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Polícia Federal prende irmã, 5 filhos e braço-direito de Fernandinho Beira-Mar

Investigação de mais de um ano mostra que, mesmo em um presídio federal em Rondônia, traficante diversificou negócios. Operação 'Epístolas' é realizada em 5 estados e no DF.

beiramarOs cinco filhos de Beira-Mar presos são: Taiuã Vinícius da Costa, Thuany Moraes da Costa, Luan Medeiros da Costa, Felipe Alexandre da Costa e Marcelo da Costa.

A mulher do traficante, Jacqueline Alcântara de Moraes, já estava presa no Mato Grosso do Sul e vai ser levada para Porto Velho ainda nesta quarta.

Felipe da Costa Lira, braço-direito de Beira-Mar, foi detido no Ceará, segundo a PF. Até a última atualização da reportagem, não havia um balanço oficial do número de presos.

Transferência

Beira-Mar era ouvido, por volta das 11h, pela Polícia Federal dentro do presídio em Rondônia. À tarde, ele será levado para Brasília, onde ficará na sede da PF até ser definida a transferência para outro presídio federal, ainda não definida. Os presos na operação também prestam depoimento.

Após um ano e meio de investigações, a PF descobriu que Beira-Mar, preso na Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia, diversificou os negócios: os lucros agora vão além do tráfico de drogas. O criminoso controla máquinas de caça-níquel, venda de botijões de gás, cesta básica, mototáxi, venda de cigarros e até o abastecimento de água.

As principais áreas de atuação de Fernandinho Beira-mar são três comunidades de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense: favela Beira-Mar, Parque das Missões e Parque Boavista.

Os policiais cumprem 35 mandados de prisão, sendo 22 prisões preventivas e 13 temporárias, além de 27 de condução coercitiva e 86 de busca e apreensão nos estados do Rio, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Ceará e no Distrito Federal.

Ordens por bilhetes

Segundo os investigadores, na denúncia que deu origem à investigação, foi descoberto que há uma grande quadrilha liderada pelo traficante que, mesmo preso no presídio Federal de Porto Velho, coordena o grupo por meio de mensagens escritas em papel. Por conta dos bilhetes, a operação desta quarta-feira foi batizada de "Epístolas".

Desde 2006, Fernandinho Beira-Mar está preso em uma penitenciária federal. Em 2007, a Polícia Federal investigou o criminoso e descobriu que, apesar da vigilância, ele manteve o controle do fornecimento de drogas – maconha e cocaína – para favelas do Rio. A investigação da PF, na ocasião, levou 19 pessoas à prisão.

A operação Fênix, como foi chamada, descobriu que Beira-Mar escolheu a mulher, Jacqueline Alcântara de Morais, para sucedê-lo no comando da quadrilha. Todos os presos foram condenados pela Justiça Federal do Paraná.

Pena de mais de 300 anos

Em condenações, o traficante acumula penas que somam quase 320 anos de prisão em crimes como tráfico de drogas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e homicídios.

Em 2015, o criminoso foi condenado a 120 anos de prisão apontado como responsável liderar uma guerra de facções, em 2002, dentro do presídio de segurança máxima Bangu 1, no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, quando quatro rivais foram assassinados. Beira-Mar tem 15 condenações.

*Colaborou G1 Rondônia

Fonte: http://g1.globo.com/

Ação policial conjunta soluciona sequestro de empresário no Paraná

sequestroO sequestro de um empresário de União da Vitória, região sul do Estado, foi solucionado no último fim de semana graças ao trabalho conjunto de órgãos das forças de segurança do Paraná. A vítima foi encontrada no Litoral e um casal de sequestradores já está preso.

O crime começou na sexta-feira (12), quando o empresário saiu de casa para realizar entregas e não retornou. Preocupados, familiares registraram boletim de ocorrência na Subdivisão da Polícia Civil em União da Vitória. Na sequência, a família identificou saques na conta do empresário, realizados na cidade de Paranaguá, e comunicou a polícias Civil e Militar, uma vez que não havia a intenção da vítima se dirigir ao Litoral paranaense.

