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Descontrolado, policial militar invade festa e dá tapa na cara de noiva

Vídeo registrou o momento da agressão e o PM foi afastado; caso aconteceu em Alagoas

np1701Mais um caso de violência contra a mulher aconteceu em Maceió e está causando revolta nas redes sociais. Isso porque um policial militar decidiu dar um tapa na cara de uma mulher que comemorava seu noivado.

A agressão, que foi filmada, aconteceu depois que ele discutiu com o noivo e outros da festa. O militar não estava em seu horário de trabalho e o caso aconteceu no dia de Natal.

Em determinado momento, a noiva pede ao policial que ele “respeite o povo”. Em seguida, ele revida com um tapa na cara dela. O impacto faz a mulher cair em uma cadeira.

Segundo a reportagem do site UOL, não havia barulho na festa e um grupo de amigos conversava quando o policial chegou irritado.

Depois da repercussão das imagens, o comandante-geral da Polícia Militar de Alagoas, Marcos Sampaio, informou, por meio de nota, que determinou a abertura de procedimento administrativo para apurar a conduta do major. Ele já foi afastado temporariamente.

Veja o vídeo:np1701video

Fonte: varelanoticias

Justiça de SP condena a 30 anos de prisão membros da alta cúpula do PCC

np1101A Justiça de São Paulo condenou a 30 anos de prisão, por corrupção ativa e por integrar o PCC (Primeiro Comando da Capital), dois membros da alta cúpula da facção criminosa paulista. Antonio José Muller Junior, conhecido como Granada, e Eric Oliveira Farias, o Eric Gordão, haviam sido denunciados pelo MP (Ministério Público) em dezembro de 2016.

O julgamento ocorreu nesta segunda (7) e cabe recurso à decisão, mas os condenados não poderão apelar em liberdade porque já têm condenações por outros crimes.

De acordo com a Promotoria, os dois integravam o "Conselho Deliberativo" da facção criminosa, com alto poder dentro do bando, ao lado do líder máximo da facção, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola. O conselho funcionou durante a criação de um setor de relações institucionais, de auditoria e de célula jurídica, com auxílio de advogados, dentro do crime organizado. 

Segundo o juiz Gabriel Medeiros, da 1ª Vara do Foro de Presidente Venceslau, Granada e Eric Gordão exerciam função de comando da célula jurídica a partir do presídio de Presidente Venceslau, onde está a cúpula do PCC. "Conseguiam transmitir recados e dar ordens de dentro dos presídios em que estavam reclusos e com isso fomentar o tráfico de drogas (principal fonte de renda) e os diversos outros crimes praticados pela facção. Aliás, por meio da célula jurídica conseguiam fazer o suborno de funcionários públicos", escreveu o juiz na sentença.

Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder do PCC Imagem: 08.jun.2006 - Rogério Cassimiro/Folhapress

A investigação, que teve início depois que a Polícia Civil terminou o inquérito, foi batizada de Operação Ethos. Em fevereiro do ano passado, Marcola e Cleber Marcelino Dias dos Santos, conhecido como Clebinho e com cargo de chefia na facção, já haviam sido condenados a 30 anos de prisão pelos mesmos crimes de Granada e Eric Gordão. 

De acordo com o MP, essa organização do PCC foi nominada pelos criminosos como "sintonia dos gravatas". Na prática, com auxílio de advogados, que também foram presos e condenados no ano passado, os criminosos conseguiam conversar com integrantes da facção em liberdade. Os advogados funcionavam como "pombos-correios". Entre eles, estava Luiz Carlos dos Santos, ex-vice-presidente do Condepe (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana).

Lalo de Almeida/Folhapress

Membros da cúpula do PCC estão presos na Penitenciaria 2 de Presidente Venceslau (SP) Imagem: Lalo de Almeida/Folhapress

O magistrado escreveu na sentença, ainda, que o PCC "configura verdadeiro estado paralelo, atuando severamente na prática de diversos outros crimes graves, como tráfico de drogas, roubos, homicídios, latrocínio, extorsão mediante sequestro, com regras dispostas em estatutos, tudo a demonstrar a extrema reprovabilidade de suas condutas e a justificar a exasperação da reprimenda". 

Granada e Eric Gordão, no entanto, não constam da lista da Promotoria paulista com pedidos à Justiça para transferência a presídios federais. O pedido do MP --que inclui a transferência de Marcola-- ainda não foi apreciado pela Justiça paulista, o que deve ocorrer no retorno do recesso, em 21 de janeiro.

