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Operação Hermes da Polícia Militar intensifica o policiamento em Curitiba (PR) e emprega novas viaturas adquiridas pelo Governo do Estado

hermesA Capital do estado, principalmente a região central, está recebendouma intensificação no policiamento por meio da Operação Hermes da Polícia Militar do Paraná desde às 15 horas desta terça-feira (11/07) com o intuito de coibir diversos crimes como furtos, roubos, danos ao patrimônio, tráfico de drogas, dentre outros, focando na região comercial. Participam da ação equipes pertencentes ao 1º Comando Regional da PM (1º CRPM) e as unidades especializadas da PM com as novas viaturas disponibilizadas pelo Governo do Estado. Os policiais fazem abordagens, bloqueios e pontos fixos em locais pré-determinados.

Queremos intensificar o policiamento com a ajuda das novas viaturas recebidas do Governo do Estado. A mobilidade que uma viatura traz é importantíssima para que possamos dar um atendimento mais rápido as demandas da população. Recebemos algumas reclamações de comerciantes da área central com relação a falta de sensação de segurança e com esta operação buscamos intensificar as ações com diversas abordagens”, ressalta o tenente-coronel Naasson Polak que é Comandante do 20º BPM.

Segundo o Chefe de Planejamento e respondendo pelo Comando do 12º BPM, major Emídio Angelotti, a intenção da operação é focar na região central da cidade a partir de um levantamento feito pelo mapa do crime. O objetivo é intensificar o policiamento, bem como apreender armas e drogas e localizar foragidos da justiça. “Verificamos os locais de maior incidência de ocorrências e deslocamos viaturas de guarnição, algumas motos e nossa equipe de inteligência”, explica.

Os policiais farão diversas abordagens e também o patrulhamento ostensivo na região de comércio de toda a capital, bem como pontos fixos em locais de maior circulação de pessoas. As equipes atuarão com base no policiamento comunitário por meio de entrevistas com funcionários e proprietários de estabelecimentos para verificar quais as necessidades de segurança pública, a fim de que a PM possa atuar nesse foco”, conta o major Angelotti.

As ações estão sendo desempenhadas pelas com as novas viaturas adquiridas pelo Governo do Estado, e entregues nesta e na semana passada, para reforçar a segurança em todo o Paraná. Participam da operação equipes da Rondas Ostensivas Tático Móvel (ROTAM), da Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (ROCAM) e os módulos móveis, além do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), do Regimento de Polícia Montada (RPMon) e do Batalhão de Operações Especiais (BOPE).

Assessoria de Imprensa da Polícia Militar
13-07-2017 Operação Hermes




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Marcia Santos
Jornalista PMPR
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Promotora é afastada do MP, acusada de assassinar o marido

procuradorgeralO procurador-geral de Justiça Gianpaolo Poggio Smanio apresentou denúncia à Justiça contra a promotora Cristiane Helena Leão Pariz, acusando-a de ser responsável pelo homicídio qualificado do marido e advogado João Marcelo Bijarta Ferraioli. Ele foi morto com um tiro na cabeça dentro do seu escritório em São Bernardo do Campo, em 11 de maio de 2015. As razões para Cristiane cometer o crime, segundo Smanio, envolvem infidelidade e ameaças.

A denúncia deverá ser apreciada pelo desembargador José Carlos Gonçalves Xavier de Aquino, que já julgava pedidos desta investigação, e foi oferecida por Smanio no dia 4 de julho. Se for aceita, a denúncia dará início a uma ação penal, com oportunidade para defesa da promotora. O Diário Oficial do Estado de terça-feira, 11, traz a publicação do afastamento dela da 100.ª Promotoria da capital.

Narra a denúncia do Ministério Público que, "agindo com manifesta intenção homicida e mediante a utilização de recurso que dificultou a defesa do ofendido", a promotora Cristiane entrou no escritório onde Ferraioli trabalhava, em São Bernardo, e atirou na cabeça do marido, levando-o à morte.

A investigação apurou que Cristiane e Ferraioli eram casados desde maio de 2014 e "sob o aspecto sexual, mantinham um relacionamento liberal", que "incluía a frequência a casas de swing e eventos em que ocorriam troca de casais". Esse aspecto da relação interessou o MP por poder ter motivado o assassinato.

Segundo o procurador-geral de Justiça, a partir de fevereiro de 2015, Ferraioli passou a revelar tendências homossexuais, "que incutiram nele um conflito psicológico, responsável por abalar a harmonia do casal". "Além disso, a descoberta por João Marcelo de que, sem o seu consentimento, a denunciada havia mantido relações sexuais com outras pessoas, potencializou a crise conjugal já instalada", escreveu Smanio.

A denúncia detalha que as discussões entre o casal se tornaram frequentes e "não raras vezes das ofensas verbais João Marcelo passava às agressões físicas", o que levou Cristiane a decidir pelo divórcio no dia 10 de maio de 2015. "Inconformado, João Marcelo passou a ameaçar Cristiane de revelar aos filhos e aos órgãos da administração superior do Ministério Público a vida "liberal" que mantinham, "até mediante a exposição de imagens produzidas durante aqueles eventos".

Para o MP, no dia 11, durante uma discussão em uma sala do escritório do advogado, Cristiane teria aproveitado o momento em que a vítima se sentou em frente a um computador para matá-lo, temerosa "de que as ameaças realmente pudessem se concretizar, comprometendo sua carreira e a boa imagem perante seus filhos".

