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PF desmonta plano do PCC para atacar e torturar agentes públicos

Facção criminosa pretendia realizar atentados contra agentes públicos e explodir bombas em prédios públicos

np1510Os setores de inteligência da Polícia Federal (PF) e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) mapearam e desarticularam um plano do Primeiro Comando da Capital (PCC) para realizar atentados contra agentes públicos e explodir bombas em prédios públicos em todo o Brasil. Um dos alvos seria a sede do próprio Depen, em Brasília. 

De acordo com a PF, com base na análise de bilhetes apreendidos pelos agentes do Depen foi possível interceptar ordens dos principais líderes da facção que, de dentro da penitenciária federal de Porto Velho, em Rondônia, articulavam a ação criminosa.

A investigação do caso deu origem a duas operações deflagradas nesta quinta-feira: a Pé de Borracha e a Morada do Sol.

Estão sendo cumpridos três mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão, sendo três deles em celas da Penitenciária e um imóvel de Porto Velho. Também serão proibidas as visitas íntimas para os alvos e eles serão incluídos no regime disciplinar diferenciado, o RDD.

A Pé de Borracha, a partir da análise da comunicação entre os presos, identificou um plano criminoso que objetivava o uso de explosivos em unidades prisionais. O propósito do plano, segundo a PF, era desestabilizar o Sistema Penitenciário Federal, em especial o Depen.

A Morada do Sol, por sua vez, mira o plano do PCC de sequestrar, torturar e assassinar agentes públicos para pressionar o governo federal e o Supremo Tribunal Federal (STF) a liberar as chamadas visitas íntimas nos presídios federais. Essas visitas estão suspensas desde julho de 2017.

"As investigações identificaram que a facção criminosa já havia realizado o levantamento da rotina e atividade de diversos servidores públicos fora do ambiente de trabalho para serem sequestrados e/ou assassinados em seus momentos de folga", disse a PF por meio de nota. 

Os investigadores descobriram que a comunicação entre os presos se dava por meio de bilhetes repassados entre as celas pelas chamadas "terezas" - pequenas cordas criadas a partir de fios retirados de roupas.

Fonte: otempo

em todo o Brasil

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PM do Bope preso com chefe de milícia disse que fazia segurança para ‘empresário’

np0710 O sargento Leandro Lucas dos Santos, do Batalhão de Operações Especiais (Bope), preso nesta segunda-feira junto com Marco Antônio Figueiredo Martins, o Marquinho Catiri, acusado de integrar uma milícia nas Zona Norte e Oeste do Rio, disse a agentes da Corregedoria da PM que não sabia que Catiri integrava uma milícia. Uma pistola do agente foi encontrada dentro do carro blindado de Catiri, uma caminhonete Ford Ranger blindada. Santos preferiu não prestar depoimento, mas, em conversa informal com os policiais, afirmou que prestava serviço de segurança para um "empresário" e esqueceu a arma em seu carro.

O policial foi preso, junto com Catiri, mais dois PMs — um da ativa e outro, reformado — e um militar do Exército, em flagrante, pelo crime de organização criminosa. A operação, da Delegacia de Repressão as Ações Criminosas Organizadas (Draco), aconteceu numa academia dentro do Shopping Nova América, em Del Castilho. No momento em que os policiais entraram no local, Catiri corria numa esteira. 

Catiri corria em academia quando foi preso

O PM do Bope era o único agente que não estava no local, mas foi até lá após os agentes encontrarem sua pistola calibre.380. Acabou preso, junto com os demais, como integrante da organização. Além de Santos e Catiri, foram detidos o cabo Bruno Ramalho, lotado na UPP São Carlos, o subtenente reformado Pedro Paulo dos Santos e o sargento reformado do Exército Valdo Honorato Pereira. Para a polícia, todos integravam a segurança do miliciano.

