juarezjornalista

Oficiais presos na operação Oiketicus prestam depoimento por 3 horas

Além dos três militares, uma testemunha de defesa foi ouvida pela Justiça Militar, no Fórum de Campo Grande

np1108Durou pouco mais de três horas a audiência na tarde desta quinta-feira (27), no Fórum de Campo Grande, que ouviu os três oficiais da Polícia Militar presos no dia 16 de maio durante a Operação Oiketicus, que investiga o pagamento de propina pela Máfia do Cigarro para a livre circulação dos produtos contrabandeados do Paraguai. Os depoimentos foram realizados em sigilo.

Além dos oficiais - o tenente-coronel Admilson Cristaldo, o tenente-coronel Luciano Espíndola da Silva e o major Oscar Leite Ribeiro - uma testemunha de defesa foi ouvida pelo juiz Alexandre Antunes, da auditoria militar, e por quatro juízes militares integrantes do quadro de oficiais da Corporação.

Na saída, advogados e demais autoridades não revelaram informações do interrogatório, todos ressaltando que "o processo está em segredo de Justiça". Segundo apurado pelo Campo Grande News, os depoimentos começaram pontualmente às 13h45, tendo terminado próximo das 17h.

Mesmo respondendo ao processo em prisão preventiva, os oficiais se apresentaram a auditoria militar fardados. A vestimenta é uma exigência militar em ocasiões oficiais, para evitar punições administrativas.

Os três respondem por corrupção passiva e organização criminosa. Cristaldo e Oscar também são réus por lavagem de dinheiro. Com o fim dos depoimentos, o processo que envolve os oficiais da PM agora encaminha para as alegações finais. Na semana que vem devem ser interrogados os demais militares presos na operação.

Frente da Corregedoria da Polícia Militar - para onde policiais foram levados no dia da operação (Foto: Kléber Clajus/Arquivo) Frente da Corregedoria da Polícia Militar - para onde policiais foram levados no dia da operação (Foto: Kléber Clajus/Arquivo)

Entenda - Com as investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) 28 policiais militares viraram réus por corrupção passiva e organização criminosa.

O grupo, segundo a promotoria, tinha uma estrutura piramidal e funcionava em núcleos. Eles agiam na região de Bela Vista, Bonito, Guia Lopes da Laguna e Jardim, incluindo unidades no distritos de Alto Caracol e Boqueirão. O esquema também abrangia as cidades de Dourados, Maracaju, Mundo Novo, Naviraí, Iguatemi, Japorã e Eldorado.

O processo foi desmembrado em quatro ações penais: uma para oficiais, uma segunda para aposentados, e as outras duas conforme os núcleos apontados na denúncia.
No topo estavam os policiais militares com patentes mais elevadas. Eram eles que desfrutavam dos maiores valores de propina. Cristaldo, Oscar e Luciano são apontados como os “cabeças do esquema”.

Completam a lista de 28 nomes Alisson José Carvalho de Almeida, Anderson Gonçalves de Souza, Angelucio Recalde Paniagua, Aparecido Cristiano Fialho, Claudomiro de Goes Souza, Claiton de Azevedo, Clodoaldo Casanova Ajala, Elvio Barbosa Romeiro, Erick dos Santos Ossuna, Francisco Novaes, Ivan Edemilson Cabanhe, Jhondnei Aguilera, Kelson Augusto Brito Ujakov, Kleber da Costa Ferreira.

Além de Lindomar Espindola da Silva, Lisberto Sebastião de Lima, Maira Aparecida Torres Martins, Marcelo de Souza Lopes, Nazário da Silva, Nestor Bogado Filho, Nilson Procedônio Espíndola, Roni Lima Rios, Salvador Soares Borges, Valdson Gomes de Pinho e Wagner Nunes Pereira.

Fonte: campograndenews

Operação Atena prende falsos juízes que enganavam familiares de presos em Presidente Venceslau

Golpistas chegaram a ligar no Fórum e no plantão da Polícia Civil para solicitar informações sobre os detentos. Grupo pedia a parentes dos encarcerados o pagamento de fiança para colocá-los em liberdade.

n0511  Uma operação da Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira (1º) dois homens suspeitos de se passarem falsamente como juízes de direito para enganar familiares de pessoas presas em Presidente Venceslau (SP). Os indivíduos chegaram a ligar no Fórum e no plantão da Polícia Civil da cidade se apresentando como magistrados para solicitar informações dos detentos.

