A Justiça Federal condenou Diogo da Silva Santos, ex-chefe de um terminal de exportação ligado ao Porto de Santos, a 11 anos e 1 mês de prisão por participar do envio de 416 kg de cocaína escondidos em uma carga de café destinada à Suíça. [terra.com.br], [tnh1.com.br]
Segundo a investigação, ele usou seu cargo para liberar irregularmente um contêiner do terminal, sem os controles e registros obrigatórios. Durante o período em que o equipamento esteve fora da fiscalização, traficantes teriam inserido a droga na carga de café antes de ela retornar ao porto e seguir para a Europa. [terra.com.br], [diariodono…res.com.br]
A cocaína foi descoberta em 2022 por funcionários da Nespresso, na cidade de Romont, na Suíça, que encontraram os tabletes escondidos entre sacas de café e acionaram as autoridades. A partir daí, houve cooperação entre as autoridades suíças e a Polícia Federal brasileira. [terra.com.br], [ANJ pede a…jornalista]
De acordo com testemunhas, o ex-chefe do terminal teria dito que havia “vendido” um contêiner por cerca de R$ 250 mil, embora ele negue ter recebido qualquer pagamento. Em momentos diferentes da investigação, alegou ter agido sob ameaça de criminosos e depois negou envolvimento no esquema. [terra.com.br], [tnh1.com.br]
A sentença concluiu que sua atuação foi essencial para o tráfico da droga, pois ele teria permitido a saída e o retorno do contêiner sem fiscalização adequada. Apesar da condenação, ele poderá recorrer da decisão em liberdade. [terra.com.br], [ANJ pede a…jornalista]
Em resumo: o ex-chefe do terminal foi condenado por facilitar a inclusão e exportação de 416 kg de cocaína escondidos em café enviado à Suíça, em um caso que ganhou repercussão internacional após a droga ser encontrada na fábrica da Nespresso.