Policiais Civis da cidade de Ipanema se encaminharam até a agência usada para os saques e constataram que as retiradas não foram efetuadas pelo empresário, reforçando a suspeita de sequestro.

O patrulhamento na região foi, então, intensificado até a Polícia Militar localizar e abordar o veículo da vítima, que estava sendo usado por um casal. Na delegacia de Ipanema, os suspeitos confessaram que o carro era roubado, e ambos admitiram que o empresário estava sendo mantido em cárcere privado, enquanto realizavam saques de sua conta bancária. Mas eles, contudo, se recusaram a revelar onde era o cativeiro.

Diante de tal informação, o Tigre (Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial), unidade especializada em sequestro, foi acionado e, com o apoio das Polícias Civil e Militar de União da Vitória e Pontal do Paraná, passou a diligenciar para encontrar o local em que o empresário era mantido. 

Apurou-se que o cativeiro seria no balneário de Shangrilá. Viaturas policiais do Grupo Tigre e da PM local se dirigiram para lá, o que foi fundamental, segundo explicou a vítima posteriormente.

“O empresário contou que os sequestradores ficaram assustados com o intenso patrulhamento no local e resolveram soltá-lo e fugir. A vítima foi encontrada às margens da rodovia que corta Shangrilá, um pouco desorientada, mas sem lesões”, explicou o delegado adjunto do Tigre, Cristiano Quintas.

“As investigações continuam no intuito de qualificar e prender os demais integrantes da quadrilha, que provavelmente atuam em Guarapuava e região. Eles são suspeitos de um homicídio ocorrido em Guarapuava”, completou Quintas.

Fonte: http://www.bemparana.com.br

Policiais civis são presos suspeitos de fraudar concursos públicos no Piauí

Ao todo, 23 mandados de prisão são cumpridos no Piauí, Ceará e Pernambuco pelo Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco).

fraude concursoO Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco) deflagrou nesta terça-feira (9) a Operação Infiltrados para desarticular uma quadrilha formada por policiais civis suspeita de fraudar concursos públicos. Segundo o delegado Willame Moraes, 23 de prisões preventivas, temporárias e conduções coercitivas, além de 28 mandados de busca e apreensão, são cumpridos em cidades do Piauí, Ceará e Pernambuco.

"Dos 23 mandados de prisão, 13 são contra policiais civis que estavam em exercício e foram aprovados no concurso de 2012 no Piauí. Já os demais presos são suspeitos de ajudar a quadrilha na fraude, entre eles um acadêmico de medicina. Esta operação é um desdobramento de outra ação realizada ano passado, na qual prendemos pessoas tentando fraudar o concurso público do Tribunal de Justiça", informou.

Conforme o delegado, os mandados cumpridos no Piauí acontecem em Teresina, Campo Maior, Pedro II e São Raimundo Nonato. Outros ocorrem em Fortaleza, no Ceará, e em Araripina, Pernambuco. Os presos foram encaminhados para a Academia de Polícia Civil do Estado do Piauí (Acadepol).

Para o delegado geral da Polícia Civil do Piauí, Riedel Batista, as informações prestadas pelo Núcleo de Concurso e Promoções de Eventos (Nucepe), responsável pelos certames, foram fundamentais para a investigação. A polícia também contou com atuações da Central de Inquéritos de Teresina e do Ministério Público do Estado do Piauí.

Participam da operação cerca de 100 policiais do Greco, Corregedoria de Polícia Civil, Diretoria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública, Gerência de Polícia do Interior, Metropolitana e Especializada, Unidades de Polícia Civil da Capital e do Interior, além da Delegacia de Roubos e Furtos da Polícia Civil do Ceará e da 24ª Delegacia Seccional de Araripina, em Pernambuco.

