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Policiais paulistas que trocaram tiros com mineiros levavam dinheiro falso, 14 milhões segundo o Estadão.

Policiais paulistas que trocaram tiros com mineiros levavam dinheiro falso
No tiroteio, um policial civil morreu, outras duas pessoas ficaram feridas e ao menos dez policiais civis paulistas foram detidos
 
np2510 SOROCABA – Policiais civis de São Paulo que trocaram tiros com a policiais mineiros e mataram um deles em Juiz de Fora, Minas Gerais, na tarde desta sexta-feira, 20, levavam malas com R$ 14 milhões em cédulas de R$ 100, segundo a Polícia Civil de MG.
Parte das notas é aparentemente falsa e o dinheiro vai passar por perícia, segundo a polícia mineira. No tiroteio, o policial civil Rodrigo Francisco, de 37 anos, lotado em Juiz de Fora, foi baleado e morreu. Outras duas pessoas ficaram feridas, uma delas em estado grave. Ao menos dez policiais civis paulistas foram detidos. As polícias dos dois Estados investigam o que eles faziam em Juiz de Fora.
A troca de tiros aconteceu por volta de 15h30, no estacionamento de um condomínio de consultórios médicos ligados ao Hospital Monte Sinai, no centro da cidade. 
 Conforme a Polícia Civil de Juiz de Fora, os policiais de São Paulo estavam fazendo abordagens de armas em punho, quando dois agentes de Minas Gerais teriam se identificado como policiais e tentado rendê-los. Outros policiais paulistas que estavam na retaguarda teriam iniciado o tiroteio. A intensa troca de tiros só parou quando viaturas das polícias Civil e Militar cercaram a área.
O policial civil Rodrigo Francisco foi encontrado morto no local. Ele era inspetor na Delegacia de Furtos e Roubos e atuava também como examinador no Departamento de Trânsito (Detran) de Juiz de Fora.
As duas pessoas baleadas foram internadas no próprio hospital e uma delas, ferida no pé, passou por cirurgia e estava fora de risco. A outra também foi operada e estava em estado grave, mas estável, neste sábado, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. Elas não tiveram as identidades divulgadas.
Os policiais paulistas – entre eles estariam um ou dois delegados, informação não confirmada pela Polícia Civil - foram detidos e levados à delegacia da cidade, mas alguns teriam se negado a entregar as armas.
Quatro policiais fugiram de carro, mas foram capturados horas depois. As malas com dinheiro foram achadas durante a revista aos carros apreendidos com os paulistas. As cédulas estavam em seis malas no bagageiro de um Toyota Etios, com placas de Belo Horizonte.
As polícias paulista e mineira ainda investigam o que os policiais de São Paulo faziam em Juiz de Fora. Policiais já ouvidos afirmaram terem sido contratados para fazer a escolta de um empresário que teria negócios na cidade mineira. O suposto empresário, que não teve a identidade divulgada, teria saído ileso do tiroteio e retornado a São Paulo de avião.
O grupo paulista estaria hospedado num hotel da região desde a quarta-feira. Os dez integrantes da polícia de São Paulo seriam transferidos ainda neste sábado para a capital paulista.
A Secretaria de Segurança Pública de Minas Gerais informou que “o procedimento investigatório ainda está em andamento” e que todas as informações serão divulgadas após o fim da apuração. A Polícia Civil de São Paulo informou ter enviado equipes do Grupo de Operações Especiais (GOE) a Juiz de Fora para levantar informações sobre o caso.
Conforme a pasta, a polícia mineira não foi comunicada previamente sobre alguma operação ou mesmo a presença dos policiais paulistas no Estado.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo informou que "o delegado divisionário da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo está em Juiz de Fora em contato constante com a Polícia Judiciária mineira para auxiliar pessoalmente nas investigações, a fim de apurar todas as circunstâncias do caso”.
Ainda segundo a nota, a SSP ressalta que “não compactua com desvios de conduta de seus agentes e, caso haja alguma irregularidade, os envolvidos serão responsabilizados”.
 

Advogados suspeitos de colaborarem com grupo criminoso são presos em Porto Alegre

TJ determinou a prisão de três advogados denunciados pelo Ministério Público por colaborar com um grupo que, entre outras coisas, planejou o assassinato de um juiz da capital. Dois já foram presos e o terceiro é procurado.

np1810 O Tribunal de Justiça do RS determinou a prisão dos três advogados denunciados pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul por envolvimento com um grupo criminoso, além dos 11 membros do grupo identificados pelos crimes. Um dos advogados, Anderson Figueira da Roza, foi preso quando chegava em casa, no bairro Protásio Alves. Um segundo advogado se entregou e o terceiro, conforme o Ministério Público do RS, que pediu as prisões, deve ser preso nas próximas horas.