As investigações foram iniciadas no mês de março deste ano após a polícia receber uma requisição expedida pela autoridade judicial da cidade, a qual informava o recebimento de ligações na sede do Fórum por indivíduo desconhecido que se apresentou como “juiz assessor da Corregedoria” ou como “juiz do plantão” e, mediante enganação, conseguiu obter informações a respeito de pessoas presas e que estavam aguardando a audiência de custódia.

Com o avanço das investigações, a polícia apurou que o Plantão Policial Permanente de Presidente Venceslau também recebeu ligações com o mesmo intuito, bem como um familiar de uma das pessoas presas na época dos fatos havia recebido ligação telefônica em que o interlocutor se apresentou como “juiz”, informando que seu parente estava preso e sua liberdade estava condicionada ao pagamento da fiança.

A polícia apurou que o familiar efetuou o pagamento da suposta fiança e, posteriormente, tomou conhecimento que havia caído em um golpe.

O delegado titular da Delegacia de Investigações Gerais de Presidente Venceslau, Elison Yukio Hasai, informou ao G1 que a fiança cobrada pelos criminosos era no valor médio de R$ 1,5 mil por vítima.

Após o trabalho investigativo, os integrantes da associação criminosa foram identificados e suas funções foram individualizadas dentro do esquema criminoso, bem como foram identificadas outras vítimas no Estado de São Paulo.

As investigações identificaram o suspeito das ligações direcionadas ao Fórum e ao Plantão Policial Permanente, ambos de Presidente Venceslau, responsável por se apresentar como “juiz assessor da Corregedoria” e, mediante enganação dos funcionários, captar dados de pessoas presas.

Tais informações foram repassadas para o segundo suspeito, também identificado, responsável por efetuar contato com os familiares dos presos, sendo que algumas vezes também se passava como “juiz”, e, mediante enganação, obteve vantagem ilícita mediante o pagamento da suposta fiança.

Estes indivíduos foram localizados e presos na cidade de Itaitinga (CE), segundo a polícia, nesta quinta-feira (1º).

O trabalho investigativo também identificou mais dois homens integrantes da associação criminosa incumbidos de receber os valores obtidos mediante fraude para posterior movimentação bancária e ocultação do dinheiro. Um deles foi preso em Maracanaú (CE), enquanto o outro ainda continua foragido.

Os três suspeitos foram presos temporariamente pelo prazo de cinco dias, mediante mandados judiciais, para o término do inquérito policial. A polícia também cumpriu mandados de busca e apreensão domiciliar.

O delegado Elison Yukio Hasai ainda informou ao G1 que na próxima segunda-feira (5) a polícia finalizará o inquérito e solicitará a prisão preventiva dos suspeitos, que são investigados pelos crimes de falsa identidade, estelionato, lavagem de capitais e associação criminosa.

“A Operação Policial Atena foi deflagrada em resposta às condutas criminosas perpetradas em afronta ao Estado e às vítimas, viabilizando a desarticulação de uma associação criminosa que perpetrava suas ações criminosas com extrema audácia, identificada e localizada a mais de três mil quilômetros de distância desta cidade [Presidente Venceslau]”, informou a Polícia Civil.

O nome Atena foi escolhido em alusão à deusa da justiça, na mitologia grega, por se tratar de crime contra a própria Justiça, conforme o delegado. A ação teve o apoio da Polícia Civil do Estado do Ceará tanto na fase de investigação como na execução da operação.

Fonte: G1

 

Vídeo registra tiroteio e explosão durante tentativa de resgate em presídio de Marituba

A Susipe confirmou uma tentativa de resgate de presos com apoio externo no PEM I, no Complexo de Marituba.

np0111  Moradores de Marituba registraram o momento em que ocorreu um tiroteio e barulhos de explosão no Presídio Estadual Metropolitano I (PEM I), no Complexo de Marituba, na região metropolitana de Belém. Veja no vídeo acima. A Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) confirmou uma tentativa de resgate de presos com apoio externo ocorrida que iniciou por volta das 20h30.

A Susipe informou que criminosos utilizaram explosivos para invadir a unidade prisional pelo muro de segurança em uma área que dá acesso a um cemitério particular.

De acordo com a Susipe, houve uma intensa troca de tiros entre policiais do Batalhão de Policiamento Penitenciário e os criminosos. Ainda não há confirmação de fugas.

A área do presídio foi isolada e a Susipe disse que está apurando o ocorrido.

Veja o VÍDEO
 
Fonte: G1

Oito presos fogem de Casa de Custódia após abrirem buraco em cela

np2910 

Com auxílio de cordas artesanais para pular o muro, oito detentos fugiram da Casa de Custódia de São José dos Pinhais na madrugada desta quinta-feira (24). A Secretaria da Segurança Pública (SESP) informou, em nota, que os presos abriram um buraco na entrada de ar da cela.

