JORNALISTAMINI

CORRUPÇÃO NA CHEFIA DA "C.O.R.E", E ACORDOS COM O TRÁFICO, SÃO VERDADEIROS RESPONSAVEIS POR MORTES DE AGENTE DE SEGURANÇA DO ESTADO

TRIBUNA PENITENCIÁRIA JÁ HAVIA RECEBIDO DENUNCIAS SOBRE CORRUPÇÃO NA CÚPULA DA CHEFIA DE POLICIA CIVIL E DE MEMBROS DA SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO.

e3010"Não me importaria com corrupção (desculpem-me por pensar assim) se vidas não estivesse em jogo. A CORE (Coordenadoria de Recursos Especiais) apesar de tudo e uma Unidade honrosa e respeita tudo que for licito e não deve ficar a mercê de quem a usa para interesses próprios.
Estive ha 15 anos na Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) e não vi outra forma senão denunciar para os órgãos de comunicação as irregularidades ocorridas naquela Unidade Especial visto que sua cúpula de Comando se omite diante da crescente onda de violência contra agentes da lei em casos que poderia intervir e nada fez.
Comunico, além disso, o fato da Chefia daquela Unidade estar corrompida em virtude de “vazamento” de operações e impedimento de sua tropa reprimir o trafico ilícito de drogas em determinadas comunidades cariocas (ex. morro do Timbal, comunidade da serrinha, Complexo da mare, complexo do Jacarezinho).
Que a ligação da chefia da CORE com facções criminosas se faz através de advogados de criminosos e não se sabe ate onde há cobertura pela cúpula da segurança publica e por isso tal caso não foi levado à corregedoria e nem ao sindicato da classe.
Há cerca de um ano atrás, esta Unidade estaria reprimindo o trafico de drogas nas localidades do Jacarezinho e Manguinhos porem sem nenhuma justificativa, a Chefia da CORE suspendeu tal repressão ocasionando com isso a vasta onda de violência contra agentes da lei tanto policial militar quanto policial civil. Que criminosos daquela facção circulam ao redor da Cidade da Policia demonstrando seu poderio bélico. Que em certa ocasião, Policiais militares estavam encurralados nesta comunidade que fica ao lado da Cidade da Policia e os mesmo careciam de apoio e esta Unidade Especial contava com uma equipe de pronto emprego pôr não fora autorizado pela sua chefia tendo em vista que a mesma argumentou depender de autorização do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) para o auxilio. Que pelo excessivo decorrer de tempo, policiais perderam suas vidas sem ter ao mínimo uma resposta justa contra seus algozes e nada foi feito.
Que mais a frente foi descoberto que tal autorização do CICC nunca existiu.
Que esta Chefia dispõe de um veiculo blindado onde este só e usado para seus interesses próprios nas operações que possam acarretar em “espolio de guerra” e que e quase impossível à tropa fazer uso desde veiculo mesmo em situações de grande risco.
Ressalta que há 4 veículos blindados naquela unidade sendo que 2 estão parados por problemas mecânicos, 1 que e conhecido como mamute esta sendo utilizado pela tropa, porem quase sempre esta com problemas e quanto esta inoperante, a tropa fica sem condições de operar com veiculo blindado já que aquele que a chefia disponibiliza (chamado de blindadinho) e quase que proibido ser utilizado pela tropa.
Complemento o fato de haver uma cultura obscura onde subordinados sabem das irregularidades de seus superiores e que mesmo não fazendo parte da corrupção, nada faz visto temer retaliações e perseguições no âmbito desta instituição.
Que aquela chefia utiliza-se de atos realizados por seus subordinados para se auto promover como elogios e bravuras, onde os mesmos nunca estiveram nas ações honrosas realizadas por aqueles (subordinados)
..........

Que solicita apoio ao MP e órgãos de investigação federal para apurar tais denuncias".
NÓS DA TRIBUNA PENITENCIÁRIA RJ, ESPERAMOS QUE AS AUTORIDADES OUÇAM ESTE PEDIDO DE SOCORRO!!!!
SEGUNDO RELATOS, O POLICIAL AUTOR DA CARTA,  TAMBÉM ENVIOU O DOCUMENTO A DIVERSOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE GRANDE CIRCULAÇÃO NO ESTADO, ENTRETANTO NÃO TIVERAM CORAGEM DE PUBLICAR OU TALVEZ ATÉ POR OUTROS MOTIVOS DISTANTES DE NOSSOS "ENTENDIMENTOS E COMPREENSÃO".