O único dos detidos que estava foragido era Catiri. Contra ele, segundo a Draco, havia um mandado de prisão em aberto, decretado pela Vara Única de Sapucaia, pelo crime de lavagem de dinheiro. Uma investigação da especializada revelou que o miliciano lavava dinheiro com a compra de fazenda e animais raros.

Caminhonete onde arma foi apreendida

Numa operação feita no sítio, em Sapucaia, quase na divisa do Rio com Minas Gerais, em fevereiro do ano passado, a Draco encontrou animais exóticos, como lhamas e araras, além de cavalos de raça. O imóvel também tinha um casarão com piscina e lago com pedalinho. De acordo com a Draco, a compra do sítio foi feita através de um contrato mascarado de arrendamento rural — cessão de um terreno para exploração agrícola.

Catiri também é réu em outra ação em que é acusado de chefiar uma milícia que atua na exploração do transporte alternativo, através da cobrança de taxas aos motoristas de vans que circulam em algumas linhas de transporte alternativo dos bairros de Bangu, Realengo, Padre Miguel e Campo Grande, na Zona Oeste.

Com Marquinho Catiri, a Draco apreendeu, além da caminhonete blindada, jóias, um relógio Rolex, R$ 28.978,00 em espécie, e documentos.

Marquinho Catiri

 

Fonte: extra

Líderes de facção são transferidos da PEP para penitenciária de Catanduvas

Ação que mobilizou várias equipes policiais foi realizada nesta sexta-feira (28)

npimagem0110Dezenove presos integrantes de facção criminosa que estavam custodiados na Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP), na Região Metropolitana de Curitiba, foram transferidos para a Penitenciária Federal de Catanduvas, nesta sexta-feira (28). A transferência foi realizada em uma megaoperação que envolveu diversas forças de segurança.

Os presos transferidos são considerados lideranças com uma extensa ficha criminal e de alta periculosidade. Durante o trabalho de investigação, eles foram identificados como possíveis alvos do arrebatamento que ocorreu na PEP, mas que não tiveram êxito na fuga, devido ao trabalho preventivo da unidade penal e a ação policial rápida. Agora, eles passam a cumprir pena em unidade de segurança máxima.

OPERAÇÃO - A operação de transferência teve início às 6h da manhã, e contou com a participação de agentes penitenciários do SOE (Serviço de Operações Especiais) do Depen, policiais do (COPE), da Polícia Civil, do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do BPMOA (Batalhão de Operações Aéreas), da Polícia Militar, além de agentes penitenciários do Depen nacional.

FUGA - O arrebatamento de presos foi registrado na madrugada do dia 11 de setembro, quando 29 presos fugiram após criminosos abrirem um buraco no muro com o auxílio de explosivos. Até o momento, seis presos foram recapturados, sendo que quatro deles foram presos no município de Quatro Barras, um em Cascavel e outro no Paraguai.

Além dos seis foragidos, outras sete pessoas foram presas suspeitas de participar do grupo criminoso que explodiu o muro e facilitou a fuga de presos em Piraquara, um deles era agente de cadeia. As investigações continuam e são conduzidas pela Polícia Civil.

Fonte: catve.com

Cigarreiros e 12 policiais corruptos são alvos de operação em MS e mais 4 estados

Só em 2017, grupo movimentou 1.200 carretas e R$ 1,5 bilhão

np27 09 2018A Polícia Federal deflagrou neste sábado (22) a Operação Nepsis em Mato Grosso do Sul e mais quatro estados, com objetivo de desarticular organização criminosa especializada no contrabando de cigarros, bem como combater a corrupção policial para a facilitação ao contrabando. 

Cerca de 280 policiais federais de diversos estados cumprem 35 mandados de prisão preventiva, oito mandados de prisão temporária,  12 suspensões de exercício de atividade policial e 43 mandados de busca e apreensão em território sul-mato-grossense, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro e Alagoas. Entre os presos, além dos líderes e dos “gerentes” da organização criminosa, encontram-se servidores da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Polícia Militar e da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul.

