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RRI revela segredos de presídio em Roraima conhecido como a Vila dos Criminosos

A equipe do Repórter Record Investigação desembarcou em Boa Vista para conhecer um presídio diferente de todos os outros. Sem tranca nem grades, a cadeia parece uma comunidade pobre do Rio de Janeiro. O local vive sob comando dos criminosos e para entrar não basta apenas a permissão das autoridades;   é preciso também a autorização de estupradores e assaltantes.

Ex-presidiário é executado com tiro no rosto na Vilela

'Verdurinha' era ex-presidiário e estava em liberdade há menos de um mês - ele morreu na manhã de hoje (19) no Hospital Bom Jesus

tirosUm ex-presidiário conhecido como ‘Verdurinha’ foi executado com um tiro no rosto na Vila Vilela em Ponta Grossa. O crime foi registrado por volta das 21h30 de ontem (18) na rua Haiti – o rapaz ainda não teve o nome divulgado.

A vítima chegou a ser socorrida por equipes do Corpo de Bombeiros e encaminhada ao hospital Bom Jesus. ‘Verdurinha’ não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo no começo da manhã de hoje (19).

Equipes da Polícia Militar estiveram no local do crime, mas até o momento ninguém foi preso. A vítima foi encontrada já caída na entrada de uma casa. ‘Verdurinha’ era ex-presidiário e havia saído da cadeia há menos de um mês.

O corpo do rapaz foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) e a identidade oficial ainda não foi divulgada pelas autoridades.

Fonte: http://arede.info/

Preso é decapitado por engano dentro de carceragem

carro de policiaVítima foi confundida pelos outros detentos com estuprador e acabou assassinado dentro da cela

Um preso de 24 anos foi morto pelos companheiros de cela na noite de domingo (7) em Maringá, região norte do Paraná. Segundo informações do jornal oDiário, o crime aconteceu no minipresídio da 9ª Subdivisão Policial (9ª SDP) por volta das 21h30. Rogerson Franklin de Oliveira foi decapitado pelos outros detentos depois de ser confundido.

Segundo informações da imprensa local, os outros presos pensaram que Oliveira era um estuprador e passaram a agredi-lo até a morte. Outras informações indicam ainda que o crime aconteceu após uma tentativa de fuga frustrada pela polícia, o que não foi confirmado pelas autoridades locais. O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Maringá.

Fonte: http://arede.info/cotidiano/

País tem 60 mil presos que deveriam cumprir pena alternativa, diz pesquisa

presosO Brasil possui quase 60 mil pessoas presas por crimes de pequeno potencial ofensivo e que poderiam estar cumprindo penas alternativas. Essa é uma das conclusões do "Mapa do Encarceramento: Os Jovens do Brasil", divulgado nesta quarta-feira (3). Em 2012 -- ano-base da pesquisa --, a população carcerária do país era de 515 mil pessoas, essencialmente formada por jovens e negros.

O estudo faz parte do Plano Juventude Viva, que reúne ações de prevenção para reduzir a vulnerabilidade de jovens negros a situações de violência. A responsável pelo levantamento é a pesquisadora Jacqueline Sinhoretto, em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude, a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e o Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento).

Segundo o mapa, dos 515 mil presos no Brasil em 2012, 61% eram condenados e 38% estavam presos provisoriamente à espera de julgamento. O menos de 1% restante cumpria medida de segurança. Dos presos condenados brasileiros, 69% estão no regime fechado, 24% no regime semiaberto e 7% no regime aberto.

A pesquisa revela que, dos 315 mil presos condenados e que cumpriam pena em 2012, 18,7% tinham condenações por até quatro anos de prisão –situação em que a lei brasileira prevê a substituição da prisão por penas alternativas.

"Num sistema superlotado, 18,7% dos presos não precisariam estar presos, pois estão no perfil para o qual o Código de Processo Penal prevê cumprimento de penas alternativas", avalia o estudo.

Jovens, negros e mulheres

O levantamento também mostra que, entre 2005 e 2012, o Brasil aumentou sua população carcerária em 74%. "Este crescimento foi impulsionado pela prisão de jovens, de negros e de mulheres", aponta a pesquisa.

Os números mostram que a população carcerária brasileira é formada em sua maioria por jovens entre 18 e 29 anos. Em 2012, eles eram 54,8% do total dessa população. O percentual, porém, vem caindo ao longo dos anos --em 2005 esse índice chegava a 61%.

Além de ter jovens, a população prisional brasileira também é essencialmente negra. Em 2012, havia 191 brancos encarcerados para cada grupo de 100 mil habitantes brancos. Entre os negros, esse número era mais de 50% maior: 292 para cada 100 mil.

"A proporção de negros encarcerados aumentou no período analisado. Constata-se que em 2012 foi encarcerada 1,5 vez mais negros do que brancos", completa o mapa.

Outro dado constatado é ritmo de crescimento de mulheres presas, que foi mais que o dobro do de homens: entre a população masculina, a alta foi de 70% entre 2005 e 2012, enquanto a população feminina cresceu 146%.Drogas, furtos e roubos

O crescimento do encarceramento nacional é puxado pela maior detenção de pessoas que furtam, roubam ou estão envolvidas com drogas -- elas correspondem a 70% das causas de prisões no país. Os crimes contra a vida motivam 12% das prisões.

"Treze Estados tiveram crescimento acima desta marca, com destaque para o hiperencarceramento [sic] no Estado de Minas Gerais, onde o percentual de crescimento foi de 624%. Já o Rio Grande do Sul apresentou o menor percentual de crescimento da população prisional do país (29%)", informa o estudo.

Os dois Estados com maiores populações carcerárias apresentaram crescimento menores que a média nacional: "O Estado de São Paulo, embora concentre quase 40% da população prisional brasileira, apresentou um crescimento de 58%, ligeiramente abaixo do crescimento médio nacional no período, como também ocorreu no Rio de Janeiro (34%)."

Vida bandida: RRI mostra história de mulheres que escolheram o mundo do crime

Com perfis e classe sociais bem distintas, mas com uma coisa em comum: o caminho da criminalidade. Veja os depoimentos exclusivos de mulheres que se envolveram com a ilegalidade e hoje pagam por seus crimes.

Fonte: http://noticias.r7.com

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