Fonte: tribunapenitenciariarj

Recalcatti beneficia municípios da RMC com viaturas policiais

Por indicação do deputado Delegado Recalcatti, sete unidades da Polícia Civil de Curitiba e Região Metropolitana receberão viaturas por meio de convênios com a Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária. “Estamos finalizando as tratativas para a destinação das viaturas que devem ser entregues em breve”, explicou Recalcatti

e2010A previsão é de que as autorizações para a aquisição dos veículos devam ser assinadas em solenidade no Palácio Iguaçu na semana que vem. Curitiba será beneficiada com duas viaturas descaracterizadas modelo Gol que serão destinadas para a Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DRFV) e para o 13º Distrito Policial, no bairro do Tatuquara.

As Delegacias de Quatro Barras e de Cerro Azul também receberão veículos Gol descaracterizados. “Essas viaturas são utilizadas rotineiramente no trabalho policial, principalmente em investigações”, explicou Recalcatti. São José dos Pinhais, Araucária e Almirante Tamandaré receberão viaturas Duster, também descaracterizadas.

O deputado Recalcatti indicou ainda a destinação de viaturas policiais para nove municípios do interior: Foz do Iguaçu, Ponta Grossa, Umuarama Iretama, Itaipulândia, Reserva, Tomazina, Toledo e Maringá. “O governo estadual tem investido bastante na aquisição de viaturas e equipamentos, o que tem dado um fôlego para o trabalho policial em todo o estado”, elogiou.


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FOTO: Pedro de Oliveira / Divulgação Alep

LEGENDA: Recalcatti destina viaturas para Delegacias da RMC


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Leis e polícia avançam, mas PCC "vem crescendo", diz delegado que combate facção em SP

Fabiano Fonseca Barbeiro, delegado do Deic, responsável pela investigação que prendeu "juiz" do "tribunal do crime" do PCC na última quarta-feira (11) na zona leste de SP

e1610"A criminalidade organizada, que está em pauta no presente momento [o PCC (Primeiro Comando da Capital)], vem crescendo, sim". A afirmação é de Fernando Fabiano Fonseca Barbeiro, titular da delegacia que investiga organizações criminosas e lavagem de dinheiro no Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), da Polícia Civil de São Paulo.

Em entrevista aoUOL, Barbeiro disse, entretanto, que, na mesma medida em que a facção criminosa cresce, os "aparatos de segurança pública e a Justiça vêm se aperfeiçoando para lidar com este fenômeno". O delegado cita a criação de unidades policiais e judiciais especializadas em prevenir, investigar e julgar os crimes organizados pelo PCC.

O PCC foi criado em agosto de 1993, no presídio de Taubaté, no interior de São Paulo, após o massacre do Carandiru, em 1992, e de outras violações aos direitos humanos que os presos denunciavam. Os principais integrantes da organização criminosa estão presos atualmente. A superlotação de presídios alimenta o grupo, segundo apontam especialistas em segurança pública --apesar de os chefes estarem reclusos, a facção se fortaleceria na esteira de falhas do sistema prisional, que não seria efetivo na ressocialização dos detentos.

Como exemplo de avanços na repressão ao PCC, o delegado Barbeiro cita duas leis federais, uma de 2012 e outra de 2013, sancionadas pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT), que, segundo ele, colaboram com a investigação contra o crime organizado.
A primeira é a do "juiz sem rosto" --quando vai haver um julgamento de integrante de facção, o juiz requer um colegiado e não fica identificado. A segunda define os conceitos do que é uma organização criminosa. A partir disso, os acusados podem responder a penas mais pesadas, quando comprovado que pertencem a facções e, consequentemente, têm nível de periculosidade superior.
Barbeiro diz que a delegacia da qual é titular "não só realiza, mas também acompanha investigações com foco em integrantes da organização criminosa interpostas por outras unidades da Polícia Civil, com o intuito de colaborar em seus resultados". "Ao tomar conhecimento de uma operação, [a delegacia] trata de identificar seus alvos para auxiliar na localização e prisão dos criminosos", afirmou.

Tribunal do crime

Os policiais dessa delegacia foram os responsáveis por prender, na última terça-feira (10), na zona leste paulistana, umhomem apontado como o responsável por coordenar os chamados "tribunais do crime" da facção criminosa. Fabiano Costa de Oliveira, 35, estava foragido desde maio, quando a Justiça decretou sua prisão.

Contra Oliveira, havia mandados de prisões expedidos nas cidades de Cerquilho, Franco da Rocha e Guarulhos --por crimes como roubo e tráfico de drogas. Segundo a polícia, ele tinha o cargo de "sintonia final de cadastro", ou seja, uma espécie de "juiz do tribunal" feito pelo PCC, que sentencia à morte ou ao perdão os "réus", acusados de terem falhado com a facção ou com a comunidade em que vivem.

