JORNALISTAMINI

Presos gravam vídeo de sessão de tortura contra detento acusado de estupro na Bahia - Após vídeo vazar em redes sociais, polícia diz que vai apurar o caso

A Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar um vídeo que vazou nas redes sociais, em que presos espancam outro detento acusado de estupro. O caso ocorreu dentro da carceragem de Brumado, município localizado a 555 km de Salvador.
O vídeo gravado pelos próprios detentos mostra os requintes de crueldade utilizados durante a violência. As imagens mostram a vítima sendo xingada e agredida por mais de cinco homens, tenta fugir para dentro da cela, mas é novamente cercada pelos outros detentos e atingida por socos, chutes, golpes aplicados através de objetos cortantes e ainda tem um dos pés queimado por um isqueiro. 
Revoltados, os presos intensificam a sessão de tortura e, com uma espécie de palmatória, retiram a bermuda da vítima, e desferem vários golpes contra as nádegas do homem. Eufóricos, os detentos gritam e dizem estar fazendo justiça com as próprias mãos.
— Usou camisinha pelo menos? Como é que você faz isso com uma criança. É estuprador vamos pegar e matar então.
A vítima pede ajuda, mas ninguém interfere na pancadaria. Após cerca de cinco minutos de agressão, os presos param o espancamento ao perceberem que a vítima encontra-se desacordada.
De acordo com a polícia, a vítima foi encaminhada ao DPT (Departamento de Polícia Técnica) e transferida de cela por questões de segurança.
FONTE: R7
PM registra princípio de motim em presídio de Coronel Fabriciano - Direção instaurou um Procedimento Interno para apurar os motivos do motim. Não houve feridos; atividades da unidade foram retomadas nesta quarta. 

Posted: 04 Nov 2015 07:42 AM PST

Motim no presídio de Fabriciano foi registrado nesta terça-feira (3) (Foto: Welington Silveira / Inter Tv dos Vales)
 
Motim de Presídio de Fabriciano foi registrado durante a noite de terça-feira (3) (Foto: Welington Silveira / Inter Tv dos Vales )
 
 
A Polícia Militar registrou na noite dessa terça-feira (3)  um princípio de motim no presídio deCoronel Fabriciano. Em nota, a Secretária de Estado de Defesa Social (Seds) informou que a confusão começou em três celas da unidade, mas foi contida pelos agentes penitenciários. Não houve feridos.
A direção-geral do presídio instaurou um Procedimento Interno para apurar os motivos, as circunstâncias do ocorrido e também avaliar possíveis danos ao patrimônio. As investigações criminais ficam a cargo da Polícia Civil.

A Seds não informou o que teria motivado o princípio de motim. A rotina na unidade prisional segue normal nesta quarta-feira (4).
ALPB aprova gratuidade em ônibus para agentes penitenciários 

Posted: 04 Nov 2015 06:48 AM PST

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Foi aprovada na sessão ordinária desta terça-feira (3) uma emenda modificativa do deputado Bosco Carneiro que beneficia os agentes penitenciários com gratuidade de acesso em transportes intermunicipais dentro do Estado da Paraíba.
 
“Pleiteamos estender o benefício para que não só policiais militares civis e militares sejam contemplados com a gratuidade do transporte intermunicipal, mas garantir que os agentes penitenciários possam também ter acesso a esta conquista”, ressaltou o parlamentar.
 
O benefício é válido com a apresentação da carteira funcional, sem a necessidade de fardamento e faz parte do projeto de lei 306/15, do deputado Frei Anastácio, que dá nova redação à lei 6.470/97.
 
Outra conquista para os agentes penitenciários nos últimos dias e também de autoria de Bosco Carneiro foi o requerimento que pede ao Governo do Estado o envio para Assembleia de um projeto de lei estabelecendo remuneração por plantão extraordinário aos agentes penitenciários.
 
