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Vídeo mostra traficante condenado por Sérgio Moro saindo de presídio e indo a mercado de RO

Flagrante foi feito por câmeras do estabelecimento e divulgado nesta quinta-feira. Processo de tráfico foi aberto contra Edivaldo em 2015.

pc1812Um vídeo divulgado pela Polícia Civil nesta quinta-feira (14) mostra parte das regalias que um traficante internacional tinha com agentes penitenciários de Buritis (RO). Na gravação a que o G1 teve acesso, o detento condenado por Sérgio Moro caminha tranquilamente em um supermercado de outra cidade, ao lado de um servidor do presídio onde ele cumpre a sentença. 

  As regalias do traficante Edivaldo Muniz da SIlva foram descobertas durante investigação da Operação Sentinela, deflagrada nesta quinta-feira pela Polícia Civil e Ministério Público de Rondônia (MP-RO). 

 Segundo apurou os investigadores da Civil, há vários meses Edivaldo vinha sendo beneficiado dentro do único presídio de Buritis. Um destes benefícios foi a construção de uma cela especial fora do pavilhão das outras celas. 

 A Polícia Civil diz que na cela de Edilvado havia mobília diferente das dos demais presos, como uma cama de madeira, cômoda com gavetas e um rack para televisão. 

  Enquanto cumpria pena na unidade, segundo a Civil, o traficante chegava a sair da unidade com ajuda dos servidores e do diretor do presídio. 

 Uma gravação feita por câmeras de um supermercado de Ariquemes (RO) mostra Edivaldo (de camiseta azul) chegando em uma caminhonete da Secretaria Estadual de Justiça (Sejus). Logo depois o apenado desce, na companhia de um agente, e caminha até a porta do estabelecimento. 

Na sequência o traficante abraça a mãe e depois a esposa dele também se aproxima e o abraça. O vídeo mostra que logo depois a mãe de Edivaldo pega um carrinho de compra e todos eles, inclusive o agente, caminham pelo estacionamento. 

Depois que a gravação termina, o apenado, a mãe e o agente penitenciário seguem até a casa da esposa. Segundo a Polícia Civil, na residência estava tendo uma confraternização e a "social" era acompanhada por dois agentes. 

Condenação

Segundo apurou o G1, Edivaldo foi condenado pelo juiz Sérgio Moro, no Paraná, por tráfico internacional de drogas. O processo contra o réu foi instalado no ano de 2015. 

Depois de ficar preso no Paraná, o traficante pediu transferência para um presídio de Ariquemes. Como na cidade não tinha mais vaga, o acusado acabou sendo levado para Buritis, na região do Vale do Jamari. 

Operação Sentinela 

Dois agentes penitenciários e o diretor do presídio Jonas Ferreti foram presos nesta quinta-feira suspeitos de darem regalia ao traficante. 

Em um efetivo de 54 policiais, os dois agentes penitenciários e o diretor do presídio foram presos nas residências onde moram. O apenado recebeu voz de prisão na unidade prisional do município. 

Um segundo apenado também recebeu voz de prisão por ter regalias no presídio de Buritis. 

À Rede Amazônica, a defesa dos agentes penitenciários e do diretor do presídio alegou que "seus clientes são inocentes e que isto vai ficar provado durante audiência de instrução". 

Sejus 

Segundo o secretário da Sejus, Marcos Rocha, os dois agentes e o diretor do presídio de Buritis serão levados para Porto Velho. O órgão ainda não sabe se os servidores serão levados ao Centro de Correição da Polícia Militar, pois precisa de aval da Justiça. 

Segundo ainda a Sejus, os três servidores serão processados e que o diretor do presídio já foi exonerado do cargo. A demissão dele do órgão só poderá ser feita após o fim do processo, caso ele seja considerado culpado. 

Fonte: G1

Quadrilha chefiada por preso cobrava mensalidade de traficantes alvos de operação na Grande Cuiabá

Dinheiro era repassado ao chefe de quadrilha, que está preso. Polícia cumpriu 24 mandados de prisão e entre os presos está o responsável por cadastrar as bocas de fumo e arrecadar o dinheiro.

pc1412O chefe da quadrilha de tráfico cobrava mensalidade dos traficantes que são alvos da Operação Babilônia, realizada pela Delegacia Especializada de Entorpecentes (DRE), nesta terça-feira (12). Ele monitorava de dentro da prisão o comércio de drogas na periferia de Cuiabá e Várzea Grande, região metropolitana da capital. A mensalidade era de R$ 5 mil para cada boca de fumo. 

