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Revista na Penitenciária Barreto Campelo apreende armas, drogas, cerveja e cachaça

Varredura durou mais de seis horas

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Uma revista feita na Penitenciária Professor Barreto Campelo, em Itamaracá, apreendeu armas, facões, cerveja, cachaça e drogas nos pavilhões A, B, C, D e E, nesta sexta-feira. A varredura, que foi feita pelos agentes penitenciários do Grupo de Operações e Segurança da unidade, durou mais de seis horas.

A inspeção começou às 9h e só foi encerrada às 15h40. Foram apreendidos dois revólveres calibre 38, 16 munições calibre 38, uma munição deflagrada, quatro facões industriais, uma faca industrial, seis facas artesanais, uma foice artesanal, 12 chuços, quatro celulares, 17 carregadores, 11 fones de ouvido, cinco chips, quatro baterias, cinco barras de ferro, quatro barrotes de madeira, 2,3 litros de cachaça industrial (Pitú), um latão de cerveja, duas usinas de cachaça artesanal, aproximadamente 1,5 quilo de maconha, 126 gramas de crack e uma balança de precisão.

Fonte: diariodepernambuco


RANÇA Revista na Penitenciária Barreto Campelo apreende armas, drogas, cerveja e cachaça

pc0610Uma revista feita na Penitenciária Professor Barreto Campelo, em Itamaracá, apreendeu armas, facões, cerveja, cachaça e drogas nos pavilhões A, B, C, D e E, nesta sexta-feira. A varredura, que foi feita pelos agentes penitenciários do Grupo de Operações e Segurança da unidade, durou mais de seis horas. 

A inspeção começou às 9h e só foi encerrada às 15h40. Foram apreendidos dois revólveres calibre 38, 16 munições calibre 38, uma munição deflagrada, quatro facões industriais, uma faca industrial, seis facas artesanais, uma foice artesanal, 12 chuços, quatro celulares, 17 carregadores, 11 fones de ouvido, cinco chips, quatro baterias, cinco barras de ferro, quatro barrotes de madeira, 2,3 litros de cachaça industrial (Pitú), um latão de cerveja, duas usinas de cachaça artesanal, aproximadamente 1,5 quilo de maconha, 126 gramas de crack e uma balança de precisão.
 
Fonte: diariodepernambuco

LEMBRAM DO MICHEL PLATINI? DOS DIREITOS HUMANOS DE BRASILIA, DO DESPACITO? OLHA ELE DE NOVO AGINDO, AGORA EM FAVOR DOS TRANSEXUAIS

Juízaal. proíbe corte de cabelo de travestis e transexuais em presídios do DF

04Decisão considera manutenção do cabelo como ‘forma de empoderamento’ e parte ‘fundamental da identidade’. Segundo a SSP, atualmente 12 travestis estão presas em unidades prisionais do Distrito Federal.Travestis presas no sitema penitenciário do Distrito Federal não serão mais obrigadas a cortar os cabelos, como fazem os homens detidos no Complexo Penitenciário da Papuda. A decisão é de uma juíza da Vara de Execuções Penais que autorizou, na sexta-feira (29), a direção do Centro de Detenção Provisória (CDP) a manter os cabelos de quem opte pela identidade de gênero feminina.


A determinação também vale para a presa que não fez cirurgia de redesignação sexual (mudança de sexo). Nesses casos, a travesti ainda sim é alocada no presídio masculino, mas, segundo a juíza, este fato não pode ser impeditivo para que ela tenha os cabelos mantidos.

No entendimento da magistrada, o cabelo é um “ingrediente fundamental de sua identidade” e, portanto, deve ser mantido.

“Os cabelos compõem a moldura do rosto e significam, para a imensa maioria das mulheres, mulheres trans e travestis, uma das formas de empoderamento.”

Para o presidente do Conselho Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos Michel Platini, a decisão é um avanço importante, “mesmo que tardio”.

“A dignidade subexistiu até hoje, mas, a partir de agora, a dignidade começa a existir de fato. Para as travestis presas, a liberdade é único direito privado naquele momento, os outros direitos têm que ser preservados.”

