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Funcionária é presa ao tentar entrar com celulares em Penitenciária

pc24 09 2018Uma auxiliar de enfermagem, que atua no Departamento Penitenciário do Paraná, foi presa na manhã desta quinta-feira (20) ao tentar entrar na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Piraquara, com 12 aparelhos celulares. Os eletrônicos estavam escondidos em latas de achocolatado, cereal e pacotes de café.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, a funcionária se negou a passar as sacolas que carregava pelo aparelho Raio-X – procedimento obrigatório na Penitenciária. Por este motivo, o agente penitenciário decidiu revistar um por um os objetos que a mulher portava, encontrando os aparelhos celulares escondidos em embalagens de alimentos.

Também foram localizados 14 fones de ouvido, 16 carregadores, uma bateria solta e uma capa protetora. A funcionária foi encaminhada à delegacia, onde assinou um Termo Circunstanciado.

Fonte: massanews

Oito presos mais perigosos de Goiás são transferidos para presídio de segurança máxima em Rondônia

Dois deles são condenados a quase 100 anos de prisão. Secretário de Segurança Pública afirma que montou 'operação de guerra' para a transferência.

presos transferenciaOito presos de alta periculosidade e líderes de facções criminosas foram transferidos nesta segunda-feira (17) do Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia para a Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia. Dois deles têm condenações que somam quase 100 anos de reclusão. A ação visa combater o crime organizado. 

“Eles são os oito presos mais perigosos de Goiás. Podemos afirmar com segurança que a maioria dos assassinatos ordenados na capital são comandamos pelos indivíduos que foram hoje transferidos. Eles ficarão segregados e não poderão dar ordens de crimes”, disse o secretário de Segurança Pública (SPP), Irapuan Costa Júnior. 

A ação que resultou na transferência dos presos começou há dois meses e contou com todos os órgãos da SSP. Também foram necessárias autorizações do Poder Judiciário estadual e nacional. Após a secretaria conseguir as vagas, o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) foi quem definiu para onde os detentos seriam transferidos. Eles foram levados em um avião da Força Aérea Nacional (FAB). 

“Não foi uma operação fácil de ser efetivada. Foi uma operação de guerra, a inteligência trabalhou para que mantivéssemos o maior sigilo possível para que não houvesse rebeliões nas prisões ou manifestações do lado fora”, afirmou o secretário. 

Segurança reforçada 

A segurança nos presídios segue reforçada para evitar rebeliões em resposta à transferência dos líderes. “As nossas forças estão prontas e aptas para atuar caso haja qualquer movimentação. Temos capacidade operacional de estar operando em unidades de Goiânia e do interior”, disse o diretor-adjunto da DGAP, coronel Agnaldo Augusto da Cruz. 

De acordo com a SSP, também são tomadas medidas para evitar que presos ordenem crimes de dentro dos presídios goianos. 

“Estamos contratando o serviço de bloqueio de celulares e não o de aquisição de equipamentos porque a tecnologia muda muito rápido. Também estamos incrementando ações no sentido de reforçar a fiscalização da entrada desses itens nos presídios”, afirmou o coronel. 

Presos com até 100 anos de pena

Os presos transferidos são: 

  • Sérgio Dantas da Silva Filho
    condenado a 24 anos e 9 meses de prisão
  • José Constantino Júnior
    condenado a 31 anos e dois meses de prisão.
  • Renato Pereira do Nascimento
    condenado a 23 anos de prisão
  • Carlos Alberto Lopes
    condenado a 94 anos e três meses de prisão.
  • Natair de Moraes Júnior
    condenado a 41 anos e 2 meses de prisão
  • Heully Rios dos Santos
    Condenado a 49 anos e 6 meses de prisão;
  • Fernando Alves Motta
    Condenado a 26 anos e 4 meses de prisão;
  • Flávio Fernandes da Silva
    Condenado a 97 anos e 7 meses de prisão;

De acordo com o gerente de inteligência estratégica da SSP, delegado Kleber Toledo, além das condenações, todos os presos foram indiciados por homicídios, sendo que apenas Sérgio tem envolvimento com 15 mortes. A maioria também responde por tráfico de drogas, roubos e associação criminosa. 

