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Ação policial conjunta soluciona sequestro de empresário no Paraná

sequestroO sequestro de um empresário de União da Vitória, região sul do Estado, foi solucionado no último fim de semana graças ao trabalho conjunto de órgãos das forças de segurança do Paraná. A vítima foi encontrada no Litoral e um casal de sequestradores já está preso.

O crime começou na sexta-feira (12), quando o empresário saiu de casa para realizar entregas e não retornou. Preocupados, familiares registraram boletim de ocorrência na Subdivisão da Polícia Civil em União da Vitória. Na sequência, a família identificou saques na conta do empresário, realizados na cidade de Paranaguá, e comunicou a polícias Civil e Militar, uma vez que não havia a intenção da vítima se dirigir ao Litoral paranaense.

Policiais Civis da cidade de Ipanema se encaminharam até a agência usada para os saques e constataram que as retiradas não foram efetuadas pelo empresário, reforçando a suspeita de sequestro.

O patrulhamento na região foi, então, intensificado até a Polícia Militar localizar e abordar o veículo da vítima, que estava sendo usado por um casal. Na delegacia de Ipanema, os suspeitos confessaram que o carro era roubado, e ambos admitiram que o empresário estava sendo mantido em cárcere privado, enquanto realizavam saques de sua conta bancária. Mas eles, contudo, se recusaram a revelar onde era o cativeiro.

Diante de tal informação, o Tigre (Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial), unidade especializada em sequestro, foi acionado e, com o apoio das Polícias Civil e Militar de União da Vitória e Pontal do Paraná, passou a diligenciar para encontrar o local em que o empresário era mantido. 

Apurou-se que o cativeiro seria no balneário de Shangrilá. Viaturas policiais do Grupo Tigre e da PM local se dirigiram para lá, o que foi fundamental, segundo explicou a vítima posteriormente.

“O empresário contou que os sequestradores ficaram assustados com o intenso patrulhamento no local e resolveram soltá-lo e fugir. A vítima foi encontrada às margens da rodovia que corta Shangrilá, um pouco desorientada, mas sem lesões”, explicou o delegado adjunto do Tigre, Cristiano Quintas.

“As investigações continuam no intuito de qualificar e prender os demais integrantes da quadrilha, que provavelmente atuam em Guarapuava e região. Eles são suspeitos de um homicídio ocorrido em Guarapuava”, completou Quintas.

Fonte: http://www.bemparana.com.br

Policiais civis são presos suspeitos de fraudar concursos públicos no Piauí

Ao todo, 23 mandados de prisão são cumpridos no Piauí, Ceará e Pernambuco pelo Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco).

fraude concursoO Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco) deflagrou nesta terça-feira (9) a Operação Infiltrados para desarticular uma quadrilha formada por policiais civis suspeita de fraudar concursos públicos. Segundo o delegado Willame Moraes, 23 de prisões preventivas, temporárias e conduções coercitivas, além de 28 mandados de busca e apreensão, são cumpridos em cidades do Piauí, Ceará e Pernambuco.

"Dos 23 mandados de prisão, 13 são contra policiais civis que estavam em exercício e foram aprovados no concurso de 2012 no Piauí. Já os demais presos são suspeitos de ajudar a quadrilha na fraude, entre eles um acadêmico de medicina. Esta operação é um desdobramento de outra ação realizada ano passado, na qual prendemos pessoas tentando fraudar o concurso público do Tribunal de Justiça", informou.

Conforme o delegado, os mandados cumpridos no Piauí acontecem em Teresina, Campo Maior, Pedro II e São Raimundo Nonato. Outros ocorrem em Fortaleza, no Ceará, e em Araripina, Pernambuco. Os presos foram encaminhados para a Academia de Polícia Civil do Estado do Piauí (Acadepol).

Para o delegado geral da Polícia Civil do Piauí, Riedel Batista, as informações prestadas pelo Núcleo de Concurso e Promoções de Eventos (Nucepe), responsável pelos certames, foram fundamentais para a investigação. A polícia também contou com atuações da Central de Inquéritos de Teresina e do Ministério Público do Estado do Piauí.

Participam da operação cerca de 100 policiais do Greco, Corregedoria de Polícia Civil, Diretoria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública, Gerência de Polícia do Interior, Metropolitana e Especializada, Unidades de Polícia Civil da Capital e do Interior, além da Delegacia de Roubos e Furtos da Polícia Civil do Ceará e da 24ª Delegacia Seccional de Araripina, em Pernambuco.

 Fraude concurso do TJ
No dia do concurso, em março de 2016, cinco candidatos foram detidos após serem flagrados com aparelhos celulares, documentos falsos, mas liberados após prestarem esclarecimentos. Diante do fato, a Polícia Civil deflagrou uma operação para cumprir 37 mandados de prisão contra integrantes da quadrilha suspeita de fraudar outros concursos públicos no Piauí.

