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PEL 1 registra tentativa de fuga de presos durante a madrugada deste sábado

PEL 1 registra tentativa de fuga de presos durante a madrugada deste sábado (5) A Penitenciária Estadual de Londrina Unidade 1 (PEL 1) registrou uma tentativa de fuga de presos, por volta das 5h da manhã deste sábado (5). Eles teriam serrado uma das grades das celas de permanência, enquanto os cubículos passavam por desinfecção. A PEL 1 fica localizada na zona sul de Londrina.

O Centro de Operações Policiais Militares (COPOM) confirmou a ocorrência. Reginaldo Peixoto, diretor regional do Departamento Penitenciário de Londrina, informou que quatro homens foram capturados. Os fugitivos teriam conseguido escapar das celas usando uma serra para cortar a grade.

Demais fatos referente a ocorrência estão sendo apurados. A matéria deve ser atualizada assim que forem divulgadas maiores informações. Não há registro de foragidos.

Fonte: https://ricmais.com.br

Maconha escondida em ovo de galinha é descoberta por policiais

Maconha escondida em ovo de galinha é descoberta por policiais Policiais Militares apreendera 5 ovos de galinha recheados com maconha, na manhã desta terça-feira (25), em Ibiporã, norte do Paraná. Para esconder a droga na casca, criminosos usaram fita isolante e arroz.

A ação aconteceu durante patrulha. Uma denúncia deu conta que um carro do modelo Fiat Palio, da cor azul, estava rondando cadeia pública de Ibiporã. O veículo foi encontrado com dois homens no interior.

Eles carregavam ovos de galinha com maconha dentro e tampados com fita. De acordo com a polícia, os homens pretendiam arremessar os ovos para dentro do pátio da cadeia.

No total, foram apreendidas 69g da droga, dividida em 211 porções. Os dois homens receberam voz de prisão. O local onde eles foram abordados e presos é utilizado, com frequência, por pessoas que querem jogar drogas para dentro do pátio da cadeia.

Fonte: https://ricmais.com.br

(criminosos disparam pelo ao menos 148 tiros de fuzil em direção à penitenciária

Veículo blindado artesanalmente foi encontrado na tarde desta segunda-feira em Venâncio Aires
Susepe / DivulgaçãoNa ação que teve como alvo a Penitenciária Estadual de Venâncio Aires (Peva), no Vale do Rio Pardo, bandidos dispararam pelo menos 148 tiros de fuzil, além de 21  de pistola 9 milímetros, em direção à casa prisional. Os estojos foram recolhidos no entorno da unidade e fazem parte das provas coletadas pela investigação da Polícia Civil que tenta identificar o grupo criminoso. Na tarde desta segunda-feira (24), um veículo blindado artesanalmente foi encontrado na área rural do município.  

A EcoSport, com placas de Porto Alegre, estava abandonada em uma estrada vicinal, na altura do quilômetro 59 da RS-287, na localidade de Picada Mariante. O local fica a cerca de 10 quilômetros da casa prisional. O Grupo Rodoviário da Brigada Militar foi acionado no início da tarde e apreendeu o veículo. Um dos pontos que chama atenção é que o carro possui uma espécie de blindagem artesanal.

— Aparentemente são placas de proteção balística, tanto na parte traseira quanto no lado do motorista e passageiro. A perícia foi acionada porque há possíveis manchas de sangue — explica o delegado Marcelo Chiara, titular da Delegacia de Polícia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Santa Cruz do Sul, que apura o caso.  

O ataque à Peva aconteceu na madrugada de domingo (23), quando criminosos invadiram uma área externa, na lateral da casa prisional, e dispararam em direção às guaritas. Para isso, romperam uma tela de contenção. Os bandidos, afugentados a tiros pelo servidores penitenciários e Brigada Militar, abandonaram dois veículos de cor prata: um Jeep Renegade, com placas de Porto Alegre, e uma Captiva, de Recife, em Pernambuco, blindada.  

Os carros, que ficaram atolados no entorno da penitenciária, não tinham registro por furto ou roubo. Ambos foram encaminhados para análise, para verificar se há sinal de adulteração, o que indicaria que podem ter sido clonados.   

