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Detentos fazem tumulto para pedir atendimento a preso doente

tumultoA demora no atendimento médico a um preso que estava passando mal quase se transformou em motim na carceragem do 1.º Distrito Policial, na região central de Curitiba. Conforme o que foi apurado, os outros detentos se revoltaram no começo da noite de terça-feira (7) e começaram um tumulto com gritaria e bate-grade.

A princípio, um dos agentes de plantão pensou se tratar de uma tentativa de fuga e pediu reforço. Foram mobilizadas viaturas da Guarda Municipal, da Polícia Militar e até do Cope, mas a situação foi controlada rapidamente, já que os presos disseram que só queriam a presença de um médico no local. O Samu foi chamado e prestou atendimento ao homem, que passa bem.

Guilherme Drabovski / Cristiano Vaz

Fonte: http://natelado190.com.br

Imagens mostram saques a lojas e assaltos em pontos de ônibus no ES

Mais de 60 pessoas foram assassinadas desde o início da greve de policiais. A Força Nacional irá aturar no Espírito Santo.

esViolência, saques e pânico no Espírito Santo. Mais de 60 pessoas foram assassinadas desde que a greve de policiais começou, no sábado (5). A Força Nacional se junta ao Exército para tentar reestabelecer a segurança nas cidades. Mas a segunda-feira (6) foi de barbárie em várias cidades.

Os crimes continuaram mesmo com os caminhões com homens do Exército circulando pelas ruas de Vitória. A porta de vidro de uma loja foi quebrada para que móveis fossem roubados. A situação se repetiu em várias cidades do Espírito Santo.

Em Cachoeiro de Itapemirim, no sul do estado, foram flagradas muitas pessoas fugindo com produtos roubados de várias lojas. Em Vila Velha, um homem ficou baleado em um tiroteio.

De acordo com o Sindicato dos Policiais Civis,62 pessoas foram assassinadas de sábado (5) até a terça-feira (7) na Grande Vitória. No mês de janeiro, o sindicato registrou apenas quatro homicídios.

Também foram registrados assaltos em pontos de ônibus e muitos flagrantes de roubos de carros. Já são 200 ocorrências na delegacia de furto de veículos da capital.

A onda de violência começou depois que parentes de policiais bloquearam a porta dos quarteis. Assim, os PMs não vão trabalhar nas ruas. Os manifestantes dizem que o movimento na frente dos quarteis não tem data para terminar. E a rotina da população no Espirito Santo continua muito alterada.

O movimento encabeçado por parentes dos PMs pede reajuste de salário e melhores condições de trabalho.

A Justiça considerou a mobilização ilegal. O governo do estado informou que só volta a negociar quando os policias retornarem ao trabalho.

“É uma situação gravíssima. Nós temos um serviço público essencial que é o serviço de segurança pública, de policiamento ostensivo. Esse serviço não pode parar”, disse André Garcia, secretário estadual de Segurança.

O governo capixaba também ajuda ao governo federal. O ministro da Defesa anunciou que, além dos mil homens do Exército, 200 homens da Força Nacional de Segurança devem chegar ao estado para ajudar no patrulhamento das ruas.

Enquanto a segurança não melhora, nas ruas só há pessoas querendo se aproveitar da ausência da polícia.

Fonte: http://g1.globo.com

Erro do agente penitenciário em Barretos serve como aprendizado para todos

armadoPrecisamos de muita cautela com armas, já vi pessoas  sacando armas por brincadeira ou até mesmo apontando arma para ou colegas, sou do tempo em que arma só se saca se for atirar ou se estiver acuado.
Não digo que ele estava fazendo mal uso da arma, mas poderia procurar proteção e mandar o rapaz descer para "sumariar" o que o mesmo estava fazendo em cima da casa do vizinho.

Vi gente pedindo doação para ajudar o ASP, esse foi um erro fatal do ASP, o rapaz que foi atingido estava trabalhando, não era ladrão, na verdade é preciso saber como está o rapaz e sorte do colega que o rapaz não morreu.
Continue torcendo e orando pra ele não morrer.
Dê sua opinião sobre o fato ocorrido em Barretos.
22/01/2017 16h12 - Atualizado em 22/01/2017 16h13
Homem que atirou em adolescente por engano em Barretos, SP, é preso
Agente penitenciário de 39 anos responderá por tentativa de homicídio.
Jovem de 17 anos foi baleado enquanto instalava antena em telhado, diz PM.
Do G1 Ribeirão e Franca
Um homem suspeito de atirar por engano em um adolescente de 17 anos em Barretos (SP) foi preso e levado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Taiúva (SP), informou a Polícia Militar. O agente penitenciário de 39 anos responderá por tentativa de homicídio.
O jovem foi atingido enquanto instalava uma antena no telhado de uma casa na tarde do sábado (21) no Jardim dos Comerciários.
Morador de uma residência vizinha, um agente penitenciário sacou uma arma e o acertou, acreditando que se tratava de um ladrão que invadiria o local, segundo a PM.
O menor foi baleado na barriga e levado com quadro clínico estável para atendimento na Santa Casa de Barretos.
O agente penitenciário foi levado à delegacia para prestar depoimento antes de ser levado ao CDP.


21/01/2017 19h06 - Atualizado em 21/01/2017 19h06
Adolescente é baleado em Barretos após ser confundido com assaltante
Jovem foi atingido enquanto instalava antena em telhado, diz polícia.
Suspeito de atirar, agente penitenciário achou que fosse ladrão, segundo PM.
Do G1 Ribeirão e Franca
Um adolescente de 17 anos foi baleado depois de ser confundido com um ladrão na tarde deste sábado (21) no Jardim dos Comerciários, em Barretos (SP).
De acordo com informações da Polícia Militar, o menor instalava a antena no telhado de uma casa quando o morador de uma residência vizinha, um agente penitenciário, sacou uma arma e o acertou, acreditando que ele invadiria o local.
O menor foi atingido na barriga e levado para atendimento na Santa Casa do município. O quadro clínico dele é estável.
O agente penitenciário foi levado à delegacia para prestar depoimento.

