Segundo o governo estadual, Michele Coelho Montenegro havia sido nomeada para a função há quase 1 ano e atuava no desenvolvimento do projeto Palácio Verde, iniciativa de educação ambiental e economia circular realizada nos palácios Guanabara e Laranjeiras.
Ainda de acordo com o governo, ela tinha direito a carro oficial e recebia salário líquido de cerca de R$ 12 mil.
Após a prisão, Michele foi dispensada do cargo. A exoneração de Mia Montenegro, como também é conhecida, foi publicada em edição extra do Diário Oficial nesta quarta.
Mia foi presa em casa, em Ipanema, na Zona Sul, na Operação Tela Falsa, deflagrada pela Delegacia de Defraudações (DDEF).
O prejuízo da vítima — o dono de um antiquário — é de pelo menos R$ 2 milhões, mas pode chegar a R$ 10 milhões. “A investigação envolve fraudes com cifras milionárias”, afirmou o delegado Marcos Buss.
Outros 9 mandados de busca e apreensão foram cumpridos. Um quadro foi recuperado na casa de um advogado, que também foi preso.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) informou não ter localizado registros ativos em nome de Michele. Ela também foi denunciada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).
Mia foi presa em casa, em Ipanema, na Zona Sul, na Operação Tela Falsa, deflagrada pela Delegacia de Defraudações (DDEF).
O prejuízo da vítima — o dono de um antiquário — é de pelo menos R$ 2 milhões, mas pode chegar a R$ 10 milhões. “A investigação envolve fraudes com cifras milionárias”, afirmou o delegado Marcos Buss.
Outros 9 mandados de busca e apreensão foram cumpridos. Um quadro foi recuperado na casa de um advogado, que também foi preso.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) informou não ter localizado registros ativos em nome de Michele. Ela também foi denunciada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).
