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Investigado por vários crimes, escrivão de polícia é condenado a 10 anos de prisão

Ação penal foi proposta a partir da prisão em flagrante do servidor

leimarteloO Juízo da 1ª Vara Criminal de Foz do Iguaçu condenou nesta quarta-feira, 5 de setembro, um escrivão de polícia denunciado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Acusado pelos crimes de posse de munições de uso permitido e restrito, supressão de documento público e tráfico de drogas, além da contravenção penal de jogo do bicho, o réu recebeu pena de dez anos, quatro meses e cinco dias de prisão, além de multa de R$ 25.392,70 e à perda do cargo público.

A ação penal foi proposta a partir da prisão em flagrante do servidor, em decorrência do cumprimento de mandado de busca e apreensão no dia 5 de dezembro de 2017 durante a Operação Vant, que apurou crimes de prevaricação, corrupção passiva, falsidade ideológica e uso de documento falso, praticados por policiais civis.

 

Em decorrência da mesma operação, outro policial civil já foi condenado pelo Juízo da 1ª Vara Criminal de Foz do Iguaçu, em 19 de julho deste ano, às penas de cinco anos de prisão e perda do cargo público, pela prática dos crimes de posse ilegal de acessório de arma de fogo de uso restrito e fraude processual.

 Fonte: https://www.bandab.com.br

Após transportar 315kg de cocaína em picape, investigador da PC-AM é exonerado do cargo

vd0209Manaus/AM - Karl Marx de Araújo Gomes, foi exonerado do cargo de Investigador da Polícia Civil do Amazonas. A informação foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), na última sexta-feira (24). Karl foi preso pela Polícia Federal em fevereiro de 2014, junto com o empresário Josekson da Silva, quando atravessava a Ponte Rio Negro (Manaus- Iranduba) com 315 quilos de cocaína escondidos na carroceria de uma picape L200 Triton. O policial civil atuava como chefe de polícia, em Tonantins.

O Estado considerou na decisão que pela culpabilidade do servidor, em lesão da prática de ato lesivo à imagem da instituição ou da função que exerça, com dano efetivo, bem como pelo cometimento de falta que caracterize crime que, por sua natureza e conguração, seja considerado hediondo ou infamante, de modo a incompatibilizá-lo para o exercício da função. Com isso, o Estado decidiu demitir o policial civil Karl Marx de Araújo Gomes, que ocupava o cargo de investigador de polícia, 4ª classe, do quadro permanente da Polícia Civil do Amazonas nos termos do artigo 11, da Lei n.º 3.278, de 21 de julho de 2008.

Fonte: portalholanda

Casal ostentação de MS que gastou R$ 50 mil em festa é preso por tráfico

Marido e mulher são donos do carregamento de 400 quilos de cocaína apreendido em 2017 no interior de São Paulo

vd2208Marido e mulher, moradores de Ponta Porã, cidade a 323 km de Campo Grande, na fronteira com o Paraguai, foram presos pela Polícia Federal acusados de serem os donos de uma carga de 400 quilos de cocaína, apreendida em março do ano passado em Itapetininga, interior de São Paulo.

A prisão ocorreu ontem (21) em Rondonópolis (MT), onde o casal é conhecido por ostentar nas redes sociais com joias caras, carrões e muita badalação. Durante a investigação, os policiais descobriram que o casal chegou a gastar R$ 50 mil em uma festa.

Os traficantes, que não tiveram os nomes divulgados, foram presos por agentes da Polícia Federal em Ponta Porã com o apoio da delegacia da PF em Rondonópolis. O casal era procurado pela Justiça paulista.

Segundo a PF, os presos são naturais de Ponta Porã e de acordo com a investigação da polícia paulista e da PF são os verdadeiros proprietários da cocaína, produtos químicos e maquinários utilizados no refino de entorpecentes, de R$ 110 mil em espécie, além de armas de fogo e munições, que estavam na posse de dois indivíduos em uma mansão, na cidade de Itapetininga.

A PF informou que os detidos lideravam um complexo esquema de tráfico internacional de drogas na fronteira entre Brasil e Paraguai. A cocaína era comprada em território paraguaio e encaminhada, via terrestre, até o município de Dourados.

De Dourados, a droga era escondida em caminhões e carretas e seguia para o interior de São Paulo, normalmente para Itapetininga e Americana, de onde era distribuída para traficantes do estado paulista.

“Os indivíduos presos hoje desfrutavam de uma vida luxuosa, exibindo-se em redes sociais portando joias e frequentando restaurantes e hotéis de alto valor. Estima-se uma festa patrocinada por ambos, realizada no início de 2017, tenha custado mais de R$ 50.000,00”, afirma a PF. O alto padrão de vida e aparente inexistência de origem lícita de patrimônio chamou a atenção da polícia.

