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Chefe do tráfico em comunidade na Praça Seca é morto em operação das Forças Armadas e polícias do RJ

Traficante Da Rússia, apontado como responsável pelo estupro coletivo de uma menor em 2016, foi morto em confronto. Outros sete suspeitos morreram na ação, que também ocorreu na Cidade de Deus e no Lins.

procurado1Foi morto pela polícia um dos criminosos que chefiavam o tráfico do Morro da Barão (São José Operário), na Praça Seca. Sérgio Luiz da Silva, conhecido como Da Rússia, foi baleado durante operação da polícia e das Forças Armadas na manhã deste sábado (19).

Da Rússia estava foragido há aproximadamente dois anos, quando foi apontado como um dos responsáveis pelo estupro coletivo de uma menor de idade, em 2016.

Devido ao cerco nas comunidades da Praça Seca, a polícia informou que criminosos tentaram fugir por uma área de mata para o conjunto de favelas do Lins, na Zona Norte. Lá, no entanto, foram recebidos por policiais de unidades de Polícia Pacificadora que também atuavam no local.

Por causa do deslocamento de criminosos entre as comunidades, a Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá chegou a ser interditada ao trânsito. Além dessa troca de tiros, as polícias do RJ também tiveram confronto com criminosos da Cidade de Deus, na Zona Oeste.

Investigadores indicam que Da Rússia era o homem forte da guerra na Praça Seca e braço direito de Luiz Cláudia Machado, o Marreta.

Na ação deste sábado, ao menos outros sete suspeitos foram mortos em tiroteio com policiais. Ao todo, 22 suspeitos foram presos, e três menores, apreendidos. Também foram recolhidos pelos agentes cinco fuzis, duas granadas, drogas, celulares e radiotransmissores.

O porta-voz do Comando Militar do Leste, coronel Carlos Cinelli, informou que nenhuma das mortes ocorreu em confronto com homens do Exército.

Além do São José Operário, os agentes também atuaram nas comunidade Bateau Mouche, Caixa D'Água, Chacrinha, Mato Alto, Covanca e Pendura-Saia, todas na região da Praça Seca.

Atualmente, a região é considerada uma das mais violentas do Rio. Segundo o aplicativo Fogo Cruzado, foram registrados mais de 120 tiroteios na Praça Seca desde o início do ano. Os moradores da região sofrem com constantes confrontos entre traficantes e milicianos.

Traficante escapou de outros cercos

Da Rússia já espacou de outras ações da polícia. Em junho de 2015, por exemplo, houve operação do Batalhão de Operações Especiais (Bope) na Comunidade da Covanca, na qual o acusado também era indicado como o chefe do tráfico.

Naquela época, seis pessoas morreram, e cerca de R$ 15 milhões do tráfico que estavam escondidos em tonéis desapareceram.

A PM abriu uma investigação, fez buscas em armários dentro do próprio Bope, mas nunca chegou a uma conclusão do que realmente aconteceu naquela operação. Na época, Da Rússia escapou.

Segundo a polícia, nesta sexta (18), os agentes chegaram às comunidades da Praça Seca por volta das 17h, e houve troca de tiros.

Às 23h, o Exército efetuou um cerco em toda a região; durante a madrugada as tropas começaram a entrar nas comunidades. Muitos conseguiram fugir pela mata para o Lins, na Zona Norte, e foram pegos em comunidades da região na manhã deste sábado.

Segundo o coronel Carlos Cinelli, dois fuzis foram encontrados na mata próxima à comunidade Bateau Mouche, provavelmente durante a fuga dos criminosos.

Ao todo, cinco fuzis tinham sido apreendidos, duas granadas e onze barricadas removidas.

Conforme informações do Gabinete de Intervenção, a Polícia Militar fez bloqueios em vias de acesso às comunidades e deu apoio às ações de "estabilização dinâmica", enquanto "a Polícia Civil realiza a checagem de antecedentes criminais e cumprirá mandados judiciais, condicionada às restrições constitucionais à inviolabilidade do lar".

Ao todo, 2.800 militares das Forças Armadas, 300 policiais militares e 240 policiais civis, com apoio de meios blindados, aeronaves e equipamentos pesados de engenharia, participam da ação.