Assim que são condenados pelo júri, composto por integrantes da facção, o homem que está no cargo de "sintonia final de cadastro" sentencia a morte do réu. Após o assassinato, o corpo é enterrado em um dos vários cemitérios clandestinos utilizados pelo PCC no Estado.

Na última segunda-feira (9), aPolícia Civil identificou um desses cemitérios em Mauá, na Grande São Paulo. Lá, quatro pessoas, mortas após um "tribunal" realizado em 27 de setembro, estavam enterradas. Eram três homens e uma mulher.

O tráfico de drogas, apontado pela Polícia Civil e MP (Ministério Público) como o principal crime do PCC no Estado, teve um pequeno acréscimo no número de casos registrados no primeiro semestre deste ano, de acordo com dados da SSP (Secretaria da Segurança Pública).

No primeiro semestre, a polícia registrou 24.448 ocorrências no Estado de tráfico de drogas. No mesmo período do ano passado, foram registrados 23.878 casos. Ou seja, neste ano houve 570 casos a mais (2,5%).

De acordo com o delegado Barbeiro, atualmente, no Brasil, as forças de segurança vêm enfrentando três modalidades de ações criminosas: o crime organizado, os grupos especializados e os que agem individualmente.

  • A criminalidade organizada é praticada por organizações criminosas compostas por inúmeros integrantes, estruturadas e pautadas pela hierarquia e disciplina, com focos bem definidos, voltadas para a prática de crimes em larga escala, que encontram no tráfico de drogas uma de suas atividades mais rentáveis, sem prejuízo de outras práticas, inclusive os próprios atos de gestão e arrecadações financeiras que são impostos a seus integrantes;

    • A criminalidade praticada por meio de grupo de criminosos com uma maior especialidade, caracterizada por um número de integrantes bem menor, em que a hierarquia existe de forma linear e tem como foco crimes patrimoniais, como roubos em série e até mesmo estelionatos, em diversas modalidades;
    • A criminalidade por criminosos eventuais ou habituais, porém praticada de forma individual e aleatória.

    Ações da polícia atingem poderio da facção, diz SSP

    De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, o combate ao crime organizado é realizado dia e noite pelas forças de segurança do Estado. "Só em 2016, foram presas em São Paulo 605 pessoas envolvidas em organizações criminosas. Graças ao trabalho de inteligência das polícias paulistas, diversas operações foram deflagradas, incluindo a Ethos, que resultou na prisão de 53 advogados ligados a facções criminosas", informa a pasta, em nota.

  • Outro exemplo que a SSP comentou foi a operação realizada pelo Denarc em março de 2015, no combate ao tráfico de drogas, quando dez foram presos. Em agosto de 2016, policiais do departamento, dessa vez em conjunto com a PM, prenderam 32 criminosos, na região central. "Na mais recente, no dia 2 de outubro, policiais do Deic evitaram um roubo bilionário que aconteceria em uma agência bancária, na zona sul. Foram presos 16 integrantes da quadrilha e as investigações seguem pelo departamento", citou.

  • Os trabalhos, em parceria com a SAP (Secretaria da Administração Penitenciária), também motivaram a transferência de chefes do crime organizado para o RDD (Regime Disciplinar Diferenciado) em penitenciárias de segurança máxima, de acordo com a SSP. Procurada, a SAP não se manifestou sobre o assunto até a publicação da reportagem.

  • "Como resultado das políticas de segurança pública desenvolvidas pelo governo, o Estado teve, nos últimos 12 meses, as duas menores taxas de homicídios dolosos da série histórica, iniciada em 2001. Foram 7,77 casos e 8,28 vítimas para cada 100 mil habitantes. Essa também é a menor taxa do país, considerando o último anuário divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública", informou a pasta."Ações como essas atingem diretamente o poderio financeiro de organizações criminosas, limitando suas atividades", complementou.

  • Fonte: UOL

Youssef “usou cunhada com retardo mental para desvios”

O doleiro Alberto Youssef, delator na Operação Lava Jato, foi condenado por envolvimento em supostos desvios de R$ 15 milhões na Prefeitura de Maringá, interior do Paraná.

e0910No despacho em que condenou Youssef a cinco anos de prisão, o juiz Joaquim Pereira Alves, da 3.ª Vara Criminal de Maringá, afirmou que o acusado teria usado Cristina, “uma cunhada, com retardo mental”, já falecida, para lhe “repassar uma procuração com poderes para realizar movimentações bancárias”.