Romeu Queiroz narra o pesadelo da pena do mensalão. Matéria do Jornal de Patrocínio pag:01. 

Posted: 04 Nov 2015 06:47 AM PST

ASSOCIAÇÃO DOS AGENTES PRISIONAIS PEDEM A CENTRAL DE ESCOLTAS DO NORTE DE MINAS – CIESP/MOC 

Posted: 03 Nov 2015 12:05 PM PST

A CENTRAL DE ESCOLTAS é pauta principal da reivindicação do Agentes Penitenciários Norte Mineiro
 
 
 
 
 
 
A 11ª RISP/MG é carente dos inúmeros investimentos do poder público em prol da segurança pública prisional na região.

A verdade é que o PROJETO ainda não saiu do papel, e na íntegra são especulações. No tocante, a Associação dos Agentes Prisionais da Região Norte convocam os Agentes Penitenciários  para uma REUNIÃO, com data a ser definida, já para os próximos dias na sede da AASPESEN-MG, com pessoas ligados ao Secretário de Estado e Defesa Social Dr. Bernado Santana, lembrando que a Associação é situada à Rua Ernesto Neves, nº 160ª, 2º Andar, Bairro: Edgar Pereira – Montes Claros – MG. CEP. 39.400-184. Contato: (38) 3221-5507.
Assim, de maneira participativa, nós trataremos de assuntos relevantes da Central de Escoltas, e buscaremos apoio junto a SEDS/MG.

 
COLEGAS O MOMENTO É DE UNIÃO, SE NÃO VALORIZARMOS NOSSAS VIDAS FICAREMOS EM RISCO E VULNERÁVEIS A AÇÃO DE CRIMINOSOS, VAMOS BUSCAR SEGURANÇA E SUPREMACIA DE FORÇA”.

 
 
Pauta da Reunião Referente a Central de Escoltas:

 
_ Sede própria e Gestão independente dos Presídios;
_ Local;
_ Contingente de servidores operacionais e administrativos;
_ Viaturas Operacionais, Administrativas, Motocicletas e outras; e
_Rotas, Escoltas e Mapeamento das demandas da Central.

 
 
Atenciosamente,

 
 
 
FRANCISCO DE FREITAS - PADRE
PRESIDENTE DA AASPESEN/MG


Policial é preso após apalpar mulher e divulgar foto na internet 

Posted: 03 Nov 2015 11:45 AM PST

Um policial do 41º Batalhão de Polícia Militar foi preso após aparecer em uma foto apalpando uma mulher.
A imagem que circula nas redes sociais mostra o cabo fardado com a mão nas nádegas de uma mulher encostada na viatura policial. Outros agentes que trabalham com o preso também estão sendo chamados para prestar esclarecimentos.

 

De acordo com a Polícia Militar, a Corregedoria determinou ao Comando do Batalhão do Irajá o prosseguimento da investigação sobre o fato e posterior instauração de processo administrativo disciplinar, para avaliar a permanência do policial na corporação.
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FONTE:
Com canibalismo e decapitações, presos criam ‘código penal’ próprio, mostra jornal 

