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Agente prisional e policial militar trocam tiros durante briga de trânsito em Goiânia

Segundo os bombeiros, agente foi baleado na costela e levado a hospital. PM se apresentou à Central de Flagrantes, onde prestou depoimento e deixou arma para ser periciada.

Confusão após briga de trânsito entre policial militar e agente penitenciário no Parque Amazônia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera Um policial militar e um agente prisional trocaram tiros durante uma briga de trânsito no setor Parque Amazônia, em Goiânia, na noite de terça-feira (16). Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi chamada e, chegando ao local, atendeu o agente, de 44 anos, que foi baleado na costela.

O homem foi socorrido e levado ao Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). Segundo a unidade, ele deu entrada "no início da noite, foi avaliado por equipe multidisciplinar e recebeu alta na madrugada desta quarta-feira (17)".

A equipe da Central de Flagrantes informou, por telefone, que o policial militar prestou os esclarecimentos, deixou a arma com o delegado de plantão para ser periciada e foi liberado. No entanto, as circunstâncias em que a briga aconteceu não foram informadas.

A Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP) disse, em nota, que o caso “será apurado pela instituição”.

A Polícia Militar informou, também por meio de nota, que o PM e o agente prisional estavam de folga no momento do confronto. Ainda de acordo com o comunicado, “o policial se apresentou espontaneamente na Central de Flagrantes” e a situação deve ser investigada pela Polícia Civil.

Além disso, a PM informou que “o Comando da Corporação determinou a imediata instauração de Processo administrativo para apurar o caso”. 

Fonte: G1

Agente penitenciário é preso após atirar por engano em carro onde estava família, em Realengo

A Rua Piraquara, em Realengo Um agente penitenciário foi preso em flagrante, na noite deste domingo, após atirar por engano no carro onde estava uma família, na Rua Piraquara, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. Cristóvão da Silva Nunes passou por uma audiência de custódia onde ficou decidido que ele responderá em liberdade. A Secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap) afastou o agente de suas funções.

Um dos disparos atingiu de raspão um dos braços do motorista do veículo. Luis Sérgio Gomes de Oliveira Junior foi atendido no Hospital municipal Albert Schweitzer, também em Realengo, e já teve alta.

De acordo com a polícia, o agente teria confundido o carro da família com o seu, que havia sido roubado na região. Pelo menos oito tiros teriam sido disparados, a maior parte na porta do motorista. Um dos disparos atingiu o banco do passageiro, onde estava sentada uma mulher, que havia se abaixado e, por isso, não foi ferida.

Policiais militares do 14º BPM (Bangu) foram para o local e levaram o agente para a 35ª DP (Campo Grande), onde ele foi preso.

A Seap informou que "foi instaurado um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), pela Corregedoria, para apurar os fatos". A nota destaca ainda que o funcionário "foi afastado do serviço operacional e irá atuar em um setor administrativo até a conclusão das investigações".

Carro de músico foi fuzilado por engano

Em 7 abril deste ano, militares abriram fogo por engano contra o carro onde estava o músico Evaldo dos Santos, em Guadalupe, na Zona Norte do Rio. Ele morreu. Além de Evaldo, estavam no veículo sua esposa, Luciana Nogueira, seu sogro, o filho do casal de 7 anos e uma amiga da família. Eles iam para um chá de bebê.

Uma das mais de 200 balas disparadas pelos militares atingiu o catador Luciano Macedo, que tentou ajudar a família. Ele morreu 11 dias depois. Na ocasião, os militares alegaram ter confundido o veículo do músico com o de bandidos que haviam passado pela região momentos antes.

Fonte: jornal extra

Agente penitenciário é executado a tiros ao chegar em casa

Testemunhas apontaram para a Polícia Civil que quatro bandidos teriam participado do assassinato do servidor. 

Agente penitenciário é executado a tiros ao chegar em casa O agente penitenciário Elison Douglas da Silva, 37 anos, foi morto com vários tiros no momento em que chegava em casa, no bairro Téssele Júnior, em Lucas do Rio Verde (a 360 km de Cuiabá), na noite de domingo (30).

Os tiros acertaram as costas do agente, por volta de 21h. O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, porém, a vítima morreu ainda no local do fato.

O local do crime foi isolado e analisado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

De acordo com o boletim de ocorrência, testemunhas apontaram que quatro bandidos participaram da execução de Elison.

O agente foi morto pelas costas. Motivação é desconhecida.
Várias denúncias foram feitas à central informando o paradeiro dos supostos assassinos. Foram detidos pelo crime: Carlos Albertto Cavalcante da Silva,24 anos, conhecido como ´Coringa’; Afonso Rafael Gaspar Tavares, 29 anos; Jean Andrey dos Santos Gonçalves, 26 anos, conhecido como ‘Pônei’ e o menor V.A.D.S., 15 anos.

Um quinto envolvido no crime, identificado apenas como ‘Vitinho’ não foi localizado. Ele mora na mesma rua onde aconteceu o fato. Na casa dele, a PM encontrou apenas o tio, identificado como Alexfran Prazeres da Silva, 39 anos.

Alexfran também foi conduzido para a delegacia, pois na casa dele havia um terno roubado. Ele disse que havia recebido a roupa de presente do sobrinho e que sabia que o produto era roubado, mas aceitou para poder ir à igreja. Ele foi autuado pelo crime de receptação.


O assassinato ainda não teve resolução clara. Os investigadores trabalham para apurar o real envolvimento dos detidos e o que motivou o assassinato.

