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PF desarticula esquema milionário de tráfico drogas

A análise minuciosa de documentos de dados fiscais e bancários, possibilitou descobrir um complexo esquema de lavagem de dinheiro

op.ferrari1A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (15/06) a Operação Ferrari para desarticular cinco núcleos de organização criminosa que tinha como finalidade o tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro em cinco estados da Federação.

A operação contou com a participação de 300 policiais federais e 28 servidores da Receita Federal do Brasil, que deram cumprimento a 49 mandados judiciais, sendo 20 mandados de prisão preventiva, 22 mandados de busca e apreensão e sete mandados de condução coercitiva, em 15 cidades dos seguintes Estados: Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Bahia e Sergipe.

De acordo com as informações fornecidas pela Receita Federal do Brasil, que participou em conjunto com a PF, a análise minuciosa de documentos de dados fiscais e bancários, possibilitou descobrir um complexo esquema de lavagem de dinheiro. Até o presente momento da investigação o patrimônio avaliado da organização criminosa ultrapassa os 40 milhões de reais.

O nome da operação é em alusão ao estilo de vida luxuoso que os criminosos mantinham possuindo casas em condomínios horizontais de alto padrão na cidade de Londrina/PR, empresas para lavagem de dinheiro, automóveis importados e embarcações de luxo, tudo fruto do tráfico internacional de drogas, além de ser o nome de um dos estabelecimentos empresariais mantidos pela organização criminosa.

São cumpridos também o sequestro de 20 imóveis, bloqueio de numerários em 30 contas correntes e apreensão de mais de 100 veículos adquiridos por meio de práticas criminosas.

Todos os presos serão conduzidos à cidade de Curitiba-PR.

Informações da assessoria de imprensa

Fonte: http://arede.info/

Brasil é um dos maiores consumidores de maconha do mundo

maconha1País também possui uma das ervas mais baratas do mundo

O Brasil é um dos maiores consumidores de maconha de todo o mundo. Pelo menos é isso o que apontam dados do Escritório de Drogas e Crime da ONU, que colocam o país também como o maior consumidor da erva na América do Sul, à frente até mesmo do Uruguai, que recentemente legalizou a droga.

De acordo com a ONU, aproximadamente 8,8%, ou 9 em cada 100 brasileiros consomem maconha. O país campeão no consumo é a Nova Zelândia e a Itália (14,6%), seguidos por Nigéria (14,3%) e Canadá (10,9%).

Além de ser um dois maiores consumidores, o Brasil também possui uma das drogas mais baratas do mundo. O preço médio do grama de maconha no varejo é de 0,30 centavos de dólar.

Uso por 100 pessoas (idade entre 15 e 64 anos)
Os maiores consumidores
Nova Zelândia: 14,6 Itália: 14,6 Nigeria: 14,3 Canadá: 10,9 Austrália: 10,3 Espanha: 9,6 Polônia: 9,6 Zâmbia: 9,5 Madagascar: 9,1 Brasil: 8,8 França: 8,4 Uruguai: 8,3

América do Sul
Brasil: 8,8 Uruguai: 8,3 Chile: 4,88 Suriname: 4,25 Guiana: 3,5 Argentina: 3,2 Colômbia: 2,3 Venezuela: 1,66 Equador: 0,7 Peru: 0,7

Fonte: http://www.bemparana.com.br/

PG disponibiliza de centros para adolescentes usuários de drogas

centropgCidade conta com espaços públicos e instituições sociais para livrar crianças e adolescentes da dependência química

Ponta Grossa trata o problema dos adolescentes usuários de drogas e envolvidos com o tráfico de maneiras que servem de exemplo para municípios do Paraná. A cidade disponibiliza de dois centros de sócio educação, além de várias entidades para reabilitação de usuários.

Sob o comando do poder público está o Centro de Socioeducação (Cense) e o Semiliberdade Ponta Grossa. O Cense, além de servir de espaço para reabilitar jovens e adolescentes com menos de 18 anos envolvido em algum tipo de crime, também funciona para auxiliar menores usuários de drogas. O centro conta com educadores e assistentes sociais para apoiar os ‘internos’ no processo de desintoxicação, fim da dependência e reinserção social.

O Cense de Ponta Grossa é tido como ‘exemplo’ para o estado. O local oferece programas voltados à qualificação profissional dos internos. Além disso, os adolescentes também podem completar os estudos enquanto estão internados – garantindo a total possibilidade de reinserção social no fim do processo de reabilitação.

Já o ‘Semiliberdade’ trabalha de forma parecida, mas funciona para readequar os menores infratores – inclusive envolvidos com tráfico de drogas – na sociedade. O sistema semiaberto permite que o adolescente volte, aos poucos, a conviver em sociedade.

Instituições sociais

Além dos espaços cedidos pelo poder público estadual e municipal, a cidade também disponibiliza de diversas entidades sociais especializadas no tratamento de jovens dependentes químicos. Uma delas é a Copiosa Redenção de Ponta Grossa.

A ‘Copiosa Redenção’, como é conhecida, é uma instituição religiosa que busca recuperar jovens (e também adultos) das drogas, livrando-os da dependência química e reinserindo na sociedade.

O trabalho realizado pela Copiosa na recuperação de adolescentes com dependências de álcool e outras drogas é motivo de orgulho para a madre superiora geral, Silvonete Aparecida Soares. “Além de ajudar a pessoa a se livrar do vício, ajudamos nossos atendidos com a reinserção na sociedade, seja na escola ou no mercado de trabalho”, comenta a madre.

Fonte: http://arede.info

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