Posted: 03 Nov 2015 11:38 AM PST


Presos “jogando bola” com a cabeça decapitada de outros presos, detento que esquarteja colega e serve o fígado assado a outros detentos, estupro coletivo. Levantamento do Globo reúne denúncias de selvageria e barbárie nos presídios brasileiros
Complexo Penitenciário de Pedrinhas, no Maranhão: preso foi morto, esquartejado e teve o fígado comido por outros detentos
Parece cena de filme de terror ou história da Idade Média, mas ainda é a realidade de presídios brasileiros em pleno século 21. Estupro coletivo, canibalismo, esquartejamento, “jogo de bola” com cabeças decapitadas, castigo em cela escura e com escorpião. Esses são alguns dos exemplos de penas impostas pelos próprios presos a colegas dentro dos presídios brasileiros, segundo levantamento publicado pelo jornal O Globo a partir de denúncias do Ministério Público, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da ONG Justiça Global.
Nessa espécie de tribunal paralelo, com Código Penal próprio, sobram casos chocantes que podem levar o Brasil a ser condenado pela primeira vez pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos, da Organização dos Estados Americanos (OEA), em razão de seu precário sistema prisional.
O país foi denunciado recentemente na corte pela situação do presídio Urso Branco, em Rondônia, onde presos foram esquartejados, tiveram olhos vazados e golpeados com “chuços”, armas brancas improvisadas (pedaço de ferro preso num pedaço de madeira). Corpos foram encontrados dentro de paredes, observa a reportagem.
Fígado assado
No último dia 13, o Ministério do Maranhão denunciou à Justiça o caso de um detento do Complexo de Pedrinhas que foi torturado por outros presos, morto a facadas, esquartejado em 59 partes e teve pedaços de seu fígado assados e comidos por outros detentos. O episódio ocorreu em 2013.
“Após execução e esquartejamento, ‘chegaram a pôr sal nos pedaços do corpo (…), para que não exalasse odor desagradável’. Então, os denunciados “fizeram um fogo e assaram o fígado (…), repartindo esse órgão em pedaços, que foram ingeridos por esses indivíduos, os quais mandaram pedaços para outros detentos também comer’. O corpo só pôde ser reconhecido por um familiar porque um dos pedaços trazia uma tatuagem: ‘Vitória razão do meu viver’, dizia a homenagem da vítima à filha”, diz trecho da reportagem de Alessandra Duarte.
Estupro coletivo
Há duas semanas, a Corte Interamericana de Direitos Humanos recomendou ao Brasil que tome medidas para garantir a integridade física dos presos do Complexo do Curado. Nessa unidade prisional, em Pernambuco, um preso homossexual foi vítima de estupro coletivo em uma cela com mais de 30 detentos por dever R$ 15 a um presidiário “chaveiro”. O rapaz, que é transgênero, contraiu o vírus da Aids na cadeia, segundo a família, que busca algum tipo de reparação por parte do Estado. Outros casos semelhantes foram relatados no mesmo presídio. Os chaveiros são presos que ficam de posse das chaves das celas superlotadas na unidade prisional pernambucana. De acordo com a reportagem, há denúncia de que, no mesmo presídio, um preso foi atacado por cães rottweiler e outro foi isolado em uma cela escura com escorpião, como castigos impostos pelos colegas.
Segundo o Globo, os estados da Paraíba e da Bahia registraram este ano denúncia de que presos “jogaram bola” este ano com cabeças de detentos decapitados por outros presidiários.
Advogada que visitou presídios mais de 1 mil vezes é suspeita de movimentar R$ 2 milhões do PCC - Contas serviriam de passagem para dinheiro obtido pelo crime. Justiça aceitou denúncia 

Posted: 03 Nov 2015 11:31 AM PST

Do R7
Penitenciária de Presidente Venceslau, onde está a cúpula do PCCAlex Silva/14.05.2006/Estadão Conteúdo
 
