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Biomédico que estuprou 5 crianças é condenado a 19 anos de prisão

1 O biomédico Pedro Alves Cabral, 67 anos, foi condenado a 19 anos, 5 meses e 10 dias de prisão pelo estupro de cinco crianças, em Itiquira (357 km de Cuiabá). Além da prisão, ele ainda deverá pagar indenização de R$ 10 mil a cada uma das cinco vítimas e perder o cargo público de biomédico da Prefeitura Municipal de Itiquira. A decisão é do dia 18 de agosto.

Na denúncia, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) acusou Pedro Alves de, valendo-se do cargo e abusando da confiança que famílias humildes depositavam no réu, se aproveitar de momentos de distração para praticar violência sexual contra as vítimas, tocando na genitália das crianças.

As vítimas tinham entre quatro a nove anos. O pedófilo visitava as famílias se dava sob o pretexto de medir a pressão arterial ou entregar remédio a pessoas idosas.

A condenação atende ao que foi requerido pelo MPMT na fase de alegações finais do processo. A 1ª Promotoria de Justiça de Itiquira denunciou Pedro em março deste ano, logo após requerer a prisão preventiva dele.

Segundo a denúncia, ele praticou “atos libidinosos a fim de satisfazer a própria lascívia” com cinco crianças de quatro a nove anos de idade. De acordo com a sentença, a materialidade dos crimes está comprovada, bem como a autoria.

“Do conjunto probatório dos autos, tem-se que as declarações obtidas nos depoimentos especiais das vítimas e das testemunhas tornam incontroversa a materialidade e a autoria delitivas, não havendo espaço para a tese da autodefesa (absolvição por ausência de autoria), porque genérica e desacompanhada de outras provas, tampouco da defesa técnica (absolvição do acusado por falta de provas). Há que se destacar que os relatos das vítimas, em ambas as fases do inquérito e processual, são congruentes, harmônicos e revelam sempre a mesma dinâmica dos fatos”, consta na decisão da juíza Fernanda Mayumi Kobayashi.

Conforme o promotor de Justiça Claudio Angelo Correa Gonzaga, responsável pelo caso, depois da repercussão na cidade dos fatos noticiados nos autos, em razão da prisão do réu, outras cinco novas vítimas foram identificadas, todas relacionadas ao mesmo delito em apuração, o que será objeto de uma segunda ação penal.

Fonte: https://www.reportermt.com/policia/biomedico-que-estuprou-5-criancas-e-condenado-a-19-anos-de-prisao/195045

Justiça havia mandado internar ex-PM em hospital psiquiátrico

 Servidores do Judiciário tentaram dar cumprimento a uma ordem de internação contra o ex-policial militar Almir Monteiro dos Reis, de 49 anos, no último dia 29 de junho.

Por decisão judicial, ele deveria ser internado no Centro Integrado de Assistência Psicossocial, conhecido como Adauto Botelho, mas não havia vagas.

Almir é o principal suspeito de espancar e asfixiar até a morte a advogada Cristiane Castrillon, de 48 anos, na madrugada de domingo (13), em Cuiabá. O corpo foi encontro dentro de seu carro, no Parque das Águas. Almir foi preso em seguida.

O ex-PM deveria cumprir pena de um ano de internação no hospital psquiátrico. Ocorre que, no momento do cumprimento da decisão, a unidade médica alegou não haver vaga para o ex-PM na ocasião. 

A ação de execução penal contra Almir não detalha sobre qual crime ele deveria cumprir a pena de internação. À Justiça de Mato Grosso, o ex-PM alegou ter esquizofrenia. 

A decisão juiz Leonardo de Campos Pitaluga, da Segunda Vara Criminal de Cuiabá, revelou ainda que os diretores das unidades prisionais de Mato Grosso também negaram recebê-lo. 

Deste modo, o magistrado determinou o tratamento ambulatorial do ex-PM no Centro de Assistência Psicossocial (Caps).

“A fim de resguardar a integridade física do paciente, ante a inércia e descaso das autoridades estatais que negaram sua entrada ao Adauto Botelho, mesmo com determinação judicial, não resta outra alternativa a este Juízo senão, PROVISORIAMENTE, converter a medida de segurança para ambulatorial, pelo prazo de três meses, mediante o cumprimento das seguintes condições”, consta em decisão.

