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Com ajuda de câmeras, PRF apreende 2,1 toneladas de maconha em fundo falso de caminhão

apreensaoA Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 2.112 quilos de maconha nesta quarta-feira (16) em Cascavel, região oeste do Paraná. A droga era transportada em um fundo falso de um caminhão frigorífico Iveco Tector, abordado na BR 277. O motorista, de 35 anos de idade, foi preso em flagrante por tráfico de drogas.

Os policiais rodoviários federais abordaram o caminhão porque detinham a informação de que câmeras de videomonitoramento haviam registrado imagens suspeitas do veículo.
Minutos antes, quando passava por uma praça de pedágio na mesma BR 277, o motorista teve que parar o veículo para recolher do chão alguns tabletes. Uma das travas elétricas do compartimento preparado para o transporte ilegal havia se aberto com o caminhão em movimento.

Nas imagens, é possível ver o motorista juntando alguns tabletes. Ele acabou por deixar para trás um tablete que caiu ao lado da cabine. A droga foi recolhida por outra equipe da PRF.
O homem pretendia levar a maconha até Maringá (PR). A PRF encaminhou a droga apreendida, o preso e o veículo para a Delegacia da Polícia Federal em Cascavel. A pena para o crime de tráfico de drogas varia de 5 a 15 anos de reclusão.

Esta é a terceira maior apreensão de maconha realizada pela PRF este ano no Paraná. A maior ocorreu na BR 376 em Tijucas do Sul, região metropolitana de Curitiba, no dia 26 de agosto, quando 3,5 toneladas da droga foram apreendidas em uma van com adesivos da Receita Federal.
A segunda maior foi registrada em maio, quando 2,37 toneladas de maconha foram apreendidas também em Cascavel.
Desde o final de 2014, a PRF utiliza imagens de câmeras de concessionárias para monitorar rodovias em diferentes regiões do Paraná.

As imagens dos sistemas de videomonitoramento auxiliam os policiais rodoviários federais em ações de fiscalização de trânsito, atendimento de acidentes e combate a crimes.

Veja o vídeo do momento em que a droga cai do caminhão na praça de pedágio:

Fonte: http://www.bemparana.com.br/plantao190

DESABAFO DE UM AGENTE PENITENCIÁRIO DE JUIZ DE FORA

AS INJUSTIÇAS DO BRASIL

Polícia Federal indicia 14 pessoas nos relatório parciais da 17ª Fase da Operação Lava Jato

Curitiba/PR – A Polícia Federal concluiu nesta terça-feira, 1º de setembro, os relatórios parciais de dois inquéritos referentes à 17ª fase da Operação Lava Jato – Pixuleco. Os relatórios resultaram na confirmação de que mais de R$ 59 milhões foram utilizados em pagamento de propina. Estima-se que a soma possa ultrapassar os R$ 84 milhões.

Ao todo, a PF indiciou 14 pessoas pelos crimes de formação de quadrilha, organização criminosa, corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Além disso, um funcionário de cargo comissionado na Assembleia Legislativa de São Paulo foi afastado de suas funções.

Esta fase da operação se concentrou na investigação de pagadores e recebedores de vantagens indevidas oriundas de contratos com o Poder Público, alcançando beneficiários finais e “laranjas” utilizados nas transações.

Os inquéritos seguem para apreciação e eventual oferecimento de denúncia pelo Ministério Público Federal. Foram elaborados relatórios parciais em razão do prazo de conclusão do inquérito com investigados presos ter se esgotado na data de hoje. Ainda restam diligências para a conclusão final dos inquéritos.

Polícia Federal cumpre mandados em crimes de contrabando, corrupção e associação criminosa

opetiquetaLondrina/PR - APolíciaFederaldeflagrou nesta manhã, 25/07, na cidade de Londrina e região, a Operação Etiqueta, para desarticular esquema de comercialização de vestuário, onde o faturamento mensal estimado seria entre R$ 10mi e 15 mi.

Investigações apontam que uma Organização Criminosa ligada ao ramo de importação e comercialização de vestuário na cidade de Londrina e região, promoveria a irregular importação de roupas provenientes do Paraguai e China, sem o devido recolhimento dos tributos incidentes, armazenando em diversos barracões nas cidades de Londrina e Ibiporã, ambas no Paraná, locais onde efetuariam as trocas das etiquetas das vestes introduzidas ilegalmente no país, por etiquetas de empresas ligadas ao grupo criminoso.

Após as substituições das etiquetas, as roupas eram comercializadas em lojas de vestuários dos integrantes da organização e em outras lojas da cidade de Londrina, pertencentes a terceiros, juntamente com as fabricadas regularmente, gerando um faturamento mensal estimado entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões, sendo que somente R$ 4 milhões, aproximadamente, seriam acobertados por notas fiscais.

A operação contou com a participação de 50 Policiais Federais e auditores da Receita Federal.

ComunicaçãoSocialdaPolíciaFederalem Londrina/Paraná

Londrina/PR, 25 de agosto de2015

Tels.433294-7204

Dupla é presa ao jogar serras e celulares dentro de presídio

Rapazes chegaram de bicicleta e foram flagrados pelas imagens de segurança do local; PM deteve os suspeitos pouco depois do ato

A Polícia Militar de Ponta Grossa prendeu dois indivíduos suspeitos de jogar, por cima do muro, um pacote com serras, celulares e uma broca para dentro da Cadeia Pública Hildebrando de Souza. A ação aconteceu durante a manhã desta terça-feira (18) e foi flagrada por equipes de monitoramento do presídio.

Segundo o vice-diretor do Hildebrando de Souza, Rodrigo Furman, a dupla foi de bicicleta até uma rua lateral da cadeia e arremessou os objetos por cima do muro. Logo após a ação, os agentes de segurança viram as imagens através das câmeras e acionaram a Polícia Militar.

Pouco tempo depois, uma equipe que realizada patrulhamento pelo Núcleo Santa Terezinha avistou um dos envolvidos e conseguiu detê-lo. O segundo homem foi pego pouco tempo depois, também pela PM.

Os dois foram levados para a 13ª Subdivisão Policial (SDP), onde ficarão à disposição da Justiça.

Fonte: aRede

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