Susepe / DivulgaçãoBandidos usaram escudos metálicosSusepe / Divulgação

A polícia pretende ouvir os servidores e policiais militares nos próximos dias para ter mais detalhes da ação. Sabe-se que os bandidos dispararam dezenas de tiros em direção à Peva, com diferentes calibres como fuzil 556 e 762. Em vídeo de uma câmera de monitoramento é possível ver o momento em que um dos agentes corre até a frente da penitenciária e atira na direção dos bandidos. Nenhum policial ficou ferido na ação.  

Uma das hipóteses é de que um dos criminosos tenha sido ferido gravemente durante a troca de tiros. Isso porque uma touca-ninja com manchas de sangue e possíveis resquícios de massa encefálica foi encontrada abandonada no local. Também havia bastante sangue próximo de onde estavam os carros. O fato de um dos criminosos ter sido ferido pode ter sido, inclusive, um dos motivos que levou o bando a desistir do resgate. A polícia suspeitava que um dos bandidos pudesse acabar buscando atendimento médico, mas até o momento isso não se confirmou.  

Alvos 

A Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) confirmou nesta segunda-feira que transferiu dois presos após a tentativa de resgate. Os apenados foram identificados como possíveis alvo da ação do bando. A identidade dos presos e o local para onde foram enviados não foram informados, por segurança. Ambos seriam vinculados a um grupo criminoso. A casa prisional teve a segurança reforçada e os presos seguem sob análise – não se descarta novas transferências ao longo desta semana.  

Já a Polícia Civil diz que ainda é muito cedo para apontar quem seriam os alvos da ação criminosa. A expectativa é de que as perícias possam ajudar a chegar aos nomes dos envolvidos na tentativa de resgate.   

— Destacamos a gravidade da ação, a audácia desses criminosos em atentar contra o sistema prisional. É um fato muito grave. Eles usaram munição de grosso calibre, bastante potentes. Embora a Susepe tenha feito essas transferências, neste momento ainda não podemos afirmar quem era o alvo ou os alvos. Estamos dando prioridade devido à gravidade do caso — afirmou o delegado Chiara.  

Além da munição de grosso calibre, os bandidos também estavam equipados com escudos metálicos e explosivos, que não chegaram a ser detonados. Acredita-se que a intenção era acessar a casa prisional e utilizar o explosivo para permitir a fuga. A casa prisional contava no momento da tentativa de resgate com 530 detentos – a capacidade de engenharia é para 529.   

Sindicato

O presidente do Amapergs-Sindicato, Saulo Felipe Basso dos Santos, e o vice-presidente, Cláudio Dessbesell, estiveram na Peva nesta segunda-feira. A direção da entidade destacou que, mesmo diante de dificuldades, os servidores penitenciários se envolveram na intensa troca de tiros e evitaram a fuga de presos. 

Santos afirmou que a penitenciária é uma das mais bem estruturadas do Estado, mas considera que a falta de efetivo é um dos motivos que está por trás da ação, assim como o atraso na regulamentação da Polícia Penal. O sindicato defende o incremento do número de servidores e o uso de armamentos mais pesados, já que os bandidos usavam fuzis, enquanto a Susepe portava pistolas e espingardas. 

— Agora imagina o que essas facções estão dispostas a fazer! Pensa nas casas prisionais onde a estrutura é mais precária? Por isso a importância da regulamentação da Polícia Penal. Por isso a necessidade de reforçar o efetivo, chamando os aprovados em concurso para servidores penitenciários — disse o presidente da entidade.

Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br

Guarda Municipal encontra Kit Cadeia escondido em matagal no bairro Cidade Nova

Em um rolo de mangueira plástica, foi localizado dentro 1,5 kg de substância tóxica análoga à maconha, aparelho celular, entre outros objetos.

 Na madrugada desta Terça-feira (23), por volta das 1h, a central de operações recebeu uma ligação no telefone de emergência 153, na qual a equipe de Polícias Penais do Grupamento SOE de serviço na Penitenciária Estadual de Foz do Iguaçu, solicitava um apoio para proceder na abordagem de um veículo, o qual estaria parado na Rua Fiorino Brol, proximidades do Bairro Cidade Nova. Informações dos Policiais Penais davam conta que no interior deste veículo estariam dois homens de posse de “kits cadeias” 

Para o local foi enviado a equipe do Policiamento Comunitário da região Nordeste da cidade, e ao chegar no local abordou os homens dentro do carro e os submeteram à busca pessoal. Nada de ilícito foi localizado com eles, bem como o veículo foi vistoriado e nada de ilícito localizado, sendo que o veículo encontrava-se sem combustível, o que foi confirmado pela equipe. As buscas prosseguiram nas proximidades do automóvel, porém não foi possível confirmar a denúncia. Assim que o carro recebeu combustível de um amigo das vítimas, foi liberado.

