O uso de uma tornozeleira eletrônica falsa passou a intrigar policiais e moradores de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, sobretudo após uma abordagem realizada em 2025. Embora o homem circulasse com o dispositivo visível, a equipe logo percebeu algo incomum e, em seguida, confirmou que o acessório não era autêntico.
Os policiais abordaram o homem e, logo depois, realizaram a verificação do equipamento. Nesse sentido, a checagem revelou que a tornozeleira não possuía vínculo com nenhum sistema judicial. Além disso, a consulta aos registros mostrou que ele não tinha antecedentes criminais, o que, portanto, reforçou o caráter inusitado do caso.
Diante das perguntas, o próprio abordado explicou sua escolha. Afinal, ele usava o acessório de forma intencional, isto é, buscava transmitir uma imagem de autoridade e mistério. Ademais, segundo suas palavras, a tornozeleira funcionava como um “atrativo social”, bem como uma forma de chamar a atenção, sobretudo entre mulheres.
Como resultado, após o esclarecimento, os policiais liberaram o homem. Contudo, o episódio seguiu em apuração e, além disso, provocou debates sobre o uso de símbolos ligados ao crime para construir reputação ou status. Assim, o caso passou a refletir, acima de tudo, como a aparência pode influenciar a percepção social, mesmo quando não corresponde à realidade.