A PRF participa da operação, que conta, ainda, com a colaboração da Receita Federal do Brasil (RFB), apoio logístico do Exército Brasileiro (EB) e da Força Aérea Brasileira (FAB) e acompanhamento das Corregedorias das Polícias Civil e Militar.

A organização investigada formou consórcio de grandes contrabandistas, com a criação de uma sofisticada rede de escoamento de cigarros contrabandeados do Paraguai pela fronteira do Mato Grosso do Sul, a qual se estruturava em dois pilares: um sistema logístico de características empresariais, com a participação de centenas de pessoas exercendo funções de “gerentes”, batedores, olheiros e motoristas e, ainda, a corrupção de policiais cooptados para participar do estratagema criminoso.

Com base na investigação, estima-se que, em 2017, os envolvidos tenham sido responsáveis pelo encaminhamento de ao menos 1.200 carretas carregadas com cigarros contrabandeados às regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. Os valores em mercadorias contrabandeadas atingem cifras superiores a R$ 1,5 bilhão.

O nome da Operação Nepsis reporta a um termo grego que significa vigilância interior, estado mental de atenção plena, em uma alusão à vigilância necessária para combater as sofisticadas atividades contrabandistas e no que concerne à própria atividade de fiscalização estatal no combate à cooptação integrantes de Órgãos de repressão e fiscalização.

Fonte: correiodoestado

Agente penitenciário é preso suspeito de facilitar entrada de drogas no presídio de Osório

Este é o segundo caso em que agentes públicos são investigados na penitenciária de Osório em dois anos

agp presoA Polícia Civil prendeu na manhã desta terça-feira (11) um agente penitenciário de 38 anos suspeito de facilitar a entrada de objetos e drogas na Penitenciária Modulada Estadual de Osório, no Litoral Norte. A operação é resultado de uma investigação de mais de três meses.

— As informações partiram da direção e dos próprios apenados que denunciaram o agente. Foram três meses de investigações que resultaram na segunda prisão de agentes penitenciários em dois anos na penitenciária de Osório — destaca o delegado João Henrique Gomes.

As investigações apuraram ainda que o servidor cobraria valores de apenados para facilitar a entrada de bebidas alcoólicas, drogas e celulares para presos do regime semiaberto. Na residência do suspeito foram apreendidos diversos documentos, carregador de pistola, munições e objetos pertinentes aos crimes investigados.

Ainda conforme o delegado, as investigações prosseguem para apurar a participação de mais agentes da penitenciária de Osório. A ação, que tem como objetivo combater os crimes de corrupção passiva e tráfico de drogas, recebeu o nome de Operação Ponto Cego. 

O agente preso está na delegacia de Osório, onde aguarda definição da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) para onde será levado. Ele deve responder a um processo disciplinar e ter suspenso o vínculo funcional com o Estado.

Por meio de nota, a Susepe afirmou que a atitude do agente penitenciário é "inaceitável" e "posturas como essas são exceções". Leia a nota na íntegra:

"A Susepe acompanhou hoje (11) a Polícia Civil na prisão de um agente penitenciário que trabalha na Penitenciária Estadual Modulada de Osório (PMO). Já há algum tempo a Direção do Estabelecimento Prisional desconfiava que o servidor tivesse alguma ligação com o crime, tendo, por isso, a Superintendência designado um corregedor penitenciário para acompanhar especificamente o agente. A suspeita se confirmou durante uma Revista Geral na PMO. Esta ação foi provocada pela Susepe, que solicitou ao Ministério Público e à Policia Civil as averiguações das suspeitas, o que resultou na prisão do servidor, o qual, em seguida, foi conduzido à Cadeia Pública de Porto Alegre. Enquanto isso, todas as medidas de averiguação e sindicância terão continuidade. A Susepe reitera que é inaceitável esse tipo de atitude de um servidor, sendo implacável na reprovação e na repressão a esse tipo de conduta, na certeza de que posturas como essas são exceções que só confirmam a regra geral de lisura e comprometimento de todo o nosso quadro funcional."

Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br

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