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Interpol emite alerta vermelho para prender ator acusado de estupro que fugiu para o Brasil

O ator Juan Darthés A Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) emitiu umalerta vermelhode captura contra o ator argentino-brasileiroJuan Darthés, acusado de estupro. A organização atendeu a um pedido da Justiça da Nicarágua, onde a atrizThelma Fardínregistrou uma denúncia contra Darthés. A informação foi confirmada pela advogada de Thelma, Sabrina Cartabria, à agência de notícias "Telám" na última sexta-feira.

Darthés, de 55 anos, estariavivendo no Brasildesde que a acusação de Thelma veio à tona, no fim do ano passado. Filho de argentinos, ele nasceu em São Paulo e foi registrado como Juan Rafael Pacífico Dabul. A família voltou ao país vizinho quando ele ainda era criança e o ator se tornou uma estrela. Um dos trabalhos de mais sucesso foi a novela adolescente "Patito Feo", estrelada por crianças e adolescentes, na qual Darthés e Thelma trabalharam juntos.

Thelma Fardín formalizou uma denúncia de estupro contra Juan Darthés em dezembro de 2018https://exstatic.infoglobo.com.br/skins/9/extra/images/xblack-80.png.pagespeed.ic.d_zi9W745R.png"); margin: 0px 16px; padding: 8px; color: rgb(255, 255, 255); font-size: 12px; opacity: 0; transition: opacity 0.3s ease-in 0s;">Thelma Fardín formalizou uma denúncia de estupro contra Juan Darthés em dezembro de 2018 Foto: Reprodução/Instagram

A atriz diz que tinha 16 anos quando foi estuprada, em 2009. Segundo a jovem, Darthés foi até o quarto de hotel onde ela estava, durante uma turnê de apresentações do elenco do seriado pela América Latina. Thelma diz que o homem obrigou que ela tocasse nele e a forçou a ter relações sexuais enquanto a jovem pedia que ele parasse. O ator nega todas as acusações.

Ao todo, seis atrizes denunciaram o argentino. Todas disseram que ao sofrerem alguma violência por parte de Darthés, ouviram dele a frase "olha como você me deixa".

"Essa frase é um artifício que esse homem usa para colocar a responsabilidade na vítima", disse Thelma ao "Fantástico", em entrevista exibida neste domingo.

Brasil e Nicarágua não possuem acordo de extradição. Por ser brasileiro, Darthés não pode ser preso no Brasil até que o Supremo Tribunal Federal (STF) faça um pedido de prisão preventiva contra ele.

Fonte: EXTRA

Delegado da PF denunciado no caso Marielle pegou propina de R$ 3 mi, diz delator

Delegado federal Hélio Khristian em foto de março de 2005 - Márcia Foletto/Agência O Globo O delegado de Polícia Federal Hélio Khristian de Cunha Almeira, acusado de obstruir as investigações no caso Marielle Franco, teria participado de esquema para enterrar inquérito aberto contra a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Rio de Janeiro (Fetranspor). A informação consta da delação do ex-presidente da entidade, Lélis Teixeira, e liga o nome do agente à Lava Jato.

Hélio Khristian foi denunciado em outubro pela então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em um dos seus últimos atos no cargo.

Segundo a PGR, o delegado teria obstruído as investigações do caso Marielle Franco em esquema montado pelo conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado do Rio, Domingos Brazão, suspeito de ser o mandante do assassinato.

Marielle foi morta com nove tiros em março de 2018.

No relato de Lélis Teixeira, Hélio Khristian teria se envolvido em esquema para beneficiar a Fetranspor em um inquérito da Delegacia Previdenciária da PF no Rio que investigava supostos crimes cometidos no âmbito da entidade.

Em troca, o delegado teria recebido de R$ 2 milhões a R$ 3 milhões em propinas. O caso ocorreu em 2017, afirmou o delator.

A reportagem teve acesso à delação premiada de Lélis Teixeira, que tramita em segredo de justiça. São 25 anexos que mostram a suposta atuação de políticos, servidores da Receita e da Polícia Federal, e magistrados do Judiciário fluminense em prol da Fetranspor em licitações e processos contra a empresa.