A equipe prosseguiu nas buscas em meio à vegetação, às margens da avenida e localizou a 500 metros do local da abordagem, próximo a um poste da rede de energia elétrica, um rolo de mangueira plástica e dentro desta 1,5 kg de substância tóxica, análoga à maconha. Além de 6,2 kg de fumo, uma broca de aproximadamente 12 cm, uma serra de cortar ferro de aproximadamente 20 cm e um aparelho de telefone celular.

Diante da situação, os objetos foram encaminhados à delegacia de polícia para ser apresentado à autoridade policial de plantão.

Fonte: https://foz.portaldacidade.com

Colapso em contrato pode parar fornecimento de refeições nas penitenciárias

 Possível Rebelião

Caso isso aconteça, pode gerar rebeliões de mais de 2,5 mil presos em Foz do Iguaçu, segundo representante da empresa.

O fornecimento de refeições no sistema prisional de Foz do Iguaçu corre o risco de ser interrompido nos próximos dias. A empresa responsável pelo serviço e vencedora da licitação junto à Secretaria Estadual de Segurança Pública alega que o contrato vigente com o Departamento Penitenciário do Paraná (Depen) está em colapso, inviável de continuar os serviços.

Os motivos apontados são por conta da pandemia do novo coronavírus, o que acarretou em inúmeros aumentos de valores, desde a alta do dólar, aumentando o preço de produtos junto aos fornecedores. A empresa alega prejuízos diários de R$ 10 mil. Caso o fornecimento seja interrompido, pode acarretar em rebeliões na Penitenciária Estadual de Foz do Iguaçu (PEF I e PEF II), Penitenciária Feminina e Cadeia Pública Laudemir Neves, os locais atendidos pela empresa.

"Vai acontecer de faltar comida. A gente sabe que isso pode ser um gatilho para possíveis rebeliões. Estamos desesperados", confessou o representante da empresa que pediu para não ser identificado, por medo de represálias.

Desde março de 2020, quando começou a pandemia, inúmeras alternativas foram sugeridas ao Depen, segundo a empresa, mas os pedidos foram negados. As tentativas foram desde mudanças no cardápio, pedido de reequilíbrio financeiro, pedido de rescisão administrativa junto à Advocacia Geral da União e até mesmo uma rescisão amigável de contrato, porém não houve resposta do Depen.

A última tentativa, foi o pedido de rescisão por supressão, algo resguardado às empresas por lei, que fala em uma supressão de no máximo 25%. No caso da empresa de fornecimento de refeições, a supressão está acima de 30%. "Em um mês, podemos ter prejuízo de até R$ 300 mil. dependendo da compra que a gente faça. Nunca antes a empresa teve tanto prejuízo em um contrato. Está inviável continuar, não temos condições e vamos seguir oferecendo o que ainda temos em estoque e o que os fornecedores estiverem entregando que a gente ainda está pagando. Mas vai acontecer a qualquer momento de pararmos a entrega das refeições nas penitenciárias e cadeia de Foz", complementa a fonte.

Diariamente, são servidos aos mais de 2,5 mil presos em Foz do Iguaçu quatro refeições diárias: café da manhã, almoço, janta e lanche noturno. Nos próximos dias, há o risco de ser oferecido somente o que sobrar no estoque.

O contrato da empresa com o Depen é reajustado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o que deu um reajuste 5% a 6%, enquanto que contratos de outras empresas reajustados com base no Índice Geral de Preço do Mercado (IGP-M) teve reajuste entre 25% e 28%. Essa discrepância gerou muitos prejuízos e motivos de reuniões com secretários estaduais.

A reportagem do Portal da Cidade entrou em contato com a assessoria de comunicação do Depen, que solicitou o envio por e-mail dos questionamentos a respeito da situação. Até o fechamento dessa matéria, não houve retorno. Caso seja enviado posteriormente,  a resposta do Depen será publicada.

Fonte: https://foz.portaldacidade.com

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