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Presos que usavam esposas para comandar tráfico fora da cadeia são alvos de operação na RMC

https://www.bandab.com.br/wp-content/uploads/2023/10/operacao-policia-civil-campo-largo-trafico-de-drogas-960x592.jpg.webp Equipes da Polícia Civil estão nas ruas de Campo Largo e Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba, e também em Irati, região central do Paraná, em uma operação que investiga o tráfico de drogas, nesta quinta-feira (19). Segundo as investigações, um grupo criminoso usava contas bancárias de esposas e, em alguns casos as participação das mulheres, para movimentar a venda de drogas. Parte dos integrantes agia de dentro da prisão.

Ao todo foram expedidos 59 mandados judiciais: 31 mandados de prisão e outros  28 de busca e apreensão. O objetivo da polícia é desmantelar o grupo, que agia há pelo menos seis meses.

“Uma grande organizaçaõ criminosa que atuava na RMC e até mesmo com pessoas dentro do sistema penitenciário. Um trabalho de investigação do delegado de Campo Largo, que conseguiu identificar os 31 envolvidos”

destacou o delegado Rodrigo Brown

Do lado de fora, além do controle do dinheiro, algumas mulheres eram usadas pelos maridos presos para fazer lavagem de dinheiro e a interligação dos presos com quem atuava nas ruas, segundo a polícia.

“Teremos bloqueios de contas correntes, apreensão de valores, também tivemos drogas apreendidas em algumas residências […]. A Polícia Civil trabalha de maneira silenciosa, fazendo os levantamentos, trabalhando em conjunto com o poder judiciário, e quando amadurece as investigações, aí nós vamos a campo”.

comentou o delegado.

Investigações

As investigações começaram em abril e os policiais descobriram que o grupo criminoso atuava com o tráfico de drogas e estaria ligado diretamente a homicídios. A operação foi planejada para combater justamente os crimes, que estariam relacionados com a venda das drogas.

“Com a prisão dessas pessoas, seus interrogatórios, com certeza outros crimes serão elucidados, inclusive homicídios, que já teve uma redução em Campo Largo. A participação da organização criminosa vai ser identificada”.

detalhou o delegado Rodrigo Brown.

Até por volta das 8h, 24 pessoas já tinham sido presas. O delegado acredita que todos os mandados de prisão serão cumpridos, pois alguns também já foram realizados dentro do sistema penitenciário. As investigações continuam.

Foto: Polícia Civil/Reprodução.

Fonte: https://www.bandab.com.br/seguranca/presos-usavam-esposas-trafico-fora-da-cadeia-operacao/

Em megaoperação, polícia penal apreende celulares em 76 presídios

https://uploads.metropoles.com/wp-content/uploads/2023/10/17081219/policia-penal-5.jpg A Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), iniciou, nessa segunda-feira (16/10), a Operação Mute. Realizada em 23 estados, o objetivo da ação é identificar e retirar celulares no interior de presídios e, assim, combater a comunicação ilícita do crime organizado. A iniciativa conta com o apoio das polícias penais estaduais.

A operação ocorreu nos seguintes estados, de forma ordenada:

  • Acre
  • Amapá
  • Bahia
  • Espírito Santo
  • Maranhão
  • Minas Gerais
  • Mato Grosso do Sul
  • Pará
  • Paraíba
  • Pernambuco
  • Paraná
  • Rio de Janeiro
  • Rio Grande do Norte
  • Roraima
  • Rio Grande do Sul
  • Sergipe
  • São Paulo

A ação tem dois focos: o primeiro é cortar a comunicação por meio do uso de tecnologia que embaralha o sinal, e, em seguida, buscar os aparelhos com ações de revistas em pavilhões e celas. Mais de 1,3 mil policiais penais federais e estaduais trabalham na ofensiva em 76 unidades prisionais.

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Celulares

Os celulares, bem como outras soluções tecnológicas, são as principais ferramentas utilizadas pelas quadrilhas para o cometimento de crimes e o consequente avanço da violência nas ruas.

“Essas comunicações proibidas configuram um problema nacional com sérios impactos sociais, psicológicos e econômicos. Por isso, a Senappen está dedicando esforços juntamente com as administrações penitenciárias dos estados e do Distrito Federal para o desenvolvimento de ações que fortaleçam o sistema penal, bem como ações para combater todas as formas de ilícitos”, destaca o secretário Nacional, Rafael Velasco.