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), atualmente 12 travestis estão presas em unidades masculinas do Distrito Federal. A pasta afirmou ao G1 que “não há transexuais internos no sistema penitenciário do DF”.

Alas separadas


Uma Ordem de Serviço assinada no último dia 22 de setembro pela Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe), em conjunto com a Vara de Execuções Penais e os diretores das unidades prisionais do DF, garante, entre outros pontos, o uso do nome social às pessoas trans e travestis que atualmente estão presas.

O texto determina, ainda, que as travestis da penitenciária masculina devam, preferencialmente, cumprir a pena em celas separadas dos demais presos.

“Em caso de risco à integridade física do interno ou à segurança da unidade prisional, porém, a lotação do interno ficará a cargo da discricionariedade da Direção do Estabelecimento Prisional.”


Denúncia

Em agosto, o Conselho de Direitos Humanos no Distrito Federal denunciou ao Ministério Público (MPDF), assituações de constrangimento e violência que atingem travestis e transexuais nos presídios do DF. O documento pede a intervenção do MPDF para barrar práticas consideradas "abusivas e discriminatórias" contra a população LGBT.

O texto foi elaborado após visitas técnicas ao Complexo Penitenciário da Papuda, e relata que travestis e transexuais são submetidas à "revista íntima-vexatória", e têm sua intimidade “exposta a uma população diferente de seu gênero”.

“Durante as oitivas foram relatadas situações como a obrigatoriedade de obediência de padrão físico masculino, pois se deve seguir o gênero destinado à unidade, momento este em que são cortados os cabelos semelhantes ao corte masculino”, diz o documento.

Trecho do documento entregue ao Ministério Público (Foto: Reprodução)


“As características mais específicas [das travestis e transexuais] são retiradas como forma de castigo”.

Questionada, na época, sobre o modelo de encarceramento da população LGBT no Distrito Federal, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) confirmou que ao serem presas, travestis são mantidas em unidades masculinas, mas destaca que não há transexuais internos no sistema penitenciário do DF.

“As unidades prisionais separam os internos por conta do tipo de crime cometido, e não por conta da orientação sexual.”

Operação Império

O debate sobre direitos de transexuais e travestis em presídios do DF reacendeu na manhã de terça (26) quando a Polícia Civil deflagrou a Operação Império, que prendeu pelo menos cinco travestis envolvidas na exploração sexual.

Elas foram levadas ao Complexo Penitenciário da Papuda, onde devem responder por organização criminosa, rufianismo – obtenção de lucro a partir da prostituição alheia –, tráfico interestadual de pessoas, redução à condição análoga à escravidão, extorsão e ameaça.

Fonte: G1

Presos se aproveitam de protesto de moradores para fazer rebelião em cadeia de Umuarama, diz polícia

Moradores tentaram invadir a delegacia, que fica ao lado da cadeia, após a prisão de um suspeito de matar uma menina de seis anos na cidade. Homem já responde por outro homicídio contra uma adolescente de 15 anos, segundo a polícia.

c2909Presos que estão detidos na cadeia pública de Umuarama, no noroeste do Paraná, estão rebelados desde o final da noite de quarta-feira (27). O local fica anexo ao prédio da delegacia da cidade, abriga 260 presos e tem capacidade para 64.

Segundo a polícia, os detentos se aproveitaram de um protesto de moradores em frente à delegacia para sair aos poucos das celas. Eles começaram com um pequeno motim e depois se rebelaram, ainda de acordo com a polícia.

O protesto ocorreu após a prisão de um suspeito de ter matado a menina Tabata Fabiana Crespilho da Rosa, que tinha seis anos.

Durante a manifestação, que encerrou por volta das 4h desta quinta (28), os moradores tentaram invadir a delegacia.

Segundo um balanço divulgado pela Polícia Civil por volta das 10h, a revolta terminou com 12 veículos destruídos, sendo seis carros policiais, quatro de imprensa local, e dois veículos particulares. Desses, oito foram incendiados. Veja a nota divulgada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (SindijorPR) no final da reportagem.

Em nota, a Polícia Civil informou que paralelamente ao inquérito policial referente a prisão do suspeito autuado pela morte da menina Tábata, outro inquérito policial será aberto para apurar rigorosamente os danos causados ao patrimônio público. Confira a íntegra do texto no final da reportagem.