Pitaluga impôs como condições que Almir comparecesse uma vez ao mês no Caps e se submetesse ao tratamento que a instituição sugerir.

Havia ainda como restrições a de que o ex-PM não poderia sair de Cuiabá e Várzea Grande sem autorização judicial; não frequentar locais inapropriados como casas de prostituição e boca de fumo; não portar armas brancas, tampouco as de fogo; e não ingerir bebida alcoólica.  

Crime bárbaro

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prendeu em flagrante o ex-PM no domingo, dentro da casa dele, no Bairro Santa Amália. 

Segundo a Polícia Civil, Cristiane tinha várias lesões aparentes por espancamento e foi morta por asfixia. Almir e a vítima haviam se conhecido no dia do crime e ele foi autuado por feminicídio.

“Foi um crime bárbaro que ficou caracterizado pelo feminicídio praticado em razão do gênero da vítima, sendo a vítima espancada e asfixiada até a morte pelo fato de ser mulher”, explicou o delegado Marcel de Oliveira, que atua no caso.

Fonte: https://www.midianews.com.br/judiciario/justica-havia-mandado-internar-ex-pm-em-hospital-psiquiatrico/451091

Justiça mantém prisão de engenheiro que cavou túnel para detentos na PCE

3 O juiz da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Jean Garcia Freitas Bezerra, manteve a prisão do engenheiro civil Anderson Ramos da Cruz, por participar da escavação de um túnel para facilitar a fuga de detentos da PCE (Penitenciária Central do Estado). Também seguirão presos Felipe Michael Passos Correlo e Oziel Jorge Nascimento. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (7) no Diário da Justiça.

Por outro lado, a presidente da Associação de Amigos e Parentes de Presos de Rondonópolis (225 km de Cuiabá), Luiza Vieira da Costa, teve a prisão domiciliar revogada e deverá cumprir apenas as medidas cautelares de proibição de manter qualquer contato com os demais réus e permanecer recolhida a noite no período das 22h às 05h.

A audiência de instrução e julgamento, na qual as partes produzem as provas de acusação e defesa e são colhidos os depoimentos, já foi encerrada, o que motivou a defesa dos réus a pedir revogação da prisão preventiva. No entanto, o magistrado entendeu que pela gravidade da conduta, é necessário preservar a garantia da ordem pública.

O buraco começou a ser escavado em setembro do ano passado, em uma casa, no Bairro Jardim Industriário, em Cuiabá. O objetivo era chegar até a PCE para libertar presos perigosos e chefes de organizações criminosas.

O túnel tinha cerca de 2 metros de profundidade e 30 metros de extensão. Entre a casa e o presídio há uma distância de aproximadamente 260 metros.

O esquema criminoso foi desmantelado na Operação Armadillo, deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) no dia 25 de janeiro deste ano.

No total foram expedidos 21 mandados, sendo 8 de prisão, 12 de busca e apreensão e 1 de sequestro de imóvel, que foi a casa onde foi usada para iniciar o túnel. Três pessoas ainda estavam foragidas. Foram expedidos 21 mandados, sendo 8 de prisão, 12 de busca e apreensão e 1 de sequestro de imóvel, que foi a casa onde foi usada para iniciar o túnel.

Fonte: https://www.reportermt.com/geral/justica-mantem-prisao-de-engenheiro-que-cavou-tunel-para-detentos-na-pce/194357

Dois policiais militares são denunciados por tortura contra civis em São José dos Pinhais

 Dois policiais militares foram denunciados pelo Grupo Especial de Atuação e Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, por tortura praticada contra civis.

A denúncia foi recebida nesta sexta-feira (04), pelo Juízo da Vara da Auditoria da Justiça Militar.

O caso aconteceu no ano passado em São José dos Pinhais, o promotor de justiça Emiliano Antunes Motta Waltrick explica que as vítimas, dois homens, foram agredidas física e psicologicamente supostamente para que revelassem aos PMs a localização de um depósito de drogas.

 Gaeco aponta dois fatos que caracterizam o crime de tortura, que é passível de pena de reclusão por até 8 anos, além da perda do cargo público.

As torturas foram constatadas em laudos técnicos, sendo identificadas as práticas de estrangulamento e sufocamento, até o quase desmaio, com uso de objetos como sacos plásticos e, em uma das situações, a meia de uma das vítimas.

