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Dois são presos depois de arremessar maconha para o interior da Casa de Custódia em Maringá

 Policiais penais do Setor de Operações Especiais (SOE), do Departamento Penitenciário em Maringá, prenderam, na tarde de quinta-feira (02/01), dois homens que arremessaram maconha para dentro da Casa de Custódia de Maringá (CCM).

Segundo o Depen, a ação ocorreu quando os policiais penais que estavam de plantão no local perceberam os homens próximos da muralha da Casa de Custódia de Maringá.

O SOE Maringá e o Grupo de Segurança Interna (GSI) da unidade se deslocaram ao local e prenderam em flagrante os dois homens, que estavam arremessando 160 gramas de substância característica a maconha e três pacotes de fumo.

Os materiais foram apreendidos e os suspeitos foram encaminhados para a 9ª Subdivisão Policial de Maringá, onde permanecem presos à disposição da Justiça.

Fonte: BEMPARANA

Jovem é presa depois de esconder droga em pasta de dente

Uma jovem de 19 anos acabou sendo presa nesta segunda-feira (30) depois de tentar entrar com droga na cadeia pública de Jaguapitã (56 km de Londrina), no Norte do Paraná. Ela foi barrada por uma agente carcerária, que achou cocaína escondida em um tubo de pasta de dente durante a tradicional revista nos períodos de visita. 
Reprodução/Polícia Civil De acordo com a Polícia Civil, o material seria entregue para um preso da unidade, com quem a suspeita mantém um relacionamento há dois meses. Durante interrogatório, ela contou que o namorado foi preso em novembro depois de descumprir medidas protetivas solicitadas pela mãe dele.

A mulher explicou que um rapaz, a quem disse não conhecer, passou em sua casa e pediu que os produtos fossem levados para o detento. Ela descartou ser usuária de drogas ou participar do tráfico em Jaguapitã. A suspeita continua atrás das grades.
Fonte: BONDE

Quatro presos fogem da Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão

 Na madrugada desta quarta-feira (25) por volta de 01h agentes penitenciários e policiais militares constataram através das câmeras de monitoramento que quatro presos haviam conseguido sair dos cubículos e estavam correndo em direção a tela […]

Na madrugada desta quarta-feira (25) por volta de 01h agentes penitenciários e policiais militares constataram através das câmeras de monitoramento que quatro presos haviam conseguido sair dos cubículos e estavam correndo em direção a tela de proteção, conseguindo subir, pulando o muro e fugindo, tomando rumo ignorado.

Imediatamente foram iniciadas as buscas, mas os fugitivos não foram localizados.

Fonte: PPNEWSFB

Mesmo presos, líderes do tráfico comandavam operações no Paraná

 Luiz Fillipy Ribeiro dos Santos, 36 anos, e Fernando Jorge de Souza da Silva, 24 anos, estão detidos em Penitenciárias do Estado, mas eram responsáveis por comerciar uma enorme quantidade de entorpecentes e movimentar o mundo do crime.

Bruxo e Fernandinho, apelidos da dupla, dominam o tráfico de drogas em Campina Grande do Sul, na região Metropolitana de Curitiba. A apesar de estarem com a liberdade cerceada, mantinham relação com muita gente e segundo a Polícia Civil, comandavam uma organização criminosa em várias cidades próximas à Curitiba como Colombo e São José dos Pinhais.

“É mais uma fase da operação que busca barrar uma associação criminosa que liderava o tráfico. Dois deles, líderes, já estavam presos”, disse o delegado Ricardo Casanova, da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc).

 
Foto: Divulgação/Polícia Civil.

Depois de 5 meses de investigação, a Polícia Civil cumpriu nesta manhã de terça-feira (03), 19 mandatos de prisão preventiva e 13 mandados de busca domiciliar contra a organização da dupla Bruxo e Fernandinho. Até o momento, 18 pessoas foram presas em flagrante em Campina Grande do Sul, Colombo e São José dos Pinhais, entre elas 3 adolescentes por tráfico de drogas. Além disto, foram apreendidos 4,5 quilos de cocaína, balanças de precisão, 4 veículos e R$ 25 mil reais.