Entre os crimes investigados, está a intimidação de testemunhas e até o planejamento de execução de um juiz em Porto Alegre.

Para o advogado de Roza, Jean Severo, a prisão foi "totalmente arbitrária". "Já tinham bloqueado os bens, ele não tinha um real. Já tinham suspendido o Anderson, ele não podia exercer a profissão nem se aproximar de nenhum processo. E nós vamos recorrer às mais altas cortes", informou.

Polícia teve acesso a mensagens trocadas pelos denunciados — Foto: Reprodução

O MP denunciou os três advogados e mais 11 pessoas suspeitas de estarem ligadas a um grupo de extermínio que planejou a morte um de juiz, ameaçou policiais e testemunhas no estado. Eles também são suspeitos de obstruírem as investigações.

Em março deste ano, a Polícia Civil desarticulou um grupo de extermínio de uma facção que planejava a morte de policiais e membros do Poder Judiciário, no Vale do Sinos. De acordo com a polícia, as investigações ainda eram sobre roubo de veículos.

Após a prisão de cinco pessoas, com autorização judicial, foi descoberto nos aparelhos celulares o plano de execução de autoridades da área de segurança e do Poder Judiciário, além do resgate do apenado que iria depor em uma audiência.

De acordo com o MP, em uma das situações, um dos advogados forneceu a lista de testemunhas do processo para os chefes da facção, dizendo que, se três delas não depusessem, o caso estaria ganho. Houve ainda ameaças verbais de morte às testemunhas, para que não comparecessem ao fórum. Algumas delas, apesar de procuradas por diversas vezes, não foram localizadas pela Justiça.

Também ocorreram coações a policiais civis e o planejamento de um atentado a um juiz que presidia processos contra um dos chefes da facção.

Os advogados ainda forjavam documentos para reaver o dinheiro apreendido pela Justiça no combate ao tráfico de drogas.

Os três advogados e o chefe da organização criminosa investigada tiveram bens e contas bancárias bloqueados. Os registros na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também foram suspensos e houve a quebra do sigilo financeiro e fiscal dos suspeitos.

Nos votos totais, João Doria (PSDB) tem 44%, e Márcio França (PSB), 40%. Veja os números completos.
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Fonte: G1

PF desmonta plano do PCC para atacar e torturar agentes públicos

Facção criminosa pretendia realizar atentados contra agentes públicos e explodir bombas em prédios públicos

np1510Os setores de inteligência da Polícia Federal (PF) e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) mapearam e desarticularam um plano do Primeiro Comando da Capital (PCC) para realizar atentados contra agentes públicos e explodir bombas em prédios públicos em todo o Brasil. Um dos alvos seria a sede do próprio Depen, em Brasília. 

De acordo com a PF, com base na análise de bilhetes apreendidos pelos agentes do Depen foi possível interceptar ordens dos principais líderes da facção que, de dentro da penitenciária federal de Porto Velho, em Rondônia, articulavam a ação criminosa.

A investigação do caso deu origem a duas operações deflagradas nesta quinta-feira: a Pé de Borracha e a Morada do Sol.

Estão sendo cumpridos três mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão, sendo três deles em celas da Penitenciária e um imóvel de Porto Velho. Também serão proibidas as visitas íntimas para os alvos e eles serão incluídos no regime disciplinar diferenciado, o RDD.

A Pé de Borracha, a partir da análise da comunicação entre os presos, identificou um plano criminoso que objetivava o uso de explosivos em unidades prisionais. O propósito do plano, segundo a PF, era desestabilizar o Sistema Penitenciário Federal, em especial o Depen.

A Morada do Sol, por sua vez, mira o plano do PCC de sequestrar, torturar e assassinar agentes públicos para pressionar o governo federal e o Supremo Tribunal Federal (STF) a liberar as chamadas visitas íntimas nos presídios federais. Essas visitas estão suspensas desde julho de 2017.

"As investigações identificaram que a facção criminosa já havia realizado o levantamento da rotina e atividade de diversos servidores públicos fora do ambiente de trabalho para serem sequestrados e/ou assassinados em seus momentos de folga", disse a PF por meio de nota. 

Os investigadores descobriram que a comunicação entre os presos se dava por meio de bilhetes repassados entre as celas pelas chamadas "terezas" - pequenas cordas criadas a partir de fios retirados de roupas.

