Flávio Bolsonaro e outros seis senadores que perderam a reeleição em 2026 deixarão o Congresso com investigações, inquéritos ou ações em andamento no STF. Segundo o texto, o fim dos mandatos em janeiro de 2027 reduzirá a proteção política desses parlamentares, embora nem todos os processos sejam automaticamente transferidos para outras instâncias.
Os principais pontos citados são:
- Flávio Bolsonaro é investigado em casos relacionados a suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro. A matéria destaca ainda sua saída do país após medidas judiciais impostas pelo ministro Alexandre de Moraes.
- Ciro Nogueira é investigado por suposto favorecimento ao Banco Master e nega irregularidades.
- Weverton Rocha aparece em apurações ligadas a suspeitas de lavagem de dinheiro e a um caso relacionado ao INSS, além de outro procedimento no Maranhão. Ele também contesta as acusações.
- Carlos Viana e Carlos Fávaro são mencionados em fiscalizações e investigações envolvendo emendas parlamentares e repasses de recursos públicos.
- Renan Calheiros e Zenaide Maia respondem a ações e queixas-crime relacionadas a declarações públicas e supostos crimes contra a honra.
A matéria destaca que uma decisão do STF de 2025 estabeleceu que o foro privilegiado pode ser mantido após o fim do mandato quando os fatos investigados ocorreram durante o exercício do cargo e estiverem relacionados às funções parlamentares. Por isso, vários desses processos podem continuar na própria Corte