juarezjornalista

Policial civil que ajudou em furto de armas continua foragido no Acre

np2506O policial civil Maicon Cezar Alves dos Santos, suspeito de estar envolvido com a invasão e roubo e armas na delegacia de Brasiléia, no interior do Acre, continua foragido desde a terça-feira, dia 19, quando teve o pedido de prisão aceito pelo juiz da Comarca de Brasiléia, Clovis Lodi.

O magistrado emitiu um mandado de prisão preventiva. O crime ocorreu na madrugada fria do último dia 12, na fronteira, onde pelo menos cinco armas de grosso calibre, apreendida nas operações policiais, foram roubadas. Um boliviano teria entrado na delegacia com a ajuda do policial brasileiro.

Outros três também estão sob custódia no sistema prisional do estado, acusados de envolvimento no furto, entre eles, uma mulher. Das cinco armas, há um fuzil e uma submetralhadora. Há também carregadores e munições, tudo localizado ao lado do hotel que era arrendado pelo policial.

Maicon se encontra fora da cidade de Brasiléia, de onde era lotado. O policial foi visto seguindo para Rio Branco, com a família. Desde então, o site O Alto Acre não conseguiu ovas informações sobre o paradeiro dele.

Fonte: ac24horas

Suspeitos de roubar armas e munições em delegacia de Brasiléia são presos

n1806A polícia prendeu e levou para audiência de custódia três pessoas suspeitas de envolvimento com a invasão e roubo de armas e munições na delegacia de Brasiléia, esse semana. O caso é negado pelas autoridades, mas a verdade parece ter vindo à tona nesta quinta-feira, dia 14, segundo o site O Alto Acre.

Cerca de 48 horas após o crime, três pessoas foram presas, entre eles uma mulher. Ambos foram ouvidos pelo juiz Clovis Lodi, que decidiu por manter presos os três supostos criminosos. Os nomes foram divulgados: Rafael Ferreira do Rosário, Thiago Souza da Silva e Letícia Soares Almeida.

“Importante destacar que a periculosidade real dos flagranteados, além do histórico criminal, deflui da audácia da conduta criminosa de terem, em tese, entrado na Delegacia de Polícia e furtaram várias armas de grosso calibre a serem destinadas à organização criminosa Comando Vermelho”, discorreu o magistrado.

Lodi completa a decisão dizendo que, “logo, a única medida cabível é a decretação da prisão preventiva, considerando a gravidade em concreto dos fatos e a periculosidade real dos flagranteados, contumazes na prática de crimes, inclusive todos cumprindo pena”, pontua.

 

Fonte: ac24horas

PMs são presos suspeitos de passar informações da polícia a assaltantes de mansões no Morumbi

Dois policiais faziam contatos com chefe de quadrilha e orientava sobre o tempo em que faziam patrulhamento.

np0611Dois policiais militares foram presos nesta sexta-feira (8) depois que a Justiça decretou a prisão preventiva deles. Segundo as investigações, o cabo Marcelo Willian Gabia e o soldado Fernando Soares dos Santos passavam informações sigilosas da polícia para uma quadrilha que assaltou pelo menos 20 casas na região do Morumbi, na Zona Sul de São Paulo.

Conversas telefônicas mostram que os PMs davam cobertura às ações dos ladrões, ao mesmo tempo em que faziam o patrulhamento dos bairros.

Era hora do almoço quando os bandidos entraram na garagem, sem qualquer dificuldade: eles estavam com um controle remoto clonado.

O motorista já desce do carro falando no celular. A suspeita é que ele estivesse recebendo informações de um policial militar. Eram cinco ladrões, todos armados, um deles com um fuzil.

Os bandidos renderam uma das funcionárias e ao perceber que estavam sendo gravados, viraram a câmera para baixo.

Escuta telefônica mostra diálogo entre assaltante e policial (Foto: TV Globo/Reprodução)

Mas outras câmeras registram toda a movimentação na casa. Este assaltante fica o tempo todo falando no celular.

