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PF deflagra operação contra o tráfico de drogas feito em navios de carga

São cerca de 100 policiais federais nas ruas nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.

d1207A Polícia Federal cumpre 15 mandados de prisão preventiva na manhã desta segunda-feira, 9, com o objetivo de desarticular uma quadrilha especializada em tráfico transnacional de drogas que utilizava-se do modal marítimo para cometer o crime.

Segundo a PF, para cumprir os mandados da ação batizada de Antigoon, aproximadamente 100 policiais federais estão nas ruas nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.

O nome dado a ação, diz a PF, é uma referência a uma lenda sobre a origem do nome da cidade de Antuérpia, principal destino da droga na Europa. Segundo a lenda, um gigante chamado Antigoon cobrava valores de quem atravessasse o rio Escalda e cortava uma das mãos daqueles que se recusassem a pagar. “Antigoon foi morto por um jovem chamado Brabo, que cortou a mão do próprio gigante e atirou-a ao rio. Daí o nome Antwerpen; do holandês hand (mão) e wearpan (arremessar)”, explica a PF.

A investigação que deu origem à operação começou a cerca de um ano e teve apoio da Receita Federal. De acordo com os investigadores, o grupo criminoso envia a droga para a Europa por meio de contêineres transportados em navios de carga.

Ao longo da apuração, a PF apreendeu cerca de 4 toneladas de cocaína em portos brasileiros e em outros países. No exterior, como resultado da investigação, foram apreendidas cargas de drogas nos portos de Antuérpia, na Bélgica; Gioia Tauro, na Itália e Valência, na Espanha.

As apreensões no exterior foram possíveis por meio da utilização dos institutos de cooperação policial internacional para a difusão do conhecimento aos demais países. “Tal cooperação deu-se através dos Adidos Policiais da PF no exterior, bem como dos representantes das polícias estrangeiras que atuam no Brasil”, diz a PF.

Fonte: bandaB

Pinochet ganhou dinheiro com tráfico de cocaína processada pelo governo

vd2806O ex-ditador chileno Augusto Pinochet ficou milionário por meio de processamento e tráfico de cocaína, segundo disse o general reformado Manuel Contreras, que foi chefe da polícia secreta de seu regime e um dos mais fiéis subordinados do governante.

Segundo revela neste domingo o jornal chileno "La Nación", Contreras, ex-chefe da Direção de Inteligência Nacional (Dina), fez as acusações por escrito ao juiz Cláudio Pavez, o qual investiga o assassinato, em 1992, do coronel Gerardo Huber.

Contreras afirma que a cocaína era fabricada em um complexo químico que o Exército tinha na localidade de Talagante, a 40 quilômetros a Sudoeste de Santiago, pelo químico Eugenio Berríos, que também pertencia à Dina e que foi assassinado no Uruguai na década de 90.

Um filho de Pinochet, Marco Antonio, e o empresário Edgardo Bathich também participavam deste plano, segundo o general reformado, que cumpre sentença por assassinato.

O encarregado de distribuir a droga nos Estados Unidos e em outros países e de depositar posteriormente o dinheiro nas contas que o ditador tinha em diversos bancos internacionais era, sempre de acordo com Contreras, o sírio Monser Al Kassar, que ele também vincula a atividades terroristas .

Contreras também assinala que Pinochet usou fundos do Exército para ficar rico, os quais eram depositados em suas contas.

A cocaína que Berríos fabricava, segundo Contreras, era da espécie conhecida como "negra", que não pode ser detectada pelos métodos tradicionalmente usados pela polícia.

Ele também afirma que decidiu colaborar por causa do apreço que sentia pelo coronel Gerardo Huber, cujo assassinato é vinculado a um contrabando de armas para a Croácia descoberto no início da década de 90, durante a guerra no Bálcãs.

No processo judicial da morte do coronel, são réus por associação ilícita cinco ex-oficiais do Exército, entre eles três generais reformados.

Eugenio Berríos foi assassinado no Uruguai, para onde tinha sido levado clandestinamente em 1991, quando devia testemunhar no processo do homicídio do ex-chanceler Orlando Letelier.

Contreras, que teve desavenças públicas com seu antigo superior, cumpre sentença de 12 anos pelo desaparecimento do alfaiate Miguel Angel Sandoval, em 1975, e esta não é a primeira vez em que vincula Pinochet ao narcotráfico.

Em 1988, o ex-chefe da Dina, que cumpriu pena de sete anos de prisão pelo assassinato de Orlando Letelier, tratou de negociar sua situação judicial com a embaixada dos Estados Unidos em Santiago. Em troca de ser desvinculado do assassinato do ex-chanceler, ofereceu entregar informação sobre as atividades do narcotráfico de um filho de Pinochet e do ex-prefeito Armando Fernández Larios.

Este último desertou do Exército na década de 80 e se entregou à Justiça americana, que em troca lhe deu uma sentença reduzida. 