A reportagem apurou com órgãos de investigação federal que, durante o período de transição de governo, o ex-juiz federal e agora ministro da Justiça, Sergio Moro, se reuniu com membros do governo paulista para falar sobre o assunto. Na pauta, estiveram os pedidos de transferência. O presídio federal de Brasília está pronto para recebê-los.

Membros da Justiça paulista e investigadores afirmam que a transferência requer cuidados, uma vez que pode haver tentativa de resgate durante o deslocamento e retaliação por parte do crime organizado, como ocorreu em maio de 2006, quando mais de 500 pessoas foram assassinadas em menos de um mês.

Fonte: UOL

Preso internado em hospital na Zona Norte do Rio foge pela janela com corda feita com lençóis

np0701Um homem que havia sido preso pela Polícia Militar no dia 18 do último mês e estava sob custódia de PMs no Hospital municipal Salgado Filho, no Méier, fugiu da unidade de saúde na madrugada desta terça-feira. Nilson Cordeiro Filho, de 20 anos, conseguiu escapar pela janela usando uma corda formada por lençóis. A fuga ocorreu por volta das 2h, mas só foi notada cerca de uma hora depois.

Segundo fontes ouvidas pelo EXTRA, Nilson estava na Unidade Pós-cirúrgica (UPC) do Hospital Salgado Filho, sem algemas. Os dois policiais militares da UPP Fazendinha, responsáveis por sua custódia, estavam do lado de fora da sala, no corredor. Dentro da UPC, havia apenas um policial militar do 9º BPM (Rocha Miranda), responsável pela custódia de outro preso.

Nilson conseguiu escapar mesmo com diversas fraturas em um dos braços. Ele havia feito uma cirurgia no hospital para colocar pinos no membro. Do lado de fora da unidade de saúde, havia comparsas em quatro motos que deram cobertura para sua fuga.

A fuga de Nilson só foi notada por volta das 3h, no fim do plantão dos dois PMs responsáveis por sua custódia. Os dois militares foram presos pela Corregedoria da Polícia Militar. Já Nilson havia sido preso no dia 18 do mês passado, após ter trocado tiros com policiais militares da UPP Fazendinha.

Em junho de 2016, o traficante Nicolas Labre Pereira de Jesus, o Fat Family, foi resgatado por comparsas no Hospital municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio. Ele estava sob a custódia de policiais militares. No ataque, um paciente que chegava à unidade morreu e duas pessoas foram feridas.

Na época, o então secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, prometeu que haveria mudanças na prática de manter presos custodiados pela Polícia Militar nas unidades públicas de saúde, o que nunca ocorreu. Um hospital de campanha chegou a ser instalado no Complexo de Gericinó, mas a unidade funcionou apenas por um mês. 

Fonte: EXTRA

Máfia do Cigarro metralhou casa de inspetor e ameaçava matar PRF

Escutas revelam que gerentes da quadrilha de Ângelo Ballerini planejavam sequestrar filho de policial rodoviário federal responsável pela apreensão de pelo menos 30 cargas de cigarro

np3112Enquanto policiais rodoviários federais e policiais estaduais eram pagos para fechar os olhos e até ajudar nos negócios criminosos da Máfia do Cigarro que atua na fronteira com o Paraguai, outros agentes da segurança pública eram ameaçados por reprimir o contrabando.

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O Campo Grande News teve acesso a trechos de conversas entres gerentes da quadrilha chefiada por Ângelo Guimarães Ballerini, o Alemão, interceptadas através de escutas autorizadas pela Justiça na Operação Nepsis, que levou boa parte da quadrilha para a cadeia em setembro deste ano.

Por causa dos seguidos prejuízos que deram à quadrilha com apreensões de cargas de cigarro na região de fronteira, o inspetor-chefe da PRF em Dourados Waldir Brasil Junior e o policial rodoviário federal Charles Fruguli Moreira entraram na mira da organização criminosa.

A casa do inspetor em Dourados foi metralhada em abril de 2017 ao mesmo tempo em que a quadrilha planejava matar o PRF e até sequestrar o filho dele como retaliação por Charles ter “derrubado” pelo menos 30 carregamentos de cigarro paraguaio.

