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Quadrilha que atuava no Tocantins usou até submarino para levar drogas para África

vd2702Uma organização criminosa acusada de transportar drogas da Bolívia, Colômbia e Venezuela para o Brasil, Estados Unidos e Europa chegou a usar um submarino para cruzar o Atlântico com destino à costa do continente africano com até 8 toneladas de entorpecentes a cada viagem. A embarcação foi apreendida em meados de 2018, no Suriname.

“O submarino foi apreendido durante as investigações iniciadas há dois anos. Ele foi localizado próximo a uma pista de pouso clandestina usada pela organização e onde foram apreendidos 400 quilos de entorpecentes”, disse hoje (21/2) o delegado federal Marcelo Botelho, responsável pela Operação Flak, deflagrada nesta quinta-feira.

Segundo o delegado, a droga apreendida no avião localizado em uma pista clandestina seria transferida para o submarino, atracado a 50 quilômetros de distância. De lá, os criminosos seguiriam para a África, de onde o entorpecente seria distribuído para a Europa.

“Uma particularidade que nos impressionou é a capilaridade da organização criminosa, que tem contatos em diversos países”, comentou Botelho, esclarecendo que, além dos 54 mandados de prisão e 81 mandados de busca e apreensão que estão sendo cumpridos no Ceará, Distrito Federal, Goiás, Pará, Paraná, Roraima, São Paulo e Tocantins, as autoridades brasileiras também acionaram a Interpol, pedindo a colaboração para deter seis suspeitos de integrar o esquema que podem estar no exterior.

Prisões

Até o início desta tarde, ao menos 26 pessoas já tinham sido presas, entre elas, pilotos de jatos executivos. A 4ª Vara Federal de Palmas (TO) autorizou a apreensão de 47 aeronaves, além do sequestro de bens e do bloqueio das contas bancárias de mais de 100 pessoas físicas e jurídicas suspeitas de integrar a organização criminosa.

“Mais que as prisões e as buscas para apreender provas que auxiliem as investigações, a operação de hoje atingiu o poder financeiro da organização”, disse Botelho.

“Nosso foco foi a desarticulação, foi a descapitalização da organização. Justamente para evitarmos que o crime continue a ser praticado mesmo após a prisão dos principais líderes e membros da organização”,  afirmou.

Apesar de chegar a utilizar um submarino, a especialidade do grupo, segundo a Polícia Federal, era o transporte aéreo de grandes quantidades de drogas.

De acordo com o Botelho, trata-se de uma “organização bem estruturada, que tinha nítida divisão de tarefas”. Ao longo das investigações, os agentes federais identificaram quatro núcleos: o logístico, responsável por gerenciar a parte operacional, como a escolha de aeronaves, a contratação de pilotos e a construção de pistas clandestinas.

Voos irregulares

Um núcleo aeronáutico era encarregado de identificar rotas que permitissem aos pilotos fugirem do controle aéreo e de elaborar planos de voos irregulares. Outro núcleo era o varejista, responsável por contatar os produtores de drogas e os destinatários finais, em outros países.

Por fim, havia o núcleo mecânico, formado pelos que faziam a manutenção das aeronaves. Estes profissionais chegavam a adaptar um sistema que permitia que os aviões usados no esquema fossem abastecidos em pleno voo, de forma a aumentar a autonomia de voo das aeronaves, para que não precisassem pousar.

De acordo com o delegado federal, isso colocava em risco a segurança de todo o transporte aéreo, já que, além de viajar com planos de voo irregulares, os aviões da organização passavam despercebidos pelos radares.

O próprio piloto assumia riscos ao abastecer a aeronave em pleno voo e há indícios de que aeronaves usadas pela organização caíram, vitimando os tripulantes.

“Apesar de lucrativo, o crime trazia grandes riscos para os pilotos. Há registros de quedas de aeronaves, com a consequente morte ou desaparecimento de pilotos”, afirmou Botelho, acrescentando que a organização também chegou a destruir aviões apenas para “apagar” as evidências de tráfico internacional de drogas. “Incluindo aeronaves com valor de mercado de R$ 1 milhão.”

Segundo Botelho, a organização tentava mascarar suas atividades ilícitas contratando pilotos que, paralelamente, exerciam atividades lícitas, como voos comerciais e atividades agrícolas. E lavava o dinheiro investindo em fazendas, criação de gado, postos de combustível, garimpo e na revenda das próprias aeronaves usadas no esquema.

Fonte: afnoticias

PF estoura depósito e apreende quase uma tonelada de cocaína

Seis são presos por esquema quelevava droga a SP

vd2002A Polícia Federal localizou neste domingo (17) em Três Lagoas um depósito de cocaína utilizado por traficantes de drogas e apreendeu 954 quilos de cocaína. É a maior apreensão desse tipo de entorpecente no ano.

Na operação, a PF também prendeu seis membros da organização criminosa e apreendeu quatro veículos utilizados para a entrega no entorpecente.

Além da grande quantidade de droga, acondicionada em tabletes, todos os presos foram conduzidos para a Delegacia da PF na cidade.

A operação se estendeu por todo o fim de semana, desde a sexta-feira (15), quando os policiais federais receberam informações anônimas sobre traficantes.

De posse das informações, equipe de policiais empreenderam diligências na região da BR-158, onde tiveram êxito em desmantelar organização criminosa dedicada ao comércio de cocaína.

A exitosa ação da PF consistiu na localização de um depósito, onde a organização armazenava o entorpecente, que era trazido de Campo Grande para ser levado até a cidade de São Paulo (SP), passando por Três Lagoas.

