A Polícia Federal realizou a 6ª fase da Operação Unha e Carne e teve como um dos alvos o inspetor da Polícia Civil do Rio de Janeiro Pablo Jukiá Felix Ferreira, investigado por suposta participação em um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo uma rede de postos de combustíveis registrados em nome de laranjas.
Durante buscas na residência do policial, os agentes apreenderam:
- relógios de luxo;
- joias;
- armas e munições;
- maços de notas de dólares e reais;
- quatro veículos, incluindo uma Mercedes-Benz.
A reportagem destaca o contraste entre os bens encontrados e a remuneração do inspetor. Segundo a matéria, ele recebe salário bruto de cerca de R$ 16,8 mil, com valor líquido aproximado de R$ 9,6 mil por mês.
Além de Pablo Jukiá, também são citados nas investigações Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo e candidato ao Senado, e Marcus Amim, ex-secretário de Polícia Civil do Rio. O inspetor fazia parte de um grupo de policiais próximos a Amim e trabalhou com ele em diferentes delegacias.
A PF afirma que a operação busca desmontar uma organização criminosa que usaria postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio para lavar dinheiro. A investigação é um desdobramento da Operação Unha e Carne, relacionada a apurações iniciadas em fases anteriores.
Em resumo: a matéria relata que um inspetor da Polícia Civil do RJ, com salário líquido de cerca de R$ 9,6 mil, foi alvo da PF em investigação sobre lavagem de dinheiro, após a apreensão de relógios de luxo, joias, dinheiro em espécie e veículos de alto valor em sua residência.
