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Presos cavam buraco até pátio, escalam muro e fogem da Casa de Custódia de Maringá

Dois detentos fugiram, na madrugada desta segunda-feira (23); no norte do Paraná.

 

pc2410Dois presos fugiram da Casa de Custódia de Maringá (CCM), no norte do Paraná, na madrugada desta segunda-feira (23), depois de cavar um buraco, que levava da cela até o pátio, e escalar o muro, segundo a direção da unidade. A fuga aconteceu às 3h50, e os agentes penitenciários perceberam a movimentação por meio das câmeras, impedindo que outros cinco detentos escapassem.

 

A cela, projetada para seis presos, contava com sete no momento da fuga.

 

Ainda de acordo com a direção da unidade, os agentes penitenciários gastaram 4 minutos entre a constatação da fuga e a interceptação dos cinco detentos.

 

Um dos fugitivos é condenado por crimes contra o patrimônio e, o outro, tem condenações por crimes contra o patrimônio e homicídio.

 

Nesta segunda, a CCM tinha 854 presos. A unidade foi projetada para abrigar 840 detentos. A última fuga havia sido registrada em 19 de outubro de 2015.

 

Fugas em outras unidades

 

A fuga de presos da CCM é a segunda em Maringá em pouco mais de um mês.Em 3 de setembro, 18 presos escaparam da carceragem da 9ª Subdivisão Policial de Maringáapós um carcereiro ser rendido.

Fonte: G1

Vampiro de Niterói quer sair de manicômio após 24 anos internado

pc2310Após 24 anos internado em manicômios judiciários, Marcelo Costa de Andrade, serial killer que ficou conhecido na década de 1990 como Vampiro de Niterói, após ser apontado como autor de 14 assassinatos de crianças, quer continuar seu tratamento fora de hospitais de custódia. A defesa de Marcelo pediu à Justiça sua saída do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Henrique Roxo, onde ele está internado. A promotora Danielle de Souza Caputi Kalache de Paiva, que acompanha a execução penal de Marcelo, opinou, nesta semana, pela permanência do réu na unidade. A decisão, agora, cabe à Vara de Execuções Penais.

— O pedido é para uma saída temporária, uma situação intermediária entre internação e liberdade. Mas ele não tem condições de sair do hospital psiquiátrico. Ele fala com orgulho dos delitos que praticou, não tem consciência de que o que fez é errado. Além disso, a equipe que cuida de sua internação nunca indicou que ele pudesse sair do hospital — afirma a promotora.

Em julho deste ano, o Tribunal de Justiça negou um outro pedido da defesa de Marcelo. Na ocasião, o réu queria a elaboração de um “Projeto Terapêutico de Desinstitucionalização” para que ele fosse posto em liberdade. No pedido, a Defensoria Pública, que representava Marcelo à época, alegou que ele é “mais um paciente dentre vários outros internos por medida de segurança” e que o tratamento não é uma pena, mas um meio de reinserir o réu na sociedade. Marcelo recebeu sentenças de internação psiquiátrica em cinco processos diferentes.

Procurado pelo EXTRA, o advogado de Marcelo, Carlos Roberto de Santana Gargel, afirmou que assumiu recentemente o caso e ainda não vai se pronunciar sobre ele.

Laudo aponta doença mental incurável

No último laudo elaborado pela equipe da unidade onde Marcelo está internado, feito este ano, os especialistas afirmam que Marcelo é portador de doença mental incurável. Segundo a decisão da desembargadora Maria Angélica G. Guerra Guedes, que negou o pedido da defesa do réu para elaboração de tratamento alternativo, Marcelo “não apresenta condições para a construção de um projeto terapêutico”.

Ainda de acordo com o documento, por conta da gravidade do caso, seria necessário “acompanhamento mais efetivo de outras instâncias para uma discussão mais apurada” sobre a situação de Marcelo, que segundo a promotora Danielle Paiva, é única em hospitais de custódia do Rio. Marcelo está em tratamento desde setembro de 1993, quando recebeu sua primeira sentença. Os crimes que confessou ter cometido aconteceram entre abril e dezembro de 1991.

Quando foi preso, Marcelo afirmou à polícia ter assassinado 14 crianças de 5 a 13 anos após obrigá-las a praticar sexo com ele em Niterói e cidades vizinhas, na Região Metropolitana. Oito dos casos foram confirmados pela polícia. Ele alegou que matava as vítimas por acreditar que elas se juntariam a Deus e disse que atraía crianças sob promessa de lhes dar dinheiro ou comida.

O criminoso foi localizado pela polícia através do depoimento do irmão de uma das vítimas. Os dois foram encontrados por Marcelo no terminal rodoviário de Niterói. O mais velho foi morto.

Fonte: EXTRA

Preso rende e fere agente de penitenciária estadual de Foz do Iguaçu

Caso foi registrado nesta segunda-feira (16); servidor foi ferido no abdômen, no rosto e nos braços e levado para o Hospital Municipal.

pc18100Um preso rendeu e feriu um agente da Penitenciária Estadual de Foz do Iguaçu 2 (PEF2), no oeste do Paraná, na tarde desta segunda-feira (16). De acordo com o Departamento Penitenciário (Depen), o servidor foi ferido no abdômen, nos braços e no rosto com uma faca improvisada.

Ainda segundo o Depen, o agente foi atacado por volta das 14h30 quando o preso voltava de um atendimento. O servidor foi socorrido no local e em seguida levado consciente para o Hospital Municipal. Ainda de acordo com os socorristas, não há risco de vida.

O preso foi isolado e deve ser ouvido na delegacia da Polícia Civil.