Fonte: otempo

em todo o Brasil

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PM do Bope preso com chefe de milícia disse que fazia segurança para ‘empresário’

np0710 O sargento Leandro Lucas dos Santos, do Batalhão de Operações Especiais (Bope), preso nesta segunda-feira junto com Marco Antônio Figueiredo Martins, o Marquinho Catiri, acusado de integrar uma milícia nas Zona Norte e Oeste do Rio, disse a agentes da Corregedoria da PM que não sabia que Catiri integrava uma milícia. Uma pistola do agente foi encontrada dentro do carro blindado de Catiri, uma caminhonete Ford Ranger blindada. Santos preferiu não prestar depoimento, mas, em conversa informal com os policiais, afirmou que prestava serviço de segurança para um "empresário" e esqueceu a arma em seu carro.

O policial foi preso, junto com Catiri, mais dois PMs — um da ativa e outro, reformado — e um militar do Exército, em flagrante, pelo crime de organização criminosa. A operação, da Delegacia de Repressão as Ações Criminosas Organizadas (Draco), aconteceu numa academia dentro do Shopping Nova América, em Del Castilho. No momento em que os policiais entraram no local, Catiri corria numa esteira. 

Catiri corria em academia quando foi preso

O PM do Bope era o único agente que não estava no local, mas foi até lá após os agentes encontrarem sua pistola calibre.380. Acabou preso, junto com os demais, como integrante da organização. Além de Santos e Catiri, foram detidos o cabo Bruno Ramalho, lotado na UPP São Carlos, o subtenente reformado Pedro Paulo dos Santos e o sargento reformado do Exército Valdo Honorato Pereira. Para a polícia, todos integravam a segurança do miliciano.

O único dos detidos que estava foragido era Catiri. Contra ele, segundo a Draco, havia um mandado de prisão em aberto, decretado pela Vara Única de Sapucaia, pelo crime de lavagem de dinheiro. Uma investigação da especializada revelou que o miliciano lavava dinheiro com a compra de fazenda e animais raros.

Caminhonete onde arma foi apreendida

Numa operação feita no sítio, em Sapucaia, quase na divisa do Rio com Minas Gerais, em fevereiro do ano passado, a Draco encontrou animais exóticos, como lhamas e araras, além de cavalos de raça. O imóvel também tinha um casarão com piscina e lago com pedalinho. De acordo com a Draco, a compra do sítio foi feita através de um contrato mascarado de arrendamento rural — cessão de um terreno para exploração agrícola.

Catiri também é réu em outra ação em que é acusado de chefiar uma milícia que atua na exploração do transporte alternativo, através da cobrança de taxas aos motoristas de vans que circulam em algumas linhas de transporte alternativo dos bairros de Bangu, Realengo, Padre Miguel e Campo Grande, na Zona Oeste.

Com Marquinho Catiri, a Draco apreendeu, além da caminhonete blindada, jóias, um relógio Rolex, R$ 28.978,00 em espécie, e documentos.

Marquinho Catiri

 

Fonte: extra

Líderes de facção são transferidos da PEP para penitenciária de Catanduvas

Ação que mobilizou várias equipes policiais foi realizada nesta sexta-feira (28)

npimagem0110Dezenove presos integrantes de facção criminosa que estavam custodiados na Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP), na Região Metropolitana de Curitiba, foram transferidos para a Penitenciária Federal de Catanduvas, nesta sexta-feira (28). A transferência foi realizada em uma megaoperação que envolveu diversas forças de segurança.

Os presos transferidos são considerados lideranças com uma extensa ficha criminal e de alta periculosidade. Durante o trabalho de investigação, eles foram identificados como possíveis alvos do arrebatamento que ocorreu na PEP, mas que não tiveram êxito na fuga, devido ao trabalho preventivo da unidade penal e a ação policial rápida. Agora, eles passam a cumprir pena em unidade de segurança máxima.

OPERAÇÃO - A operação de transferência teve início às 6h da manhã, e contou com a participação de agentes penitenciários do SOE (Serviço de Operações Especiais) do Depen, policiais do (COPE), da Polícia Civil, do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do BPMOA (Batalhão de Operações Aéreas), da Polícia Militar, além de agentes penitenciários do Depen nacional.

FUGA - O arrebatamento de presos foi registrado na madrugada do dia 11 de setembro, quando 29 presos fugiram após criminosos abrirem um buraco no muro com o auxílio de explosivos. Até o momento, seis presos foram recapturados, sendo que quatro deles foram presos no município de Quatro Barras, um em Cascavel e outro no Paraguai.

Além dos seis foragidos, outras sete pessoas foram presas suspeitas de participar do grupo criminoso que explodiu o muro e facilitou a fuga de presos em Piraquara, um deles era agente de cadeia. As investigações continuam e são conduzidas pela Polícia Civil.

Fonte: catve.com

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