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Presos se rebelam e fazem live de dentro de presídio em GO

Presos amotinados em Goiás Goiânia – Rebelados, os presos da Penitenciária Coronel Odenir Guimarães (POG), no Complexo Prisional em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital goiana, fizeram até uma live, no início da tarde desta sexta-feira (19/2), para relatar a situação.

Informações preliminares apontam que há presos feridos no local. Vídeos que circulam pelas redes sociais mostram um princípio de incêndio na unidade. Áudios também indicam barulhos de explosões.

O movimento no presídio seria uma reação dos detentos à ação das forças de segurança na manhã desta sexta-feira (19/2).

Veja vídeo:

“Isso aqui aconteceu por causa do diretor, ele quer oprimir ‘nóis’ , ‘tamo’ dando a resposta. Quis dar sabão pra gente comer. Tão dando tiro de verdade em nós. Também temos família. Cadê os Direitos Humanos? Só passam pano para estuprador, que come o filho dos outros. Estamos reivindicando os nossos direitos”, afirma um dos presos na live.

O fato ocorre apenas um dia após a morte de um vigilante penitenciário temporário e da mulher dele, na saída do presídio. Duas pessoas apontadas como envolvidas no duplo homicídio foram mortas em confronto com policiais militares na noite de quinta-feira (18/2) em Goiânia. Uma terceira foi presa.

O presidente do Sindicato do Sistema de Execução Penal do Estado de Goiás (Sinsep-GO), Maxsuell Miranda das Neves, confirmou ao Metrópoles que os presos estão amotinados. A Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP) não corroborou a informação e disse que estava buscando mais detalhes sobre o caso.

Penitenciaria GO 1

Vinícius Schmidt/Metrópoles

Presos amotinados em Goiásmotim (2)

Complexo prisional de Aparecida de Goiânia, onde presos estão rebelados

Live de presos rebelados em Goiásmotim (3)

Presos usaram até as redes sociais para fazer uma live de dentro do presídioReprodução

Motim de presos em Goiásmotim (1)

Reforço policial no local onde presos estão amotinados em GoiásVinícius Schmidt/Metrópoles

Penitenciaria GO 4

Vinícius Schmidt/Metrópoles

Penitenciaria GO 3

Vinícius Schmidt/Metrópoles

Penitenciaria GO 1

Vinícius Schmidt/Metrópoles

Presos amotinados em Goiásmotim (2)

Complexo prisional de Aparecida de Goiânia, onde presos estão rebelados

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A seção local da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO) enviaram representantes para averiguar a situação. Familiares de presos fazem vigília na porta do presídio.

Duplo homicídio

O vigilante penitenciário temporário de Goiás Elias de Souza Silva, de 38 anos, foi assassinado a tiros com sua mulher, na manhã desta quinta-feira (18/2), depois de ter sido alvo de uma tentativa de suborno em serviço e de conter motim de presos, no dia 1º de fevereiro deste ano, no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia.

O duplo homicídio ocorreu logo após o vigilante sair do plantão de 24 horas e se encontrar com a mulher dele. A identidade dela ainda não foi divulgada.

Silva vivia aterrorizado por conta de revista que gerou conflito com presos por roubo, no início do mês. A juíza Lílian Margareth, do Juizado Especial Criminal de Aparecida de Goiânia, recebeu na quinta o processo referente ao motim de presos, que foi contido por ele e policiais.

Fonte: metropoles.com

CENAS DE TERROR NO PRESÍDIO DE PONTE NOVA!

3 Fotos e vídeos mostram a brutalidade da intervenção do GIR, ambulância saindo com feridos hj, entrada do COPE para aumentar a repressão, bonde saindo do Presídio. Exigimos respostas do estado e do @depenmg sobre a situação e sobre o bem estar de nossos familiares! PAREM DE NOS DESUMANIZAR!
#VIDASPRESASIMPORTAM
#MinasContraTortura

Mulher de Nem da Rocinha sofre punição disciplinar por 'beijar outra presa' em cadeia no Rio

Danúbia poderá ser solta Danúbia de Souza Rangel, mulher do traficante Antonio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, foi punida administrativamente por supostamente ter beijado outra presa dentro do Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. A punição foi usada como um dos argumentos para o juiz da Vara de Execuções Penais (VEP) do Rio, Leonardo Rodrigues da Silva Picanço, negar a concessão de livramento condicional para Danúbia no último dia 27.

O EXTRA teve acesso ao processo administrativo disciplinar (PAD) respondido por Danúbia. Em relatório que consta no processo, a inspetora penitenciária Barbara Cristina relata que no dia 30 de janeiro do ano passado, a detenta Carolaine Souza da Silva desviou do percurso de sua cela quando retornava do banho de sol e foi até o local onde estava Danúbia. Segundo Fabiane, Carolaine e Danubia ficaram se beijando, mesmo após terem sido advertidas.

Em depoimento no PAD, Danúbia contestou a versão da inspetora. A mulher de Nem afirma que Carolaine apenas lhe beijou na testa, uma vez que no dia era aniversário de morte da sua filha. A Secretaria de Administração penitenciária considerou que Danúbia cometeu falta grave. A VEP homologou a decisão da pasta.