O homem confessou o crime e foi transferido da delegacia por questões de segurança. O local para onde ele foi levado não foi divulgado.

O delegado-chefe da Polícia Civil de Umuarama, Osnildo Lemes, disse que o suspeito de matar Tábata já responde por outro homicídio contra uma adolescente de 15 anos, em Chopinzinho, em 2010. Ele responde em liberdade por este crime.

Na manhã desta quinta (28), a Polícia Militar (PM) informou que o interior da cadeia foi destruído pelos detentos. Até a publicação da reportagem, uma equipe do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) de Curitiba está a caminho do local para ajudar a Polícia Civil nas negociações.

As ruas que ficam no entorno da delegacia estão interditadas. Prédios do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico-Legal, que funcionam anexos à delegacia, também estão interditados.

O crime que chocou a cidade

A criança desapareceu perto da Escola Municipal Rui Barbosa em que estuda, em Umuarama, na tarde de terça-feira (26). Segundo a polícia, o irmão da garota, um adolescente de 13 anos, a deixou em uma padaria que fica na esquina colégio – como fazia todos os dias. Porém, a menina não entrou na escola. O desaparecimento foi percebido no fim da tarde de terça, quando a mãe foi buscá-la na escola.

A instituição de ensino relatou que, após saber do ocorrido, entrou em contato com os pais dos colegas de sala da garota, mas, ninguém tinha informações sobre a criança.

Os pais chegaram a registrar um Boletim de Ocorrência, e a foto da menina foi colocada no Sistema de Pessoas Desaparecidas da Secretaria da Segurança Pública, mas o corpo da criança foi encontrado na tarde de quarta-feira (27) em uma área rural entre Umuarama e Xambrê.

O homem levou os policiais até o local do crime e disse que matou a criança asfixiada e depois enterrou.

Confira a nota divulgada pela Polícia Civil

A Polícia Civil informa que paralelamente ao inquérito policial referente a prisão do suspeito autuado pela morte da menina Tabata Fabiana Crespilho da Rosa, de 6 anos, outro inquérito policial será aberto para apurar rigorosamente os danos causados ao patrimônio público, como também bens de terceiros que foram afetados por atitudes incompreensíveis e inaceitáveis de vândalos que causaram enormes prejuízos à população em geral.

Assim que a Polícia Civil tomou conhecimento do desaparecimento da criança, as diligências se iniciaram com o apoio do Serviço de Investigações de Crianças Desaparecidas (Sicride). Após alguns procedimentos de investigação , a polícia identificou e prendeu o homem suspeito pelo crime, Eduardo Leonildo da Silva, de 30 anos, que confessou o fato, sem dar detalhes.

De acordo com a polícia, o suspeito matou uma adolescente, de 15 anos, há sete anos. Ele cumpria pena em regime semiaberto.

Veja a nota divulgada pelo Sindijor

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (SindijorPR) exige que a Secretaria de Segurança Pública, bem como a Polícia Civil investiguem o ocorrido em Umuarama na noite de quarta-feira. Um protesto de moradores que tentaram invadir a delegacia, onde estava preso um suspeito de ter matado uma menina de seis anos, resultou em uma quebradeira geral pela cidade.

Segundo informações apuradas pelo Sindijor, a revolta acabou em pelo menos sete carros queimados, entre veículos particulares e da imprensa local. Outras dezenas de carros foram danificadas, tombadas e apedrejadas.

O SindijorPR lamenta o ocorrido e exige a apuração dos fatos com rigorosa punição dos envolvidos.

Fonte: G1


 

Presídio no Recife em que detento foi morto teve 29 armas de fogo apreendidas em 2017

Ao longo de 2016, foram 50 em todos os presídios do estado. Preso foi assassinado na quarta (20), no Presídio Juiz Antônio Luiz Lins de Barros, no Complexo do Curado, na Zona Oeste. Balanço foi divulgado Sindasp-PE

batalhaodeguardasEm 2017, 29 armas de fogo foram encontradas dentro do Presídio Juiz Antônio Luiz Lins de Barros (PJALLB), que integra o Complexo do Curado, na Zona Oeste do Recife. A informação foi divulgada, nesta sexta-feira (22), pelo Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindasp-PE). A unidade é a mesma em que um detento de 35 anos foi assassinado, na noite de quarta-feira (20), e que uma pistola Taurus .380 foi apreendida durante uma revista, no dia seguinte. 

