juarezjornalista

Vaidade e política

Ano de eleição. A população parece mais interessada na participação política. É bom, porque a polícia faz parte do nosso cotidiano e não tem como viver sem ela, que é a principal responsável pela organização da sociedade e pela resolução dos problemas que afligem toda população.
De outro modo, os pretensos candidatos a cargo político ou público têm que se desvencilhar da vaidade pessoal e da ansiedade pelo poder, para assumir o compromisso ético de servir e não se utilizar do cargo para servir-se, fazendo da política uma profissão que, infelizmente, é o que mais ocorre no Brasil. E ainda fazem herdeiros. Um dia pode mudar. Depende dos cidadãos de bem ser mais exigentes e decidir,ver fato, o que querem para si e para a nação, como um todo. Mudanças são urgentes e necessárias em todos os aspectos, para que haja crescimento. Eis aí um bom desafio.

Fé demais não cheira bem!

edit127Segurança pública sempre foi um grande problema para o Brasil. Isto porque sempre foi relegada a segundo plano. Se bem que em  educação e cultura nunca houve investimento continuado como deveria. A intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro é apenas uma pequena  demonstração da falencia e da incompetência administrativa que assola não só o Rio, mas também outros Estados. Infelizmente as forças de segurança pública do País estão falidas por descaso dos governantes e falta de mais seriedade organizacional administrativa. A segurança, atualmente, deve ser tratada de forma multidisciplinar, pois o avanço da criminalidade é resultante de outros fatores sociais e as suas causas devem ser buscadas e tratadas efetivamente e não apenas os efeitos, como sempre tem acontecido, paliativa mente. A intervenção do Exército ajuda sim, mas está não é a sua real função. Além disso, porque a prioridade do governo, que era mudança na Previdência, e de repente, o interesse parece ter diminuído. Pra quem afirma convictamente que a Previdência está falida dos um pouco estranho!!!

Presídios do Rio têm segurança reforçada após anúncio de intervenção

ed1802NICOLA PAMPLONA RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Após o anúncio da intervenção na área de segurança do Rio, a Secretaria de Administração Penitenciária do Rio (Seap) decidiu reforçar a segurança nos presídios do Estado, como prevenção contra eventuais reações da população carcerária. "Uma série de medidas operacionais foram adotadas com o objetivo de impedir instabilidades no sistema carcerário", disse, em nota, o secretário de Administração Penitenciária, David Anthony Gonçalves Alves. A Seap não detalhou quais são as medidas, alegando "questões de segurança".

Na nota, diz que mudanças no controle dos presídios já vinham sendo elaboradas desde a posse de Alves, no dia 24 de janeiro, e foram antecipadas após o anúncio da intervenção. "Embora a crise na segurança pública do Rio de Janeiro tenha sido alvo de atenção agora, a da Seap ocorreu há um mês, quando assumimos a atual administração", afirmou o secretário.

O secretário anterior, Erir Ribeiro, foi afastado pelo governador Luiz Fernando Pezão (MDB) a pedido do Ministério Público, devido a denúncias de regalias concedidas ao ex-governador Sergio Cabral em sua passagem pelos presídios Bangu 8 e Benfica. O Rio tem 54 unidades carcerárias, com 51 mil detentos, embora as prisões tenham capacidade para abrigar 26 mil pessoas. O sindicato dos trabalhadores na área calcula que o Estado tenha um déficit de 2.500 agentes penitenciários. O Comando Militar do Leste (CML) informou que não houve qualquer determinação do interventor Walter Souza Braga Netto com relação a reforço da segurança nos presídios. Braga Netto ainda não tomou medidas práticas para dar início à intervenção. De acordo com o CML, ele vai esperar a aprovação do decreto de intervenção no Congresso antes de promover mudanças estruturais na área de Segurança do Estado.

Fonte: bemparana

MP investiga pagamento de abono para funcionários da Assembleia

ed1202O Ministério Público do Estado do Paraná abriu uma investigação, no início deste mês, para apurar o pagamento de abono para servidores da Assembleia Legislativa. 

Os promotores vão apurar possível ato de improbidade administrativa por causa da inclusão de verba "denominada Abono" com valores distintos, na folha de pagamento de diversos servidores comissionados da Assembleia no período de Janeiro de 2001 a dezembro de 2009. 

O foco será na Diretoria de Pessoal. O MP quer saber se existe ato legal de criação da verba de abono. 

Fonte: massaNEWS

Fugindo

Fugindo!

e0502Isto mesmo: fugindo. Há, de fato, um número muito grande de GB brasileiros que estão deixando o País para ir viver no Exterior, em busca de mais segurança, educação e mais oportunidades. Isto é extremamente triste e, ao mesmo tempo, vergonhoso, visto que o Brasil tem tudo pra dar certo e ser mais organizado. Percebe-se que o problema são pessoas ou grupos de pessoas inescrupulosas que não têm qualquer interesse em melhorar, a não ser pra si. Sinto também que a população tem que ser mais consciente dos seus deveres e direitos e cobrar mais dos governantes. É começar agora, para termos melhores resultados daqui há algumas gerações. Mas é bom começar!!

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