E em um determinado momento manda os comparsas ficarem onde estão. O motorista da casa tinha acabado de chegar. Ele também foi rendido e teve que entregar o celular.

Os ladrões passam 50 minutos na casa e depois de recolherem joias, relógios e dinheiro vão embora da mesma forma que chegaram, sem levantar suspeitas.

Carro usado pelos bandidos foi alvejado e colidiu contra poste no Morumbi (Foto: Reprodução/TVGlobo/Almir Padial)

As provas de que os policiais passavam informações em tempo real para quadrilha surgiram um mês depois, quando um outro assalto terminou com 10 criminosos mortos na Rua Puréus, também na região do Morumbi.

A polícia apreendeu e analisou os celulares dos assaltantes mortos e descobriu que o cabo Marcelo Willian Gabia ajudou a quadrilha no dia do crime.

“Logo que acontece o tiroteio ele tenta informar um dos ladrões sobre a presença de policiais na área, que era as nossas viaturas, porém ele não consegue e a antena aponta exatamente onde ele estava fazendo um ponto fixo naquele momento”, diz o delegado Fabio Sanchez Sandrin. “Ou seja ele estava parado num ponto fixo.”

Um dos dez bandidos mortos na ação do Morumbi era o chefe da quadrilha Mizael Pereira Bastos. Em uma das conversas o policial diz a Mizael onde está fazendo a patrulha.

Policial: “Tem ordem pra rodar só no Guedala por causa dos roubos. Tô aqui na Pureus. Na viatura”.

Em outra conversa de áudio, o ladrão avisa o horário que o bando vai sair.

Bandido: “Os amigos vai se reunir lá pelas cinco horas cinco e pouco dá pra fazer mesmo assim depois do horário que você já vai estar na rua lá?”

Policial: “Tranquilo pode sair sim pode ir pra rua eu dou uma segurada pra ir pra rua.”

O policial militar promete manter contato mesmo durante a ronda no carro oficial da polícia.

Policial: “Não, é de boa, tranquilo porque eu não, na rua eu não dirijo eu fico de lado ali então dá pra trocar ideia pelo zap qualquer hora entendeu, pelo zap facilita pra caramba pra mim aí qualquer hora.”

Segundo as investigações o PM falava com os bandidos, quando estava logado no copom on line, a central de operações da polícia militar. O policial ainda avisava os bandidos da posição das cinzinhas, que são as viaturas.

Bandido: “Tem como você ver as grandonas lá, as cinzinhas lá estão andando na rua hoje aqui, aqui pela região?”

Policial: “Estou vendo aqui agora não tem das grandes, vamos ver se mais tarde aparece, mas não tem nenhuma na área das grandes não.”

O outro policial preso é o soldado Fernando Soares dos Santos. Segundo as investigações ele era o parceiro do PM Willian e dirigia a viatura. A corregedoria descobriu que em todos os contatos entre o cabo Willian Gabia e os ladrões, Fernando Soares estava junto.

O SP2 não conseguiu contato com a defesa dos policiais presos. 

Fonte: G 1

No Diário Oficial do MP-AM, comandante da PM é chamado de ‘Coronel Pau Mole’

Citação é em portaria sobre investigação que envolve falta de viaturas no município de Japurá

MANAUS – O comandante da Polícia Militar do Amazonas, coronel David Brandão, é chamado de ‘Coronel Pau Mole’ na Portaria nº 002/2018 do MP-AM (Ministério Público do Amazonas), publicada no Diário Oficial Eletrônico da instituição dessa segunda-feira, 4, na página 6, que instaura inquérito civil para apurar a causa da falta de viaturas para patrulhamento das ruas do município de Japurá (a 742 quilômetros) de Manaus.

O ATUAL registrou em cartório cópia da publicação, que foi autenticada como verdadeira a partir de comparação com a original no site do MP-AM, na tarde desta terça-feira, 5.

