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Agente penitenciário é morto a tiros na frente do filho em Belford Roxo

Anderson Barbosa dos Santos, de 40 anos, estava dentro de um carro quando foi fechado por outro veículo com criminosos que atiraram. A criança de 9 anos teve ferimentos leves após o automóvel bater em um poste

np0502Rio - Um agente penitenciário foi morto a tiros na frente do filho de 9 anos no bairro Nova Piam, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, na manhã desta sexta-feira. O inspetor de segurança e administração penitenciária Anderson Barbosa dos Santos, 40 anos, que já foi policial militar, tinha acabado de sair de casa e trafegava na Avenida Bob Kennedy em um Gol quando foi fechado por outro veículo, de onde criminosos fizeram disparos.

Imagens de câmera de segurança que a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) teve acesso mostra o momento em que Anderson perde o controle e bate em uma árvore. Segundos depois, o filho dele sai do banco do passageiro. A criança, que seria deixada na casa da avó materna, teve uma luxação no tornozelo direito provocados por estilhaços de bala.

Pelo menos cinco tiros foram disparados contra a vítima: dois atingiram o lado do motorista; outros dois, o banco traseiro; e o quinto, o para-brisa. Policiais do 39º BPM (Belford Roxo) foram acionados pela Central 190 e socorreram Anderson para o Hospital Municipal de Belford Roxo, mas ele não resistiu e morreu. 

"Ele era um paizão. É inadmissível uma pessoa sair para trabalhar e ser morta. Belford Roxo não tem patrulhamento e enquanto não tiver patrulhamento ostensivo mais e mais pessoas vão morrer", disse James Eduardo, 47 anos, cunhado da vítima.

Anderson já foi cabo da Polícia Militar, mas deixou a corporação e trabalhava como inspetor penitenciário da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). Ele era lotado na Base do Grupamento de Serviço de Segurança Externa (GSSE), no Complexo de Gericinó.

Sogro da vítima, Aílton Campos, de 73 anos, contou que esteve no local minutos antes do crime. Ele pegou um ônibus para ir a uma igreja em Nova Iguaçu, mas só depois que ficou sabendo da morte do genro. "Eles assaltam todos os dias e a qualquer hora aqui no bairro. Me falaram que foi muito tiro. Anderson deixava o filho na escola ou trazia para a minha casa nos dias em que ele trabalhava. Se não, ele ficava com o meu neto e o levava para o colégio. Meu genro gostava de churrasco, de pescar, era uma ótima pessoa. Estava casado com a minha filha há 12 anos. Ela está muito abalada", disse.

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada para realizar uma perícia no carro do agente e vai investigar o crime. Segundo o delegado Daniel Rosa, a principal hipótese do crime é de latrocínio, já que os bandidos levaram pertences da vítima. No entanto, a polícia ainda não sabe especificar quais objetos foram roubados. Daniel destacou que a criança está muito abalada e, por isso, não será ouvida no momento. "A criança está sem condições de depor. A polícia ainda não tem a dinâmica do caso", completou. Já a família do agente prestou depoimento nesta sexta. 

Em nota, a Seap disse que a Saúde Ocupacional do órgão foi acionada e que prestará auxílio aos familiares do servidor. A violência no município assusta os moradores. A aposentada Elizete da Silva, de 70 anos, explicou que as filhas deixaram de frequentar o local com medo da insegurança. "As minhas filhas já disseram que não vêm mais aqui. Uma delas, inclusive, após ver isso hoje, disse que não vai colocar os meus netos em risco. Eu não posso sair daqui. Para onde eu vou? A única coisa que temos a fazer é nos apegar a Deus e pedir por segurança. Mas segurança de quem?", lamentou.

"Ele era um paizão. E a mãe dele está muito nervosa. ÉR inadmissicvel uma pessoa sairt para trabalçhar e ser morta. e belford roxa noate tem aptrulhaemnto e enquanto nao tiver patrulhamento ostensivo mais e mas pessoas vão morre. ", James Eduardo, 47 anos, cunhado. 

Fonte: odia

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