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"Celas de Piraquara são piores que masmorras medievais", denuncia Conselho. Veja imagens

 A Delegacia de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, abrigava na segunda-feira (2) 66 presos, sendo 22 já condenados que deveriam estar cumprindo suas penas em penitenciárias. Com capacidade para 8, a carceragem está em péssimas condições. Escorre água das paredes. Por causa da superlotação, a umidade provocada pelo suor das pessoas causa gotejamentos do teto. Para conter o problema, os presos “colam” papel higiênico no local. O ambiente é escuro e ventiladores sem as telas protetoras ficam ligados constantemente para amenizar o calor. Além disso, os detentos precisam conviver com ratos e baratas.

“O que vimos na delegacia de Piraquara é apenas uma amostra da precária situação carcerária paranaense. As celas de Piraquara são piores que as masmorras medievais. Os presos são submetidos a uma desumanidade terrível. Isso também afeta os funcionários da delegacia, que sem recursos e amparo do Estado convivem e precisam lidar com situações extremas”, afirma Isabel Kugler Mendes, presidente do Conselho da Comunidade da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba – Órgão da Execução Penal.

Fonte: bemparana

Domingo Espetacular entra em uma das piores prisões da América Latina

Resultado de imagem para Domingo Espetacular entra em uma das piores prisões da América Latina Localizada em Assunção, capital do Paraguai, a penitenciária de Tacumbu tem capacidade para 800 pessoas, mas abriga atualmente 4 mil detentos. Os presos andam livremente por todo o complexo, portam armas, vendem e consomem drogas e fazem até festas, tudo bem ao lado dos guardas. E nessa espécie de terra sem lei estão diversos integrantes das facções criminosas mais perigosas do Paraguai, e também do Brasil. Para assistir ao conteúdo na íntegra, acesse PlayPlus.com

Fonte: R7

Operação “pente fino” retira celulares e vários objetos da cadeia

 Durante uma operação de revista no mini-presídio de Campo Mourão, equipes da Rotam, Polícia Civil e agentes do DEPEN, retiraram vários celulares, baterias, drogas, estoques e outros objetos que estavam nas celas com os presos.

A operação foi realizada no período da manhã desta sexta-feira, com a finalidade de retirar do interior das celas materiais ilícitos, drogas e aparelhos de comunicação. De acordo com a equipe da Rotam, o  procedimento ocorreu dentro da normalidade, sem nenhuma ocorrência de indisciplina e/ou abusos de autoridade.

Foi confeccionada boletim de ocorrência da situação e feito a apresentação para a autoridade policial para providências cabíveis. No total foram apreendidos cinco celulares; quatro baterias; 28 gramas de maconha; cadernos de anotações  de organização criminosa; três estoques; um pedaço de broca; três fones de ouvido; quatro carregadores e dois cabos USB.

 

Operação faz a limpa em celulares e drogas em presídio da Grande Curitiba

Operação apreendeu 61 celulares além de maconha e cocaína em celas da Colônia Penal Agroindustrial, em Piraquara

Foto: Divulgação/DepenUm ‘pente fino’ feito por agentes do Departamento Penitenciário do Estado do Paraná (Depen) apreendeu 61 celulares, 73 gramas de maconha e 19 de cocaína nas celas da Colônia Penal Agroindustrial (CPAI), em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba. Segundo o Depen, as apreensões fizeram parte da Operação Bastellen, realizada na manhã dessa segunda-feira (5), que contou com a ação de 189 agentes de segurança do estado.

 

Conforme o Depen, o objetivo da operação foi realizar uma inspeção nas dependências da unidade, em busca de objetos e produtos ilícitos. Para tal, foram acionados agentes do Setor de Operações Especiais do Depen (SOE), do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope), do Grupo de Segurança Interna do DEPEN (GSI), agentes penitenciários da CPAI, da Ronda Ostensivas Tático Móvel (Rotam) e do Batalhão de Polícia de Guarda (BPGd).

Além dos celulares e da droga apreendida, também foram encontradas anotações feitas pelos detentos, o que pode ajudar em investigações da Polícia Civil. Os celulares, de acordo com o departamento, também foram encaminhados ao Setor de Inteligência da Polícia Civil, para averiguações.

Massacres em presídios fazem parte do nosso cotidiano de horror

                   Contra essa selvageria institucionalizada, não há projeto em curso, nem dinheiro ou interesse político de encaminhar alguma solução                       

No presídio de Altamira, no Pará, 57 presos foram mortos em confronto de facções criminosas Massacre no presidio de Altamira, no Pará. Novamente, briga de facções. Bandidos presos trucidando-se com fúria e extrema violência. Desta vez, impressionantes 57 mortos, dezesseis deles decapitados. O horror. Só não podemos dizer que é surpreendente, pois somos um país em que a barbárie há muito deixou de ser a exceção.

A regra tem sido a de aceitar que o sistema carcerário brasileiro – o terceiro mais populoso do mundo, com cerca de 700 mil almas desgraçadas –  é um amontoado de masmorras em que corpos são empilhados e largados à espera de uma doença malcuidada, da morte ou de uma liberdade sem perspectivas de ressocialização.

Muitos dos prisioneiros nem sequer tiveram um julgamento. Estão também encarcerados em um sistema judiciário ineficiente, elitista e extremamente caro para o país. Nenhuma perspectiva a não ser a universidade do crime, a cooptação por grupos organizados, a submissão a uma lei ainda mais injusta, a dos mais fortes.

Contra essa selvageria institucionalizada, não há projeto em curso – nem dinheiro disponível ou ao menos interesse político de encaminhar alguma solução, mesmo que paliativa. Portanto, novos massacres virão. Cada vez mais insanos e animalescos. E o horror vai continuar a fazer parte de nosso cotidiano. O horror.

Fonte: R7


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