De acordo com o Ministério Público, pessoas podem denúncias casos de abuso de autoridade.

O coordenador do Núcleo da Cidadania e Direitos Humanos da Defensoria Pública do Paraná, Antonio Vitor Barbosa de Almeida, destaca que o Paraná é o estado do sul com a maior incidência de casos como esse.

Ele defende algumas medidas de fiscalização dos trabalhos dos policiais, além de promover debate qualificado sobre esse assunto.

No caso de abuso de autoridade a população pode denunciar.

Durante o ano de 2022, foram registradas no Paraná 488 mortes ocasionadas a partir de confrontos com policiais. O balanço é do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Fonte: https://cbncuritiba.com.br/materias/dois-policias-miliares-sao-denunciados-por-tortura-contra-civis-em-sao-jose-dos-pinhais/

Número de mortes em ações policiais no Guarujá sobe para 12, diz SSP

Imagem colorida mostra homem de blusa cinza observando viatura da Rota ao fundo estacionada em um corredor de hospital - Metrópoles A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) informou, nesta terça-feira (1º/8), que 12 pessoas morreram durante ações policiais no Guarujá, no litoral do estado, desde a última quinta-feira (27/7), quando o soldado da Polícia Militar Patrick Bastos Reis foi morto durante patrulhamento em uma comunidade da cidade.

Segundo a pasta, as vítimas foram baleadas após entrarem em confronto com policiais. O comunicado fala ainda em 32 suspeitos presos.

Um homem observa uma viatura do Polícia Militar com profissional da saúde apoiado sobre maca - Metrópoles pm morto ferido guaruja

Policial da Rota é morto em Guarujá Reprodução

PM da Rota Patrick Bastos Reis fardado, com boina da PM. Ele morreu durante patrullhamento no Guarujá policial1

PM da Rota Patrick Bastos Reis baleado e morto durante patrulhamento no Guarujá Divulgação/Polícia Militar

Publicação no Instagram com foto em preto e branco de policial da Rota com a palavra nota pm morte policial guaruja

PM declara luto pela morte de Patrick Bastos Reis, policial da Rota morto no Guarujá

Imagem mostra homem branco, com boina preta e uniforme militar - Metrópoles Patrick Bastos Reis

PM da Rota Patrick Bastos Reis baleado e morto durante patrulhamento no Guarujá Divulgação/Polícia Militar

Imagem colorida mostra homem de blusa cinza observando viatura da Rota ao fundo estacionada em um corredor de hospital - Metrópoles atendimento pm morto guaruja

Policiais da Rota baleados no Guarujá foram socorridos no Pronto Atendimento Municipal da Rodoviária Reprodução

Um homem observa uma viatura do Polícia Militar com profissional da saúde apoiado sobre maca - Metrópoles pm morto ferido guaruja

Policial da Rota é morto em Guarujá Reprodução

PM da Rota Patrick Bastos Reis fardado, com boina da PM. Ele morreu durante patrullhamento no Guarujá policial1

PM da Rota Patrick Bastos Reis baleado e morto durante patrulhamento no Guarujá Divulgação/Polícia Militar

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“A Operação Escudo para repressão ao tráfico de drogas e ao crime organizado segue em curso na Baixada Santista. 32 suspeitos já foram presos e 20,3 quilos de drogas e 11 armas apreendidas. Doze suspeitos morreram ao entrarem em confronto com as forças de segurança desde o início da operação. Por determinação da SSP, todos os casos são investigados pela Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC) de Santos e pela Polícia Militar por meio de Inquérito Policial Militar (IPM)”, diz a Secretaria de Segurança Pública em nota.

Até essa segunda-feira (31/7), a pasta falava em dez mortos. A Ouvidoria das Polícias afirma que o número pode chegar a pelo menos 19.

Governo nega excessos

Em entrevista coletiva realizada nessa segunda-feira (31/7), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, negou que tenha havido excesso por parte dos policiais militares durante as ações. Tarcísio tratou como “narrativa” a denúncia da Ouvidoria de que teria havido um caso de tortura.