Mais detalhes serão repassados ainda na manhã desta terça-feira.

 

Foto: Divulgação/Polícia Civil.

Fonte: TRIBUNAPR

Homem que ficou 18 anos preso por estupros que não cometeu deverá ser indenizado

À esquerda, Pedro Meyer, apontado como autor de uma série de estupro; à direita, o artista plástico Eugênio Fiuza de Queiroz — Foto: Reprodução/TV Globo O estado de Minas Gerais foi condenado a indenizar, em R$ 3 milhões, um atrista plástico que ficou 18 anos preso por crimes que não cometeu. O valor será pago a Eugênio Fiuza de Queiroz, de 69 anos, como reparação por ter sido condenado injustamente por cinco estupros em Belo Horizonte.

Segundo a Justiça, Queiroz ficou preso enquanto o verdadeiro estuprador, Pedro Meyer, que ficou conhecido como "maníaco do Anchieta", estava solto. Somente em 2012, o ex-bancário foi preso ao ser reconhecido pelas vítimas como o verdadeiro autor dos crimes.

A decisão é o juiz da 5ª Vara da Fazenda Estadual, Rogério Santos Araújo Abreu. O magistrado ratificou a decisão antecipada, confirmando o pagamento vitalício ao artista plástico de cinco salários mínimos mensais, como complementação de renda. Ele ainda terá direito aos valores retroativos, a contar da data em que foi preso.

Queiroz foi detido em agosto de 1995, quando conversava com sua namorada em uma praça do bairro Colégio Batista, sem mandado de prisão, sob a alegação de ter sido reconhecido por uma das vítimas de uma série de estupros ocorridos naquela época.

Levado à delegacia, outras vítimas o apontaram como autor de outros estupros. Segundo a Justiça, o artista plástico alegou ainda que confessou os crimes mediante tortura física e psicológica.

Na ação, ele citou ainda que, durante o período em que esteve preso, perdeu o contato com a família, em especial com o filho. Só depois de sair da prisão, ele descobriu a mãe dele e cinco irmãos haviam morrido.

A Advocacia-Geral do Estado disse que avaliará a sentença e se manifestará nos autos processuais.

Porteiro também foi preso injustamente

O porteiro Paulo Antônio Silva também foi acusado e condenado injustamente a 30 anos de prisão por estuprar duas crianças na década de 1990 na capital mineira. O caso também começou a se esclarecer após a prisão do ex-bancário Pedro Meyer.

O porteiro, o ex-bancário e ainda o artista plástico Eugênio Fiuza de Queiroz tinham características físicas parecidas, porém Silva sempre negou os crimes e alegou inocência. Em 2012, a defesa do porteiro disse acreditar que ele teria sido confundido com o artista plástico. A partir da retomada das investigações, o porteiro entrou com um processo de revisão criminal e foi inocentado pela Justiça.

Pedro Meyer em liberdade condicional

O ex-bancário Pedro Meyer deixou a cadeia em agosto deste ano, após conseguir o benefício de liberdade condicional, segundo a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). Ele estava detido na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Grande BH.

Apesar de Pedro Meyer ser apontado como autor de uma série de estupros em Belo Horizonte, a única condenação foi em 2013. Outros 13 processos prescreveram e, em outros dois casos, ele foi absolvido.

A condenação foi pelo estupro de uma jovem, quando ela tinha 11 anos. O ex-bancário foi preso depois que, aos 27 anos, a vítima o reconheceu, quando andava em uma rua da cidade, em 2012.

O advogado de Pedro Meyer, Lucas Laire, afirmou que ele cumpriu 2/3 da pena, que terminaria em 2021. Como não teve nenhum comportamento inadequado neste período, segundo o advogado, Meyer conseguiu o benefício da liberdade condicional.

Fonte: G1

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