Imagens fortes mostram agressão que levou à morte agente penitenciário

Charles Souza Santos, de 41 anos, participava de um encontro de motociclistas e foi espancado durante o evento

charlesMorreu, nesta terça-feira (24), o agente penitenciário que foi espancado em um encontro de motociclistas, no último sábado (21), em Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú. Charles Souza Santos, de 41 anos, participava do evento, que aconteceu na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), quando foi agredido por um grupo formado por mais de dez homens.

A esposa de Charles, Edivânia Barros Santos, informou que o marido foi sozinho ao encontro e foi surpreendido pelo grupo quando tentava entrar no banheiro. "Ele estava na fila do banheiro e tinha um motoqueiro lá, que era o líder, e estava impedindo a entrada das pessoas. Ele chegou a questionar, mas mesmo assim entrou no banheiro", comentou Edivânia.

Segundo a mulher, quando o marido dela saiu do banheiro começou a ser espancado pelos homens. "Ele foi brutalmente espancado. Ele estava com a arma na cintura e, na hora de toda a agressão, a arma acabou disparando e atingindo a virilha dele", comentou a esposa de Charles.

O homem foi socorrido, por uma ambulância, para o Hospital de Afogados da Ingazeira. Após quatro horas na unidade de saúde, ele foi transferido para um hospital em Serra Talhada. Ele sofreu três paradas cardíacas e perdeu bastante sangue. A lesão atingiu a veia femoral e ele não resistiu a gravidade dos ferimentos e morreu na manhã desta terça, por volta das 9h.

Charles, que morava em São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife, deixa a companheira e dois filhos - uma menina de 18 anos e um menino de 12. A esposa informou que ele era apaixonado por moto e lamentou não ter ido ao encontro. "Estávamos casados havia 14 anos. Lamento muito não ter ido para o encontro com ele. Se eu tivesse isso, poderia não ter acontecido nada", comentou.

Ele trabalhava como agente penitenciário desde 2012 e, atualmente, estava lotado no Presídio de Limoeiro. As imagens das câmeras de segurança foram disponibilizadas pelo Sindicato dos Agentes Penitenciários e estão sendo analisadas pela polícia. O caso está sendo investigado pela delegacia de Afogados da Ingazeira. O velório deverá acontecer nesta quarta-feira (25), em São Lourenço da Mata.

Fonte: http://www.folhape.com.br

PM arrastou ex-namorada pelo cabelo e atirou várias vezes, diz testemunha

Soldado Márcio Lima não se conformava com fim do namoro e matou Janaína Mitiko nesta quarta-feira.

janaina mitikoUma testemunha que presenciou a morte de Janaína Mitiko, 32, afirmou que o ex-namorado dela, o policial militar Márcio da Silva Lima, 31, deu vários tiros na jovem, foi ao carro, carregou a arma e disparou mais vezes nesta quarta-feira (11) em Itaquera, Zona Leste de São Paulo.

“Escutamos vários tiros. Do nada, parou um pouquinho e continuaram vários de novo. Foi uma coisa terrível, horrível mesmo. Ele pegou, arrastou pelo cabelo, jogou no chão e só foi... acabaram as balas, ele foi no carro, encheu o pente de novo e descarregou”, disse a testemunha que não quis se identificar.

Janaína foi assassinada porque Márcio não aceitava o término do relacionamento, segundo uma amiga comentou nas redes sociais nesta quinta-feira (12).

As informações iniciais são de que o casal namorou por cerca de um ano e meio. Após ter sido agredida pelo namorado, antes do Natal, ela terminou o relacionamento.

Segundo a polícia, Janaina passou a receber ameaças do homem, que a esperou na porta de casa até ela voltar da academia por volta das 22 horas desta quarta, em Itaquera. Após agredi-la, o criminoso efetuou disparos e fugiu.

Outra amiga de Janaina lamentou o caso nas redes sociais. "Uma das partes não aceita o término e comete o crime. (...) É o fim de duas vidas: de um lado, uma moça linda fazendo faculdade de Pedagogia e uma mãe que gostaria de ver a filha formada, e do outro um homem se achando maior que Deus e ao mesmo tempo legal, com uma carreira destruída", disse.

O criminoso acabou se apresentando na 1ª Cia do 39º BPM e foi autuado em flagrante por homicídio no 24º DP. Ele foi levado ao presídio Romão Gomes, onde ficam policiais militares em conflito com a lei.

Feminicídio

Dados do Instituto Patrícia Galvão mostram que em 27% dos casos de feminicídio, quando a morte é resultado de violência doméstica, o assassino é conhecido da vítima.

O Brasil é o 5º país com mais assassinatos de mulheres, quase cinco em cada cem mil. Com a Lei Maria da Penha, de 2006, a taxa de crescimento anual de feminicídios caiu de 2,5% para 1,7%.

Nesta quinta-feira (12), a Secretaria da Segurança Pública e o Ministério Público fecharam uma parceria para implantar um padrão de atendimento aos casos de violência contra a mulher quer deverá ser seguido pelas Polícias Civil, Militar e Científica.

Entre as medidas, o policial, de qualquer delegacia, deverá ouvir imediatamente a vítima e fotografar as lesões, se ela autorizar.

Fonte: http://g1.globo.com/

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