jornalista1

OAB denuncia corredor polonês para agredir presos em Minas Gerais

 O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil – seção Minas Gerais (OAB/MG), Willian dos Santos, denunciou às autoridades dos Poderes Executivo e Judiciário que servidores das unidades prisionais estariam praticando “corredores poloneses” com os detentos. Essa é uma forma de castigo físico que consiste na passagem de um indivíduo entre duas fileiras de pessoas que o agridem. A prática teria ocorrido nas unidades prisionais de Bicas 1 e Bicas 2, na cidade de São Joaquim de Bicas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

No documento, Willian afirma que “tais práticas, segundo as reiteradas denúncias, constituem-se de um corredor ladeado por servidores mascarados, o que lhes garante o anonimato, que obrigam presos e detentos a passarem no meio central, onde são espancados com socos, chutes, tapas e são utilizados, entre outras coisas, o famoso ‘spray de pimenta'”.

Segundo a denúncia, tais práticas acontecem à noite, “sem alguma motivação e ao arrepio da lei”, contrárias e sem conhecimento das diretorias das unidades. Os presos são acordados com baldes de água fria e bombas de efeito moral, e em alguns casos são obrigados a dormir nus.

O advogado afirma que o “corredor polonês” caracteriza-se como “crime de tortura e crime este contra a vida, de gravidade relevante, cruel, imprescritível e inafiançável.” Assim, requer a abertura de investigação para identificar vítimas e autores.

O documento foi destinado ao Secretário Adjunto da Secretaria de Estado de Administração Prisional, Washington Clarck dos Santos, ao Ouvidor da Polícia Civil, Militar e Corpo de Bombeiros, Paulo Vaz Alckimin, ao Ouvidor do Sistema Prisional do Estado de Minas Gerais, Rodrigo Xavier, além de uma juíza (Bárbara Isadora Santos Sebe Nardy) e um promotor (Marcelo Drumond Pires) da Comarca de Igarapé.

Fonte: conselhodacomunidadecwb

Policial civil é preso suspeito de receber propina em jogo do bicho em Pouso Alegre, MG

Segundo o Gaeco, ele e um homem suspeito de realizar o pagamento foram presos por corrupção e associação criminosa.

Policial civil é preso suspeito de receber propina em jogo do bicho em Pouso Alegre, MG
Um policial civil foi preso em Pouso Alegre (MG) em uma investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Segundo o órgão, ele é suspeito de receber propina do jogo do bicho.
A operação chamada “Deu Zebra” também prendeu o homem apontado como responsável por realizar os pagamentos ao policial. Conforme o Gaeco, eles foram presos por corrupção e associação criminosa.
Na operação, também foram apreendidos materiais em vários pontos da cidade, como máquinas de cartão usadas no jogo do bicho. A assessoria da Polícia Civil em Belo Horizonte (MG) informou que a prisão do policial será acompanhada pela corregedoria, para que sejam tomadas as medidas necessárias.
Já o advogado do outro homem preso disse que a prisão foi uma surpresa porque o jogo do bicho se enquadraria em uma contravenção penal.

FDN obriga filiados a pagarem mesada e valores ajudam famílias de presos em Manaus, diz MP

Manaus/AM - O promotor de Justiça Flávio Mota, do Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM), explicou que a FDN realiza arrecadação mensal de dinheiro dos seus filiados, com os valores sendo revestidos para auxílio das famílias dos presos. A liderança responsável pelo recolhimento da famosa “caixinha da FDN” é de Alan Barbosa Rolim, um dos alvos da operação Asfixia deflagrada nesta quinta-feira (15) pelo MP. 

Rolim era a principal liderança das ruas pela FDN, na cobrança dos valores. "A principal função dessa liderança que opera nas ruas, chamada de ‘Frente', a principal função é arrecadar dinheiro. Centralizar essa arrecadação de dinheiro que os filiados são obrigados a pagar mensalmente. Aquilo que a gente chama de 'caixinha da facção'. Essa liderança é responsável por pagar uma ajuda financeira para todos aqueles familiares de alguns presos que se encontram, presos, reclusos”, explicou o promotor.

O irmão de Alan, Anderson Barbosa Rolim e Márcio José Lopes Carneiro, também foram alvos da operação Asfixia. Alan e Anderson estão foragidos e Márcio foi transferido para um presídio federal. Márcio é apontado como a principal liderança da FDN nos presídios. As investigações do MP em torno da facção Família do Norte começaram em dezembro de 2018, após interceptações de alguns “salves”, que indicavam as ações da facção em tiroteios na capital e também no massacre que ocorreu em maio deste ano em presídios de Manaus. 

Para compartilhar este conteúdo, utilize o link ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos do Portal do Holanda estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral.

Fonte: portaldoholanda

"PF fez operação em favela para recuperar celular de advogado-geral da União"

O advogado-geral da União, André Luiz Mendonça"Com o apoio da polícia militar do Rio de Janeiro e fortemente armados, agentes da Polícia Federal realizaram uma operação de emergência no último fim de semana na comunidade de Três Pontas, na capital fluminense. A ação da PF na favela, disputada por tráfico e milícias, buscava recuperar o aparelho celular do advogado-geral da União, André Luiz Mendonça, conforme divulgou a Crusoé, que conversou com o AGU.