Ainda de acordo com as forças de segurança, 150 mil moradores serão beneficiados direta e indiretamente com a ação.

Chefão gostava de ser chamado 'Lobo Mau'

Caçado pela polícia há anos, Da Rússia gostava de ser chamado de "Lobo Mau". Chefe de um vasto comércio de drogas e armas e protagonista de uma sangrenta guerra contra facções rivais, o traficante era obcecado por armar sua quadrilha para conquistar territórios na cidade.

Devido à pele clara, as investigações indicam que o traficante trabalhava sempre à noite e durante a madrugada. Por volta das 4h30, protegido por dezenas de seguranças, o chefão costumava se embrenhar na mata cerrada, uma extensão da Floresta da Tijuca.

Apenas os bandidos mais próximos sabiam onde ele ia dormir. Era comum que na mata houvesse barracas, um ou outro casebre de alvenaria, geradores e fogões improvisados.

Fonte: G1

Em memorando, diretor da CIA diz que Geisel autorizou execução de opositores durante ditadura

Informação está em documento tornado público recentemente pelo governo americano.

np1405Um memorando secreto da CIA diz que o general Ernesto Geisel, presidente do Brasil entre 1974 e 1979, sabia e autorizou execução de opositores durante a ditadura militar.

O documento, de 11 de abril de 1974, foi elaborado pelo então diretor da CIA, William Egan Colby, e endereçado ao secretário de Estado dos EUA Henry Kissinger. Tornado público recentemente pelo governo americano, ele foi revelado pelo pesquisador Matias Spektor, da Fundação Getulio Vargas (FGV).

memorando relata um encontro entre Geisel, João Batista Figueiredo, então chefe do Serviço Nacional de Informações (SNI), e os generais Milton Tavares de Souza e Confúcio Danton de Paula Avelino, ambos na ocasião no Centro de Inteligência do Exército (CIE).

O general Milton, segundo o documento, disse que o Brasil não poderia ignorar a "ameaça terrorista e subversiva", e que os métodos "extra-legais deveriam continuar a ser empregados contra subversivos perigosos". No ano anterior, 1973, 104 pessoas "nesta categoria" foram sumariamente executados pelo Centro de Inteligência do Exército".

O encontro se deu em 30 de março de 1974, de acordo com o memorando, segundo o qual Geisel pediu na ocasião para ponderar a respeito.

"Em 1º de abril, o presidente Geisel disse ao general Figueiredo que a política deve continuar, mas deve-se tomar muito cuidado para assegurar que apenas subversivos perigosos fossem executados", continua o documento.

Ainda segundo o relato, todas as execuções deveriam ser aprovadas pelo general João Baptista Figueiredo, sucessor de Geisel --e ocupante da Presidência de 1979 a 1985.

"Este é o documento mais perturbador que já li em 20 anos de pesquisa", disse Spektor.

Partes do memorando continuam sob sigilo.

Mortos e desaparecidos

A Comissão Nacional da Verdade apontou, em relatório final divulgado em 2014, ter havido 434 mortes e desaparecimentos durante a ditadura militar; 377 agentes foram responsáveis pela repressão. A identificação foi feita com base em documentos, depoimentos de vítimas e testemunhas.

Fonte: G1

PM que matou ex-namorada no DF está na Papuda

Policial se apresentou na noite de sexta. Jessyka Trindade, de 25 anos, foi assassinada com 5 tiros.

ronanmenezesO policial militar Ronan Menezes Rego, identificado por testemunhas como autor dos cinco tiros disparados contra Jessyka Lainara, ex-namorada dele, está preso na Penitenciária da Papuda. A estudante de 25 anos foi morta dentro de casa na tarde desta sexta-feira (4), em Ceilândia, no Distrito Federal.

Rego se apresentou por volta das 22h de sexta, juntamente com a advogada, no Batalhão da PM de Ceilândia. De acordo com a Polícia Militar, ele foi levado à delegacia da cidade onde foi preso e conduzido, em flagrante, para o 19º Batalhão que fica no Complexo da Papuda. Conhecido como "Papudinha" o local abriga policiais que cometeram crimes.

