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Registros da Covid-19 nos ambientes de privação de liberdade caem 41% em julho

https://www.conjur.com.br/img/b/presidio-cadeia-penitenciaria-pr.jpeg O monitoramento sobre a situação da Covid-19 nos sistemas penal e socioeducativo, realizado mensalmente pelo Conselho Nacional de Justiça a partir de informações enviadas por autoridades locais, registrou 426 novos casos no sistema prisional em julho, sendo 88 entre pessoas presas e 338 entre funcionários. O número representa queda de 41% em relação aos 722 casos reportados em junho.

O número de mortes informadas, no entanto, aumentou, passando de uma no último mês para 4 em julho. Já entre adolescentes que cumprem medida socioeducativa, foram 105 novos casos, sendo 90 de servidores, e nenhum óbito.

O sistema prisional teve 10.041 testes realizados em julho informados, tendo aumento significativo em relação aos 313 contabilizados no mês anterior. No socioeducativo, foram 801 testes a mais em comparação ao mês anterior.

As diferenças e oscilações entre o número de testes podem ocorrer em razão da subnotificação dentro das unidades, exames realizados fora das unidades ou, ainda, por conta da diferença metodológica na apuração e consolidação de dados.

A cobertura vacinal no sistema prisional, que considera todas as pessoas presas e equipes do sistema carcerário com pelo menos até a segunda dose ou dose única, aumentou 1,7%. Já no socioeducativo o avanço foi menor, somando 0,4%.

O cálculo populacional do socioeducativo considera o último censo divulgado pelo Sistema Nacional do Sistema Socioeducativo (Sinase) em 2019, com dados de 2017, o que pode representar defasagens em relação ao cenário atual.

Alimentação e visitas
Em maio, o CNJ passou a monitorar, com a contribuição das gestões estaduais, como estão ocorrendo as visitas e a entrega de alimentos nas unidades de privação de liberdade do sistema prisional e do sistema socioeducativo, considerando a alteração de fluxos observada ao longo do período da pandemia.

No sistema prisional, foi informada normalidade de visitas em nove estados e no Distrito Federal: Acre, Amapá, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia e Rio Grande do Sul. No socioeducativo, Acre, Bahia, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro e Rondônia informaram que as visitas ocorrem sem restrições.

Acre, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte informaram que a entrega de alimentos está normalizada. Até o fechamento do boletim, 17 estados não responderam a esse monitoramento. A expectativa é que mais unidades da federação contribuam com a transparência informando os dados locais para esse mapeamento. Com informações da assessoria de imprensa do CNJ.

Fonte: https://www.conjur.com.br/2022-ago-20/registros-covid-19-sistema-prisional-caem-41-mes-julho2

Após casos de presos lesionados, Corregedoria determina que unidades não recebam detentos sem exame de corpo de delito

 Conforme o Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), a determinação do corregedor de presídios da capital, juiz Raynes Viana, ocorreu após a diretoria Centro de Triagem e Observação Criminológica informar que recebe com frequência casos de presos lesionados sem o encaminhamento do referido laudo.

A medida também vale especialmente para a unidade Irmã Imelda e o Instituto Penal Feminino, em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza.

“Tem-se que apresentação do laudo à unidade prisional de destino é relevante tanto para garantir a documentação correta do estado de integridade do detento quanto para viabilizar a correta apuração de eventual responsabilidade por agressões que possam vir a ocorrer”, ressaltou o juiz Raynes Viana na decisão.

No caso em que o estado físico do detento não esteja conforme as conclusões do laudo, o exame de corpo de delito deve ser repetido antes do ingresso no sistema prisional.

Segundo o Tribunal de Justiça, o descumprimento da medida é contrário ao acordado na reunião entre o Grupo de Monitoramento e Fiscalização de Fortaleza (GMF), a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, a Polícia Civil, Perícia Forense e Delegacia de Capturas (DECAP), em que foi determinada a disponibilização de acesso ao Sistema Integrado de Processos (SIP), para obtenção dos laudos de exames.