As ameaças ao PRF Charles foram feitas em abril de 2017 numa conversa entre Oziel Vieira de Souza, o “Lupa”, que está preso, e Ergino Chavier Passos, o “Elefante”, foragido.

Ameaças - “Perdeu cinco daqueles grandão, tá ligado?”, disse Lupa a Elefante. “PF?”, quis saber Ergino. “Não, o tal Charles lá”, responde Lupa.

“Tem que matar esse cara, rapaz, senão esse cara vai acabar com o...”, afirmou Ergino Passos, sem concluir a frase. “Vai acabar com o negócio dos caras aí, vai quebrar a firma”, responde Lupa.

“Matar ele, moço. Tanto de caminhão que perdeu. Já dava para ter matado ele”, afirma Ergino sobre o PRF Charles. “Rapaz, já perdeu mais de 30, ele já derrubou, só ele”, diz Lupa.

Trecho da conversa entre Ergino e Lupa falando em matar o policial rodoviário federal Charles (Reprodução)Trecho da conversa entre Ergino e Lupa falando em matar o policial rodoviário federal Charles (Reprodução)

Sequestro – Em seguida, Ergino Passos fala em sequestrar o filho do PRF: “Meu Deus, catar o filho dele, compadre, ameaçar ele”. Lupa responde: “Mesmo que fica o resto do ano sem trabalhar”. Ergino concorda: “É”.

“Se derrubar ele [Charles], ficamos o resto do ano sem trabalhar”, afirma Lupa. “É, mais de 30 carretas vale por dois anos, né?”, responde Ergino, o Elefante.

No Shopping China – No dia 16 de setembro de 2017, Charles Moreira aproveitava o dia de folga para passear com um colega no Shopping China, em Pedro Juan Caballero, quando foi ameaçado pela quadrilha.

A reportagem apurou que empregados de um dos chefões do bando, Carlos Alexandre Gouveia, o “Kandu”, estavam na loja de importados e avisaram o chefe sobre a presença do PRF Charles.

Charles e o colega almoçavam na praça de alimentação quando Kandu se aproximou, mandou o outro policial sair da mesa, sentou na frente do PRF e fez ameaças para que ele parasse de apreender as cargas de cigarro da quadrilha.

Documentos do caso aos quais o Campo Grande News teve acesso revelam que as ameaças foram fundamentais para a decretação da prisão preventiva da quadrilha.

Carlos Gouveia está preso, assim como os outros três chefes da quadrilha – Ângelo Ballerini, o irmão dele José Carlos Guimarães Ballerini e Valdenir Pereira dos Santos, o “Perna” – além de vários integrantes de menor importância no bando.

Em outro trecho da conversa, contrabandistas falam em sequestrar filho de policial (Reprodução)Em outro trecho da conversa, contrabandistas falam em sequestrar filho de policial (Reprodução)

Atentado a tiros – Além de Ergino Passos, outro gerente da quadrilha que está foragido é Fabiano Signori, o “Toro”, subordinado a outro importante chefe da organização, o ex-policial militar Fábio Costa, o “Pingo”, também foragido.

Antes de ter a prisão decretada pela Justiça Federal, Toro morava em Dourados. Ele era responsável em monitorar olheiros, motoristas dos caminhões de cigarro e batedores das cargas ilícitas.

De acordo com a investigação, Fabiano Signori também era responsável em coordenar a vigilância exercida pela quadrilha sobre os PRFs Charles Moreira e Waldir Brasil Junior. Um olheiro identificado como “Paraná” passava as informações sobre a rotina dos policiais. O olheiro foi preso no final de 2016.

Por volta de 4h40 de 16 de abril de 2017, domingo de Páscoa, o inspetor Waldir Brasil Junior e seus familiares dormiam em casa, em Dourados, quando foram acordados por uma rajada de tiros. Pelo menos 22 disparos feitos por pistolas calibres 9 milímetros e 40 atingiram a casa e um carro da família.

Churrasco e piscina – As investigações descobriram provas da ligação de Fabiano Signori com Fábio Costa. Além de subordinado do ex-PM nos negócios criminosos, Toro frequentava o ambiente familiar de Fábio Costa, dono de casas em Pedro Juan Caballero e Salto Del Guairá, no Paraguai.