Lélis Teixeira afirma ter sido informado pelo então diretor financeiro da Rio-Ônibus, Enéas Bueno, sobre a abertura de um inquérito na Polícia Federal solicitado pelo Ministério Público Federal contra a Fetranspor.

A informação teria sido repassada por um advogado, não nomeado na delação, que apontou como alvo das investigações as empresas de Jacob Barata, o ‘Rei do Ônibus’, João Pereira e Álvaro Lopes – todas associadas à Rio-Ônibus.

Segundo Lélis, o advogado teria oferecido uma ‘ajuda’ que seria destinada ao delegado de Polícia Federal responsável pelo caso. O objetivo era que o agente ‘beneficiasse as empresas investigadas’. O delegado era Hélio Khristian, lotado na Delegacia Previdenciária, no Rio.

O delator diz que o esquema foi acertado por Enéas Bueno em um almoço com Hélio Khristian em um restaurante próximo à Praça Mauá, onde, segundo soube por Bueno, o diretor teve a ‘consistência’ de tudo que ficou acordado entre o delegado e o advogado intermediário para a ‘solução do caso’.

A propina, segundo Lélis Teixeira, teria ficado em torno de R$ 2 milhões a R$ 3 milhões, que teriam sido quitados em parcelas. O dinheiro saiu da conta destinada a pagamentos de caixa dois da Fetranspor e entregues ao advogado intermediário do esquema.

Marielle

Além da Lava Jato, o delegado Hélio Khristian também é alvo de denúncia da Procuradoria-Geral da República por supostamente obstruir as investigações sobre o assassinato de Marielle.

Segundo a acusação movida por Raquel Dodge, o delegado da PF teria integrado esquema que buscou atrapalhar o caso sob ordem de Domingos Brazão, conselheiro afastado do TCE-Rio e suposto mandante do crime. Ele nega envolvimento no caso.

De acordo com Raquel, foram colhidas provas de que Brazão teria influído no caso para evitar que os culpados pelos assassinatos da vereadora fossem identificados enquanto se buscava incriminar o miliciano Orlando Araújo e o vereador Marcelo Siciliano.

A estratégia, segundo a procuradora, foi plantar informações falsas por meio da Polícia Federal, via Hélio Khristian, para que elas chegassem à Polícia Civil do Rio.

O plano de Brazão teria sido realizado por cerca de um ano e envolveu, além do delegado Khristian, o policial federal aposentado Gilberto Ribeiro da Costa, ex-funcionário do gabinete do conselheiro, o policial militar Rodrigo Ferreira, o ‘Ferreirinha’ e a advogada Camila Moreira Lima Nogueira.

Condenação

Khristian foi condenado em 2016 pelo Tribunal Regional Federal da 2.ª Região (TRF-2) por supostamente integrar esquema de simulação de inquéritos para cobrança de propinas de investigados.

No ano seguinte, no entanto, a Corte anulou a condenação após a defesa alegar que o delegado foi condenado por um crime diferente do que foi denunciado.

A reportagem entrou em contato por e-mail com a Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro e aguarda resposta. A corporação informou que ainda busca contato com o delegado, que se encontra aposentado. A reportagem entrou em contato com a defesa do delegado no caso Marielle, que não quis comentar o assunto. O espaço está aberto a manifestações.

Fonte: flitparalisante

Bandidos são presos após furtar viatura do Depen em Maringá

Os ladrões estavam com a  viatura furtada e diversos objetos eletrônicos

 Um adolescente de 17 anos foi apreendido e um maior foi preso por policiais militares da Companhia de Mandaguaçu, após invadirem a residência do diretor da Casa de Custódia de Maringá (CCM) e furtarem uma motocicleta, diversos objetos eletrônicos e uma viatura descaracterizada do Departamento Penitenciário do Paraná ( DEPEN).

A detenção dos arrombadores aconteceu no momento em que a dupla praticava um outro furto a residência, porém na cidade de Mandaguaçu. A PM recebeu uma denúncia anônima, onde o denunciante informava que dois indivíduos suspeitos estavam saindo de um imóvel na rua da Companhia da Polícia Militar.