Entre as providências solicitadas no processo de investigação, a portaria está assim redigida no item 2: “Expedição de ofício ao Exmo. Sr. Comandante-Geral de Polícia Militar do Estado do Amazonas, Coronel Pau Mole, por meio do Procurador-Geral de Justiça, para TOMAR CONHECIMENTO da instauração do presente Inquérito Civil e, caso deseje, PRESTAR INFORMAÇÕES e encaminhar documentos que julgar necessários ao esclarecimento dos fatos no prazo de 10 (dez) dias, dada a urgência e gravidade dos fatos apurados, bem como solicitando a imediata alocação de uma viatura para realizar os trabalhos de patrulhamento da polícia militar na cidade de Japurá/AM”.

O inquérito pretende apurar as razões do patrulhamento na cidade ser apenas com motocicletas. Conforme o MP, um veículo do conselho tutelar é utilizado para transportar presos ou motos particulares com uma carrocinha acoplada.

Na portaria, o MP considera que a situação prejudica a segurança pública no município e leva em consideração também que Japurá está localizado na região de fronteira com a Colômbia, distante de qualquer centro urbano desenvolvido, e à margem do Rio Japurá, que atualmente se transformou em uma das principais rotas de entrada de entorpecentes oriundos do país vizinho, de modo que a ausência de instrumentos para a realização do trabalho ostensivo pela polícia militar contribui para o aumento da criminalidade, sobretudo do tráfico de drogas e dos demais crimes a ele relacionados.

O comandante-geral da Polícia Militar, Coronel David Brandão, informa que está estudando todas as medidas judiciais cabíveis a serem adotadas, tanto no campo pessoal quanto institucional.

O ATUAL solicitou explicação do MP-AM, mas até a publicação da matéria a instituição não havia se manifestado.

A matéria foi publicada às 16h50. As 18h25, a assessoria do MP-AM enviou a seguinte nota:

Nota de Esclarecimento

A Procuradoria-Geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Amazonas informa que a portaria N° 002/2018, publicada no Diário Oficial Eletrônico da Instituição (Dompe) no último dia 04 de junho, foi digitada com erro grosseiro e ofensivo quando se refere ao Comandante da Polícia Militar do Amazonas, Coronel David Brandão.

É importante esclarecer que as publicações referentes a procedimentos ou atos das Promotorias de Justiça do interior do Estado publicadas no Dompe são enviadas para a Procuradoria-Geral já com o conteúdo editado para publicação.

Assim que o erro foi identificado, a Procuradoria-Geral corrigiu a publicação e determinou a apuração do fato, a fim de que tamanha falha seja devidamente responsabilizada.

O Ministério Público do Estado do Amazonas sempre cultivou uma relação harmoniosa com a Polícia Militar do Estado e tem o maior respeito pelo trabalho e conduta ilibada do Coronel David Brandão, que, inclusive, foi Chefe da Assessoria Militar deste órgão ministerial, desempenhando a função por vários anos de forma competente e honrosa.

Manaus, 05 de junho de 2018
Procuradoria-Geral de Justiça

Confira na íntegra a portaria do MP no Diário Oficial Eletrônico a partir da página 6 autenticada em cartório.

np070620181

np06072018

Fonte: amazonasatua

Operação com 125 policiais prende 20 suspeitos de integrar Máfia do Cigarro

Batizada como Oiketicus, a ação ocorreu nesta quarta-feira (16) em 16 cidades de Mato Grosso do Sul

np2705Operação desencadeada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) e Corregedoria da Polícia Militar prendeu 20 suspeitos de facilitar o contrabando de cigarro no Estado. Batizada como Oiketicus (nome científico do insento apelidado de bicho-cigarreiro), a ação ocorreu nesta quarta-feira em 16 cidades de Mato Grosso do Sul e envolveu 125 policiais militares, além de nove promotores.