No total, 21 pessoas foram indiciadas pela fraude no concurso do Tribunal de Justiça do Piauí. Segundo o delegado Geral Riedel Batista, vários inquéritos foram abertos para apurar as fraudes nos concursos do Piauí, Maranhão e Ceará.

Fonte: G1

‘Amigas do crime’ são presas no estacionamento de mercado; durante abordagem, ‘clientes’ não paravam de ligar

amigasdocrimeSueley Lemos de Souza, 26 anos, e Patrícia do Rocio Carvalho, 27 anos, envolvidas em um esquema de fabricação, venda e distribuição de placas de veículos adulteradas – as quais seriam utilizadas em veículos roubados – foram presas em flagrante na tarde de quarta-feira (3), pela equipe de inteligência do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope). A prisão aconteceu em um supermercado, situado no bairro Pinheirinho. Um veículo, placas e diversos materiais para a fabricação dos produtos foram apreendidos na ação.

A equipe descobriu que as mulheres entregariam um jogo de placas no estacionamento do supermercado. Diante do fato, deslocaram-se até o local e ficaram observando a movimentação por algumas horas, momento em que avistaram um Jetta prata em atitude suspeita. Quando checaram a placa do veículo no sistema, constataram que o carro estava em nome de um homem, preso pela Delegacia de Furtos e Roubos de Cargas (DFRC) há poucos dias.

Após a constatação, os policiais imediatamente abordaram o veículo, conduzido por Patrícia, com Sueley de passageira. O proprietário do Jetta era comparsa das mulheres. Dentro do carro, a equipe localizou um jogo de placas “frias” fabricado pela dupla, que seria entregue a uma terceira pessoa – ainda não identificada – para serem colocadas em um caminhão. Tanto as placas quanto o veículo foram apreendidos durante a abordagem.

Em continuidade as diligências, os policiais deslocaram-se até a residência de Patrícia, localizada também no bairro Pinheirinho, onde encontraram 26 placas frias, além de um contrato referente a um imóvel alugado no bairro Capão Raso. “O contrato estava escondido em um móvel da casa, isso chamou a atenção dos policiais, de modo que nos dirigimos até o endereço referido e nos deparamos com uma fábrica de placas clandestinas”, conta o delegado titular do Cope, Rodrigo Brown.

No apartamento, onde funcionava a fábrica clandestina, foram apreendidas três prensas, mais de 400 placas virgens, 75 placas em branco, formas, 750 matrizes alfanuméricas para placas de carros e motocicletas, 400 tarjetas de diversas cidades, tintas, rebites, dois notebooks, celulares e maos de R$7 mil em dinheiro.

Brown revela que, durante a ação policial, o celular de Patrícia não parava de tocar com encomendas de placas “frias” para veículos roubados e furtados. “Isso evidenciou a intensa participação da suspeita no suporte a ladrões de veículos automotores do Estado”, ressalta o delegado.

No decorrer das diligências, a equipe constatou que a dupla vendia, em média, dez placas por dia, por R$400 cada, ou seja, obtendo um lucro de aproximadamente R$4 mil em um único dia. Patrícia já tinha antecedentes criminais por receptação de veículo, furto de placas e também por repassar notas falsas. “A equipe acredita que as suspeitas mantinham a fábrica clandestina há mais de um ano. As investigações continuam com o intuito de identificar demais pessoas envolvidas com o crime, ou seja, pessoas que adquiriam esses produtos,  que roubaram e furtavam veículos, bem como quem fornecia materiais para a fabricação das placas.

As mulheres foram autuadas em flagrante por adulteração de sinal de veículo automotor e formação de quadrilha. Ambas estão presas no Setor de Carceragem Temporária (Secat) do Cope, onde aguardam à disposição da Justiça.

Fonte: http://www.bandab.com.br

Dono de posto é preso suspeito de mandar matar fiscal que denunciava fraudes

Ex-vereador e empresário é apontado como mandante do crime

presos3Três pessoas foram presas suspeitas de envolvimento na morte do fiscal Fabrízzio Machado da Silva, que presidia a Associação Brasileira de Combate a Fraudes de Combustíveis. Entre os detidos na operação desencadeada pela DHPP (Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa), da Polícia Civil, está o empresário Onildo Chaves de Cordova II que é dono de quatro postos de gasolina em Curitiba e região metropolitana. Ele é apontado na investigação como o mandante do crime.

Além dele, estão detidos Patrick Jurczyszin Leandro, de 30 anos, que seria o executor de Fabrízzio, e ainda Ronei Dulciano Rodrigues, 25, pessoa que, segundo a investigação, foi quem ajudou Patrick após o crime. A prisão é temporária e válida por 30 dias, podendo após este prazo ser transformada em preventiva.