Polícia penal

Essa etapa da Operação Mute se estenderá até a próxima sexta-feira (20/10) e incluirá, ao longo da semana, outros seis estados: Alagoas, Amazonas, Ceará, Mato Grosso, Piauí e Santa Catarina.

O diretor de Inteligência Penitenciária (Dipen/Senappen), Abel Barradas, destaca a importância e o ineditismo dessa operação que combina ferramentas de tecnologia com as ações de revistas no interior das unidades prisionais.

“A Operação Mute é a maior em abrangência realizada pela Senappen, pelo número de estados participantes e quantidade de policiais penais federais e estaduais envolvidos. A operação foi planejada para ocorrer ao mesmo tempo e de forma coordenada, de modo a interromper, localizar e buscar os aparelhos telefônicos no interior das unidades prisionais”, afirma Abel.

Fonte: https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policia-penal-celulares

Perito do IML é preso após sugerir a delegado que transferissem dinheiro de celular de estudante de medicina morta

https://s2-g1.glbimg.com/Ydxh4ECjn7I15aM2n49cAiIHl3k=/0x0:1700x1065/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/M/x/Of7oWtSv6uiAdtfnAXTQ/medico.png Um perito do Instituto Médico Legal (IML) foi preso após sugerir a um delegado que eles transferissem dinheiro do celular de uma estudante de medicina que morreu em Mineiros, no sudoeste do estado, para a conta dele.

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito contou ao delegado, enquanto jantavam em uma pizzaria, que havia mexido no celular da estudante e sugeriu que eles se apropriassem do dinheiro que estava na conta dela.

(CORREÇÃO: O g1 errou ao informar que o perito foi preso por furtar o celular da estudante de medicina morta e transferir dinheiro da conta dela para a dele. O profissional foi preso após sugerir ao delegado que eles transferissem dinheiro do celular de estudante e se apropriassem do montante. A informação foi corrigida às 19h41 desta sexta-feira.)

Como não teve o nome divulgado, o g1 não conseguiu contato com a defesa do perito. Em nota, a Polícia Técnico Científica informou que o servidor foi afastado de suas atividades e que o caso está em âmbito criminal. A nota afirma ainda que os fatos serão apurados pela corregedoria da polícia e que não tolera nenhuma conduta ilícita de seus integrantes.

A prisão aconteceu na última quinta-feira (5). Segundo a polícia, enquanto comiam, o delegado e alguns peritos do IML começaram a conversar sobre a morte da estudante e que, durante o assunto, o suspeito informou que mexeu no celular da vítima. Ainda durante a conversa, o perito informou ao delegado que a vítima tinha R$ 6 mil e perguntou se seria errado fazer a transferência do valor para eles.

Ainda segundo os relatos, o delegado informou que o ato era ilegal e que o dinheiro deveria ser destinado aos familiares da vítima. Após a conversa, o investigador, juntamente com outro agente policial, foram até o IML e pediram para que o perito mostrasse o celular da vítima e suas contas bancárias, momento em que constaram ter apenas o valor de R$ 1 mil na conta.

"Eu só vou saber se ele realmente fez as tranferências quando a juíza me autorizar a mexer no celular", disse Thiago Escandolhero, delegado responsável pelo caso.

O suspeito foi conduzido à delegacia e recebeu voz de prisão por corrupção ativa, por oferecer vantagem indevida a um funcionário público, nesse caso, ao delegado. Se comprovado que houve as tranferências do dinheiro da estudante para ele, o servidor poderá responder pelo crime de peculato. O perito foi afastado de suas funções no IML.

Fonte: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2023/10/06/perito-do-iml-e-preso-por-furtar-celular-de-estudante-de-medicina-que-morreu-e-transferir-dinheiro-da-vitima-para-a-conta-dele-diz-policia.ghtml

Polícia prende mulher que estuprou adolescente com o marido após dopá-la com 'refrigerante batizado'

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Ainda de acordo com a SSP-SP, usando um sistema de inteligência a polícia conseguiu identificar que a mulher morava no bairro Montanhão, na cidade do ABC paulista. A prisão foi feita pela Força Tática do 6° Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M) em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela 3ª Vara Criminal de São Vicente.

A secretaria informou, ainda, que, após a abordagem, Luciana foi conduzida ao 1° Distrito Policial (DP) de São Bernardo do Campo, onde o caso foi registrado como captura de procurado.

Luciana e o marido doparam e estupraram a vítima, que estudava com a filha do casal. Na época, a PM foi acionada e os dois acabaram detidos pelo crime. Para a mulher, porém, foi concedida liberdade provisória em audiência de custódia.