A advogada Maria Odette Haddad, de 54 anos, é acusada de ter movimentado R$ 2 milhões em contas correntes, no período de 2005 a 2009, recebidos de integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital), apontado como a maior facção criminosa do país.
O Ministério Público do Estado de São Paulo denunciou a advogada por lavagem de dinheiro.
De acordo com o órgão, a advogada contribuiu para que o PCC distanciasse de sua origem os valores obtidos de maneira criminosa. As contas bancárias da advogada teriam se transformado, conforme a acusação, em uma "passagem" de dinheiro da facção.
A Justiça aceitou a denúncia.
Segundo o Ministério Público, em uma das contas, a advogada movimentou cerca R$ 1,2 milhão: R$ 700 mil no período de outubro de 2005 a abril de 2008 e mais R$ 540 mil entre junho de 2007 e maio de 2009. Em outra conta, a movimentação financeira totalizou R$ 578 mil: R$ 355 mil de agosto de 2005 a julho de 2006 e R$ 223 mil entre agosto de 2006 a julho de 2007.
Parte das movimentações integrou relatórios do Coaf (Conselho de Operações Financeiras).
O Ministério Público afirma que, em todos os períodos, a saída de dinheiro da conta da advogada foi semelhante à entrada. Ainda de acordo com o órgão, os valores não têm relação com os serviços jurídicos prestados pela advogada.
Um relatório elaborado pela Secretaria de Estado da Administração Penitenciária e encaminhado ao Ministério Público aponta que Maria Odette esteve mais de mil vezes em penitenciárias, no período de fevereiro de 2003 até agosto de 2014, para conversar com presos e líderes do PCC.
Para o Ministério Público, a advogada viabilizou a comunicação entre os integrantes da facção criminosa, tanto entre aqueles que estavam nas prisões quanto os que se encontravam nas ruas.
A defesa da advogada entrou com habeas corpus, sustentando que a prática de crime atribuída a ela ocorreu antes de agosto de 2013, data em que a conduta passou a ser tipificada pelo artigo 1º da Lei 12.850/13. A Justiça, porém, indeferiu o pedido. 
O processo corre em segredo judicial.
Ataque a jornal
Em março de 2009, a advogada foi detida sob a acusação de ter ajudado o preso Wanderson Nilton de Paula Lima, o Andinho, um dos líderes do PCC, a planejar um ataque contra a Rede Anhanguera de Comunicação, de Campinas.
Um dos jornais do grupo havia publicado uma reportagem sobre o casamento de Andinho na prisão e o presidiário não gostou do conteúdo da matéria jornalística. Ele mandou jogar duas granadas no prédio do veículo de comunicação. Os artefatos não explodiram.
Segundo a Justiça, Andinho mandou Maria Odette descobrir o endereço da jornalista responsável pela matéria e a advogada se prontificou em cumprir a ordem do sequestrador. Em novembro de 2010, ela foi condenada a 4 anos e 6 meses por esse crime.

Caso Rachel Genofre completa sete anos sem solução; família faz protesto

raquelFamiliares e amigos da menina Rachel Genofre, que teve o corpo encontrado dentro de uma mala da Rodoferroviária de Curitiba, vão fazer uma manifestação na próxima quinta-feira, dia 5, no local. O ato é para marcar os sete anos do crime da garota de 9 anos que desapareceu após sair de uma escola pública no Centro de Curitiba, no dia 3 de novembro de 2008. O crime não tem solução até hoje.

O corpo foi encontrado na mala dois dias depois com sinais de violência. Mais de 150 exames de DNA já foram feitos na tentativa de encontrar o autor do crime, mas até agora ninguém foi identificado. De acordo com a mãe de Raquel, Maria Cristina Lobo, mesmo depois de tanto tempo, ela acredita que o culpado ainda será encontrado.

A investigação do crime corre em segredo de justiça. A manifestação será na próxima quinta-feira, dia 5, às 16h, na Rodoferroviária.

 Fonte: www.bemparana.com.br

PF deflagra mais uma etapa da Operação Zelotes

Operação investiga acusações de propina em processos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais; desvio de R$ 19 bilhões

opzelotesA Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (26) uma nova fase da Operação Zelotes, responsável por investigar organizações criminosas que atuavam na manipulação do trâmite de processos e no resultado de julgamentos no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). A estimativa é que tenham sido desviados mais de R$ 19 bilhões.

De acordo com comunicado da corporação, cerca de 100 policiais cumprem 33 mandados judiciais, sendo seis de prisão preventiva, 18 de busca e apreensão e nove de condução coercitiva nos estados de São Paulo, Piauí e Maranhão e no Distrito Federal.