Fonte: inforondonia

Militar é preso com drogas em avião da Presidência: novo golpe na imagem de Bolsonaro

A prisão do militar da Aeronáutica na Espanha, com drogas em aviãoda FAB que é aeronave reserva da Presidência, é um duro golpe nos planos do governo de melhorar a imagem de Jair Bolsonaro; episódio fornece munição para os críticos acusarem o governo de coisas ainda piores que as críticas já proferidas na área de costumes

Resultado de imagem para Militar é preso com drogas em avião da Presidência: novo golpe na imagem de Bolsonaro A prisão do militar da Aeronáutica na Espanha, com drogas em aviãoda FAB que é aeronave  reserva da Presidência é um duro golpe nos planos do governo de melhorar a imagem de Jair Bolsonaro.

O Ministério da Defesa informou nesta terça que um militar da Aeronáutica foi detido no aeroporto de Sevilha, Espanha, por suspeita de envolvimento no transporte de substância entorpecente.

“Os fatos estão sendo apurados e foi determinada a instauração do Inquérito Policial Militar (IPM)”, diz o ministério. “O Ministério da Defesa e o Comando da Aeronáutica repudiam atos dessa natureza e darão prioridade para elucidação do caso, aplicação dos regulamentos cabíveis, bem como colaboram com as autoridades”, complementa a nota.

Segundo a revista Veja, embora o militar não tenha ligação com a comitiva de Bolsonaro que vai ao Japão nesta semana, o episódio fornece munição para os críticos acusarem o governo de coisas ainda piores que as críticas já proferidas na área de costumes.

Fonte: brasil247

Tribunal condena militar que tentou vender 120 quilos de carne do batalhão

 O Superior Tribunal Militar confirmou a condenação de um ano de reclusão contra um ex-soldado envolvido na subtração de carne destinada à alimentação do contingente do 9.º Batalhão de Engenharia de Construção (9.º BEC), localizado em Cuiabá.

As informações foram divulgadas pelo STM.

 

Apelação 0000057-32.2012.7.09.0009

 

A sessão de julgamento foi transmitida ao vivo

No dia 24 de julho de 2012, três militares foram flagrados enquanto tentavam se apropriar de 120 quilos de carne bovina armazenada na câmara fria do Depósito de Aprovisionamento do 9.º BEC.

A ideia era vender o produto – orçado em R$ 2.513,00 – ao amigo de um dos militares.

Apesar de terem transportado cinco caixas com o conteúdo do furto para dentro de um veículo particular, os envolvidos não conseguiram concretizar o plano pelo fato de terem sido surpreendidos pelo militar de serviço, que acompanhava toda a manobra sem que eles percebessem.

O processo judicial tramitou na Auditoria da 9.ª Circunscrição Judiciária Militar (CJM), primeira instância da Justiça Militar da União em Cuiabá (MT).

Em abril de 2017, Conselho de Justiça responsável por julgar o caso condenou os três militares que participaram da ação a um ano de reclusão por peculato-furto – artigo 303 do Código Penal Militar, parágrafo 2.º.

Dois dos militares condenados tiveram as penas extintas por prescrição da pretensão punitiva.

Apelação ao STM

Inconformado com a sentença, o militar recorreu ao Superior Tribunal Militar pedindo absolvição.

A defesa argumentou que ‘os fatos descritos na denúncia não se amoldam à conduta tipificada no artigo 303, caput, do Código de Processo Penal Militar’, pois ‘a conduta denunciada em desfavor do réu sequer foi executada’.

A defesa sustentou que não poderia haver condenação porque ‘o produto subtraído sequer saiu da unidade militar’ e que os fatos narrados na denúncia não passaram de ‘atos preparatórios’, não sendo possível atribuir ao acusado a prática delitiva descrita no parágrafo 2.º do artigo 303 do Código Penal Militar.

O ministro Carlos Augusto de Sousa, relator da apelação, declarou que ‘os argumentos defensivos partem de uma premissa equivocada, a de que, para a configuração do peculato-furto, as caixas de carne deveriam ter deixado os limites da organização militar’.

O ministro citou a jurisprudência do STM, que já decidiu em várias ocasiões que o delito de furto se consuma quando a coisa subtraída passa para o poder do agente, mesmo que num curto espaço de tempo. “É suficiente, portanto, que se efetive a inversão da posse, ainda que a coisa subtraída venha a ser retomada em momento imediatamente posterior.”

“Nesses termos, no caso vertente, poder-se-ia até mesmo identificar que a conduta perpetrada pelo acusado foi consumada e não tentada. Isso porque, ao ocultar as caixas de carnes em um alojamento abandonado, o acusado inverteu a posse daqueles mantimentos, porquanto os retirou do local devido sem prévio aviso e com intuito malicioso”, afirmou o relator.

Segundo o ministro, ‘o acusado subtraiu as carnes da câmara frigorífica da Unidade Militar, circunstância que configurou a prática descrita no artigo 303, § 2.º, do Código Penal Militar’.

“Assim, revela-se inviável acolher o argumento defensivo de que as ações desenvolvidas pelo acusado estariam circunscritas aos chamados atos preparatórios, não puníveis, quando, em verdade, irromperam as fronteiras da tentativa, adentrando ao âmbito do crime consumado”, concluiu.

Ao final do julgamento, o plenário do Superior Tribunal Militar seguiu por unanimidade o voto do relator para manter integralmente a sentença da primeira instância.

 Fonte: estadao

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