“Conforme demonstrado nos autos, Alberto Youssef utilizava de ‘laranjas’ para efetuar as movimentações financeiras ilegais, sendo que dentre essas pessoas figurava até mesmo sua irmã, Olga Youssef. Insta registrar que, o acusado Alberto Youssef se aproveitou do fato de sua cunhada, a denunciada Cristina (falecida), que possuía retardo mental, para lhe repassar uma procuração com poderes para realizar movimentações bancárias”, escreveu o juiz na sentença, segundo reportagem de Fausto Macedo.

O doleiro já foi condenado a 122 anos na Lava Jato, mas teve a pena reduzida pelo juiz Sérgio Moro após virar delator. Ele ficou dois anos e oito meses preso em regime fechado. Em maio deste ano, foi beneficiado pela progressão de regime e vai cumprir pena em regime aberto até março de 2019, com tornozeleira eletrônica e outras restrições. Ele também já havia sido detido três vezes por envolvimento em esquemas no Paraná e no caso Banestado, do qual também foi delator.

Fonte: Fabiocampana

Dos roubos de rua ao comando do tráfico na Rocinha: conheça a trajetória de Rogério 157 no crime

0410edNascido na cidade mineira de Governador Valadares, Rogério Avelino da Silva começou sua trajetória no crime ao estilo mineiro: de mansinho, pelas beiradas. A princípio, assaltava pedestres nas ruas da Zona Sul do Rio, prática que lhe renderia o apelido de Rogério 157 — número do artigo do Código Penal referente ao crime de roubo. Da necessidade de dar um destino para os bens subtraídos de suas vítimas, vieram as primeiras conexões com traficantes, para quem revendia os itens. Em pouco tempo, tornou-se “vapor” (responsável por pequenas vendas de droga no varejo) na Rocinha, então comandada por Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem. A posição de pouquíssima expressão na hierarquia da quadrilha, porém, logo seria substituída.

Rogério subiu no conceito de Nem em 2010, quando bandidos da Rocinha invadiram um hotel de luxo em São Conrado, após uma operação policial na favela. Foi a única ocasião em que o criminoso acabaria preso, mas uma decisão judicial o libertou em janeiro de 2012, três meses após o próprio Nem ir parar atrás das grades.

Nos anos seguintes, Rogério 157 recebeu do chefão a missão de controlar a venda de drogas na parte baixa da comunidade, dividindo o território com Luiz Carlos Jesus da Silva, o Djalma. O gosto do criminoso por golpes de estado manifestou-se, então, pela primeira vez

Se hoje a disputa que aterroriza a Rocinha é com o ex-aliado Nem, Rogério, à época, passou a perseguir Djalma, com o intuito de chefiar o tráfico em toda a favela. Em abril de 2014, em meio às investidas do suposto colega, Djalma terminou preso, abrindo espaço para a ascensão de 157. “Jesus é o dono do lugar”, diz o extravagante cordão de ouro costumeiramente ostentado pelo bandido. A partir daquele momento, por mais que ainda subordinado a Nem, Rogério também era.

Joias, prostitutas, bebidas e, agora, tortura a assaltantes

Ao grosso pingente com a inscrição religiosa, somam-se anéis, também de ouro, com a numeração “157” — adereços presentes em boa parte das imagens conhecidas de Rogério. Além das joias chamativas, o bandido é famoso pelo prazer de esbanjar com bebidas e prostitutas. O estilo o faz cair no gosto de criminosos mais jovens, seus aliados mais próximos, mas desagrada aos traficantes da velha guarda e também à comunidade como um todo.

A imposição de taxas para gás, mototáxis e até água mineral é outro fator que afasta o rival de Nem dos moradores, que se incomodam ainda com o fato de ele não ser “cria” da favela. Nesse cenário, Rogério 157 adotou medidas que se opõem à sua origem: a 11ª DP (Rocinha) investiga ao menos dois casos de ladrões da região torturados pelo bando do traficante.

Contra Rogério há quatorze mandados de prisão em aberto por crimes como tráfico de drogas, associação para o tráfico, extorsão e homicídio. A vida criminosa do traficante não começou no Rio. Ele é acusado de um homicídio em Caricacica, no Espírito Santo, em 2006, e de uma tentativa de homicídio em Governador Valadares cinco anos antes.

Homens de Nem e de Rogério 157 iniciaram uma guerra pelo controle do tráfico na Rocinha no último dia 16. Antes disso, pessoas ligadas a Nem — como Danúbia Rangel, sua mulher — foram expulsas da favela. Em meio à disputa, 157 trocou de facção: foi da Amigos dos Amigos (ADA), que tem Nem como um dos cabeças, para o Comando Vermelho (CV). Informações que levem à prisão de Rogério já valem R$ 50 mil no Disque-Denúncia (21 2253-1177).

Fonte: Extra

 

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