A Operação Zelotes começou no dia 26 de março deste ano e esta nova etapa aponta que um consórcio de empresas, além de promover a manipulação de processos e julgamentos dentro do Carf, também negociava incentivos fiscais a favor de empresas do setor automobilístico.

“As provas indicam provável ocorrência de tráfico de influência, extorsão e até mesmo corrupção de agentes públicos para que uma legislação benéfica a essas empresas fosse elaborada e posteriormente aprovada”, informou o comunicado.

Os crimes investigados pela PF incluem tráfico de influência, corrupção passiva, corrupção ativa, associação criminosa, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Na semana passada, a Corregedoria-Geral do Ministério da Fazenda abriu o primeiro processo administrativo disciplinar para apurar responsabilidade funcional de um envolvido na Operação Zelotes. A pasta não informou o nome do conselheiro investigado.

Informações da Agência Brasil.

Operação da PF combate fraudes bancárias no Paraná e em Santa Catarina

fraudesbancariasPonta Grossa/PR – A Polícia Federal deflagrou nesta manhã, 08/10, a Operação 199 para reprimir fraudes praticadas através da emissão de cartões bancários obtidos com documentos falsos. Estão sendo cumpridos 4 Mandados de Prisão e 4 de Busca e Apreensão nos municípios de Campina Grande do Sul/PR,        Quatro Barras/PR e Joinville/SC.

A investigação, que teve início após correntistas da cidade Ponta Grossa/PR denunciarem o golpe, identificou que os suspeitos se passavam pelos prejudicados utilizando documentos falsos e, desta forma, obtendo cartões bancários adicionais. Estes eram utilizados para saques em espécie e compra de produtos. Constatou-se ainda que, geralmente, bebidas eram adquiridas em redes atacadistas e se destinavam a abastecer o estoque de uma distribuidora do artigo em Joinville/SC.

Os envolvidos responderão pelo crime estelionato qualificado, cuja pena pode alcançar mais de 6 anos de reclusão.

Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná

(41) 3251-7809

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Imagens exclusivas mostram menores atirando em PM que dublava Harry Potter

Fato ocorreu ontem dia (30/09)
 

As imagens foram gravadas na divisa entre os morros da Fazendinha e do Alemão, no Complexo do Alemão, na Penha, na Zona Norte do Rio. Percebe-se pelo menos dois jovens armados; Mesmo os que não estão armados, participam de um "rodízio de armas", podendo-se observar claramente em determinado momento o de camisa e bermuda preta pegando a arma do sem camisa e bermuda marrom e efetuando diversos disparos. Eles atiram a esmo e o projetil com certeza cai em algum lugar
No vídeo também mostra o momento em que o policial militar Caio César Ignácio Cardoso de Melo, de 27 anos, é socorrido por colegas, em meio a disparos, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio. O policial, que era o dublador oficial do personagem Harry Potter no Brasil, morreu nesta quarta-feira em confronto na comunidade.

SOLUCIONADO COM EFICÁCIA BO ENVOLVENDO AGENTE PENITENCIARIO DE IPATINGA

Posted: 01 Oct 2015 08:04 PM PDT

 
Hoje 01/10 na cidade de Ipatinga, Agente Penitenciário foi preso por porte ilegal de armas por não portar a identidade funcional.
 
O agente foi abordado em uma blitz da PM e foi multado por haver irregularidades com sua moto, ao perceber que o agente estava armado, o SGT realizou a apreensão da arma e o agente foi conduzido até o Posto Policial do Bairro Vila Celeste por porte ilegal de arma e em seguida apresentado a DEPOL Centro.
 
Após contato com a corporação SUAPI da localidade de IPATINGA, compareceu no local o Tenente da PM o Sr. Adão, o Diretor Geral do CERESP de Ipatinga Sr. João Batista e o assessor de inteligência do CERESP.
 
