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Depen absolve agente penitenciário suspeito de dormir em serviço

pell2A edição desta sexta-feira (22) do Diário Oficial do Paraná trouxe a decisão do diretor do Departamento de Execução Pena (Depen) do Paraná, Luiz Alberto Cartaxo Moura, em absolver um agente penitenciário lotado na Penitenciária Estadual de Londrina (PEL 2) que "estaria dormindo em horário de serviço".

O processo disciplinar, remetido à Corrregedoria do Depen, resultou na absolvição do servidor público pelo fato de "não estar comprovado a existência dos fatos que lhes fora atribuído no protocolo acima mencionado".

Ainda segunda a decisão, o cochilo do funcionário "estaria prejudicando os serviços de atendimento no setor de saúde".

Fonte: http://massanews.com/

Audácia: Bandido usa “Drone” para lançar celulares para dentro da PECO

droneA cada dia que passa bandidos estão mais audaciosos e fazendo o uso da tecnologia para driblarem o sistema, dessa vez usaram um “drone” (veículo aéreo não tripulado) para passarem objetos não permitidos para dentro da Penitenciária Estadual de Cruzeiro do Oeste (PECO).

Por volta das 17h00min desta quinta-feira agentes viram um “drone” sobrevoando a unidade prisional e flagraram o momento em que o “drone” soltou um objeto, de imediato os agentes correram e conseguiram interceptar a carga.

Na carga foi encontrado e apreendido dois aparelho celulares, chaves de fenda e Durepox, que é usado pelos detentos para lacrar as TVs após retirada ou esconder objetos em seu interior.

Todos os objetos foram apreendidos, os responsáveis ainda não foram identificados.

Fonte: http://www.umuaramanews.com/

Presos recebiam drogas através de mangueira em cadeia na região de Londrina

mangueira"É a ponta do iceberg". Foi dessa forma que o delegado Henrique Hoffmann retratou a atual situação da carceragem de Sertanópolis (40 km ao norte de Londrina). Nesta sexta-feira (15), mais um caso que chamou a atenção das autoridades locais. Investigadores descobriram que os detentos recebiam drogas e outros materiais através de uma mangueira.
De acordo com a Polícia Civil, o sistema funcionava da seguinte forma: os presos furaram as placas de aço da carceragem e instalaram a mangueira, que chegava até ao pátio da sede da Assistência Social de Sertanópolis, bem ao lado da delegacia. Os encarcerados erguiam um gancho improvisado e recebiam todos os materiais de desconhecidos.

O esquema de ilícitos foi desvendado após uma denúncia anônima. "É apenas um exemplo do caos que o Paraná vive na segurança pública. Policiais fora das ruas, em desvio da função e dando prioridade ao cuidado de presos do que as investigações em si", desabafou Hoffmann. A cadeia de Sertanópolis abriga atualmente mais de 40 detentos, só que em um espaço destinado apenas para 12.
Desde agosto do ano passado, quando assumiu a comarca de Sertanópolis, Hoffmann não registrou fugas. "Porém, o cenário é bem diferente no resto do Estado, onde esse tipo de problema é bem comum. Acontece quase que diariamente", comentou o delegado. "Não sabemos por quanto tempo vamos suportar este descaso", concluiu. Além de Hoffmann, trabalham na delegacia um investigador, que cumpre turno de 24 horas, e um escrivão.

FONTE: http://www.bonde.com.br/

Policiais encontram maconha dentro de meia no Norte Pioneiro

meiasPoliciais militares e um agente de carceragem da Cadeia Pública de Cornélio Procópio, no Norte Pioneiro, encontraram, durante a noite desta quarta-feira (6), vários objetos que seriam lançados para os detentos da unidade.
O agente escutou algo caindo no telhado do presídio, e foi verificar a situação. Ele acabou localizando quatro porções de maconha no interior de uma meia, totalizando 85 gramas do entorpecente.

Os policiais apreenderam nove serras, uma caixa de papel transparente e dois celulares sem bateria e chip. Os materiais foram encaminhados para a 11ª Subdivisão Policial.

Governo atrasa benefícios a educadores do sistema prisional

beneficioseducadoresProfessores, pedagogos e servidores administrativos que exercem atividades no sistema prisional não estão recebendo o adicional do terço de férias incidente sobre as gratificações, pagas a profissionais da educação que trabalham nestes estabelecimentos. A suspensão do pagamento está sendo questionada pelo deputado estadual Tadeu Veneri (PT), que pediu explicações ao governo na Assembleia Legislativa.
Em pedido de informações, ainda não votado, Veneri cita que a subtração do benefício está prejudicando cerca de 267 professores, 66 pedagogos e 37 funcionários que atuam nos presídios. O terço de férias deveria ser pago sobre as gratificações por risco de vida e insalubridade.
REQUERIMENTO – PEDIDO DE INFORMAÇÕES
Requer envio de pedido de informações ao Sr. Wagner Mesquita, Secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária do Estado do Paraná.
O Deputado Estadual Tadeu Veneri, no uso de suas prerrogativas, REQUER à Mesa Diretora, com base nos artigos 54, XXVII, e 55 da Constituição do Estado do Paraná e na forma dos artigos 18, XIX, 131, 3º, IX, e 134, do Regimento Interno da Assembléia Legislativa do Estado do Paraná , o envio de pedido de informações ao Excelentíssimo Senhor Wagner Mesquita, Secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária do Estado do Paraná, para que forneça as seguintes informações.
De acordo com as informações da própria Secretária de Segurança Pública e Administração Penitenciária , em 2015 o Estado do Paraná tinha 267 professores, 66 pedagogos e 37 profissionais administrativos que atuam nos presídios, todos recebendo gratificações adicionais de periculosidade, sendo os adicionais: os quinquênios, as gratificações por risco de vida, gratificação de zona e insalubridade.
Considerando as informações da Secretária em questão e de várias denuncias recebidas, que dão conta que os profissionais da educação que atuam no sistema carcerário não receberam o terço de férias e que as gratificações são calculadas pelo salário antigo e não pelo atual, requer as seguintes informações:
1º) O Estado do Paraná, por intermédio da Secretária de Segurança Pública e Administração Penitenciaria deixou de realizar o pagamento do terço de férias dos profissionais da educação que atuam no sistema prisional?
2º) Em caso de atraso no pagamento do terço de férias, quando o Estado do Paraná pretende realizar a quitação deste débito?
3º) Qual é o período (ano) que o Estado utiliza para calculada as gratificações?
4º) O Estado do Paraná deixou de realizar algum pagamento retroativo das gratificações?
Sala das Sessões, 05 de abril de 2016.
Deputado Estadual Tadeu Veneri.

JUSTIFICATIVA
De acordo com as informações da própria Secretária de Segurança Pública e Administração Penitenciária , em 2015 o Estado do Paraná tinha 267 professores, 66 pedagogos e 37 profissionais administrativos que atuam nos presídios, todos recebendo gratificações adicionais de periculosidade, sendo os adicionais: os quinquênios, as gratificações por risco de vida, gratificação de zona e insalubridade.
Considerando as informações da Secretária em questão e de várias denuncias recebidas, que dão conta que os profissionais da educação que atuam no sistema carcerário não receberam o terço de férias e que as gratificações são calculadas pelo salário antigo e não pelo atual, requer as seguintes informações:
Considerando a competência de fiscalização dos parlamentares estaduais prevista na Constituição do Estado do Paraná, vem sempre respeitosamente solicitar as informações descritas acima.
Sala das Sessões, 15 de fevereiro de 2016.
Deputado Estadual Tadeu Veneri.

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