Um procedimento administrativo e um inquérito policial devem ser abertos para apurar o caso.

E, por questão de segurança, as atividades na PEF2 foram suspensas nesta segunda.

Fonte: G1

Polícia investiga mais uma morte em carceragens do Paraná

pc1810Mais um preso foi encontrado morto em uma carceragem do Paraná. Desta vez, um detento do 8º Distrito Policial (8º DP), no bairro Portão, em Curitiba, morreu enforcado na madrugada desta segunda-feira (16), dentro de uma das celas.

Este é o terceiro caso de morte dentro de uma cela no sistema carcerário do estado em menos de uma semana.

De acordo com a Polícia Civil, um inquérito policial foi instaurado pela Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP). O Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) foi acionado para apoio.

Fernando Cizero Gonçalves, de 20 anos, foi encontrado morto – com uma corda no pescoço – na madrugada desta segunda-feira (16), por volta das 5 horas. De acordo com o perito que atendeu o local, há indícios de suicídio.

De acordo com o Conselho da Comunidade na Execução Penal da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba (organismo criado pela Vara da Corregedoria dos Presídios do Paraná), o detento era natural de Joinville (SC) e estava preso desde desde o dia 29 de agosto. Foi preso em flagrante por roubo.

Gonçalves estava na Casa de Custódia de Piraquara e fugiu no dia 24 de agosto, passando cinco dias foragido. “Tudo indica”, segundo a polícia, que após passar um mês e meio na carceragem da delegacia tirou a própria vida.

O Conselho da Comunidade afirma que o 8º DP tem duas celas, com capacidade para quatro presos, além de uma antessala que costuma ser ocupada por presos. Nesses espaços, a polícia chega a alojar 50 presos. No momento da morte de Gonçalves, as celas estavam com 47 pessoas.

A Lei de Execução Penal determina que cada preso deve ter seis metros quadrados disponíveis para si.

Em agosto, na mesma delegacia, o detento Marcos Gomes dos Santos, de 40 anos, que estava preso por furto, foi agredido e morto por outros colegas de cela.

Na última quarta-feira (11), dois presos foram encontrados mortos dentro da Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP 1), na região metropolitana de Curitiba.

Agentes penitenciários ouvidos pela reportagem confirmaram que a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) executou os homens em um acerto de contas.

Os motivos não foram esclarecidos, mas os agentes acreditam que seria por dívida de drogas ou alguma desavença com a liderança da facção.

Os membros do PCC se concentram na PEP1. Os da ‘oposição’, como são chamados pelos agentes, estão na PEP II, ou no ‘seguro’, que é a ala para policiais condenados ou estupradores.

O Departamento Penitenciário do Paraná (Depen-PR) confirmou que Filipe Castilho de Souza, de 23 anos, foi encontrado enforcado na cela em que estava alojado. O outro preso encontrado morto é Ademilson Verci Marcondes, de 35 anos.

De acordo com o Depen, não foi possível determinar a causa da morte de Marcondes. Agentes penitenciários afirmam que ele foi envenenado ou forçado a ter uma overdose de algum tipo de droga. A substância, de acordo com os agentes penitenciários, é chamada pelos presos de ‘Gatorade’. É uma mistura de cocaína com remédios controlados. As mortes aconteceram em galerias distintas.

Um procedimento interno foi aberto para apurar o caso, assim como inquérito policial.

Fonte: PARANAPORTAL

PCC faz acerto de contas e executa presos em penitenciária do Paraná

pcDois presos foram encontrados mortos na madrugada desta quarta-feira (11) dentro da Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP 1), na região metropolitana de Curitiba. Agentes penitenciários ouvidos pela reportagem confirmam que a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) executou os homens em um acerto de contas.

“Acerto de contas entre eles mesmos: dívida de drogas ou outra coisa, de dentro ou da rua. Na PEP I só tem PCC. Os da ‘oposição’, que a gente chama, estão na PEP II, no seguro”, afirma um dos agentes.

O Departamento Penitenciário do Paraná (Depen-PR) confirmou que Filipe Castilho de Souza, de 23 anos, foi encontrado enforcado na cela em que estava alojado. O outro preso encontrado morto é Ademilson Verci Marcondes, de 35 anos. De acordo com o Depen, não foi possível determinar a causa da morte de Marcondes.

Agentes penitenciários afirmam que ele foi envenenado ou forçado a ter uma overdose de algum tipo de droga. “Foi ‘Gatorade’, como eles chamam. É uma mistura de cocaína com remédios controlados”, confirma um agente.

As mortes aconteceram em galerias distintas. O Depen afirma que as duas celas foram isoladas e a polícia foi acionada. Uma perícia foi realizada e os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para que seja realizado exame de necropsia.

Um procedimento interno será aberto para apurar o caso, assim como inquérito policial.

Antro do PCC

A PEP 1 é uma penitenciária de segurança máxima, com capacidade para 723 presos condenados. A unidade tem 169 celas.

Segundo o Sindicato dos Agentes Penitenciários, é nessa unidade que se concentra a maior parte dos presos membros do PCC, a maior facção criminosa do Brasil.

Em janeiro, 28 presos fugiram da penitenciária, quando um grupo de 15 pessoas armadas atirou contra uma das guaritas e explodiu com dinamites parte de um dos muros do presídio. Na ocasião, dois presos morreram baleados por policiais.

Outros quatro foram recapturados e 22 continuam foragidos. Na mesma unidade, uma semana depois da fuga, uma equipe de segurança encontrou um túnel de dez metros de extensão que ia até um muro externo da unidade.

Fonte: paranaportal

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