Após tomarem ciência dos fatos os representantes da SUAPI solucionaram todos os fatos do Boletim de Ocorrência dando ao caso um desfecho adequado dentro das normas e respeito entre as corporações. 
A arma será entregue ao agente nesta sexta-feira 02/10 após perícia para comprovação do calibre.


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Juíza é cercada e tem escolta agredida durante fiscalização no batalhão prisional da PM

Posted: 01 Oct 2015 04:34 PM PDT


Juíza foi cercada e teve escolta armada agredida dentro do BEP
A juíza da Vara de Execuções Penais (VEP) Daniela Barbosa Assumpção de Souza foi agredida na tarde desta quinta-feira durante fiscalização no Batalhão Especial Prisional (BEP), em Benfica, na Zona Norte do Rio. A magistrada teve a blusa rasgada e perdeu os óculos, além dos sapatos. Policiais militares que faziam a escolta de Daniela também foram agredidos. De acordo com as primeiras informações, os autores da agressão foram policiais militares acusados de integrar uma milícia. A juíza e os PMs foram socorridos por outros presos. Neste momento, homens do Batalhão de Choque e helicópteros estão no local. A confusão ocorre no setor E da unidade. Em um áudio obtido pelo EXTRA, um policial militar preso no BEP relata o que aconteceu com a juíza.


Ainda muito nervosa, a magistrada disse que a situação no local é tensa.
— Eles me cercaram e minha escolta me defendeu, mas estou com a blusa rasgada. Perdi meu sapato e meus óculos. Ainda estou muito nervosa. O clima ainda está muito tenso aqui. Não consigo nem falar sobre o que aconteceu — disse a magistrada ao EXTRA.



O Tribunal de Justiça (TJ) confirmou a agressão à juíza e afirmou, em nota, que irá tomar medidas cabíveis (leia a nota na íntegra abaixo). O juiz titular da VEP, Eduardo Oberg, classificou como inaceitável o que ocorreu com a juíza Daniela Assumpção.
— Isso é absurdo, inaceitável. Todos (os PMs) que forem identificados serão mandados para Bangu 1. E todos os identificados serão punidos — afirmou o juiz.
Já o deputado estadual Flávio Bolsonaro (PP) saiu em defesa dos PMs.
— Ela interpelou de forma mais ríspida um dos presos (que toma remédio controlado) e houve esse tumulto. A juíza se dirigiu de forma desrespeitosa a alguns policiais, chamando de vagabundos e milicianos. Vários juízes vêm aqui e tudo acontece na maior tranquilidade, mas quando ela vem acontece isso. Acabou sendo expulsa lá de dentro por policiais que se revoltaram. Não é justificável o que aconteceu, mas o judiciário precisa entender por que isso só acontece quando ela vem aqui — afirmou o deputado.
Presidente da Associação de Magistrados do Estado do Rio (Amaerj), o juiz Rossidélio Lopes rebateu as acusações de excessos por parte da juíza e ressaltou que o que precisa ser questionado agora é a existência do BEP.
— É injustificável colocar a culpa na juíza diante desse desrespeito. Isso seria colocar em xeque todo o Estado Democrático de Direito. Esses presos não têm noção de hierarquia e se acham acima da lei. Ela (a juíza Daniela) ficou acuada e seus seguranças chegaram a receber pauladas. Então ela foi para uma sala, mas, depois, com reforço policial, voltou e conseguiu fazer a inspeção com cabeça erguida. A Daniela nesse momento representou toda a magistratura brasileira. E a magistratura não pode se curvar — disse Rossidélio.
 


