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Com suspeita de novo resgate de presos na PEP, chefes de facção são transferidos do Paraná

O delegado Rodrigo Brown  também comentou a possibilidade de uma ação de represália por parte dos presos na PEP em razão das transferências

np2812Com fortes suspeitas de que poderia ocorrer a qualquer momento um novo resgate de presos na Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP), policiais do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), com o apoio da Polícia Federal (PF) transferiram dois detentos suspeitos de chefiar uma facção criminosa de dentro da cadeia. Daniel Estrela e Manoel do Nascimento, conhecido como Coiote, foram transferidos da PEP para a Penitenciária Federal de Mossoró (RN), neste domingo (23), após pedido da Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp).

Horas antes, outros quatros presos já haviam sidos transferidos para a Penitenciária Federal de Catanduvas (Oeste do PR). As transferências ocorreram sob forte esquema de segurança em aviões da polícia.

De acordo com o delegado do Cope, Rodrigo Brown, a polícia tinha informações concretas de que poderia haver um novo resgate de presos nas próximas horas. Em setembro deste ano, criminosos fortemente armados explodiram um muro da penitenciária e resgataram 29 presos.

“Já tínhamos a intenção de transferir estes líderes de dentro da PEP para presídios de segurança máxima. Mas na semana passada, tivemos informações concretas de que havia um plano para uma nova tentativa de resgate na PEP. Informações anônimas vieram, setores de inteligência apontaram um curso plano e, para completar, na sexta-feira (21), houve o roubo de um caminhão-cegonha com vários carros potentes como SUVs e caminhonetes, veículos geralmente utilizados em fugas assim. Por isso, adiantamos estas transferências”, explicou Brown.

De acordo com o delegado, Estrela foi um dos resgatados na ação de setembro, mas acabou preso novamente. Um dia antes do resgate, ele trocou mensagens de voz com Coiote, que foi quem comandou o resgate. Dias depois,  Coiote também foi preso  no litoral de São Paulo.

Segundo Brown, Coiote é suspeito de participação no ataque à base da Prosegur no Paraguai e também é suspeito da morte de um agente penitenciário de Catanduvas.

O delegado Rodrigo Brown  também comentou a possibilidade de uma ação de represália por parte dos presos na PEP em razão das transferências. “Estamos sempre mobilizados, em especial desde a explosão do muro da PEP em setembro, com total efetivo no combate ao crime organizado. Não há o temor, mas há a cautela para eventualmente qualquer represália neste sentido”, completou.

Fonte: bandaB

PM é preso em flagrante passando informações para quadrilha de milicianos procurados

np2412Um policial militar foi preso em flagrante na manhã desta quinta-feira, passando informações para a quadrilha de Wellington da Silva Braga, o Ecko; sobre a operação que está sendo realizada hoje para desarticular a maior organização criminosa do estado. O policial é lotado no Regimento de Polícia Montada (RPMonte), localizado em Campo Grande, uma das áreas dominadas pela organização criminosa, mas não fazia parte do grupo denunciado. Além dele, outros dois policiais militares na ativa e um pm reformado estão sendo procurados, acusados de participação na organização criminosa.

Até o momento, pelo menos 27 suspeitos foram presos e farto material, entre armas, carros, cigarros contrabandeados e uniformes policiais, apreendidos.

A operação Heracles, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Minstério Público estadual e da Polícia Civil do estado, está sendo realizada desde o início da manhã de hoje com o apoio da a Força Nacional e do Gabinete de Intervenção Federal e tem como alvo 97 milicianos que atuam em comunidades dos bairros de Santa Cruz, Paciência e Campo Grande, na Zona Oeste; em Campinho, na Zona Norte do Rio, além de Itaguaí, na Baixada Fluminense, e Angra dos Reis; na Costa Verde.

A denúncia do Ministério Público estadual já apontava a participação de agentes públicos como responsável pelo fortalecimento e expansão da organização criminosa.