Segundo divulgou o Ministério Público do Estado, apenas um dos 20 mandados de prisão preventiva não foi cumprido. Nenhum dos presos teve o nome divulgado, porém o Campo Grande News apurou que um deles é o policial militar Alisson Almeida, que em março deste ano se envolveu em confusão com policiais rodoviários federais em Dourados – a 233 quilômetros de Campo GrSegundo o Gaeco, um mandado de prisão temporária e 45 mandados de busca e apreensão foram cumpridos na ação. Dentre os policiais militares presos, estão praças e oficiais. Segundo MPE, eles atuam na facilitação do contrabando de cigarros.

Os mandados tiveram como alvo as residências e locais de trabalhos de todos os investigados, distribuídos nos municípios de Campo Grande, Dourados, Jardim, Bela Vista, Bonito, Naviraí, Maracajú, Três Lagoas, Brasilândia, Mundo Novo, Nova Andradina, Japorã, Guia Lopes, Ponta Porã, Corumbá e no Distrito de Boqueirão, em Jardim.

Após os depoimentos e exame de corpo de delito, todos serão encaminhados ao presídio militar de Campo Grande. 

“Oiketicus” faz alusão às lagartas desta espécie que constroem uma estrutura com seda e fragmentos vegetais, com o formato semelhante a um “cigarro” alongado, e serve para a sua proteção. Popularmente, elas são chamadas de bicho-cigarreiro.

Sequestro e propina – Episódio descoberto no dia 1º de dezembro do ano passado, envolvendo a cobrança de R$ 150 mil para liberar carga de cigarro contrabandeado avaliada em R$ 1 milhão, colocou sete militares do 10º Batalhão da PM de Campo Grande na mira da Corregedoria, que também está à frente da operação de hoje. O Campo Grande News foi o primeiro a divulgar o ocorrido.

Em 22 de dezembro, o juiz da Auditoria Militar, Alexandre Antunes, recebeu a denúncia do Ministério Público contra o terceiro sargento Alex Duarte de Aguir, de 38 anos, os cabos Rafael Marques da Costa, de 28 anos, Eduardo Torres de Arruda, 37 anos, João Nilson Cavanha Vilalba, 40 anos, Felipe Fernandes Alves, 31 anos, e os soldados Lucas da Silva Moraes, 28 anos, e Walgnei Pereira Garcia, de 34 anos.

Baseada na investigação da Corregedoria, feita com apoio do Gaeco, ainda segundo apurou o Campo Grande News, a denúncia da promotora Renata Ruth Fernandes Goya Marinho indica que os policiais usaram uma viatura da corporação para sequestrar o motorista de um caminhão-baú carregado de cigarros vindo do Paraguai, por volta das 9h do dia 1º de dezembro.

O motorista ficou em poder dos policiais até 19h40 daquele dia quando foi armado um flagrante, com a colaboração de um homem chamado Fábio Garcete, que já foi preso por contrabando de cigarros e denunciou a cobrança para liberar a carga.

Em abril deste ano, a Operação Homônimo, da PF (Polícia Federal) de Sorocaba e com mandados em Mato Grosso do Sul, prendeu Ednaldo Sebastião da Silva, apontado como um dos chefes de quadrilha de cigarreiros que atuam no Estado e em outras localidades.

Negócio milionário – Segundo a Receita Federal, o contrabando de cigarros corresponde a cerca de 75% de todo o valor apreendido ano passado no Estado.

Nas unidades da Receita Federal que atuam na fronteira de MS com o Paraguai, o volume apreendido vale cerca de R$ 367 milhões. Segundo o delegado Marcelo Rodrigues, auditor fiscal em Ponta Porã , o montante ainda está subestimado devido a problemas internos do órgão que dificultaram o registro das operações. O valor pode ultrapassar R$ 400 milhões.

Fonte: campograndenews

 

Mais artigos...

Impakto nas Redes Sociais

                                   

 

blogimpakto.        sicride      CONTASABERTAS       horasc    acervo        kennya6    ricardo    EAD  codigoeticajor    jornalismoinvestigativo

Desenvolvido por: ClauBarros Web