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'Mortes no Compaj foram em frente a visitas, algo inédito', diz secretário

Resultado de imagem para 'Mortes no Compaj foram em frente a visitas, algo inédito', diz secretário O massacre ocorrido neste domingo, 26, no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), localizado na BR-174, violou um “código do crime” firmado entre os membros de facções: o de não matar nos horários das visitas de parentes e amigos. A informação é do secretário de Administração Penitenciária (Seap), coronel Marcos Vinícius Almeida, que deu novos detalhes sobre motim que deixou 15 mortos, no Compaj.

Questionado sobre o motivo do conflito entre os presos, Vinícius Almeida limitou-se a dizer que o caso não foi reconhecido como “rebelião”, porque os detentos não reivindicavam qualquer tipo de benefício ou mudança sobre a administração do presídio. Ele apenas afirmou que as mortes seriam investigadas pela Secretaria de Inteligência, ligada à Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Antes da coletiva, informações passadas pela Polícia Militar (PM) atribuíram o massacre a um rompimento entre os principais líderes da facção Família do Norte (FDN), João Pinto Carioca, o “João Branco” e  José Roberto Fernandes, o “Zé Roberto da Compensa”. Vinícius Almeida não quis comentar a informação, na coletiva.

Durante a coletiva, o representante da Secretaria Penitenciária disse ainda que o Estado não reconhece a intervenção de facções nos presídios do Amazonas. “A secretaria (de Inteligência) vai investigar as motivações e os envolvidos nas mortes. A partir daí, as providências cabíveis serão tomadas. Vamos priorizar medidas de segurança em todas as unidades prisionais, que permanecem sem alteração”, concluiu.

Violação do código

Ainda segundo o titular da Seap, o que aconteceu no Compaj neste domingo foi algo inédito no Amazonas. Ele explicou que  há um código no crime entre os membros das facções, no qual ele firmaram  um acordo de não cometer execuções em presídios, durante visitas de parentes e amigos.  “As mortes no Compaj foram em frente a visitas, algo inédito, no Amazonas”, disse.

O secretário relatou os detentos foram mortos por asfixia (enforcamento), golpes com estoques feitos por escovas de dente. Sobre as imagens de corpos em presídios e um vídeo com detentos fugindo que viralizaram em grupos de WhatssApp de Manaus, Vinícius Almeida explicou:  “não houve fugas, não houve detentos em telhados. Corpos decapitados, corpos queimados, reféns, tudo isso é fake news.”

Controle do presídio

O conflito entre os presos, segundo a Seap, iniciou por volta das 11h deste domingo, e o diretor da unidade acionou o grupo de intervenção penitenciária que contornou a situação em 40 minutos.

Um helicóptero da polícia teria atirado contra detentos, mas o coronel destacou que foram apenas “tiros de contenção”. A briga ocorreu durante as visitas, familiares saíram abalados da unidade prisional.

Foram contabilizados 10 mortos do pavilhão 5, e cinco mortos do pavilhão 3. Todos cumpriam regime fechado no Compaj, de acordo com informações da Seap.

Não houve reféns

De acordo com o secretário da Seap, nenhum familiar ou agente penitenciário ficou ferido durante a ação ou foram feitos reféns. “Assim que o grupo de intervenção entrou na unidade, todas as visitas foram evacuadas”, explicou o secretário Vinícius Almeida.

Ele concluiu a coletiva informando que, a partir de agora, as visitas estão suspensas no Compaj por tempo indeterminado. O secretário disse que nos próximos dias, a Seap irá divulgar mais informações a respeito das visitas.

Fonte: amazonas1

Celulares são apreendidos em freezer que seria entregue em cadeia de Guarapuava

 43 celulares que estavam escondidos em um freezer que seria entregue na cadeia de Guarapuava, região central do Paraná, foram apreendidos. Uma moça, de 19 anos, levou o eletrodoméstico para o marido, que está preso.