Conforme apurado pelo g1, a vítima estava na casa do casal com a amiga e, como ficou tarde, dormiu no local. No dia seguinte, as duas foram para a escola, quando Luciana convocou a adolescente a voltar e ajudar a limpar a casa.

Por volta das 15h, a mulher foi ao supermercado e voltou com um refrigerante, que foi oferecido já servido em um copo à vítima. Esta, depois de beber, contou à polícia ter percebido que havia algo errado. Ela relatou ter começada a se sentir "grogue" e com as "pernas bambas".

A menina disse que iria para o quarto das filhas do casal para se trocar, momento em que lembrou ter sido acariciada pelo pai das garotas. O homem então sugeriu que a adolescente fosse para o quarto dele. Ela contou ter começado a passar mal e deitou na cama.

Segundo a polícia, algumas horas depois a vítima acordou nua e com o suspeito ao lado. Com medo, contou ter saído do quarto, momento em que encontrou as amigas [filhas do casal] e a irmã de Luciana [condenada por estuprá-la].

Diante da cena e nervosismo demonstrado pela adolescente, a PM foi acionada. Os policiais que atenderam a ocorrência encaminharam a menina para a delegacia.

Fuga frustrada

Os policiais encontraram o casal na praça de pedágio da Rodovia dos Imigrantes. Eles tentavam fugir para São Paulo. Em depoimento, o homem admitiu que tinha comprado o medicamento usado para drogar a vítima e afirmou ter combinado a ação com a mulher. Luciana também confessou o crime.

Fonte: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2023/09/30/policia-prende-mulher-que-estuprou-adolescente-com-o-marido-apos-dopa-la-com-refrigerante-batizado.ghtml

Pedido de demissão contra coronel da PM condenado por assédio sexual é publicado

 https://p2.trrsf.com/image/fget/cf/774/0/images.terra.com/2022/07/15/coronel_cassio-u7u3m14c3j8y.jpg O Conselho de Justificação da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) publicou no Diário Oficial, nesta quinta-feira, 28, a resolução que determina o pedido de demissão contra o coronel da Polícia Militar Cássio Novaes, condenado a 1 ano e 5 meses de prisão por assédio sexual contra a ex-soldado Jéssica Paulo do Nascimento

Após a condenação de prisão, ainda era aguardado que ele perdesse a patente e fosse demitido, já que o crime aconteceu enquanto ele ainda estava no cargo, antes de ser aposentado pela corporação.

A denúncia foi feita em abril de 2021, mas os casos de assédio começaram em 2018, quando Jéssica recebia mensagens com ameaças e era humilhada na frente de colegas de farda pelo coronel. O superior teria tentado sabotá-la quando ela se recusou a ceder às investidas.

Em outubro de 2022, a Justiça Militar sentenciou o policial a um ano e cinco meses de prisão, porém, ainda cabia recurso, e o coronel tentou reverter a decisão da Justiça.

Os advogados da soldado se manifestaram contra, assim como o Ministério Público, e foi pedido que a sentença fosse mantida. A acusação ganhou.

Condenação

Segundo o advogado Sidney Henrique, o caso ainda cabe recurso, não em relação aos fatos e provas, mas em relação à direitos diante do processo, como pedidos da defesa de Novaes. O representante de Jéssica afirma que a notícia da condenação é vista de maneira positiva, e diz que o mérito é da soldado, que teve coragem de ir em frente com a denúncia.

O coronel passou por novo julgamento no ano passado, em um processo que contém outras quatro denúncias de assédio sexual contra três soldados, e ameaça, contra um capitão da PM, que ocorreram entre fevereiro de 2020 e abril de 2021.

O Terra trouxe com exclusividade a segunda denúncia feita contra Novaes. Ele chegou a bater nas nádegas de uma das vítimas. Ele usava de sua autoridade para assediar sexualmente as policiais, além de prometer conseguir bolsas de estudos em universidades, e benefícios dentro da corporação.

Já o capitão, foi ameaçado ao dizer para o coronel deixar uma das vítimas de assédio em paz, e prestar apoio à ela. Em uma das situações, o policial recebeu mensagens do coronel falando que era influente, e tinha como amigos desembargadores federais. 

O Terra pediu um posicionamento da defesa de Novaes, mas até a última atualização, não obteve retorno. O espaço permanece aberto para manifestações.

Fonte: Redação Terra

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