Segundo a Secretaria Executiva de Ressocialização de Pernambuco (Seres), foram encontradas 50 armas de fogo ao longo de todo o ano de 2016, contra 21 achadas no ano anterior, em presídios de todo o estado. 

Em média, de acordo com os números do sindicato, são apreendidas três armas por mês no presídio. De acordo com João Carvalho, presidente do sindicato que representa os agentes penitenciários, o balanço diz respeito ao período entre 1º de janeiro e 21 de setembro. 

Das armas de fogo apreendidas, nove são pistolas e 20 são revólveres, encontrados durante revistas ou mesmo após tentativas ou assassinatos dentro do presídio. Outras duas unidades compõem o Complexo Prisional do Curado. 

“O grande problema é o posicionamento do presídio em relação às casas, com trechos que têm distância pouco maior que três metros. A maioria dos materiais ilícitos é arremessada por cima do muro das unidades. Nas bordas internas, os presos, soltos no complexo, se aproximam e recolhem o que é jogado. Geralmente não se arrisca a tentar em entrar com drogas e armas se existe tamanha facilidade em jogar os produtos”, acredita Carvalho. 

O representante dos agentes aponta que o problema com entrada de armas de fogo é recorrente em todas as unidades do Complexo do Curado. "O PJALLB não é o pior. O Presídio Frei Damião de Bozzano tem apreensões mais recorrentes, tanto de drogas quanto de armas. É necessário haver efetivo na guarda interna para fazer rondas e não permitir que os presos fiquem nas bordas, no entorno dos blocos", defende. 

Em nota, a Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres) confirmou o número de apreensões e apontou que tem reforçado as revistas nas unidades prisionais em todo o estado. A secretaria aponta ainda que "foram colocados alambrados aumentando a altura do muro em seis metros e telas de proteção. Também houve reforço na segurança prisional do Estado com a instalação de 22 portais detectores de metais, 6 sistemas de inspeção de bagagens por raio-X e 33 banquetas de inspeção". 

Drogas

Na quinta-feira (21), a Polícia Militar prendeu duas pessoas, suspeitas tráfico de drogas, ao redor do Complexo Prisional do Curado. Durante rondas, policiais prenderam em flagrante uma mulher de 27 anos, com cerca de 800 gramas de maconha prensada. A suspeita afirmou que repassaria a droga para outro suspeito de 21 anos, que também foi detido pelos policiais posteriormente, com pequena quantidade de maconha na mesma localidade. 

A mulher, o homem e o material apreendido foram encaminhados para a Central de Flagrantes da Capital, onde foram autuados em flagrante por tráfico de entorpecentes. 

Um homem de 35 anos foi assassinado no PJALLB na noite da quarta.

Homicídio

Segundo informações de agentes penitenciários, o homem levou vários tiros de pistola. O motivo do assassinato seria uma briga entre detentos. Os agentes apontam que a vítima já teria se envolvido em confusões quando esteve preso em outras unidades prisionais. A Seres informou que a polícia já foi acionada para esclarecer o caso. 

Armas

Na segunda-feira (18), agentes penitenciários apreenderam duas armas de fogo e munição, durante uma revista realizada no Presídio Juiz Antônio Luis Lins de Barros (Pjallb). Entre os itens apreendidos estão um revólver calibre 38 e uma pistola 380. Os agentes também encontraram 32 projéteis, sendo 27 de pistola e cinco de revólver. 

A ação ocorreu menos de uma semana depois de agentes terem encontrado um uniforme da Polícia Militar no Presídio Frei Damião de Bozzano, no mesmo complexo prisional. Essa revista ocorreu na terça-feira (12). Durante a vistoria, agentes penitenciários também localizaram uma capa de colete balístico, armas brancas, droga e bebidas alcóolicas. 

Fonte: G1

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