Jessyka Lainara, segundo a família, foi morta por ciúmes. O soldado não aceitava o fim do relacionamento. O PM, que tinha acesso à casa onde a jovem morava, entrou no imóvel durante a tarde de sexta-feira, foi até o quarto da ex-namorada – ignorando a presença da mãe, da avó e dos irmãos da vítima – e atirou contra ela.

Depois, conforme testemunhas, o policial foi até a academia frequentada por Jessyka e atirou no professor Pedro Henrique Torres, de 29 anos. Torres foi levado em estado grave para o Hospital Regional de Ceilândia (HRC) e passou por uma cirurgia. Na manhã deste sábado (5) o professor permanecia internado na UTI.

O pai do rapaz, Pedro Torres, é dono da academia onde o filho foi baleado. Segundo ele, o professor conhecido como "Pedrinho" e Jessyka estavam flertando há cerca de um mês – quando ela e o PM Ronan Menezes Rego já haviam se separado.

“O Ronan descobriu uma troca de mensagens entre os dois, ficou louco de ciúmes, matou ela e tentou matar meu filho. É um psicopata.”

Jessyka pediu ajuda

Jéssika, conforme a família, havia passado recentemente em um concurso. Logo após o assassinato, uma amiga dela disse ao G1 que a jovem temia pela própria vida há pelo menos duas semanas.

"Ela me mandou mensagens, dizendo que tinha dito a ele que iria denunciá-lo pela Lei Maria da Penha. Ele disse que ela não chegaria nem na delegacia."

O namoro de Jessyka e Ronan começou quando ela tinha 13 anos. A família conta que eles chegaram a ficar noivos em 2012, mas o relacionamento terminou porque o PM era "excessivamente ciumento".

Um primo da estudante, Leonardo Silva, afirmou ao G1 que as brigas eram frequentes e a família tinha medo do policial.

"Vivia ameaçando ela, falava que ia matar e que não ia ficar muito tempo preso porque era PM. Ele falava que ia matar a nossa avó se ela denunciasse as ameaças.”

Elaine Maria, tia de Jessyka, disse que há cerca de um mês o PM protagonizou uma briga violenta com a sobrinha, e chegou a invadir a casa dela durante a madrugada. Segundo a tia, a morte da jovem não foi o primeiro caso de feminicídio na família.

"A tia da Jessyka morreu do mesmo jeito, morta por tiros do marido."

Fonte: G1

Agente penitenciário é morto a tiros na frente do filho em Belford Roxo

Anderson Barbosa dos Santos, de 40 anos, estava dentro de um carro quando foi fechado por outro veículo com criminosos que atiraram. A criança de 9 anos teve ferimentos leves após o automóvel bater em um poste

np0502Rio - Um agente penitenciário foi morto a tiros na frente do filho de 9 anos no bairro Nova Piam, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, na manhã desta sexta-feira. O inspetor de segurança e administração penitenciária Anderson Barbosa dos Santos, 40 anos, que já foi policial militar, tinha acabado de sair de casa e trafegava na Avenida Bob Kennedy em um Gol quando foi fechado por outro veículo, de onde criminosos fizeram disparos.

Imagens de câmera de segurança que a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) teve acesso mostra o momento em que Anderson perde o controle e bate em uma árvore. Segundos depois, o filho dele sai do banco do passageiro. A criança, que seria deixada na casa da avó materna, teve uma luxação no tornozelo direito provocados por estilhaços de bala.

Pelo menos cinco tiros foram disparados contra a vítima: dois atingiram o lado do motorista; outros dois, o banco traseiro; e o quinto, o para-brisa. Policiais do 39º BPM (Belford Roxo) foram acionados pela Central 190 e socorreram Anderson para o Hospital Municipal de Belford Roxo, mas ele não resistiu e morreu. 

"Ele era um paizão. É inadmissível uma pessoa sair para trabalhar e ser morta. Belford Roxo não tem patrulhamento e enquanto não tiver patrulhamento ostensivo mais e mais pessoas vão morrer", disse James Eduardo, 47 anos, cunhado da vítima.