Toledo também ressaltou o fato de Flávio ter quase 100 anos de prisão. “Indivíduo extremamente perigoso que exerce liderança na Penitenciária Odenir Guimarães”, afirmou. 

O delegado também destacou que muitos foram alvo de ações da Polícia Civil. Entre elas a Operação Livramento, quando Sérgio Dantas da Silva Filho foi uma das 52 pessoas indiciadas por integrar uma organização criminosa voltada à liberação irregular de presos. Os envolvidos falsificavam alvarás, vendiam certidões e atestados médicos, cometiam extorsões no processo de triagem entre outros crimes. 

Fonte:  G1 Goiás.

 

Sete presos morrem após tentativa de fuga e rebelião em presídio de Altamira, no Pará

Outros três ficaram feridos. Até então, nenhuma fuga foi confirmada.

cr altamiraSete detentos morreram durante um motim no Centro de Recuperação de Altamira, no sudoeste do Pará. Seis foram mortos por outros presos e um, carbonizado. Outros três ficaram feridos e foram levados para Unidade de Pronto Atendimento do município. Até então, não há confirmação de fuga. 

Cerca de 120 detentos iniciaram o motim por volta das 01h30 desta terça-feira (18), depois que um grupo de 16 presos da cela 3, do bloco A, tentou fugir pela janela de ventilação do presídio. A situação foi controlada com apoio da Polícia por volta das 09h40, quando os presos se entregaram. 

Os detentos disseram que estão insatisfeitos com o tratamento dado na unidade e reivindicaram celeridade na análise dos processos penais pela Justiça. 

Eles queimaram a sala do gerador de energia e incendiaram a ala onde ficam os presos do regime semiaberto, a administração e parte da cozinha. Segundo a Susipe, parte das celas e grades, além da enfermaria e secretaria, foram depredadas. 

A Polícia Militar informou que reforçou a segurança na parte externa do presídio. O Corpo de Bombeiros controlou as chamas por volta das 4h. 

A Susipe informou que realiza recontagem e revista, com a apoio de policiais do Comando de Operações Especiais (COE) da PM que se deslocaram de Belém até Altamira. 

Os corpos dos detentos mortos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML). 

De acordo com a Susipe, o presídio tem capacidade para 208 presos, mas abriga 374. Um inquérito policial deve ser aberto para investigar o caso. 

Fonte: https://g1.globo.com

Bandidos armados explodem muro do Presídio de Piraquara e 28 presos

. Durante a ação, ruas e rodovias de acesso ao presídio foram bloqueadas e houve uma intensa troca de tiros 

pc11091Dezenas de bandidos fortemente armados explodiram o muro do Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP I), na região metropolitana de Curitiba, na madrugada desta terça-feira (11). Em uma contagem inicial, a administração do presídio contabilizou que 28 presos fugiram. Durante a ação, ruas e rodovias de acesso ao presídio foram bloqueadas e houve uma intensa troca de tiros entre bandidos e policiais militares.

Apesar do caos instalado na região, ninguém ficou ferido durante a ação criminosa. O coronel Hélio de Oliveira Manoel, secretário especial de Administração Penitência, afirmou à Banda B que foi uma ação orquestrada. “Eles bloquearam rodovias e houve um intensa troca de tiros entre policiais militares e bandidos. Pela forma que tudo aconteceu, podemos dizer que o número de arrebatados foi até pequeno, já que havia uma galeria com mais de 120 presos”, descreveu.

Para a fuga, foi aberto um buraco com explosivos por parte dos marginais. “Foi feita esta explosão para fazer uma passagem. Abriu-se um buraco para que os bandidos fugissem. Agora, nossas equipes estão fazendo buscas nas regiões para localizar os presos que escaparam”, concluiu.

Durante a ação, o Contorno Leste e também acessos a PEP I foram bloqueados por veículos incendiados. No Contorno Leste, as pistas deverão ser liberadas até as 9h, já que caminhões incendiados bloqueiam as faixas.