De acordo com a Secretaria, forças policiais foram acionadas e fazem buscas na região, mas ninguém foi recapturado até o momento. Um procedimento administrativo será aberto para apurar o caso.

Fonte: massaNEWS

 

Policiais paulistas que trocaram tiros com mineiros levavam dinheiro falso, 14 milhões segundo o Estadão.

Policiais paulistas que trocaram tiros com mineiros levavam dinheiro falso
No tiroteio, um policial civil morreu, outras duas pessoas ficaram feridas e ao menos dez policiais civis paulistas foram detidos
 
np2510 SOROCABA – Policiais civis de São Paulo que trocaram tiros com a policiais mineiros e mataram um deles em Juiz de Fora, Minas Gerais, na tarde desta sexta-feira, 20, levavam malas com R$ 14 milhões em cédulas de R$ 100, segundo a Polícia Civil de MG.
Parte das notas é aparentemente falsa e o dinheiro vai passar por perícia, segundo a polícia mineira. No tiroteio, o policial civil Rodrigo Francisco, de 37 anos, lotado em Juiz de Fora, foi baleado e morreu. Outras duas pessoas ficaram feridas, uma delas em estado grave. Ao menos dez policiais civis paulistas foram detidos. As polícias dos dois Estados investigam o que eles faziam em Juiz de Fora.
A troca de tiros aconteceu por volta de 15h30, no estacionamento de um condomínio de consultórios médicos ligados ao Hospital Monte Sinai, no centro da cidade. 
 Conforme a Polícia Civil de Juiz de Fora, os policiais de São Paulo estavam fazendo abordagens de armas em punho, quando dois agentes de Minas Gerais teriam se identificado como policiais e tentado rendê-los. Outros policiais paulistas que estavam na retaguarda teriam iniciado o tiroteio. A intensa troca de tiros só parou quando viaturas das polícias Civil e Militar cercaram a área.
O policial civil Rodrigo Francisco foi encontrado morto no local. Ele era inspetor na Delegacia de Furtos e Roubos e atuava também como examinador no Departamento de Trânsito (Detran) de Juiz de Fora.
As duas pessoas baleadas foram internadas no próprio hospital e uma delas, ferida no pé, passou por cirurgia e estava fora de risco. A outra também foi operada e estava em estado grave, mas estável, neste sábado, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. Elas não tiveram as identidades divulgadas.
Os policiais paulistas – entre eles estariam um ou dois delegados, informação não confirmada pela Polícia Civil - foram detidos e levados à delegacia da cidade, mas alguns teriam se negado a entregar as armas.
Quatro policiais fugiram de carro, mas foram capturados horas depois. As malas com dinheiro foram achadas durante a revista aos carros apreendidos com os paulistas. As cédulas estavam em seis malas no bagageiro de um Toyota Etios, com placas de Belo Horizonte.
As polícias paulista e mineira ainda investigam o que os policiais de São Paulo faziam em Juiz de Fora. Policiais já ouvidos afirmaram terem sido contratados para fazer a escolta de um empresário que teria negócios na cidade mineira. O suposto empresário, que não teve a identidade divulgada, teria saído ileso do tiroteio e retornado a São Paulo de avião.
O grupo paulista estaria hospedado num hotel da região desde a quarta-feira. Os dez integrantes da polícia de São Paulo seriam transferidos ainda neste sábado para a capital paulista.
A Secretaria de Segurança Pública de Minas Gerais informou que “o procedimento investigatório ainda está em andamento” e que todas as informações serão divulgadas após o fim da apuração. A Polícia Civil de São Paulo informou ter enviado equipes do Grupo de Operações Especiais (GOE) a Juiz de Fora para levantar informações sobre o caso.
Conforme a pasta, a polícia mineira não foi comunicada previamente sobre alguma operação ou mesmo a presença dos policiais paulistas no Estado.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo informou que "o delegado divisionário da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo está em Juiz de Fora em contato constante com a Polícia Judiciária mineira para auxiliar pessoalmente nas investigações, a fim de apurar todas as circunstâncias do caso”.
Ainda segundo a nota, a SSP ressalta que “não compactua com desvios de conduta de seus agentes e, caso haja alguma irregularidade, os envolvidos serão responsabilizados”.
 

Mais artigos...

Impakto nas Redes Sociais

                                   

 

blogimpakto.        sicride      CONTASABERTAS       horasc    acervo        kennya6    ricardo    EAD  codigoeticajor    jornalismoinvestigativo

Desenvolvido por: ClauBarros Web