 Fraude concurso do TJ
No dia do concurso, em março de 2016, cinco candidatos foram detidos após serem flagrados com aparelhos celulares, documentos falsos, mas liberados após prestarem esclarecimentos. Diante do fato, a Polícia Civil deflagrou uma operação para cumprir 37 mandados de prisão contra integrantes da quadrilha suspeita de fraudar outros concursos públicos no Piauí.

No total, 21 pessoas foram indiciadas pela fraude no concurso do Tribunal de Justiça do Piauí. Segundo o delegado Geral Riedel Batista, vários inquéritos foram abertos para apurar as fraudes nos concursos do Piauí, Maranhão e Ceará.

Fonte: G1

‘Amigas do crime’ são presas no estacionamento de mercado; durante abordagem, ‘clientes’ não paravam de ligar

amigasdocrimeSueley Lemos de Souza, 26 anos, e Patrícia do Rocio Carvalho, 27 anos, envolvidas em um esquema de fabricação, venda e distribuição de placas de veículos adulteradas – as quais seriam utilizadas em veículos roubados – foram presas em flagrante na tarde de quarta-feira (3), pela equipe de inteligência do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope). A prisão aconteceu em um supermercado, situado no bairro Pinheirinho. Um veículo, placas e diversos materiais para a fabricação dos produtos foram apreendidos na ação.

A equipe descobriu que as mulheres entregariam um jogo de placas no estacionamento do supermercado. Diante do fato, deslocaram-se até o local e ficaram observando a movimentação por algumas horas, momento em que avistaram um Jetta prata em atitude suspeita. Quando checaram a placa do veículo no sistema, constataram que o carro estava em nome de um homem, preso pela Delegacia de Furtos e Roubos de Cargas (DFRC) há poucos dias.

Após a constatação, os policiais imediatamente abordaram o veículo, conduzido por Patrícia, com Sueley de passageira. O proprietário do Jetta era comparsa das mulheres. Dentro do carro, a equipe localizou um jogo de placas “frias” fabricado pela dupla, que seria entregue a uma terceira pessoa – ainda não identificada – para serem colocadas em um caminhão. Tanto as placas quanto o veículo foram apreendidos durante a abordagem.

Em continuidade as diligências, os policiais deslocaram-se até a residência de Patrícia, localizada também no bairro Pinheirinho, onde encontraram 26 placas frias, além de um contrato referente a um imóvel alugado no bairro Capão Raso. “O contrato estava escondido em um móvel da casa, isso chamou a atenção dos policiais, de modo que nos dirigimos até o endereço referido e nos deparamos com uma fábrica de placas clandestinas”, conta o delegado titular do Cope, Rodrigo Brown.

No apartamento, onde funcionava a fábrica clandestina, foram apreendidas três prensas, mais de 400 placas virgens, 75 placas em branco, formas, 750 matrizes alfanuméricas para placas de carros e motocicletas, 400 tarjetas de diversas cidades, tintas, rebites, dois notebooks, celulares e maos de R$7 mil em dinheiro.

Brown revela que, durante a ação policial, o celular de Patrícia não parava de tocar com encomendas de placas “frias” para veículos roubados e furtados. “Isso evidenciou a intensa participação da suspeita no suporte a ladrões de veículos automotores do Estado”, ressalta o delegado.

No decorrer das diligências, a equipe constatou que a dupla vendia, em média, dez placas por dia, por R$400 cada, ou seja, obtendo um lucro de aproximadamente R$4 mil em um único dia. Patrícia já tinha antecedentes criminais por receptação de veículo, furto de placas e também por repassar notas falsas. “A equipe acredita que as suspeitas mantinham a fábrica clandestina há mais de um ano. As investigações continuam com o intuito de identificar demais pessoas envolvidas com o crime, ou seja, pessoas que adquiriam esses produtos,  que roubaram e furtavam veículos, bem como quem fornecia materiais para a fabricação das placas.

As mulheres foram autuadas em flagrante por adulteração de sinal de veículo automotor e formação de quadrilha. Ambas estão presas no Setor de Carceragem Temporária (Secat) do Cope, onde aguardam à disposição da Justiça.

Fonte: http://www.bandab.com.br

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