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Detentos levam drogas no estômago e até prótese em Bauru; cães ajudam busca - Notícias sobre giro cidades

 O Centro de Progressão Penitenciária de Bauru registrou sete casos de detentos que tentaram entrar na unidade com drogas no estômago e um que escondeu tela de celular em prótese na perna em operação que contou com novos cães farejadores.

Três “barrigueiros”, como são popularmente conhecidos os presos que engolem os produtos, foram barrados pelo escâner corporal na volta da saída temporária.

Outros quatro presos foram flagrados com objetos ilícitos camuflados em peças de roupas. E um deles, deficiente físico, escondeu uma tela de celular na prótese que usa em uma das pernas.

Os internos que haviam ingerido entorpecentes ou produtos eletrônicos ficaram em observação na enfermaria do estabelecimento penal e conseguiram expelir os itens de forma natural. Ao todo, os agentes de segurança apreenderam 151 porções de maconha, 11 de cocaína e quatro minicelulares.

Um dos reclusos chegou a engolir 109 invólucros de maconha. Além do sentenciado que escondeu produto eletrônico na prótese da perna, dois carregavam uma porção de maconha cada dentro da cueca e outro um invólucro da mesma droga no bolso da bermuda.

A direção da unidade instaurou apuração interna para averiguar os casos e os detentos devem retornar para o regime fechado. Um boletim de ocorrência foi registrado na Polícia Civil.

A operação marcou ainda a estreia de Dragon (pastor alemão) e Russo (pastor belga malinois), cães farejadores do canil da Penitenciária I “Dr. Walter Faria Pereira de Queiróz”, de Pirajuí.

Conduzidos pelos cinotécnicos Douglas Gonçales, Marco Aurélio Alves e Sandro Domingues, os cães ajudaram a localizar 272 porções de drogas (entre maconha e cocaína) e 43 celulares. 

Dragon e Russo substituem o cão farejador Logan, que foi retirado das operações após quase quatro anos de atuação nas unidades da Coordenaria Noroeste (CRN), além de participar de diversas diligências realizadas pelas polícias Civil e Militar da região.

Somente em 2022, Logan esteve em 35 ocorrências, que resultaram nas apreensões de 884 porções de maconha, 34 de cocaína, 22 celulares, 18 baterias e oito chips de telefones móveis, além de 12 pessoas flagradas com drogas ou produtos eletrônicos. 

Fonte:https://www.giromarilia.com.br/noticia/giro-cidades/detentos-levam-drogas-no-estomago-e-ate-protese-em-bauru-caes-ajudam-busca/118337

Policiais Penais denunciam que detentos possuem livre acesso a droga k4

Policiais Penais denunciam que detentos possuem livre acesso a droga k4 Policiais penais denunciam que detentos possuem acesso livre e desenfreado a  droga sintética K4, que é cerca de cem vezes mais potente que a maconha. A substância  pode ser fumada, absorvida pela língua ou gengiva. Um dos efeitos colaterais de quem usa esse entorpecente é a parada cardíaca. A droga é cara e altamente viciante, por isso, para ter acesso a substância os detentos, que já estão viciados, usam as próprias companheiras como moeda de troca. 

A droga entra fácil nas penitenciárias mineiras porque se trata de uma espécie de "papel de seda", sendo muito fina e fácil de ser escondida em roupas, vestuários e partes íntimas. 

 E na maioria das vezes, o raixo-x corporal, usado para detectar a entrada de visitantes com produtos ilícitos nas unidades prisionais, raramente detecta a substância.

Além disso, os denunciantes ainda reclamam que não possuem treinamento para reconhecerem o  entorpecente. Nem mesmo os cães farejadores dão conta de detectar a droga. 

 Ainda conforme os denunciantes, houve um aumento absurdo no número de detentos que são levados para unidades de saúde com parada cardíaca - um dos efeitos do uso do entorpecente.  

A droga é muito cara, por isso, para garantir o uso do entorpecente, que é altamente viciante, os detentos chegam a trocar  um pouco da substância por uma noite de sexo com as próprias companheiras. 