" A organização criminosa, a maior e mais afamada e temida daquelas vulgarmente denominadas “milícia”, prossegue crescendo, conquistando territórios, implantando “franquias”, e ganhando fôlego exponencial alicerçada, sobretudo, nos vínculos intersubjetivos de proteção e acobertamento que estabeleceu com outras corjas delinquentes organizadas e, principalmente, com agentes policiais, o que lhe garante liberdade para atuar com desenvoltura e sem temer repressão do policiamento ostensivo, vale dizer da Policia Militar, força que não faz qualquer combate efetivo a tal modalidade de atuação criminosa nas áreas já sob o domínio de tal pérfida facção do crime organizado e que ainda fornece por muito de seus praças mão de obra, apoio e acobertamento."

A milícia de Ecko substituiu a antiga e temida "Liga da Justiça".

Fonte: EXTRA

Operação prende 53 PMs de SP suspeitos de envolvimento com PCC

np1812Uma operação deflagrada na manhã desta terça-feira (18) deteve 53 policiais militares de São Paulo suspeitos de colaborar com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Um outro, de férias, está foragido.

Além dos policiais, três civis, suspeitos de integrarem o PCC, também foram presos na operação. Outros dois suspeitos estão foragidos. Durante a operação, um outro civil foi detido em flagrante, sob suspeita de colaborar com o tráfico de drogas.

Todos os policiais alvos dos mandados de prisão atuam no 22º Batalhão da PM, que fica no Jardim Marajoara, na zona sul paulistana, a cerca de 15 quilômetros do centro da capital paulista. Os nomes dos suspeitos não foram revelados.

Segundo as investigações, os suspeitos estariam envolvidos em um esquema de corrupção e de ligação com o tráfico de drogas apurado pela Corregedoria da PM paulista desde fevereiro.

A ação desta terça-feira é comandada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), ligado ao MP, e pela própria Corregedoria.

Os 54 mandados contra os PMs são de prisão preventiva (sem prazo) e foram autorizados pela Justiça Militar de São Paulo. Os presos foram encaminhados para o presídio militar Romão Gomes, na zona norte da capital paulista.

Já os cinco mandados contra suspeitos de pertenceram ao PCC são de prisão preventiva (sem prazo) e foram autorizados pelas Justiça comum.

A PM diz que as investigações apontam para os "crimes de corrupção passiva, concussão, associação ao tráfico de drogas, integrar organização criminosa, além de outros ilícitos penais militares e comuns".

Ao todo, foram cumpridos durante o dia 86 mandados de busca e apreensão (70 expedidos pela Justiça Militar e 16 expedidos pela Justiça comum). A operação foi desencadeada em 19 municípios em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Segundo a PM, a operação envolveu 450 policiais militares (280 policiais corregedores e 170 policiais do 2º Batalhão de Polícia de Choque), promotores de Justiça e agentes do MP lotados no Gaeco.

O nome da operação é Ubirajara. Em nota, a PM diz que a "operação recebeu este nome por conta de ter se iniciado no bairro Ubirajara, na zona sul".

No texto, "a Polícia Militar reafirma não compactuar com ações praticadas por seus integrantes ou quaisquer outros atos que atentem contra a disciplina e os valores e deveres militares, sendo implacável na apuração para apresentar as provas ao poder judiciário e para retirar da Instituição os indignos de ostentar a sagrada bandeira do Estado de São Paulo em seu uniforme".

Nomeado secretário da Segurança Pública a partir do ano que vem, o general do Exército João Camilo Pires de Campos, 64, afirmou ao UOL estar acompanhando a operação desde a manhã desta terça-feira "como espectador", mas disse apoiar operações do tipo. "Tem que cortar na carne", relatou à reportagem. 

Procurado, o futuro governador, João Doria (PSDB), afirmou por meio de sua assessoria de imprensa que, por não ter tomado posse, não cabia a ele se pronunciar sobre o assunto. A SSP (Secretaria da Segurança Pública), sob gestão do governador Márcio França (PSB), apenas confirmou as informações da PM.

