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Advogado é suspeito de transmitir ordens de chefão do Comando Vermelho

 Profissional está sendo procurado pela polícia depois que conversas foram interceptadas 

 A polícia está a procura de um advogado, que não teve a sua identidade revelada, suspeito de fornecer ordens de um chefão do tráfico preso para seus subordinados.Esse profissional teve a prisão preventiva decretada em um processo que tem como réus traficantes ligados à facção criminosa Comando Vermelho (CV) que atuam no Complexo do Lins, na Zona Norte do Rio e que, há pouco tempo, controlavam favelas na Praça Seca, na Zona Oeste, hoje sob controle da milícia.
O advogado trabalha para o traficante Luís Cláudio Machado, o Marreta (preso em presídio federal), e e é acusado de fazer a comunicação entre o chefe da quadrilha e os demais integrantes que ainda estão soltos.
"O paciente é advogado de Luis Cláudio e em tese seria o responsável por repassar ordens para os integrantes da facção criminosa Comando Vermelho", revelam os autos.
O envolvimento dele foi descoberto através de interceptações telefônicas de conversas entre o advogado suspeito e um traficante. A investigação foi feita pela Delegacia de Entorpecentes da Polícia Federal (PF).
A defesa do advogado que busca a revogação da prisão preventiva alega que ele, na conversa, estaria tentando captar um novo cliente. Mas a transcrição das conversas com um dos bandidos, identificado como Dinho, indica que ele extrapolou o regular exercício da advocacia, ao transmitir mensagens do chefe da facção para outros criminosos, além de trechos que apontam para questionamentos de como deveria ser gerido o comércio de drogas, como, por exemplo, indicar o suspeito conhecido pela alcunha de "Jamaica" para administrar o tráfico, enquanto o traficante "Dinho" viajava para visitar Luis Claudio no presídio. Jamaica abandonou o CV e foi para a milícia, tendo sido preso recentemente.
Os autos, ainda bem preliminares para o público, informam que o traficante Paulo César Souza dos Santos, o Paulo Muleta, também preso e que é citado como chefe da venda de drogas no Morro da Cachoeirinha, no Lins, e na Formiga, na Tijuca, criou um grupo, o Bonde do Parma, especialmente para brigar com os milicianos pelo controle das favelas da Praça Seca.
 
Fonte: eurio

 

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