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'Inimigo público nº 1' da França foge de presídio em helicóptero

O criminoso levou apenas "alguns minutos" para escapar da prisão

np0507Com a ajuda de um helicóptero, Redoine Faid um notório criminoso que chegou a ser classificado pela imprensa francesa como “inimigo público nº 1” do país, fugiu neste domingo 1º, da penitenciária de Reau, localizada no sul de Paris.

O criminoso levou apenas “alguns minutos” para escapar da prisão, desencadeando uma caçada humana ao redor da capital francesa. Ninguém ficou ferido ou feito refém, segundo informou o Ministério da Justiça.

As autoridades também informaram que um comando armado a bordo de um helicóptero pousou no pátio, enquanto o prisioneiro estava na sala de visitas. Dois homens vestidos de preto, usando máscaras de esqui e identificação da polícia invadiram a prisão. Eles utilizaram uma máquina para abrir uma porta para a sala onde estava Faid.

O helicóptero foi encontrado queimado na cidade de Garges-les-Gonesse, nos subúrbios do norte de Paris. Acredita-se que o criminoso continuou sua fuga de carro, acompanhado por seus cúmplices.

Essa é a segunda vez ele escapa de uma prisão francesa. Em 2013, Faid saiu da prisão com a ajuda de explosivos que estavam escondidos em pacotes de tecidos. Ele foi preso em um hotel de seis semanas mais tarde.

Na década de 1990, Faid liderava um grupo criminoso envolvido em roubos a bancos e caminhões transportando dinheiro. Ele foi preso em 1998 depois de fugir por três anos, para Suíça e Israel, segundo a imprensa francesa.

Solto em 2009, depois de cumprir 10 anos de prisão, prometeu que tinha mudado e escreveu um livro sobre sua vida de crime. Em 2010, foi condenado a 25 anos de prisão pela morte de um jovem policial durante um assalto que deu errado.

Fonte: bandaB

Caso Vitória: Laudo aponta DNA de suspeito preso nas unhas da menina assassinada | Sorocaba e Jundiaí

Resultado divulgado nesta sexta-feira (29) comprova que Júlio César Lima Erguesse esteve com Vitória Gabrielly, encontrada morta oito dias após desaparecer, em Araçariguama (SP). Suspeito deu seis versões sobre o caso à polícia. 

np3006O resultado do exame feito a partir do material genético colhido embaixo das unhas da menina Vitória Gabrielly deu positivo para o DNA do servente de pedreiro Júlio César Lima Ergesse. A informação foi confirmada à TV TEM na noite desta sexta-feira (29).

Com isso, a Polícia Civil consegue provar que o rapaz esteve com a menina, conforme ele já havia dito durante depoimentos à investigação. Júlio César chegou a dar seis versões sobre o desaparecimento da garota, em Araçariguama (SP). Ela foi encontrada morta oito dias depois de ter saído de casa para andar de patins.

Polícia Civil investiga morte da estudante Vitória Gabrielly (Foto: Reprodução/TV TEM)

Entretanto, de acordo com a polícia, o servente dizia apenas que esteve dentro de um carro com Vitória, e que um casal teria seguido com ela para um local desconhecido por ele. Júlio César está preso desde o dia 15 de junho e, nesta quinta-feira (28), foi indiciado por homicídio doloso pela Polícia Civil.

Um lado do Instituto Médico Legal (IML) de Sorocaba já havia confirmado que Vitória Gabrielly tentou se defender antes de "morte violenta".

O casal Bruno Marcel de Oliveira e Mayara Borges de Abrantes, apontado pelo suspeito como responsável pelo desaparecimento da menina, foi preso temporariamente por 30 dias na manhã desta sexta-feira.

Casal suspeito de envolvimento na morte de Vitória Gabrielly é preso em Mairinque. Araçariguama (Foto: TV TEM/Reprodução)

Cães farejadores da Guarda Civil Municipal (GCM) de Itupeva apontaram que Bruno, de 33 anos, esteve no local onde o corpo da menina foi encontrado, em uma estrada de terra no bairro Caxambu. A informação consta nos mandados de prisão do rapaz e da companheira dele. Além do odor identificado pelo cão, depoimentos contraditórios entres eles reforçaram o pedido de prisão.

