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MP investiga acesso ilegal de escritórios de advocacia ao banco de dados do Procon de Maringá para angariar clientes

Suspeita surgiu após denúncias de consumidores que estavam recebendo ligações de escritórios como se fossem ligados ao órgão para oferecer serviços.

 
 

np2410O Ministério Público do Paraná (MP-PR) está investigando advogados e ex-funcionários do Procon de Maringá, no norte do Paraná, devido à suspeita de que estão acessaram ilegalmente o banco de dados do órgão para angariar clientes. A Prefeitura de Maringá divulgou nesta quinta-feira (19) que o Procon local está colaborando com a investigação.

 

A suspeita surgiu após denúncias de consumidores que estavam recebendo ligações de escritórios de advocacia como se fossem ligados ao órgão para oferecer serviços. Gravações telefônicas também mostram como os consumidores são abordados.

 

 

Dois inquéritos foram abertos para investigar o caso. Um é para apurar a situação dos advogados que supostamente usaram as informações do Proncon. O outro investiga ex-funcionários.

 

O diretor do Procon de Maringá, Rogério Calazans, admite que existem falhas no sistema do órgão, o que permite o acesso às informações sigilosas.

 

"Pessoas que trabalharam a há anos no Procon podem ter a senha ativa até agora. A gente tem tentado uma solução, mas ela não é tão simples assim", afirma.

 

A Comissão de Fiscalização da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Maringá informou que vai abrir processo administrativo para analisar a conduta ética dos profissionais. Se for comprovado o teor da denúncia, os advogados podem perder o direito de exercer a profissão.

Fonte: G1

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