Fonte: UOL

Advogado é condenado por se apropriar indevidamente de dinheiro de cliente

np1212A juíza de Direito Placidina Pires, da 6ª vara Criminal de Goiânia/GO, condenou um advogado a dois anos, cinco meses e 10 dias de reclusão, em regime inicial aberto, por apropriação indevida de dinheiro de cliente

Contratado para patrocinar o cliente em uma ação, o advogado teria seus honorários pagos por títulos de dívida agrária, devendo o causídico vende-los para satisfazer seu pagamento e repassar o restante do valor ao cliente. No entanto, segundo consta nos autos, após vender os títulos, o advogado não repassou o valor de um cheque de R$ 222 mil ao cliente e comprou, em nome de sua mãe, dois veículos com o dinheiro.

Ao analisar o caso, a magistrada considerou que, conforme se extrai do requerimento de instauração do inquérito policial, e das provas testemunhais e documentais juntadas aos autos, a materialidade e a autoria do delito se encontram satisfatoriamente comprovadas.

A magistrada destacou que, “quando praticada em razão de ofício, emprego ou profissão, ou seja, por pessoas que, em regra, recebem a coisa em função da confiança nelas depositada, a apropriação indébita é punida mais gravemente, ou seja, com um aumento de pena correspondente a 1/3 (um terço)”.

Para a juíza, o advogado “aproveitou-se da confiança nele depositada para se apropriar indevidamente do título, tendo, em seguida, forjado um suposto endosso, e adquirido, por meio do aludido cheque, dois automóveis em nome de sua genitora”.

Ao ponderar ainda que o cliente é idoso, a magistrada julgou totalmente procedente a ação, condenando o advogado à pena de dois anos, cinco meses e 10 dias de reclusão, em regime inicial aberto, substituída por prestação de serviços comunitários e pela obrigação de pagar à vítima o valor do cheque apropriado indevidamente.

Fonte: MassaNews

Sete PMs são presos acusados de roubar caixas de requeijão em São Gonçalo

np0612 Sete PMs do 7º BPM (São Gonçalo) foram presos na tarde de ontem, pela Corregedoria da PM sob a acusação de desviarem uma carga de requeijão de um caminhão que havia sido recuperado. A carga foi encontrada próxima a um caminhão frigorífico, já descarregada, dentro do Morro da Coruja, em São Gonçalo. Os produtos, entretanto, ao invés de serem encaminhados à 73ª DP (Neves) para a elaboração de um registro de ocorrência, foram levados para a sede da Companhia Destacada do batalhão, na favela. Lá, os agentes foram flagrados retirando a carga do caminhão e colocando dentro de um carro branco.

A cena foi filmada, e o vídeo chegou à Corregedoria da PM. No mesmo momento, agentes da 4ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar foram ao local e prenderam os PMs. Os policiais que faziam o transbordo da carga afirmaram que o veículo só foi encaminhado à Companhia Destacada porque apresentou defeito mecânico no meio do trajeto até a delegacia.

Policiais foram filmados tirando caixas de requeijão de caminhão

Os agentes também identificaram o dono do veículo, um Gol: Cristian Melo de Araújo, que tem duas passagens pela polícia por tráfico de drogas. Ele está sendo procurado pela Corregedoria para prestar depoimento. Durante a operação para recuperar a carga, houve tiroteio com traficantes do Morro da Coruja. Um homem foi preso e uma pistola calibre .40 foi apreendida.

Os policiais presos são: o capitão Delson Luiz Caetano da Silva, os sargentos Cleyman Barbosa da Silva e Alex da Silva Gregório e os cabos Roger Oliveira Silva, Wander Fernando da Silva Ferreira, Gerson Rodrigues da Silva e Jairo Cordeiro Caldas.

Fonte: extra

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