Corpo da Vitória Gabrielly foi encontrado em mata, em Araçariguama, ao lado dos patins (Foto: Rodrigo Cunha/G1)

O laudo do Instituto Médico Legal (IML), divulgado na última terça-feira (26), confirmou que a adolescente morreu por asfixia após estrangulamento e que ela tentou se defender antes de ter sido violentamente assassinada.

De acordo com a polícia, a principal linha de investigação é de execução por vingança, pois a forma como o corpo estava quando foi encontrado indicava violência. Outra hipótese é de que Vitória tenha sido morta por engano. 

Suspeito invadiu a casa da vítima, que fica nas proximidades da unidade policial. Caso foi na madrugada deste domingo (1º).
Segundo o piloto da aeronave, que fez um pouso forçado em uma área de garimpo, os dois passageiros foram mortos após uma discussão durante a viagem.
Carreta foi atingida pelo carro, que seguia no sentido Curitiba, ao sair de um posto de combustíveis e entrar na estrada, segundo a PRF. Motorista do carro morreu no local.
Adolescente é suspeita de ter praticado o crime com a ajuda do namorado, de 16 anos. Vítima foi morta com um martelo, e o corpo foi enterrado no pátio da residência.
Os dois estavam na casa do suspeito, em Formoso do Araguaia. A menor estava desaparecida há dois dias e contou que manteve relações sexuais com o jovem, segundo a polícia.
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Fonte: G1

Policial civil que ajudou em furto de armas continua foragido no Acre

np2506O policial civil Maicon Cezar Alves dos Santos, suspeito de estar envolvido com a invasão e roubo e armas na delegacia de Brasiléia, no interior do Acre, continua foragido desde a terça-feira, dia 19, quando teve o pedido de prisão aceito pelo juiz da Comarca de Brasiléia, Clovis Lodi.

O magistrado emitiu um mandado de prisão preventiva. O crime ocorreu na madrugada fria do último dia 12, na fronteira, onde pelo menos cinco armas de grosso calibre, apreendida nas operações policiais, foram roubadas. Um boliviano teria entrado na delegacia com a ajuda do policial brasileiro.

Outros três também estão sob custódia no sistema prisional do estado, acusados de envolvimento no furto, entre eles, uma mulher. Das cinco armas, há um fuzil e uma submetralhadora. Há também carregadores e munições, tudo localizado ao lado do hotel que era arrendado pelo policial.

Maicon se encontra fora da cidade de Brasiléia, de onde era lotado. O policial foi visto seguindo para Rio Branco, com a família. Desde então, o site O Alto Acre não conseguiu ovas informações sobre o paradeiro dele.

Fonte: ac24horas

Suspeitos de roubar armas e munições em delegacia de Brasiléia são presos

n1806A polícia prendeu e levou para audiência de custódia três pessoas suspeitas de envolvimento com a invasão e roubo de armas e munições na delegacia de Brasiléia, esse semana. O caso é negado pelas autoridades, mas a verdade parece ter vindo à tona nesta quinta-feira, dia 14, segundo o site O Alto Acre.

Cerca de 48 horas após o crime, três pessoas foram presas, entre eles uma mulher. Ambos foram ouvidos pelo juiz Clovis Lodi, que decidiu por manter presos os três supostos criminosos. Os nomes foram divulgados: Rafael Ferreira do Rosário, Thiago Souza da Silva e Letícia Soares Almeida.

“Importante destacar que a periculosidade real dos flagranteados, além do histórico criminal, deflui da audácia da conduta criminosa de terem, em tese, entrado na Delegacia de Polícia e furtaram várias armas de grosso calibre a serem destinadas à organização criminosa Comando Vermelho”, discorreu o magistrado.

Lodi completa a decisão dizendo que, “logo, a única medida cabível é a decretação da prisão preventiva, considerando a gravidade em concreto dos fatos e a periculosidade real dos flagranteados, contumazes na prática de crimes, inclusive todos cumprindo pena”, pontua.