Ao entrar no depósito, que fica às margens da BR-158, confirmando o flagrante, os policiais federais prenderam seis acusados - dois motoristas autônomos, um comerciante e três auxiliares de serviços gerais de um dos presos - e encontraram os veículos usados pelo bando - três caminhões e um carro de passeio.

Todos os presos eram sul-mato-grossenses.

Fonte: correiodoestado

Polícia desativa 'Big Brother' controlado por Minotauro na fronteira

   Agentes fizeram buscas em oito endereços e 15 pessoas foram presas. Armas de groso calibre além de dezenas de celulares também foram apreendidas 

vd1402A polícia paraguaia desativou nesta quinta-feira (07), um centro de monitoramento descoberto em uma residência, que era comandado pelo narcotraficante Sergio de Arruda Quintiliano Netto, o Minotauro, em Pedro Juan Caballero, cidade que faz divisa com Ponta Porã – a 323 quilômetros de Campo Grande.

Do local, Minotauro e seus comparsas controlavam o “Big Brother' com câmeras instaladas nas  residências onde moravam membros de seu bando e também acompanhavam a movimentação de outros pontos estratégicos da cidade, onde também haviam câmeras espalhadas.

Durante a operação, nesta quinta-feira (07) os policias fizeram buscas em oito endereços e 15 pessoas foram presas. Armas de groso calibre além de dezenas de celulares também foram apreendidos.

Apesar do resultados das buscas, dois outros suspeitos apontados como mentores do esquema não foram localizados. Conforme o comandante da investigação, Walter Vazquez o principal objetivo era encontrar, Emerson Salinas que seria o braço direito de Minotauro na fronteira e que ainda está foragido

O técnico de informática Aníbal Calonga, onde foi montado o centro de monitoramente, também não foi encontrado. Era ele o responsável pela instalação das câmeras nas residências dos traficantes e outros endereços de  Pedro Juan Caballero .

Na residência de Calonga foram apreendidos diversos dispositivos de monitoramento e gravação de câmeras de segurança, que serão periciados.  A expectativa é de que por meio das imagens, seja possível identificar quem chegou e saiu das residências de quem integrava a gangue de Minotauro.

Graças a esse método de vigilância, Minotauro - mesmo de Balneário Camburiú, SC, onde foi preso na última segunda-feira(04)-, controlava pela internet a residência de seus comparsas e também a cidade. O esquema lhe dava vantagem diante das forças policiais e viabiliza as suas rotas de fuga, antes de possíveis ataques.

O último local vistoriado pelos policiais foi um endereço no bairro Potrero Sur, onde Minotauro tinha uma 'fazenda de repouso', conforme o site Capitan Bado. 

Fonte: msnews

'El Chapo' Guzmán drogava e estuprava menores de idade, segundo testemunha

Um dos ex-secretários do narcotraficante afirmou que uma mulher enviava ao criminoso fotos de meninas com a partir de 13 anos.

 

elchapo1Uma testemunha no julgamento de El Chapo Guzmán contou ao governo americano que o lendário narcotraficante mexicano drogava e estuprava meninas, que ele considerava suas "vitaminas" para se manter jovem, de acordo com documentos divulgados neste sábado (2).

Alex Cifuentes, um dos ex-secretários de El Chapo e durante anos o seu fornecedor de cocaína, disse que uma mulher enviava ao criminoso fotos de meninas com a partir de 13 anos. Ele, então, escolhia com qual queria ter relações sexuais, por meio de pagamento de US$ 5 mil por cada uma.

O próprio Cifuentes utilizou este serviço em três ou quatro ocasiões para ter relações sexuais com adolescentes que, por vezes, tinham apenas 15 anos, aponta o governo americano em documentos arquivados ante a corte. A testemunha relata ainda "que viu o réu fazer o mesmo em várias ocasiões com meninas que, às vezes, tinham apenas 13 anos". 

O ex-chefe do cartel de Sinaloa Joaquín "Chapo" Guzmán, de 61 anos, às vezes as drogava com uma "substância em pó" antes de estuprá-las, com a ajuda de Cifuentes, contou a testemunha, um adepto da bruxaria que acredita em OVNIs e que estava convencido de que o apocalipse aconteceria em 2012, de acordo com os documentos da acusação. 

No entanto, Cifuentes, que viveu em 2007 e 2008 com El Chapo nas montanhas de Sinaloa, não mencionou nada disso durante seus quatro dias de testemunhos no julgamento de El Chapo, encerrado na quinta-feira após três meses de audiências. 

O júri, que não tem permissão de ler qualquer coisa relacionada ao julgamento na imprensa ou redes sociais, não poderá considerar esta informação quando começar a discutir, a partir de segunda-feira (4), se o narcotraficante é culpado ou não de traficar centenas de toneladas de drogas para os Estados Unidos. 

"Joaquín nega as acusações, que não foram comprovadas e foram consideradas não confiáveis para serem admitidas no julgamento", declarou o advogado do réu, Eduardo Balarezo, em um comunicado enviado por e-mail.

 

 

 
 

Receita Federal realiza nova apreensão de cocaína no Porto de Paranaguá

vd3001A Alfândega da Receita Federal no Porto de Paranaguá realizou nesta manhã (28) mais uma grande apreensão de cloridrato de cocaína. Dessa vez foram 1.097 quilos.

A droga também teria como destino o porto de Rotterdam, na Holanda. Dois containers suspeitos, da mesma empresa que havia sido fiscalizada na sexta-feira (25), ficaram agendados para fiscalização nesta segunda-feira. A suspeita se confirmou, sendo que a droga estava escondida em meio à carga de madeira em pallets.

 

Fonte: bemparana

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