Fonte: gazetadopovo

 

Com ‘comando’ no Paraná, PF desarticula quadrilhas que usavam aeroportos para transporte de drogas

Um dos pivôs do esquema era um funcionário terceirizado que trabalhava no aeroporto de Foz

vd1806A Polícia Federal (PF) desarticulou na manhã desta quinta-feira, 14, três quadrilhas suspeitas de usar os aeroportos de Foz do Iguaçu (PR) e Guarulhos (SP) para enviar remessas de entorpecentes em bagagens. Um dos pivôs do esquema era um funcionário terceirizado que trabalhava no aeroporto de Foz.

De acordo com a PF, o funcionário tinha contato com passageiros que seguiam os trâmites de embarque, passando por todos os mecanismos de controle. No entanto, na operação de rampa, onde é feita o despacho da bagagem, o funcionário colocava o entorpecente na mala dos passageiros, em comum acordo. “A atuação do funcionário era determinante para burlar a fiscalização”, diz a delegada Shirlei Sitta, da PF de Foz do Iguaçu, responsável pelas investigações.

Como a droga era colocada nas malas após o despacho feito pelas companhias aéreas, havia diferença entre o peso da origem e do destino. Com isso, os integrantes do esquema, para se defender, usavam o argumento de que não haviam inserido o entorpecente na mala.

As investigações tiveram início em 2016 após a apreensão de 11 quilos de haxixe no Aeroporto Internacional de Guarulhos que saiu do Aeroporto Internacional das Cataratas, em Foz do Iguaçu, com uma mulher.

Um inquérito foi instaurado e investigações posteriores revelaram a atuação dos três grupos criminosos que atuavam de forma conjunta e também, por vezes, de modo independente, para enviar drogas por remessas áreas, em voos comerciais, e usando o transporte terrestre. A maconha e haxixe, trazidos do Paraguai, eram distribuídas em diversos Estados brasileiros. Durante as investigações foram apreendidos com as quadrilhas mais de 300 quilos de maconha em Foz do Iguaçu e Céu Azul (PR), Gravataí (RS) e no Aeroporto de Guarulhos.

Cerca de 90 policiais federais participaram da operação, batizada de Duelo, na manhã desta quinta. Foram expedidos 12 mandados de busca e apreensão e 12 mandados de prisão preventiva no Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. Um total de 10 foram cumpridos. Duas pessoas, de Campinas e Curitiba, estão foragidas Alguns dos alvos da operação estavam detidos ou usavam tornozeleira eletrônica pela prática anterior de tráfico de drogas.

Durante a ação desta quinta, a PF ainda apreendeu R$ 7,2 mil em Curitiba, um carro e uma amostra de 300 gramas de maconha. Os detidos responderão pelos crimes de tráfico transnacional de drogas e associação para o tráfico.

Fonte: Banda B

Aviões da FAB interceptam monomotor com drogas na fronteira com a Bolívia

dr0611Dois aviões de ataque A-29 Super Tucanos da Força Aérea Brasileira (FAB) interceptaram na manhã deste sábado (09) um monomotor vindo da Bolívia em voo clandestino, sem registro e sem identificação. A aeronave PT-IDV, monitorada por um jato-radar E-99, não adotou os procedimentos determinados na abordagem pelos A-29. Classificado como suspeito, o avião foi comboiado para pouso no aeroporto de Tangará da Serra, em Mato Grosso.

Entretanto, antes disso, o piloto realizou uma manobra de risco e pousou o monomotor em uma área de pasto em Tapirapuã (MT). Um time da Polícia Federal, acionado desde de o momento em que o PT-IDV passou a ser acompanhado pelo sistema de defesa aérea, seguiu para o local.

Em nota, a Força Aérea informou que o monomotor transportava grande quantidade de drogas. A interceptação faz parte da Operação Óstium, de repressão ao tráfico de drogas, armas e contrabando nas fronteiras.

Fonte: massaNEWS

Caminhoneiro é detido com quase 7 toneladas de maconha escondidas em carga de aveia

Apreensão foi na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), em Avaí (SP). De acordo com a Polícia Rodoviária, foi a maior apreensão de drogas no estado de São Paulo em 2018.

d0406A Polícia Rodoviária apreendeu cerca de sete toneladas de maconha escondidas embaixo de uma carga de aveia em um caminhão na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), próximo a Avaí (SP). O caminhoneiro foi detido.

De acordo com a Polícia Rodoviária, a apreensão de drogas feita nesta sexta-feira (1º) é a maior no estado de São Paulo em 2018.

Ainda segundo os policiais, a apreensão foi feita durante um patrulhamento de combate ao tráfico de drogas no quilômetro 371 da rodovia. Ao ser questionado pelos policiais, o motorista ficou nervoso, o que motivou a polícia a realizar uma inspeção no veículo.

O homem ainda teria dito que havia saído de Ponta Porã (MS) e e iria levar a droga até Atibaia (SP). A carga e o veículo foram apreendidos e o motorista foi encaminhado para a delegacia da Polícia Federal de Bauru (SP), onde foi detido e aguarda audiência de custódia.

Fonte: G1

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