 

Fonte: ac24horas

PMs são presos suspeitos de passar informações da polícia a assaltantes de mansões no Morumbi

Dois policiais faziam contatos com chefe de quadrilha e orientava sobre o tempo em que faziam patrulhamento.

np0611Dois policiais militares foram presos nesta sexta-feira (8) depois que a Justiça decretou a prisão preventiva deles. Segundo as investigações, o cabo Marcelo Willian Gabia e o soldado Fernando Soares dos Santos passavam informações sigilosas da polícia para uma quadrilha que assaltou pelo menos 20 casas na região do Morumbi, na Zona Sul de São Paulo.

Conversas telefônicas mostram que os PMs davam cobertura às ações dos ladrões, ao mesmo tempo em que faziam o patrulhamento dos bairros.

Era hora do almoço quando os bandidos entraram na garagem, sem qualquer dificuldade: eles estavam com um controle remoto clonado.

O motorista já desce do carro falando no celular. A suspeita é que ele estivesse recebendo informações de um policial militar. Eram cinco ladrões, todos armados, um deles com um fuzil.

Os bandidos renderam uma das funcionárias e ao perceber que estavam sendo gravados, viraram a câmera para baixo.

Escuta telefônica mostra diálogo entre assaltante e policial (Foto: TV Globo/Reprodução)

Mas outras câmeras registram toda a movimentação na casa. Este assaltante fica o tempo todo falando no celular.

E em um determinado momento manda os comparsas ficarem onde estão. O motorista da casa tinha acabado de chegar. Ele também foi rendido e teve que entregar o celular.

Os ladrões passam 50 minutos na casa e depois de recolherem joias, relógios e dinheiro vão embora da mesma forma que chegaram, sem levantar suspeitas.

Carro usado pelos bandidos foi alvejado e colidiu contra poste no Morumbi (Foto: Reprodução/TVGlobo/Almir Padial)

As provas de que os policiais passavam informações em tempo real para quadrilha surgiram um mês depois, quando um outro assalto terminou com 10 criminosos mortos na Rua Puréus, também na região do Morumbi.

A polícia apreendeu e analisou os celulares dos assaltantes mortos e descobriu que o cabo Marcelo Willian Gabia ajudou a quadrilha no dia do crime.

“Logo que acontece o tiroteio ele tenta informar um dos ladrões sobre a presença de policiais na área, que era as nossas viaturas, porém ele não consegue e a antena aponta exatamente onde ele estava fazendo um ponto fixo naquele momento”, diz o delegado Fabio Sanchez Sandrin. “Ou seja ele estava parado num ponto fixo.”

Um dos dez bandidos mortos na ação do Morumbi era o chefe da quadrilha Mizael Pereira Bastos. Em uma das conversas o policial diz a Mizael onde está fazendo a patrulha.

Policial: “Tem ordem pra rodar só no Guedala por causa dos roubos. Tô aqui na Pureus. Na viatura”.

Em outra conversa de áudio, o ladrão avisa o horário que o bando vai sair.

Bandido: “Os amigos vai se reunir lá pelas cinco horas cinco e pouco dá pra fazer mesmo assim depois do horário que você já vai estar na rua lá?”

Policial: “Tranquilo pode sair sim pode ir pra rua eu dou uma segurada pra ir pra rua.”

O policial militar promete manter contato mesmo durante a ronda no carro oficial da polícia.

Policial: “Não, é de boa, tranquilo porque eu não, na rua eu não dirijo eu fico de lado ali então dá pra trocar ideia pelo zap qualquer hora entendeu, pelo zap facilita pra caramba pra mim aí qualquer hora.”

Segundo as investigações o PM falava com os bandidos, quando estava logado no copom on line, a central de operações da polícia militar. O policial ainda avisava os bandidos da posição das cinzinhas, que são as viaturas.

Bandido: “Tem como você ver as grandonas lá, as cinzinhas lá estão andando na rua hoje aqui, aqui pela região?”

Policial: “Estou vendo aqui agora não tem das grandes, vamos ver se mais tarde aparece, mas não tem nenhuma na área das grandes não.”

O outro policial preso é o soldado Fernando Soares dos Santos. Segundo as investigações ele era o parceiro do PM Willian e dirigia a viatura. A corregedoria descobriu que em todos os contatos entre o cabo Willian Gabia e os ladrões, Fernando Soares estava junto.

O SP2 não conseguiu contato com a defesa dos policiais presos. 

Fonte: G 1

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