Uma advogada que representa presos do BEP afirmou que os PMs "tremem" quando a juíza chega ao local.
— A juíza entra aqui com total desrespeito. Eles tremem quando ela chega. Por isso, hoje tentaram expulsá-la. A visita que ela fez foi muito traumática da última vez (em agosto), por isso eles não quiseram a visita dela hoje — afirmou a advogada, que pediu para não ser identificada.
Foi Daniela quem, em agosto, após constatar irregularidades no BEP, suspendeu temporariamente as visitas de familiares aos presos, até que sejam criadas condições para a visitação fora das celas. Também foram proibidas visitas íntimas.
Em nota, a PM informou que houve um desentendimento entre a juíza e um preso. A situação está controlada, segundo a corporação.
Por meio do WhatsApp do EXTRA (21 99644-1263 ou 21 99809-9952), um leitor enviou uma foto que mostra a chegada do Batalhão de Choque ao local.



Vistoria pôs fim a churrasco
Em agosto deste ano, durante uma vistoria da Vara de Execuções Penais coordenada por Daniela no batalhão prisional, foram encontrados geladeiras, televisões, micro-ondas, videogames, forno de pizza, celular, dinheiro, engradados de refrigerante, churrasqueira, e até uma bateria profissional na unidade. A vistoria flagrou ainda quartos escondidos atrás de compensados, que eram usados pelos presos, e um churrasco dentro do Batalhão. As carnes do evento estavam dentro da Igreja Evangélica da unidade.
Durante a inspeção, foi constatado ainda que as celas foram transformadas em quartos decorados, algumas com camas de casal. Na ocasião, sete PMs foram encaminhados para a Corregedoria da Polícia Militar para prestar esclarecimentos. A juíza da VEP Daniela Barbosa Assumpção de Souza, responsável pela fiscalização do sistema prisional do Estado, determinou a retirada dos eletrodomésticos. Após as denúncias, o diretor do BEP, tenente-coronel Alexandre do Amaral Lourenço foi exonerado. Em seu lugar, assumiu o tenente-coronel Murilo Sérgio de Miranda Angelotti.
A juíza fixou ainda prazo de em 30 dias para realização de obras de reformas nas instalações do BEP para regularizar as celas. Em dezembro de 2012, após as denúncias do EXTRA, o então juiz titular da VEP, Carlos Augusto Borges, já havia determinado que fossem feitas obras na unidade.
Nota do TJ na íntegra:
Sobre a inspeção feita pela juíza Daniela Barbosa Assumpção de Souza, da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, a assessoria de imprensa esclarece:
- A magistrada foi verificar, na tarde desta quarta-feira, dia 1º, as condições do Batalhão Especial Prisional (BEP), quando detentos impediram que ela fizesse a revista em uma das galerias.
- Os detentos chegaram a agredir a magistrada, que teve a blusa rasgada. A juíza foi obrigada a deixar o local e retornou com a segurança do TJRJ e homens do Batalhão de Operações Especiais (Bope).
- O juiz titular da VEP, Eduardo Oberg, está neste momento junto com a magistrada no local. O próximo passo será identificar quem foram os agressores e determinar a transferência deles para o Complexo Penitenciário de Bangu 1.
- O Tribunal de Justiça está apurando todos os detalhes do ocorrido e irá tomar todas as providências cabíveis.

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POLIZIA PENITENZIARIA ITALIANA

Posted: 01 Oct 2015 04:06 PM PDT

NIC - operazione anticamorra: arresti clan dei Casalesi 
1 ottobre 2015 -
 
 
Investigatory Central shirt tem executado, nas primeiras horas desta manhã, uma complexa operação que, em conjunto com a polícia estadual de caserta e aos carabinieri da ros, levou à captura, para os Crimes de bando de tipo mafioso, cumplicidade, receptação e concurso externo em corrupção do gesualda anónimo e Filipe Capaldo, irmã e sobrinho do chefe do clã dos casalesi Michele Anónimo, de Carmine Domenico Nocera, um arquiteto que se considera ter Projetado um bunker de nova geração para permitir o apagamento de Michele Anónimo e de Francesco Nobis. As investigações foram coordenadas pela direcção distrital antimáfia de Nápoles.
 
TRADUÇÃO AUTOMÁTICA DO ITALIANO PARA O PORTUGUÊS

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