Diante desta situação de flagrante, a dupla recebeu voz de prisão e foi conduzida até a Delegacia de Polícia Civil para serem tomadas as providências cabíveis. Na casa de um dos detidos, em Sarandi, equipes da PM encontraram uma motocicleta furtada em Paiçandu, além de outros objetos. A moto que pertence ao diretor do CCM não foi encontrada até o presente momento.

O caso já foi repassado aos policiais civis da cidade de Mandaguaçu e Maringá, que darão sequência nas investigações. A polícia tem informações em mãos, que a dupla agia na companhia de um terceiro elemento que não foi localizado, e o trio teria praticado uma série de arrombamentos contra residências em Maringá e outras cidades da região.

Fonte: radarnoticias

Defesa pede revogação de prisão de Gustavo Sotero em Manaus

 Manaus/AM - O advogado do delegado Gustavo de Castro Sotero, pediu novamente a revogação da prisão temporária do réu.

Gustavo Sotero é acusado de matar o advogado Wilson Justo Filho, em 25 de novembro de 2017 no Porão do Alemão. O advogado de Sotero, Caludio Dalledone, confirmou o pedido, mas diz que a defesa não falará sobre o caso.

O pedido de  revogação foi encaminhado ao Ministério Público para que se manifeste.

Fonte: portaldoholanda.com.br

Policiais presos recebiam entre R$ 250 e R$ 850 para proteger traficante

Promotor disse que são 21 policiais acusados de proteger bandido brasileiro; 20 foram presos hoje e outro já estava preso

Sede regional da Polícia Nacional em Pedro Juan Caballero (Foto: Porã News)  Os policiais paraguaios presos hoje (28) na Operação Norte são acusados de receber entre 300 mil e 1 milhão de guaranis para dar proteção ao narcotraficante brasileiro Levi Adriani Felício, 52. Convertidos em real, esses valores representam entre R$ 250 e R$ 850.

Um dos coordenadores da operação, o promotor Hugo Volpe, não detalhou se o pagamento era mensal ou foi cota única. Ao Campo Grande News, Hugo Volpe afirmou nesta manhã que são 21 policiais presos.

Vinte foram presos nesta segunda-feira após serem chamados para uma suposta reunião na sede regional da Polícia Nacional em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia vizinha de Ponta Porã (MS), a 323 km de Campo Grande. O 21º acusado já estava preso, por outro crime.

Conforme a investigação coordenada pelo Ministério Público do país vizinho, Levi Felício pagava os policiais para não ser preso, para receber informações sobre o movimento da polícia especializada e do MP e para proteção aos cultivos de maconha perto da fronteira com Mato Grosso do Sul.

A operação de hoje cumpriu mandados em Pedro Juan Caballero, Concepción, Santa Rosa del Aguaray, Caaguazú, Ciudad del Este e na capital Asunción. Oito promotores coordenam as investigações apoiados por agentes da Senad (Secretaria Nacional Antidrogas).

Em entrevista à rádio ABC Cardinal, o ministro-chefe da Senad Arnaldo Giuzzio, disse que durante as investigações para a prisão de Levi Felício, ocorrida no dia 14 deste mês, foram identificadas comunicações entre o traficante e os policiais presos hoje.

Entre os presos está o comissário René Aquino, atualmente lotado no departamento (equivalente a estado) de Alto Paraná, mas que antes chefiava a Comisaría de Pedro Juan Caballero. Também foi preso o comissário geral Germán Arévalos, chefe de investigações da cidade de Coronel Oviedo, cidade na região da capital.

Levi Felício, um dos principais fornecedores de drogas e armas para o PCC (Primeiro Comando da Capital) e Comando Vermelho, operava em Pedro Juan Caballero, mas foi preso em um apartamento luxuoso na capital paraguaia no dia 14 deste mês.

Ele estava desde 2014 escondido no Paraguai, sob proteção de policiais corruptos. No dia seguinte foi expulso do Paraguai e entregue à Polícia Federal brasileira em Foz do Iguaçú (PR). O presídio para onde ele foi levado não foi revelado pela PF.

Fonte: pontaporainforma.com.br

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