O delegado Rodrigo Azem afirmou que o dinheiro da mensalidade paga ao chefe da quadrilha era enviado para o presídio e era usado para a manutenção das bocas de fumo. "Foram sete meses de investigação e as informações chegavam por meio de denúncias para que pudéssemos identificar os criminosos que atuavam no comércio de entorpecentes", afirmou. 

Foram cumpridos 24 mandados de prisão preventiva e apreendidos mais de 10 kg de droga. 

Na casa de um dos suspeitos, que, segundo a polícia, era responsável por aliciar os jovens para o tráfico e arrecadar o dinheiro e levar ao chefe da organização, foi encontrada uma contabilidade e R$ 5 mil em dinheiro. A casa dele fica no Bairro Pedra 90, em Cuiabá. 

Ronaldo Nonato, conhecido pelo apelido de Gordão, tem exerce grande influência sobre os demais traficantes, considerados ‘menores’ e fazia o cadastramento das bocas de fumo no bairro. 

Os investigados movimentavam o comércio de drogas em bairros periféricos, como o Pedra 90, Tijucal, Osmar Cabral e região. Do total de mandados, 90% estão direcionados a pontos de distribuição de entorpecentes de Cuiabá. Os demais são para algumas localidades de Várzea Grande. 

A investigação começou a partir de denúncias que evoluíram para apreensões de drogas, prisões de traficantes e detenções de usuários. No total, foram criados 15 inquéritos e termos circunstanciados de ocorrências. 

A investigação identificou a existência de membros que desempenham funções específicas. O comércio de drogas objetiva angariar lucros, meio de vida para sobrevivência de traficantes, que com a venda de drogas fomentam diversos crimes como roubos, furtos e homicídios. 

Fonte: G1

Internos quebram paredes e pegam ferramentas de depósito durante confusão no CSE, em Roraima

A direção do CSE disse que os menores conseguiram pegar enxadas, picaretas, vergalhões, pás, além de vassouras e pedaços de madeiras

 paredequebradaInternos do Centro Socioeducativo (CSE) quebraram paredes e pegaram diversas ferramentas de um depósito da unidade nesse sábado (2) em Boa Vista. 

Ao G1, o diretor do CSE, Wesley Santos, disse neste domingo (3) que não houve rebelião ou tentativa de fuga, mas uma confusão entre menores que ocupam quartos diferentes. 

Segundo ele, internos conseguiram quebrar as paredes de um quarto e de um depósito onde pegaram enxadas, picaretas, vergalhões, pás, além de vassouras e pedaços de madeiras. 

"Eles tentaram incitar outros internos para saírem dos quartos, mas os demais se negaram. Os infratores diziam que os internos de outros blocos queriam bater neles", explicou Wesley. 

Segundo o diretor, a Polícia Militar chegou ao CSE minutos após a confusão. Cinco internos foram conduzidos à delegacia pelo crime de dano ao patrimônio público. Não houve feridos. 

Depois de irem para a delegacia, eles voltaram à unidade, que fica localizada na zona rural de Boa Vista. 

O diretor do CSE também explicou que a situação na unidade já foi normalizada e as visitas ocorrem normalmente neste domingo. 

Fonte: https://g1.globo.com

Fuga de presos é registrada na cadeia pública de Sarandi

Dos sete detentos que conseguiram fugir, quatro foram recapturados e três estão foragidos 

fugasarandiUma fuga de presos foi registrada na noite de segunda-feira (4), na cadeia pública de Sarandi, no norte do Paraná. A fuga aconteceu por volta das 21h, quando os presos conseguiram serrar as grades do solário.

A fuga foi registrada por câmeras de segurança da unidade. As imagens mostram o momento em que os detentos acessaram o telhado da unidade por um buraco aberto no solário.

No vídeo, ainda é possível ver o momento em que um dos presos salta do muro e quase cai em cima de um veículo. Os outros presos também são flagrados pelas câmeras.

Dos sete presos, um foi recapturado logo após a fuga, com o pé quebrado. Outros três foram localizados na manhã desta segunda-feira (5) e três estão foragidos.

Veja o Vídeo

Com Massa News Fonte: Catve

 

Detentos armados fazem ameaças em novo vídeo 'Vai morrer gente aqui'

pc0112Tapauá/AM - Detentos que fazem um motim em Tapauá, interior do Amazonas, exigem a presença da imprensa e do Direitos Humanos imediatamente para evitar execuções. A rebelião iniciou na tarde de hoje(29) com um guarda sendo mantido refém.

Um vídeo gravado por uma agente penitenciária mostra os presos fazendo exigências “Estamos vivendo que nem cachorro, estamos cansados. Queremos o Direitos Humanos em duas horas, vai morrer gente aqui”, disse. A servidora que capturou as imagens aparece visivelmente abalada, já o refém não demonstra reação.

Fonte: portaldoholanda

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