" Já ficamos sabendo que muitos detentos para ter acesso a essa droga, que é muito cara, usam as próprias esposas como moedas de escambo. Eles as 'emprestam' nas visitas íntimas para outros presidiários que tem a substância. Está tudo um descontrole total", disse um policial penal que preferiu o anonimato por medo de represálias. 

O que diz a SEJUSP

De acordo com a Secretaruia de Justiça e Segurança Pública ( Sejusp), todas as unidades prisionais passam por revistas. As unidades também possuem raio-x para impedir a entrada da substância nos presídios do estado. 

Confira a nota na íntegra

"Todas as unidades prisionais sob administração do Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG) passam sistematicamente por revistas em celas e em visitantes bem como em pertences e correspondências enviados por familiares de presos. Essas ações visam impedir a entrada e/ou permanência de ilícitos nas unidades, e contam com o uso de equipamentos como escâner corporal e raio-x. 

A droga citada na demanda está entre as mais apreendidas entre os ilícitos enviados por meio de correspondência. Os destinatários dessas correspondências são ouvidos pela Comissão Disciplinar das unidades e, em se comprovando o envolvimento, são punidos com sanções administrativas, além de responderem criminalmente. Já os remetentes perdem o direito de enviar pertences e têm seu cadastro suspenso", pontuou a nota.

Fonte:https://www.otempo.com.br/mobile/cidades/policiais-penais-denunciam-que-detentos-possuem-livre-acesso-a-droga-k4-1.2782241?utm_source=whatsapp

Advogado é preso após entregar comprimidos a membro de facção em presídio

https://canalcienciascriminais.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Advogado-1.jpg O advogado atua no caso de um acusado de fazer parte de facção criminosa, e aproveitou o momento da visita para levar ao cliente os remédios junto com canetas esferográficas e instruções de uso.

O profissional recebeu voz de prisão do diretor da UPECT, que por meio de nota, informou que tomou todas as medidas cabíveis:

“O titular da UPECT comunicou o ocorrido a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-CE) e encaminhou o caso a Delegacia de Combate às Organizações Criminosas Organizadas (DRACO).”

A Ordem dos Advogados do Brasil também se manifestou sobre o caso, e disse que foi devidamente informada do ocorrido através da diretoria de prerrogativas e do Centro de Apoio ao Advogado, e que está acompanhando e apurando todos os fatos para garantir a legalidade da prisão e também para que o acusado tenha assegurado o direito à ampla defesa e ao contraditório.

A OAB informou ainda que se for comprovado o envolvimento do advogado, será aberto um procedimento disciplinar interno no Tribunal de Ética e Disciplina da instituição.

Um advogado foi preso na última quinta-feira (1º), após se flagrado entregando um pacote de comprimidos a um cliente que se encontra preso na Unidade Prisional de Ensino, Capacitação e Trabalho (UPECT) em Itaitinga, Fortaleza (CE).

Segundo as informações fornecidas pela Secretaria da Administração Penitenciária, além dos comprimidos, o advogado entregou também um bilhete com instruções sobre as substâncias e duas canetas esferográficas.

Fonte: https://canalcienciascriminais.com.br/advogado-preso-entregar-comprimidos-presidio/

 

 

Médicos acham maconha e carregador de celular no estômago de preso em MG

https://conteudo.imguol.com.br/c/noticias/9d/2022/12/03/carregador-de-celular-fone-de-ouvido-e-porcoes-de-maconha-foram-encontradas-em-estomago-de-homem-em-governador-valadares-1670079011936_v2_900x506.jpg.webp Porções de maconha, um fone de ouvido e um carregador de celular foram encontrados no estômago de um homem de 40 anos que estava de saída temporária e retornaria a um presídio de Minas Gerais.

O caso foi registrado na quinta-feira (1), pouco mais de uma hora antes do suspeito retornar à detenção em Governador Valadares.

Segundo o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, o suspeito, que não teve identidade revelada, deu entrada no Hospital Regional de Governador Valadares afirmando que tinha engolido um fone de ouvido.