Anderson já foi cabo da Polícia Militar, mas deixou a corporação e trabalhava como inspetor penitenciário da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). Ele era lotado na Base do Grupamento de Serviço de Segurança Externa (GSSE), no Complexo de Gericinó.

Sogro da vítima, Aílton Campos, de 73 anos, contou que esteve no local minutos antes do crime. Ele pegou um ônibus para ir a uma igreja em Nova Iguaçu, mas só depois que ficou sabendo da morte do genro. "Eles assaltam todos os dias e a qualquer hora aqui no bairro. Me falaram que foi muito tiro. Anderson deixava o filho na escola ou trazia para a minha casa nos dias em que ele trabalhava. Se não, ele ficava com o meu neto e o levava para o colégio. Meu genro gostava de churrasco, de pescar, era uma ótima pessoa. Estava casado com a minha filha há 12 anos. Ela está muito abalada", disse.

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada para realizar uma perícia no carro do agente e vai investigar o crime. Segundo o delegado Daniel Rosa, a principal hipótese do crime é de latrocínio, já que os bandidos levaram pertences da vítima. No entanto, a polícia ainda não sabe especificar quais objetos foram roubados. Daniel destacou que a criança está muito abalada e, por isso, não será ouvida no momento. "A criança está sem condições de depor. A polícia ainda não tem a dinâmica do caso", completou. Já a família do agente prestou depoimento nesta sexta. 

Em nota, a Seap disse que a Saúde Ocupacional do órgão foi acionada e que prestará auxílio aos familiares do servidor. A violência no município assusta os moradores. A aposentada Elizete da Silva, de 70 anos, explicou que as filhas deixaram de frequentar o local com medo da insegurança. "As minhas filhas já disseram que não vêm mais aqui. Uma delas, inclusive, após ver isso hoje, disse que não vai colocar os meus netos em risco. Eu não posso sair daqui. Para onde eu vou? A única coisa que temos a fazer é nos apegar a Deus e pedir por segurança. Mas segurança de quem?", lamentou.

"Ele era um paizão. E a mãe dele está muito nervosa. ÉR inadmissicvel uma pessoa sairt para trabalçhar e ser morta. e belford roxa noate tem aptrulhaemnto e enquanto nao tiver patrulhamento ostensivo mais e mas pessoas vão morre. ", James Eduardo, 47 anos, cunhado. 

Fonte: odia

Servidor da Sejus é baleado em ação criminosa em Maracanaú

Uma dupla, que trafegava em uma motocicleta, se aproximou do servidor da Sejus e disparou vários tiros

np2604Uma dupla, que trafegava em uma motocicleta, se aproximou do servidor da Sejus e disparou vários tiros

Um servidor do sistema penitenciário cearense, fora do serviço, foi baleado em uma ação criminosa, no bairro Novo Maracanaú, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), na manhã desta segunda-feira (23).

                                                                                  

Conforme a Secretaria da Justiça e Cidadania (Sejus), o servidor se encontrava em frente à sua residência. "O servidor estava lavando seu veículo, quando dois homens em uma moto chegaram e dispararam cinco tiros contra ele. Ele foi conduzido ao hospital e seu estado de saúde é considerado grave", informou a Pasta, através da assessoria de comunicação.

De acordo com informações do comandante da Área Integrada de Segurança (AIS) 12, tenente-coronel Océlio Alves, o funcionário foi socorrido por moradores das proximidades e levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Maracanaú. Mas, devido às lesões, ele precisou 

ser transferido para o Instituto Doutor José Frota (IJF), na Capital.

A investigação do crime ficará a cargo da Delegacia Metropolitana de Maracanaú e está sendo acompanhada pela Sejus. "Só a investigação da Polícia Civil vai concluir se foi tentativa de roubo ou tentativa de homicídio", afirmou o tenente-coronel Alves.

A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que "equipes da Polícia Militar do Ceará (PMCE), da Delegacia Metropolitana de Maracanaú, da Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), com apoio da Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado do Ceará (Sejus), estão em diligências à procura do suspeito de atentar contra a vida de um servidor da Cadeia Pública de Maracanaú". Entretanto, ninguém foi preso até o momento.

Fonte: diariodonordeste

 

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