o perfil da advogada Dalide Barbosa Alves Corrêa, que passou a ser citada em investigações envolvendo o Banco Master. Documentos de uma auditoria interna do BRB encontrados pela Polícia Federal apontam que o escritório dela recebeu cerca de R$ 33 milhões em pagamentos do Banco Master em 2024.
O caso ganhou repercussão porque mensagens de executivos do banco mencionavam Dalide como um suposto“canal direto com o STF”, embora o significado da expressão não tenha sido esclarecido nos documentos divulgados.
Em resposta, a defesa de Dalide afirmou que ela“jamais atuou para o Master no STF” e que seu trabalho se limitou a processos em instâncias inferiores da Justiça, sem contato com ministros do Supremo sobre assuntos do banco.
A matéria também destaca sua trajetória profissional: ela foi diretora jurídica da Caixa Econômica Federal, trabalhou no Senado, na Anac e no próprio STF, além de ter dirigido por vários anos o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), fundado pelo ministro Gilmar Mendes.