Inicialmente, a PF teria divulgado que teria sido uma busca por um celular de um delegado de Brasília. Contudo, o próprio Mendonça, que tem status de ministro, teria solicitado a busca ao diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo. Segundo ele, há justificativa em realizar uma operação de busca ao celular do advogado-geral da União: era um aparelho funcional com informações de estado."
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/breves/pf-fez-operacao-em-favela-para-recuperar-celular-de-advogado-geral-da-uniao/

“Operação Pare e Siga”: Superintendente da PRF é afastado e PF realiza buscas na sede do órgão em Porto Velho

“Operação Pare e Siga”: Superintendente da PRF é afastado e PF realiza buscas na sede do órgão em Porto Velho A Operação Pare e Siga, desencadeada pela Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público Federal e a Controladoria-Geral da União, para investigar corrupção na Polícia Rodoviária Federal em Rondônia realizou mandados de busca e apreensão nas casas do atual superintendente Bruno Ferreira Malheiros, do anterior, de dois servidores que trabalhavam nas licitações e de empresários, segundo apurou o RONDONIAGORA. Bruno (foto), genro do ex-senador Ivo Cassol, foi afastado do cargo.

A Operação visa combater desvios de recursos públicos na execução da obra de construção da sede da PRF situada na BR-364, em Porto Velho.

Segundo nota da PF, estão sendo cumpridos 10 mandados de busca e apreensão nas cidades de Porto Velho, Ji-Paraná e Manaus, expedidos pela 3ª Vara da Justiça Federal, sendo um destes na sede da Polícia Rodoviária Federal nesta capital.

Além das buscas, foi deferido o afastamento cautelar do atual Superintendente Regional da Polícia Rodoviária Federal no Estado de Rondônia, bem como o bloqueio e sequestro de bens, e o afastamento do sigilo bancário de alguns dos envolvidos.

As investigações, iniciadas no ano de 2014, demonstraram a existência de fortes indícios da prática dos delitos de peculato (art. 312, § 1°, CP), associação criminosa (art. 288, do CP) e de dispensa irregular de licitação (art. 89 da Lei 8.666/93), decorrentes de contratação irregular de empresa para a construção da nova sede da Polícia Rodoviária Federal em Rondônia, superfaturamento de serviços e pagamentos irregulares.

Segundo as investigações, já na primeira medição a empresa contratada pela PRF/RO para fiscalizar a obra verificou que os serviços executados correspondiam a 70 mil reais, mas o valor aprovado pela Comissão da Polícia Rodoviária Federal – PRF foi de 263 mil reais, ou seja, 300% superior.

Em março de 2014, após não atender ao pedido do então superintendente para trocar o profissional que estaria “dificultando” a aprovação das medições, a empresa teve seu contrato de fiscalização rescindido unilateralmente. Depois disto, nenhuma outra empresa foi contratada para fazer a fiscalização da obra.

Consequência da condução irregular no curso da construção, tem-se a interrupção da obra com graves prejuízos ao erário.

O valor global contratado para a execução do serviço alcançava a cifra de R$ 21.210.456,82 (vinte e um milhões, duzentos e dez mil, quatrocentos e cinquentas e seis reais e oitenta e dois centavos), com prazo de execução entre de 04/10/2013 e 04/10/2014. Contudo, foram pagos R$ 21.450.787,99 (vinte e um milhão, quatrocentos e cinquenta mil setecentos e oitenta e sete reais e noventa e nove centavos) no decorrer de 04 (quatro) anos de execução, quantia muito próxima àquela orçada no procedimento licitatório para conclusão da obra, porém foram executados aproximadamente 75% dos serviços, o que já demonstra o superfaturamento.

Em exame pericial preliminar, que aferiu a medição de apenas dez itens da obra, a Polícia Federal detectou superfaturamento e pagamentos indevidos na ordem de R$ 1.149.995,52 (um milhão, cento e quarenta e nove mil novecentos e cinco reais e cinquenta centavos).

Também há suspeitas de irregularidades na retomada da obra e contratação da nova empresa para realizar o levantamento do remanescente da obra, ou seja, o que falta ser executado, orçado em R$ 15.170.115,51 (quinze milhões cento e setenta mil cento e quinze reais e cinquenta e um centavos). Assim, levando em consideração o que foi pago (R$ 21.450.787,99) com o que falta executar (R$ 15.170.115,51), o custo da obra passaria de R$ 22 milhões para 36,5 milhões, uma diferença de 14,5 milhões acima do valor inicialmente orçado.

Os envolvidos foram intimados a prestar os esclarecimentos nas unidades da Polícia Federal.

Fonte: rondoniagora.com

Mais artigos...

bannerdisponivel

bannerdisponivel

bannerdisponivel

bannerdisponivel

Impakto nas Redes Sociais

                                   

 

blogimpakto     safestore1      CONTASABERTAS  universidadedotransito   acervo        kennya6      alexandrejose    codigoeticajor    jornalismoinvestigativo

Desenvolvido por: ClauBarros Web