O fone foi retirado da garganta dele, mas, após ele apresentar outros sintomas (que não foram detalhados), os médicos decidiram fazer um exame mais detalhado.

Após uma endoscopia, a equipe médica identificou 51 pacotes no estômago do homem, que precisou ser submetido a uma cirurgia.

Os pacotes foram retirados e desembalados. Neles, estavam 29 buchas de maconha, papel seda e um carregador de celular.

Os materiais foram apreendidos pela polícia, assim como R$ 200 em dinheiro que estavam com o homem. O suspeito ficou sob observação no hospital após a cirurgia.

O UOL buscou a Polícia Civil de Minas Gerais em busca de informações sobre o presídio para qual o suspeito estava voltando e sobre as investigações da origem da droga, mas não recebeu retorno até o momento.

Fonte: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2022/12/03/medicos-acham-maconha-e-carregador-de-celular-no-estomago-de-preso-em-mg.htm

STJ absolve traficante por policial obter prova fingindo ser réu em ligação

https://conteudo.imguol.com.br/c/noticias/22/2022/11/28/stj-absolveu-homem-por-entender-que-houve-violacao-de-sigilo-das-comunicacoes-telefonicas-em-vitoria-es-1669659967400_v2_900x506.jpg.webp Os ministros da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiram absolver um homem condenado a oito anos de reclusão por tráfico de drogas com base em provas obtidas por policial que se passou por ele ao atender seu celular durante a abordagem.

O colegiado entendeu que houve violação do sigilo das comunicações telefônicas e que o autor da ligação - um outro réu do processo - foi induzido em erro para que fosse efetuada a prisão em flagrante.

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A decisão acolheu um pedido da defesa do réu, que alegou ilicitude das provas colhidas na abordagem e das provas derivadas. Para o relator, Rogerio Schietti Cruz, entendeu que a conduta do policial foi ilícita, uma vez que não havia prisão em flagrante no momento do telefonema. "Não havia justificativa idônea nem mesmo para apreender o celular do réu, muito menos para o militar atender a ligação e, pior, passar-se por ele de forma ardilosa para induzir o corréu em erro", afirmou.

O caso aconteceu em rodovia de Vitória, após policiais rodoviários abordarem o réu. No entanto, nada foi encontrado em seu veículo. Os agentes, no entanto, suspeitaram que o homem seria um batedor do tráfico e então o levaram para dentro da base na estrada. As informações foram divulgadas pelo Superior Tribunal de Justiça.

Foi então que celular do homem tocou, sendo que um dos policiais atendeu a ligação e fingiu ser o dono do aparelho. Quem estava ligando era o outro acusado de tráfico de drogas, que estava transportando os entorpecentes e queria saber se era seguro continuar a viagem. Ainda se passando pelo homem que foi parado, o policial respondeu que sim ao outro réu, e em seguida parou o veículo.

O processo chegou ao STJ após a defesa do condenado questionar decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul de rechaçar a alegação de nulidade das provas. Para a corte, o policial adotou procedimento 'para garantir o interesse público em detrimento do direito individual à intimidade'. Além disso, os magistrados entenderam que o 'curso natural dos acontecimentos levaria, de qualquer modo, à apreensão das drogas'.

Ao analisar o caso, o ministro Rogerio Schietti Cruz entendeu que o policial realizou uma espécie de 'interceptação telefônica ativa' e comprometeu as provas obtidas tal esse meio. O magistrado ainda evocou precedente do STJ, no qual foi reconhecida a ilicitude de provas obtidas diretamente por policial que atendeu o celular de suspeito e conversou com seu interlocutor.

"O desfecho poderia ter sido completamente diverso - fuga, desvio de rota, desfazimento das drogas etc. - se o militar não houvesse atendido a ligação e, fazendo-se passar pelo réu, garantido ao comparsa que ele poderia continuar sem receios por aquele caminho", ponderou Schietti ao reconhecer a ilicitude das provas e absolver o réu.

Fonte: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2022/11/28/stj-derruba-condenacao-de-trafico-apos-policial-se-passar-por-reu-no-telefone.htm

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