“Cada ocorrência é investigada. Não há ocorrência que não seja investigada. Agora, não podemos permitir que a população seja usada e não podemos sucumbir a narrativas. A gente está enfrentando o tráfico de drogas. A gente está enfrentando o crime organizado, e a gente tem de ter consciência disso”, afirmou.

“Nós tivemos 10 prisões. Aqueles que resolveram se entregar foram presos e apresentados à Justiça. O atirador do disparo foi preso, entregue à Justiça, como tem de ser. A gente não quer de maneira nenhuma o confronto”, continuou o governador.

Em vídeo que circula nas redes sociais, é possível ver dois policiais militares saindo de uma viatura em uma rua de uma comunidade do Guarujá e avançando sobre um carro preto (veja abaixo). Os policiais gritam e ameaçam os dois ocupantes do veículo. Os homens são agredidos com chutes e golpes de cassetete. A gravação é feita por moradores que observam tudo a distância.

7 mortes com 40 tiros

Em pouco mais de 42 horas, a Polícia Militar (PM) realizou ao menos 40 disparos que resultaram em sete mortes no Guarujá, no litoral paulista, após o assassinato do soldado Patrick Bastos Reis, de 30 anos, que integrava a Rota (Rondas Ostensivas Tobias Aguiar).

O Metrópoles teve acesso ao histórico de sete mortes. Segundo os registros da Polícia Civil, policiais da Rota deram ao menos 22 tiros de fuzil e 18 de pistola em supostas trocas de tiros com suspeitos durante a Operação Escudo, deflagrada após a morte do soldado Reis.

“Sniper do tráfico”

Erickson David da Silva, de 28 anos, o “sniper do tráfico”, apontado como autor do disparo que matou o soldado da Rota, atuava como “vigia” de um ponto de comércio de drogas no momento do crime, de acordo com a Polícia Civil. Ele, que também é conhecido como Deivinho, foi preso na noite de domingo (30/7) após se entregar à polícia em uma delegacia da zona sul da capital.

Segundo a polícia, antes de atirar no soldado, Erickson teria sido avisado sobre a chegada à comunidade de uma viatura da Polícia Militar. Além dele, dois suspeitos atuavam na “biqueira” (ponto de venda de drogas). A identificação do grupo foi feita a partir de um trabalho de investigação da Seccional de Santos e do Departamento de Investigações Criminais (Deic) da cidade.

Marco Antônio, conhecido como “Mazzaropi”, era responsável por entregar a droga aos compradores. Ele também já foi preso pela polícia. Deivinho exercia o papel conhecido no tráfico como “contenção”. Ficava armado em um lugar alto e era responsável por vigiar a “biqueira”.

Um terceiro suspeito, que ainda é procurado pela polícia, atuava na função de “água”. O homem, identificado como Kauã Jazon da Silva, 19 anos, ficava com um rádio em um outro local anunciando a chegada da polícia. Ele é irmão de Deivinho, o “sniper do tráfico”.

foto colorida de rosto de Kauã Jazon da Silva, com parte de uma camiseta escura à mostra kaua3-

Kauã Jazon da Silva, 19 anos, suspeito de envolvimento na morte de PM da Rota no Guarujá Reprodução

Foto colorida de Kauã Jazon da Silva em local aberto, com árvores ao fundo, fazendo kaua2-

Kauã Jazon da Silva, 19 anos, suspeito de envolvimento na morte de PM da Rota no Guarujá Reprodução

Foto colorida de Kauã Jazon da Silva, de camiseta azul e amarela, boné azul e cordão dourado no pescoço kaua1-

Kauã Jazon da Silva, 18 anos, é procurado por envolvimento na morte de soldado da Rota no Guarujá Divulgação/Polícia Civil

foto colorida de rosto de Kauã Jazon da Silva, com parte de uma camiseta escura à mostra kaua3-

Kauã Jazon da Silva, 19 anos, suspeito de envolvimento na morte de PM da Rota no Guarujá Reprodução

Foto colorida de Kauã Jazon da Silva em local aberto, com árvores ao fundo, fazendo kaua2-

Kauã Jazon da Silva, 19 anos, suspeito de envolvimento na morte de PM da Rota no Guarujá Reprodução

Fonte: https://www.metropoles.com/sao-paulo/numero-de-mortes-em-acoes-policiais-no-guaruja-sobe-para-12-diz-ssp

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