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Presos fogem de penitenciária no interior do Pará

pc30061Quarenta e seis presos fugiram do Centro de Recuperação Penitenciário Pará I (CRPP I) em Santa Isabel, a 40 quilômetros de Belém. A Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) confirmou a fuga e informou que os detentos escaparam por um túnel ligando uma cela do pavilhão 3 ao muro que dá acesso à área de mata em volta do complexo.

A fuga ocorreu na madrugada de domingo, 24. Policiais que fazem a ronda no entorno do complexo penitenciário chegaram a perceber a movimentação. Dois presos foram recapturados, mas até a tarde desta segunda-feira, 25, os outros 44 continuavam foragidos.

Na manhã desta segunda, a Susipe cancelou a visita aos presos. Em protesto, um grupo de mulheres bloqueou duas pistas da BR 316, via que liga o Pará aos Estados do Nordeste e Centro-Oeste. Policiais da Polícia Rodoviária Federal conseguiram desobstruir a pista e o tráfego foi normalizado no meio da manhã.

O CRPP I faz parte do Complexo Penitenciário de Santa Izabel que é formado por nove unidades, todas superlotadas. A capacidade total do complexo é para 2.828 presos, mas hoje, abriga 5.155 presos. A unidade onde houve a fuga tem 685 vagas, mas está ocupada por 1.181 presos.

A Secretaria de Segurança Pública do Pará informou por meio de nota que a segurança no complexo foi reforçada e as revistas de presos, intensificadas. A Corregedoria Geral Penitenciária abriu sindicância administrativa para apurar a fuga.

Em abril deste ano, 21 pessoas morreram durante uma tentativa de invasão do complexo, sendo um agente penitenciário, cinco detentos, e 15 suspeitos de invasão.

Fonte: massaNEWS

Quarenta e seis presos fugiram do Centro de Recuperação Penitenciário Pará I (CRPP I) em Santa Isabel, a 40 quilômetros de Belém. A Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) confirmou a fuga e informou que os detentos escaparam por um túnel ligando uma cela do pavilhão 3 ao muro que dá acesso à área de mata em volta do complexo.

A fuga ocorreu na madrugada de domingo, 24. Policiais que fazem a ronda no entorno do complexo penitenciário chegaram a perceber a movimentação. Dois presos foram recapturados, mas até a tarde desta segunda-feira, 25, os outros 44 continuavam foragidos.

Na manhã desta segunda, a Susipe cancelou a visita aos presos. Em protesto, um grupo de mulheres bloqueou duas pistas da BR 316, via que liga o Pará aos Estados do Nordeste e Centro-Oeste. Policiais da Polícia Rodoviária Federal conseguiram desobstruir a pista e o tráfego foi normalizado no meio da manhã.

Muro de 10m tenta conter disputa entre facções em presídio do Acre

Construção separa pavilhões ocupados pela quadrilha paulista dos integrantes de facção carioca. Acre é o estado em que a violência mais cresce no país.

pc3006O Fantástico entrou no maior presídio do Acre, um espaço dividido por bandidos em guerra. Um muro de dez metros tenta conter uma disputa entre quadrilhas que espalham violência para todo o país.

Complexo penitenciário Francisco D'oliveira Conde, Rio Branco, Acre. No local, cabem 1,4 mil presos, mas tem 3,5 mil. Uma prisão sem programa de educação e atendimento de saúde para os presos. Um território dividido e sufocado pelas facções criminosas, num estado em guerra. Uma disputa violenta pelo controle do tráfico de drogas na fronteira com Peru e Bolívia. Para manter o controle no maior presídio do Acre, foi preciso isolar as facções criminosas em pavilhões bem distantes um do outro, separados por essa muralha com dez metros de altura. O muro separa os pavilhões ocupados pela quadrilha paulista dos integrantes de uma facção carioca.

Quem trabalha em presídios vive sob ameaça. Foram 85 agentes penitenciários que tiveram que deixar suas casas.  O Acre é o estado em que a violência mais cresce no país.

Veja a reportagem aqui

Fonte: G1.

Agente é preso por entrar com celulares em penitenciária a pedido de detentos em MT

Quatro aparelhos foram encontrados no banco da motocicleta do agente. Ele foi detido nesta segunda-feira (18) durante o expediente na cadeia.

pc21061Um agente penitenciário foi preso, nesta segunda-feira (18) suspeito de entrar com aparelhos de celular a pedido de detentos na Penitenciária Major Eldo Sá, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá. Em novembro do ano passado, 26 presos atiraram contra os agentes, explodiram parte de um muro e fugiram.

 

De acordo com a polícia, o agente teve o mandado de prisão temporária cumprido e foi detido com quatro aparelhos de celular escondidos no banco da motocicleta dele.

 

Durante as investigações sobre a fuga, foi descoberto que o agente - que não teve a identidade divulgada, entrava com os aparelhos dentro da penitenciária.

 

O agente foi preso dentro da unidade enquanto trabalhava.

 

Fuga

Os detentos fugiram no dia 10 de novembro. Eles tiveram ajuda de bandidos que atiraram contra agentes que estavam nas torres de segurança da penitenciária, jogaram explosivos no muro da unidade.

 

Antes da explosão, os presos serraram a grade de uma das celas do raio 3 e o alambrado que divide o local perto do muro. A explosão foi causada por artefatos presos em uma bicicleta, que foi encostada na muralha e acionada a distância.

 
Fonte: G1

Mãe de detento é flagrada com drogas em órgão genital durante visita a presídio de Porto Feliz

Segundo a direção da unidade, a mulher é mãe de um detento, de 22 anos. A visitante foi submetida ao procedimento de revista, durante o qual foi localizado um pacote redondo de cerca de 11 centímetros nas partes íntimas dela.

pc2106A mulher retirou o pacote, com aproximadamente 134 gramas de maconha, e o entregou à servidora responsável pela revista. Ao ser questionada, ela contou que tinha a intenção de entregar o material apreendido ao filho.

Foi solicitada a escolta da Polícia Militar para encaminhar a mulher ao plantão policial. Um procedimento administrativo foi instaurado para apurar as responsabilidades. 

Fonte:  G1

O Inferno Prisional do Acre

pc1409O repórter do CNJ Manuel Carlos Montenegro acompanhou o conselheiro Rogério Nascimento e a juíza auxiliar da Presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Maria de Fátima Alves em visita ao sistema prisional do Acre.

 

Fonte: acre

 

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