Os aparelhos estavam escondidos nas laterais do equipamento. Foram encontrados, também, 13 fones de ouvido, cabos USB, quatro carregadores, além de uma serra de cortar ferro e quatro brocas para perfuração de concreto. Ao receber voz de prisão, a mulher informou, também, que é traficante de drogas. Na casa dela foi encontrada uma pequena quantidade de entorpecentes, assim como uma balança de precisão e dinheiro em espécie.

Por meio de nota, o Departamento Penitenciário diz que autorizou a entrada do freezer porque o aparelho antigo – que havia sido doado por familiares de detentos, estragou.

Fonte: bandnewsfmcuritiba

RJ: Joias e relógios são apreendidos em penitenciária

testeRelógios, joias e celulares foram apreendidos na penitenciária de Bangu 3, onde estão presos os principais líderes das facções criminosas cariocas, e Bangu 9, local onde milicianos estão apreendidos. A Polícia fez uma operação para apreender pertences que entram ilegalmente nas celas.

Veja o vídeo AQUI

Fonte: uol

Cruzeiro do Oeste – PM apreende drogas e celulares na Penitenciária

pc0905A Polícia Militar (PM) de Cruzeiro do Oeste apreendeu maconha e aparelhos celulares na Penitenciária Estadual de Cruzeiro do Oeste (PECO). A ocorrência aconteceu na sexta-feira (3).

Em nota, a PM afirmou que havia pessoas arremessando objetos para dentro da unidade prisional. Ao menos cinco pessoas participavam da ação. Com a chegada da viatura os suspeitos fugiram.

Perto da muralha da PECO a PM encontrou pacotes de fumo, 5 celulares, 2 baterias, isqueiro e 587 gramas de maconha.

Fonte: portalguaira

Presos convivem com ratos e baratas na Delegacia de Piraquara

O Conselho da Comunidade da Região Metropolitana de Curitiba denunciou nesta sexta-feira (3) que a Delegacia de Piraquara é “um exemplo do desleixo com que o estado administra o sistema penitenciário”. Como a maioria dos distritos policiais do Paraná, a unidade está com a carceragem superlotada: possui 4 vagas, mas está com 58 presos.

Presos convivem com ratos e baratas na Delegacia de PiraquaraPara piorar a situação, diz o Conselho, o local abriga presos que necessitam cuidados médicos e psiquiátricos. Aguardando transferência para o Complexo Médico Penal (CMP), os detidos vivem em meio de fezes e são flagrados tomando urina. O Complexo Médico Penal está com falta de profissionais de saúde para o atendimento, o hospital penal ainda está desativado e a unidade está com 228 presos acima da sua capacidade (599).

Em visita realizada pelo Conselho foi constatado outro problema grave – a presença de mulheres presas na carceragem, em cela improvisada ao lado da dos homens. Apenas grades separam os dois grupos. O Depen pretende transferir todas as mulheres detidas provisoriamente em delegacias da RMC para o distrito de Rio Branco do Sul, o que ainda não tem data para ocorrer.

“O que vimos em Piraquara é um absurdo total. Aquelas pessoas estão em situação desumana. Convivem com sujeira, ratos e baratas. O Estado é o tutor e simplesmente não oferece condições dignas. Por lei, as mulheres não poderiam estar em celas separadas dos homens apenas por grades. Se já estão sentenciadas, deveriam ir para o sistema”, afirma Isabel Kugler Mendes, presidente do Conselho da Comunidade da RMC.

“A superlotação do sistema faz com que o CMP não tenha condições de receber presos com necessidades especiais como os que vimos em Piraquara. Falta uma política de Estado para resolver o caos no sistema penitenciário paranaense. Infelizmente, não vemos o governo demonstrar preocupação em achar soluções definitivas para resolver a situação, apenas medidas paliativas”, ressalva Isabel Mendes.

Em fevereiro, por causa da superlotação houve uma tentativa de fuga na Delegacia de Piraquara, mas a polícia conseguiu evitar que os presos escapassem.

Fonte: https://contraponto.jor.br/presos-convivem-com-ratos-e-baratas-na-delegacia-de-piraquara/

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