Fonte: https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2022/08/16/apos-casos-de-presos-lesionados-corregedoria-determina-que-unidades-nao-recebam-detentos-sem-exame-de-corpo-de-delito.ghtml

Ex-presidiário acha mochila com R$ 50 mil e dá aula de honestidade no DF

imagem 2022 08 10 162550675 O Cristiano tem uma vida simples e é ajudante de serviços gerais em uma empresa. Durante o serviço, ele viu uma mochila no chão e até pensou que fosse lixo. Iria jogar fora, mas, foi alertado de que a bolsa tinha caído de uma caminhonete. O rapaz não quis mexer e só olhou o documento para ver se quem era a bolsa. E dentro tinha uma bolada de R$ 50 mil. A mochila era do dono de uma lanchonete que funciona dentro da empresa que ele trabalha. Ele devolveu a bolsa. Ex-presidiário, ele faz parte de um programa de ressocialização e quer mostrar que as pessoas podem se recuperar, mudar de vida.

Fuga de presos em Mongaguá

0102Assista AQUI.

Mulher de preso: a rotina das ‘cunhadas’ de Maringá

Mulheres dos detentos no dia em dia de visita | Foto: GMC Online Elas se chamam de “cunhadas” e unem esforços para o amor entre as grades. São mulheres de detentos do sistema prisional que se encontram, pelo menos uma vez por semana, em frente a Casa de Custódia de Maringá (CCM), Colônia Penal Industrial de Maringá (CEPIM) e Penitenciária Estadual de Maringá (PEM). Para ajudar na comunicação e se apoiarem, resolveram criar um grupo de WhatsApp, chamado “Família PEM, CCM & CEPIM”, que conta com quase 100 participantes.

A ideia foi da Thais Santana Dantas, de 30 anos. O marido dela está preso há 2 anos por roubo e tráfico.

“Eu resolvi criar o grupo porque quando meu marido caiu preso eu me senti perdida, não sabia o que realmente fazer, coisas básicas mesmo. Comecei a conversar em grupos de Facebook e vi que a ideia podia ser boa. Nesses grupos do ‘Face’, eu recebi bastante apoio, aí como fui ajudada, decidi criar esse grupo e ajudar também; tem dando muito certo”, afirmou.

Thais conta ainda que no grupo existem esposas, namoradas, mães, avós e outras parentes de presos, todas mulheres. Elas compartilham situações do dia a dia, como horários e o que pode ser levado nas visitas, por exemplo.

“Nós nos ajudamos, compartilhamos os horários de visitas, que as vezes muda, o que pode ser levado, isso também já foi mudado e nos apoiamos no sentido psicológico também, eu sempre digo: é na alegria e na tristeza, uma dando força para a outra. Nossos companheiros estão cumprindo pena e devemos ser fortes. Existem mães, avós no grupo que respeitosamente chamamos de ‘mãezinhas’, e é claro nós ‘as cunhadas’, como cordialmente as mais novas chamam umas as outras”, explicou.

O grupo serve também para dar apoio logístico, principalmente, para quem vem de longe de tem parentes no sistema prisional de Maringá. “Tem gente de vem de Santa Catarina, São Paulo, Foz do Iguaçu e não sabe os horários e nem tem lugar para ficar, então providenciamos carona, damos um pouso, arrumamos um lugar para a pessoa ficar, fazemos de tudo mesmo para ajudar”, disse.

Nas conversas do grupo também há muitas reclamações das condições de vida dos detentos, que envolvem espaço e alimentação.

Outras histórias

Em frente a CCM, a reportagem conversou com outras mulheres que participam do grupo. Franciele Alves, visita o marido preso por latrocínio há quase 2 anos. Uma rotina que ela deve enfrentar pelos próximos 4 anos, tempo restante da pena do companheiro. Ela diz que o grupo do WhatsApp é uma baita ferramenta. “É um meio de comunicação com a família, para orientar, os horários de saída e entrada, que dia podemos trazer crianças, porque direto mudam. É realmente para gente ficar bem informado”, afirmou.

No dia que visitamos a CCM, também conversamos com Érika Santos, que levou o filho de apenas 8 meses para ver o pai preso por tráfico de drogas. “Venho toda a sexta e temos que nos unir né, já é complicado, senão nos unirmos fica ainda pior”, disse.

Rotina

Nas penitenciárias de Maringá, as visitas aos detentos são semanais, geralmente às sextas, sábados ou domingos (dependendo da penitenciária e do bloco onde o preso está) e duram duas hora. As visitas íntimas são mensais e têm a duração de 15 minutos.

Atualmente, Maringá tem cerca de 2.200 detentos no sistema prisional.

Fonte: https://cbnmaringa.com.br/noticia/mulher-de-preso-a-rotina-das-cunhadas-de-maringa-que-se-organizam-pelo-whatsapp

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