Imóveis em Dourados – Os investigados são acusados de lavar dinheiro do tráfico comprando imóveis de alto padrão, principalmente no município de Dourados. Os imóveis eram registrados em nome de “laranjas”. Também eram movimentadas altas quantias em contas bancárias abertas em nome de terceiros.

Segundo a PF, para dificultar a atuação dos órgãos públicos de segurança, os dois utilizavam documentos falsos e passaram a tentar justificar a origem dos valores que sustentavam o alto padrão de vida alegando serem empresários do ramo de transportes.

Recentemente, os investigados passaram a negociar carregamentos de cocaína em Corumbá, na fronteira com a Bolívia. A PF descobriu que o casal teria alugado um imóvel em Rondonópolis e pretendia alugar um galpão, onde seria montada uma transportadora.

Na casa onde os traficantes estavam morando no interior mato-grossense, a PF encontrou joias e outros itens luxuosos, como relógios e óculos, documentos falsos e uma pistola calibre 380.

Os dois vão responder por tráfico internacional de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, uso de documento falso e posse irregular de arma de fogo, cujas penas somadas chegam a 33 anos de prisão.

Fonte: campograndenews.

Polícia Federal apura uso de navios em Santos por traficantes

Segundo a PF, "piratas" estariam interessados em "plantar" a 1,3 tonelada de cocaína que foi encontrada em contêineres 

vd1508A Polícia Federal investiga um grupo responsável por manipular toneladas de cocaína no Porto de Santos. Um agente da PF explicou que o grupo armado que supostamente invadiu o navio cargueiro Grande Francia, na madrugada deste domingo (12), a 15 km ao largo do Porto de Santos, é tratado pela corporação como uma quadrilha de traficantes de drogas. 

Diferentemente dos "piratas", que atacam e invadem os navios para roubar ou sequestrar a embarcação, os quatro homens que subiram a bordo, conforme o relato da tripulação, estariam interessados em "plantar" os 1.322 mil quilos de cocaína que foram encontrados em dois contêineres, divididos em 41 bolsas pretas. Até mesmo essa versão - de que a droga foi içada para o convés do navio e colocada nos contêineres - ainda é objeto de investigação. Outra possibilidade é que os homens estivessem ali para recolher o produto.

Conforme o policial federal, a ação se assemelha à do dia 7, quando os traficantes, ajudados por pessoas que estavam a bordo, içaram para o convés do navio Grimaldi Grande Nigéria, também de bandeira italiana, 1,2 tonelada de cocaína. Nesse caso, o navio estava atracado em um terminal de Valongo, no cais de Santos. Os dois navios pertencem à armadora Grimaldi, multinacional de logística marítima com sede em Nápoles, na Itália. De acordo com a agente, os dois casos ainda estão em investigação, por isso as informações são restritas. 

Inicialmente, a tripulação do Grande Francia disse que aguardava liberação para atracar, quando os homens a bordo foram notados. A invasão teria sido notada às 2 horas, quando se acionou o chamado alerta de pânico - no qual os tripulantes devem trancar-se nos locais onde estavam e esperar por auxílio externo. No mesmo momento, houve solicitação de ajuda a embarcações próximas e à polícia.

Como o mar estava agitado, os agentes só conseguiram ir a bordo horas depois. Foi quando o comandante relatou o caso e disse ter encontrado dois contêineres revirados. Após o navio atracar, porém, nada irregular foi encontrado por Polícia Federal ou Receita Federal nos depósitos abertos. Em outros dois contêineres, porém, foi achada a carga de cocaína. Essa droga, segundo a Receita, já teria até destino: Antuérpia. 

Fonte: atribuna

‘Busão da fé’ estava recheado de drogas; motorista e todos os passageiros foram pra delegacia

vd0806Uma caravana religiosa terminou dentro de uma delegacia de Cascavel, região Oeste do Paraná, na madrugada deste sábado (4). A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 519,2 quilos de cocaína e 57,5 quilos de crack dentro do bagageiro de um ônibus que conduzia fiéis para uma convenção religiosa na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina. O motorista e todos os 22 passageiros foram levados para prestar depoimento.

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Após a abordagem de rotina dos agentes da PRF em parceria com a Receita Federal, os agentes começaram a revista e descobriram um compartimento escondido no assoalho do ônibus, próximo ao banheiro – local de difícil acesso -, e encontraram as drogas. Nas imagens divulgadas pela Polícia fica clara a dificuldade dos agentes em encontrar e contabilizar toda a droga recolhida.

“Foi uma vergonha, me senti humilhada. Jamais entraria no ônibus se soubesse que tinha droga”, disse uma das passageiras ouvidas pelo PR TV. A Polícia investiga se alguns dos passageiros tinha relação com a droga.

O ônibus saiu de Foz do Iguaçu e tinha placas de Presidente Prudente (SP), e foi parado no posto de fiscalização da na BR-277. O motorista de 40 anos foi autuado em flagrante e os passageiros ouvidos e liberados.

Fonte: tribunapr

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