Fonte: bandaB

Quase 100 detentos fogem de presídio de segurança máxima em João Pessoa | Paraíba

Um total de 92 presos fugiu do PB1 e 43 foram recapturados, diz secretaria. Criminosos derrubaram portão principal do presídio e trocaram tiros com policiais militares e agentes penitenciários. Um PM foi morto.

pc1109 Fuga de detentos aconteceu no Presídio de Segurança Máxima PB1 na madrugada desta segunda-feira (10), em João Pessoa — Foto: Walter Paparazzo/G1

Pelo menos 92 presos fugiram da Penitenciária de Segurança Máxima Romeu Gonçalves Abrantes, o PB1, na madrugada desta segunda-feira (10) em João Pessoa, segundo nota divulgada pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds). Até esta terça-feira (11), foram recapturados 43 detentos, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). Segundo a Polícia Militar, as principais divisas com Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará foram fechadas.

Inicialmente a Seds trabalhava com a possibilidade de fuga de pelo menos 105 detentos, mas após uma recontagem, o órgão informou, às 15h40, que foram 92 fugitivos.

Um tenente da Polícia Militar foi baleado na rodovia estadual PB-008 e teve morte cerebral confirmada, segundo a Seds. Erivaldo Moneta, de 36 anos, estava em um posto policial que teria sido alvo de vários tiros após a fuga de detentos no presídio de segurança máxima em João Pessoa.

O presídio tem capacidade para 660 presos e atualmente tinha cerca de 680 detentos, conforme o secretário Sérgio Fonseca. De acordo com o sistema Geopresídios, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a unidade prisional tinha 681 presos em 644 vagas. Segundo a Seap, "a quantidade de agentes no local era suficiente para fornecer a guarda do PB1, foi uma ação pontual".

O comandante-geral da Polícia Militar da Paraíba, Euller Chaves, afirmou que "todas as forças de segurança estão buscando caçar esses elementos. A PM está de prontidão nas ruas, vamos dar proteção adequada à população. Vamos buscar efetivamente resgatar naturalmente a sensação de insegurança (após a fuga em massa)".

O secretário de segurança Cláudio Lima disse que "as escolas estaduais estão funcionando. Mas nós não temos poder de mando sobre as municipais. Podemos dizer que a polícia vai estar nas ruas. Não teve nenhum grande problema".

Como foi o ataque e resgate de presos no PB1

A ação começou com pessoas atirando de dentro da mata próximo ao presídio de segurança máxima. Os criminosos atiraram nas guaritas que estavam ocupadas pelos policiais militares para confundir os policiais e se inicia uma troca de tiros. Pessoas que moram perto da cadeia começaram a ouvir disparos e uma explosão pouco depois da meia-noite.

De acordo com informações da PM, cerca de 20 homens chegaram em quatro carros e dispararam várias vezes contra as guaritas, o alojamento e o portão principal. Havia grande quantidade de armamento, inclusive fuzis ponto 50, que perfura a parede. Por causa da munição utilizada pelos criminosos, os agentes penitenciários tiveram que se abrigar. 

  Nesse momento os criminosos conseguem se aproximar e usar os explosivos no portão da frente e da lateral do PB1. Eles tiveram acesso à unidade prisional e com um alicate conseguiram arrombar os cadeados para libertar Romário Gomes Silveira, alvo do resgate e acusado de explosões a bancos e carros-forte. Após ele ser resgatado, os demais presos também pegam os alicates para abrir as celas.

O secretário de administração penitenciária disse que foi observado o circuito de câmeras do presídio e, quando os criminosos entram no PB1, invadem o pavilhão e vão diretamente na cela de Romário. Quando ele sai, recebe um fuzil e comanda a ação de fuga.

Durante a fuga dos detentos, um policial militar foi baleado na cabeça, próximo a Academia de Polícia Civil (Acadebol), na PB-008. Um grupo fechou a rodovia e houve troca de tiros. Ele foi levado para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, onde permaneceu até o fim da manhã desta segunda-feira em grave estado de saúde. No entanto, o hospital confirmou que o policial teve morte cerebral e, em seguida, o coração também parou de bater.