Os investigadores entenderam que ela quis simular suicídio. "Aproveitando-se de que João Marcelo estava de costas para ela e com a atenção voltada para o computador, circunstância que dificultava qualquer possibilidade de defesa do ofendido, Cristiane apoderou-se de um revólver e partiu em direção à vítima para efetuar um disparo letal", escreveu Smanio. Uma briga corporal antecedeu os disparos. O confronto acabou com o advogado ferido no chão.

O primo da vítima, o advogado Felipe Ballarin Ferraioli, está entre as testemunhas arroladas no processo e disse não ter ficado surpreso com a denúncia. "Já aguardávamos isso e esperamos que a Justiça faça o papel dela", disse ao Estado.

De acordo com ele, a família não desconfiava da possibilidade de assassinato nos momentos que se seguiram à morte, percepção que foi alterada de acordo com o andamento das investigações. A reportagem não conseguiu contatar a promotora Cristiane nesta quarta-feira à tarde. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: massaNEWS.

Prisão de policiais suspeitos de acobertar bingos em São Paulo é “só 1ª etapa”, diz procurador

prisaosusO subprocurador-geral de Justiça de São Paulo Mario Luiz Sarrubo informou na quarta-feira (5) que a prisão de policiais civis e militares por suspeita de envolvimento em jogos de azar é “só uma primeira etapa” da operação do Ministério Público Estadual (MPE) em parceria com as corregedorias. O subprocurador não informou quais serão as próximas etapas.

As corregedorias das polícias Civil e Militar de São Paulo e o MPE realizaram na manhã da quarta-feira uma operação para prender policiais suspeitos de corrupção. De acordo com as investigações, agentes recebiam propina para acobertar o funcionamento de bingos e de outras casas de jogos ilegais, que contam com máquinas caça-níqueis, na capital paulista.

Segundo informações, foram 22 prisões, incluindo 8 policiais militares e quatro civis. Os outros 10 presos não eram de nenhuma das corporações. Ao todo, haviam sido expedidos 24 mandados de prisão. Também foram cumpridos 100 mandados de busca e apreensão. Além da capital paulista, os mandados foram executados em outras 11 cidades do interior do Estado, do litoral e da região do ABC.

“É só uma primeira etapa. É um esquema grandioso que está sendo desbaratado pelas corregedorias das polícias Civil e Militar e pelo Ministério Público Estadual. Há várias organizações trabalhando. Evidentemente, as investigações estão ainda em sigilo. Já temos algo muito adiantado. As próximas etapas deverão ser deflagradas em data próxima”, disse Mario Luiz Sarrubo.

Entre os presos estão um coronel da PM e um escrivão-chefe de uma divisão da corregedoria da Polícia Civil.

De acordo com informações divulgadas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), a operação apreendeu 652 máquinas de jogos de azar – as caça-níqueis -, 31 celulares, 131 CPUs de computador, além de R$ 18.565.

Fonte: Popularmais

BALANÇO Operação Spectrum

ccA Polícia Federal divulga balanço parcial da Operação Spectrum deflagrada no último sábado, 01/07.

Informamos que é balanço parcial tendo em vista que equipes ainda estão em diligências para localização de outros patrimônios.

Valores apreendidos:

- US$  4,54 milhões  (em uma residência e um apartamento na cidade de São Paulo);

- Aproximadamente 1,5 ton de cocaína (3 locais);

- JÓIAS, CARROS, RELÓGIOS, DOCUMENTOS, COMPUTADORES.

Comunicação Social da Polícia Federal em Curitiba/PR

41-3251-7809

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A Polícia Federal divulga abaixo o link com imagens e vídeos objetos da Operação Spectrum desencadeada na manhã de hoje, 01/07/17.

https://we.tl/quXJLYMOm1https://we.tl/quXJLYMOm1

Gaeco e PM voltam a prender policiais envolvidos em morte de carroceiro

gaeco2Quatro policiais militares de Londrina acusados de matar o carroceiro Pedro de Melo Domingos, em março de 2016, foram presos na manhã desta terça-feira (27) em uma ação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e Corregedoria da Polícia Militar. Segundo a assessoria de imprensa do Ministério Público (MP), o pedido de prisão foi feito para proteger uma testemunha que diz ter presenciado a execução e que estaria sofrendo ameaças. A determinação foi expedida pelo Juízo da 1º Vara Criminal de Londrina na última sexta-feira (23).

Em março do ano passado, Domingos foi morto com tiros na cabeça e no tórax na via que liga Londrina ao distrito da Warta, na zona Norte, onde foi flagrado conduzindo uma carroça com objetos supostamente furtados. Na versão dos policiais, a vítima morreu em um tiroteio e os comparsas fugiram. Uma pistola calibre 380 foi encontrada na carroça.

Entretanto, as investigações apontaram que a arma encontrada pelos policiais é a mesma utilizada em dois homicídios ocorridos nos dias 25 e 30 de janeiro de 2016 - data da chacina ocorrida em Londrina cuja autoria ainda não foi desvendada. Pela denúncia do MP, os soldados da PM João Paulo Roesner, Jefferson José de Oliveira, Julio Cesar da Silva e Thiago Morales teriam matado o carroceiro e, em seguida, solicitado que outros militares trouxessem uma arma para forjar o suposto confronto. Além de homicídio, os policiais também são acusados de fraude processual.

O advogado dos acusados, Claudio Dalledone Júnior, disse que o motivo da prisão não condiz com a atitude de seus clientes e que vai "restabelecer a verdade" assim que se inteirar do que está ocorrendo. "Eles são pessoas acima de qualquer suspeita. Devem ter sido enredados em alguma armadilha preparada por pessoas que são contra a Polícia Militar", afirmou por telefone.

Luís Fernando Wiltemburg - Redação Bonde

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