponto isso procede?", contextualiza.

"Por isso estamos fazendo todo o esforço para que se entenda que isso não será tolerado", afirma o procurador. "Estou abrindo diálogo com os batalhões. Eu me reuni com o Batalhão de Duque de Caxias nesta quinta-feira e me surpreendi que eles nem sabiam dessa história [de ataques a terreiros na cidade]."

O procurador pediu informações para 120 grupos religiosos que atuam dentro das prisões do Rio com a evangelização de detentos. Embora haja representantes da Igreja Católica na lista, ela engloba principalmente igrejas evangélicas.

"Percebemos claramente que há um predomínio muito grande de igrejas evangélicas. Isso não é um mal em si, mas esperamos que isso não seja um privilégio, ou que haja algum constrangimento às religiões de matriz africana", diz.

Fonte: uol

Bolsonaro sanciona lei que permite internação forçada de usuários de drogas

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) sancionou a lei que permite que usuários de drogas sejam internados mesmo que não queiram. A nova lei, com diretrizes para o Sisnad (Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas), foi publicada na edição de hoje do DOU (Diário Oficial da União) e apresenta vetos em relação ao texto aprovado pelo Congresso, como no item sobre redução de penas.

Nelson Almeida - 10.mai.2019/AFPCom a nova lei, usuários de drogas poderão ser levados para centros de tratamento contra a própria vontade com anuência de um médico. Ela pode acontecer a pedido de familiar, do responsável legal ou de servidor público da área de saúde ou do Sisnad.

A internação involuntária será realizada somente após aprovação médica e "perdurará apenas pelo tempo necessário à desintoxicação, no prazo máximo de 90 dias". O MP (Ministério Público) e a Defensoria Pública deverão ser informados da internação em até 72 horas. A família ou o representante legal poderão, a qualquer momento, requerer ao médico a interrupção do tratamento.

Bolsonaro vetou um trecho do texto aprovado pelo Congresso que permitia a internação caso não houvesse possibilidade de avaliação médica por até sete dias. Ao explicar o veto, o presidente diz que "o dispositivo proposto prevê a possibilidade da realização de avaliação de risco de morte por profissional que não é médico, o que viola o direito fundamental à saúde do usuário ou dependente de droga acolhido nessas condições".

Veto em mudança de pena

A redução de pena para traficantes de drogas que não sejam reincidentes e não integrem organização criminosa foi vetada por Bolsonaro. Para o presidente, a proposta "se mostra mais benéfica ao agente do crime de tráfico de drogas".

"[Ela] acaba por permitir o tratamento mais favorável para agentes que não sejam primários, que não tenham bons antecedentes ou que sejam integrantes de organizações criminosas, o que se coloca em descompasso com as finalidades da reprimenda penal e com os princípios da lesividade e da proibição da proteção deficiente", diz.

A pena para tráfico de drogas é de cinco a 15 anos de prisão e pagamento de 500 a 1.500 mil e dias-multa. A alteração sugerida pelo Congresso poderia tornar mais pesada a punição para quem comete o crime pela primeira vez, com pena mínima de oito de reclusão e pagamento partindo de 800 dias-multa, chegando aos mesmos limites.

Sem dedução de IR e vagas

O presidente também barrou o item que permitiria que contribuintes deduzissem do Imposto de Renda doações a fundos de políticas sobre drogas. Para Bolsonaro, essa seria uma "renúncia de receita inoportuna, pois contemporâneas ao momento de restrição orçamentária". O governo, que ouviu o ministério da Economia para tomar a decisão, diz que a medida diminuiria a receita sem "estimativa dos impactos orçamentários e financeiros".

Bolsonaro também vetou que 3% das vagas de trabalho em obras públicas com licitação fossem destinadas a usuários atendidos pelo programa antidrogas. Para Bolsonaro, essa determinação geraria "cota para a contratação de pessoas atendidas [pelo programa], o que cria discriminação entre os trabalhadores, sem proporcionalidade e razoabilidade".

"A proposta legislativa impõe a contratação compulsória nas obras públicas que especifica, desconsiderando a discricionariedade técnica, conforme as peculiaridades de cada obra", argumentou.

A lei entra em vigor hoje, com a publicação no DOU. A sanção acontece no momento em que o STF (Supremo Tribunal Federal) interrompeu a discussão sobre porte de drogas. O debate sobre o tema foi desmarcado pelo presidente da Corte, ministro Dias Toffoli.

Fonte: UOL

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