Fuga de presos em penitenciária de segurança máxima, PB1, em João Pessoa aconteceu na madrugada desta segunda-feira (10) — Foto: Juliane Monteiro/G1

Quem são os alvos do resgate

A Polícia Civil investiga o caso e as primeiras informações apontam que o objetivo do ataque ao presídio PB1 era resgatar quatro homens que foram presos no mês de agosto em Lucena, na região metropolitana de João Pessoa, após um ataque a um carro-forte.

Romário Gomes Silveira era o alvo principal do resgate no PB1. Ele, Antônio Arsênio e Ivanilson Pereira de Macedo também fugiram. Livaci Muniz da Silvaficou na penitenciária e não foi resgatado. "Ele [Romário] participou de uma ação recente, a explosão do carro-forte, e já utilizava esse tipo de armamento", disse o secretário Sérgio Fonseca.

Nenhum deles foi recapturado. Eles são acusados de integrar uma quadrilha que atua em todo o país na explosão de caixas eletrônicos e carros-fortes.

Quatro homens foram presos em agosto suspeito de ataque a carro-forte, em Lucena — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

De acordo com o prefeito da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), foram canceladas as aulas do Centro de Informática (CI) e do Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional (CTDR), localizados no campus do bairro de Mangabeira, em João Pessoa. As atividades do Núcleo de Processamento de Alimentos (NUPPA) e do Laboratório Interdisciplinar de Ensino, Pesquisa e Extensão (LIEPE), na mesma unidade, também foram suspensas.

O prefeito explicou que a decisão da suspensão aconteceu para reforçar a segurança na universidade, já que o campus fica localizado em uma área de mata. 

Serviços públicos suspensos

Algumas escolas municipais e Unidades de Saúde da Família (USF) estarão fechadas nesta segunda-feira, por precaução e, segundo a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), “para garantir a segurança de usuários e dos profissionais de saúde”. As atividades devem ser retomadas a partir desta terça-feira (11).

Os locais públicos que estão abertos, como USFs, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Centro Administrativo Municipal estão com a segurança reforçada pela Guarda Municipal.

Serviços interrompidos nesta segunda-feira:

  • Escola Municipal Afonso Pereira – Rua da Sucupira – Cidade Verde II
  • Creche Maestro Pedro Santo – Rua da Sucupira – Cidade Verde II
  • Creche Márcia Suênia – Rua Martinho Faustino da Costa – Cidade Verde II
  • USF Cidade Verde Integrada – Rua Leopoldo Pereira de Lima, – Mangabeira VII
  • USF Nova Aliança Integrada – Rua Neli Pessoa de Melo, – Mangabeira
  • USF Quatro Estações Integrada – Rua Jurema Teotonio da Silva – Mangabeira
  • USF Rosa de Fátima Integrada – Rua Oscar Lopes Machado, – Paratibe
  • USF Verdes Mares Integrada – Rua Eustaquio da Fonseca, – Mngabeira VIII
  • USF Paratibe II – Rua Maria Doraci Moreira, – Paratibe

Detentos estão sendo recapturadas desde a madrugada desta segunda-feira (10) — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

Tentativa de fuga e rebeliões no PB1

A Penitenciária de Segurança Máxima Romeu Gonçalves de Abrantes, o PB1, foi inaugurada em julho de 2008. Em maio de 2012, pelo menos 150 detentos do PB1 foram transferidos para presídios de João Pessoa após uma rebelião que durou 18 horas.

Os detentos atearam fogo em objetos e um dos presos morreu com um tiro na cabeça. A suspeita é que a rebelião tenha se iniciado por uma briga entre duas facções criminosas.

Já no dia 1º de janeiro de 2014, três presidiários do PB1 foram detidos quando tentavam fugir da unidade com auxílio de escadas. Após a captura, um tumulto foi iniciado dentro do presídio, de acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária da Paraíba (Seap).

Na confusão, duas salas do presídio foram queimadas pelos apenados. O fogo só foi controlado depois que os presos foram levados pela Polícia Militar para outras partes do presídio. De acordo com o Corpo de Bombeiros, as duas salas queimadas eram usadas para realização de trabalhos manuais dos apenados como parte do processo de ressocialização. 

Fonte: G1

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