A investigação da equipe da DHPP revela que Fabrízzio Machado da Silva foi morto por causa da atividade profissional que exercia, a de presidente da associação que combatia a fraude em combustíveis.

O fiscal foi morto a tiros pouco depois das 22h do dia 23 de março quando chegava de carro em casa, no Bairro Capão da Imbuia, em Curitiba. A investigação aponta que era Patrick quem conduzia o veículo modelo Sandero que bateu na traseira do carro do fiscal.

Ao descer do carro para saber o que tinha acontecido, Fabrízzio foi baleado na cabeça e não resistiu. Patrick então fugiu e, nas proximidades do Caximba, ateou fogo no veículo usado no crime.

As diligências das equipes policiais da DHPP e informações repassadas pelo 0800, de forma anônima, mostraram que o executor chegou até a casa do fiscal depois de receber a foto, o endereço e o carro usado por Fabrízzio, modelo Honda Civic preto. Esses dados, ainda segundo a investigação, foram repassados por Onildo.

Patrick teria recebido de forma adiantada R$ 5 mil e uma porção de cocaína para "fazer o serviço". O dinheiro teria sido pago pessoalmente pelo empresário dono dos postos de combustíveis. Após o assassinato, a polícia suspeita que Patrick recebeu mais R$ 16 mil.

Após o crime, começaram a chegar na DHPP, através do 0800, denúncias e informações sobre o caso. Os informantes disseram que no bairro Pioneiros, na cidade de Fazenda Rio Grande, Patrick foi visto circulando com o carro modelo Sandero, veículo usado no crime. Mas uma ligação chamou a atenção dos policiais. O informante dizia que Patrick tinha marcas de queimaduras, que fez a polícia desconfiar que poderiam ter sido causadas no momento em que ele colocou fogo no carro usado no crime.

Outro fato que chamou a atenção aconteceu no dia 11 de março, 12 dias antes da morte de Fabrízzio. Patrick e Ronei foram autuados em flagrante pelo crime de porte ilegal de arma de fogo. No entanto, ambos não ficaram presos. Foram colocados em liberdade após pagamento de fiança.

Patrick foi preso na noite do dia 27 no bairro Tatuquara, em Curitiba. Após desobedecer a ordem para parar o carro em que estava, ele acabou batendo em um ônibus. Patrick teve ferimentos na cabeça, foi atendido por médicos do Siate e depois encaminhado para a DHPP.

No dia seguinte, os policiais chegaram até Ronei. Ele foi detido por volta de 9 h na Ceasa, onde trabalhava. A Polícia vai aprofundar as investigações no sentido de descobrir detalhes da participação dele no crime. O último a ser detido foi Onildo Cordova II. Os policiais da DHPP o encontraram na noite de sexta-feira (28) em um flat no Batel, também em Curitiba.

Os três responderão pelo crime de homicídio qualificado por emboscada e sem chance de defesa da vítima. Se condenados poderão ficar de 15 até 30 anos presos.

OPERAÇÃO PANE SECA

Onildo já havia sido preso pela Polícia Civil do Paraná. Dois dias depois da morte de Fabrízzio, o Departamento de Inteligência do Estado do Paraná (Diep) deflagrou a Operação Pane Seca para prender duas quadrilhas que fraudavam a quantidade de combustível que saia de das bombas dos postos de gasolina, gerando prejuízo aos motoristas e ganhos para as organizações criminosas.

Entre os presos pelo Diep estava Onildo Cordova II, dono de postos que praticavam a fraude. Ele ficou preso por cinco dias (prisão temporária) e até então não havia qualquer indício de participação do empresário na morte do fiscal.

A investigação do Diep que resultou na "Pane Seca" teve início a partir de requisição da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, do Ministério Público do Paraná, a qual recebeu informações d a Associação Brasileira de Combate a Fraudes de Combustíveis (ABCFC), a qual Fabrízzio era presidente, denunciando que alguns postos de combustíveis estariam fraudando a quantidade de combustível no momento do abastecimento.

Para a fraude funcionar integrantes das quadrilhas instalaram dispositivos eletrônicos nas bombas, os quais eram responsáveis por interromper o fluxo de combustível efetivamente expelido, sem que houvesse interrupção na medição da quantidade de litros a ser paga pelo consumidor. Assim, a quantia de combustível de fato inserido nos tanques dos veículos de consumidores seria inferior ao registrado nas bombas, fazendo com que os clientes pagassem valores a mais em cada abastecimento.

Tais dispositivos, segundo consta, poderiam ser ativados remotamente, podendo os criminosos escolher o momento mais propício para seu acionamento, o que também dificultaria a atuação dos órgãos fiscalizadores.
Relembre o caso: Secretaria de Segurança acredita que morte de fiscal foi planejada

Assessoria/Polícia Civil

Fonte: http://catve.com

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