Em vídeo ao qual o Campo Grande News teve acesso, Fabiano aparece em uma confraternização na casa de Pingo. O vídeo foi gravado pelo policial militar douradense Joacir Ratier de Souza, também preso em setembro e atualmente no Presídio Militar em Campo Grande.

“Toro, nós estamos onde?”, pergunta Ratier, gravando o vídeo com o celular. “Estamos no Salto, velho, na casa do meu amigo Pingo”, responde Fabiano. Em seguida, Ratier move o celular e continua gravando. Aparecem mais dois homens sentados em frente ao balcão da churrasqueira e Pingo, em pé.

Ratier segue gravando até o quintal, onde aparece uma piscina. “Essa casa aqui é do Salto, viu, não é de Ponta”, diz Joacir Ratier. O vídeo foi compartilhado em grupos de WhatsApp e citado no pedido de prisão de Fabiano, apontado como braço-direito de Fábio Costa.

A casa onde acontecia a festa da Máfia do Cigarro, localizada em um condomínio fechado de Salto Del Guairá – cidade vizinha de Mundo Novo (MS) – foi a mesma onde João Victor Richena Costa, 17, foi assassinado a tiros de fuzil na noite de 26 de julho deste ano.

João Vitor era filho de Fábio Costa e foi alvejado com pelo menos 30 tiros quando chegava à casa em uma caminhonete Toyota Tundra preta com placa do Paraguai, registrada em nome do seu pai.

As investigações da Operação Nepsis continuam. No mês passado, a Justiça Federal determinou a transferência de Ângelo Ballerini para o Presídio Federal de Mossoró (RN), onde já estão seu irmão José Carlos e Valdenir Pereira dos Santos, o “Perna”.

Alemão estava preso no presídio estadual em Ponta Porã, mas foi levado para o Presídio Federal em Campo Grande após ser descoberto um plano para resgatar a cúpula da quadrilha. Ele ainda aguarda remoção para o presídio no Nordeste.

Fonte: campograndenews

Com suspeita de novo resgate de presos na PEP, chefes de facção são transferidos do Paraná

O delegado Rodrigo Brown  também comentou a possibilidade de uma ação de represália por parte dos presos na PEP em razão das transferências

np2812Com fortes suspeitas de que poderia ocorrer a qualquer momento um novo resgate de presos na Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP), policiais do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), com o apoio da Polícia Federal (PF) transferiram dois detentos suspeitos de chefiar uma facção criminosa de dentro da cadeia. Daniel Estrela e Manoel do Nascimento, conhecido como Coiote, foram transferidos da PEP para a Penitenciária Federal de Mossoró (RN), neste domingo (23), após pedido da Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp).

Horas antes, outros quatros presos já haviam sidos transferidos para a Penitenciária Federal de Catanduvas (Oeste do PR). As transferências ocorreram sob forte esquema de segurança em aviões da polícia.

De acordo com o delegado do Cope, Rodrigo Brown, a polícia tinha informações concretas de que poderia haver um novo resgate de presos nas próximas horas. Em setembro deste ano, criminosos fortemente armados explodiram um muro da penitenciária e resgataram 29 presos.

“Já tínhamos a intenção de transferir estes líderes de dentro da PEP para presídios de segurança máxima. Mas na semana passada, tivemos informações concretas de que havia um plano para uma nova tentativa de resgate na PEP. Informações anônimas vieram, setores de inteligência apontaram um curso plano e, para completar, na sexta-feira (21), houve o roubo de um caminhão-cegonha com vários carros potentes como SUVs e caminhonetes, veículos geralmente utilizados em fugas assim. Por isso, adiantamos estas transferências”, explicou Brown.

De acordo com o delegado, Estrela foi um dos resgatados na ação de setembro, mas acabou preso novamente. Um dia antes do resgate, ele trocou mensagens de voz com Coiote, que foi quem comandou o resgate. Dias depois,  Coiote também foi preso  no litoral de São Paulo.

Segundo Brown, Coiote é suspeito de participação no ataque à base da Prosegur no Paraguai e também é suspeito da morte de um agente penitenciário de Catanduvas.

O delegado Rodrigo Brown  também comentou a possibilidade de uma ação de represália por parte dos presos na PEP em razão das transferências. “Estamos sempre mobilizados, em especial desde a explosão do muro da PEP em setembro, com total efetivo no combate ao crime organizado. Não há o temor, mas há a cautela para eventualmente qualquer represália neste sentido”, completou.

Fonte: bandaB

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