Na decisão negando livramento condicional para Danubia, o juiz Leonardo Rodrigues da Silva Picanço afirma que, apesar de a presa ter cumprido o tempo de pena necessário para obter o benefício, não possui comportamento considerado satisfatório.

Esta é a segunda falta grave de Danubia no período em que está presa. Em outubro de 2019, ela foi punida após ter sido encontrado um telefone celular com fotos suas no presídio em que estava à época.

Em setembro do ano passado, os advogados da "primeira-dama" do tráfico na favela da Zona Sul do Rio conseguiram diminuir a condenação de Danúbia a 17 anos e quatro meses de prisão para oito anos, dois meses e 20 dias.

A mulher de Nem está presa desde outubro de 2017. Ela já havia ficado presa preventivamente por esse mesmo processo de março de 2014 a julho do mesmo ano e, ainda, de agosto de 2014 a março de 2016. Esses períodos também são contabilizados para a concessão do benefício, mas ainda é necessário preencher outros requisitos, como ter bom comportamento na prisão.

As condenações da mulher de Nem são por associação para o tráfico de drogas e corrupção ativa. Os advogados conseguiram a redução da pena no STJ com base em outra decisão do tribunal na qual a pena de Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, foi reduzida. O traficante, antigo aliado de Nem, foi condenado nesse mesmo processo.

O livramento condicional é considerado uma liberdade antecipada, a última etapa da execução da pena. O condenado fica submetido ao livramento pelo período restante de sua pena e precisa cumprir alguns requisitos estabelecidos pelo juiz do caso. A liberdade condicional pode ser revogada caso o beneficiado descumpra alguma das regras impostas.

Fonte: extra.globo.com

PraCegoVer vídeo mostra vários itens apreendidos em presídio em Goiás.

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/98/Senador_Major_Ol%C3%ADmpio.jpg

Revista numa cadeia de Goiás:
1538 Chips;
527 celulares;
1 celular via satélite;
22 armas de fogo;
31 carregador de pistola;
4423 munições;
310 mil reais em dinheiro;
Imaginem os presídios paulistas?

#PraCegoVer vídeo mostra vários itens apreendidos em presídio em Goiás.

presos da PEL 2 reclamam de surto de Covid; direção nega

https://i.ytimg.com/vi/xRCplLUrhNk/maxresdefault.jpg Presos da Unidade 2 da Penitenciária Estadual de Londrina, PEL 2, divulgaram um vídeo em que reclamam de um suposto contágio de coronavírus na unidade. Eles apontam que muitos presos estão com Covid-19 e até tuberculose. Algumas galerias estão isoladas para evitar um surto ainda maior. 

"Atendimento médico que nos pede aí, eles vêm com dipirona. Pedimos uma atenção pro senhor e um atendimento médico melhor aqui na PEL 2. Não tem atendimento, não".  O pedido é feito para o coordenador regional do Depen, Departamento Penitenciário do Estado do Paraná, Reginaldo Peixoto. 

Outro detento ainda questiona: "Cadê os diretos humanos nossos, aí?".  Ao fundo, é possível ouvir alguns presos tossindo. 

Os presos reclamam que a Covid-19 apenas entrou na cadeia por causa dos agentes penitenciários. Até o momento 14 foram testados positivos para a doença e 49 detentos tiveram o diagnóstico confirmado da doença. "A gente quer puxar a cadeia, nós errou, nós vai pagar. Mas nós quer pagar dignamente". 

O vídeo também é endereçado ao juiz da Vara de Execuções Penais, Katsujo Nakadomari. Os presos pedem mais atenção aos detentos 'com idade avançada e com doença crônica'. "A gente só pede que uma vez ao dia eles [os agentes penitenciários] espirrem álcool na nossa mão", comenta outro detento. "A gente só quer uma atenção. A gente quer pagar sem vírus", grita outro ao fundo. 

Outro integrante do grupo reclama que os guardas não estariam usando máscara e que também não teria máscara para os detentos doentes. "Tá todo mundo ruim, com uma febre do c****, passando frio embaixo das cobertas e não fazem nada". 

Segundo o coordenador regional do Depen, Reginaldo Peixoto, os presos diagnosticados com Covid-19 estão em uma área isolada na penitenciária, para evitar um surto ainda maior. Ele nega a situação relatada pelos presos no vídeo. "Estou averiguando a situação, mas acredito não retratar a realidade. Estamos dando o atendimento necessário, inclusive com o termo do isolamento. Os presos também estão saindo para o banho de sol com frequência. Os doentes são acompanhados diariamente. O isolamento de 14 dias recomendado pela saúde terminou ontem (28/12)", responde. 

Outro pedido feito pelos presos é que sejam realizados exames nos detentos que apresentam sintomas da doença. O diretor explica que isso já acontece e que seria complicado testar todos ao mesmo tempo. "Esse é o protocolo. Estamos usando ele desde março. Se fossemos testar com frequência, teríamos que testar todas as pessoas, inclusive as que vivem aqui fora, semanalmente. O importante é a prevenção", finaliza

Peixoto não soube explicar como o celular entrou na unidade e ressaltou que vistorias são feitas com frequência. "Fazemos com frequência, mas infelizmente acabou ficando esse"

Vídeo AQUI ou na imagem

Fnte: tarobanews.comtarobanews.com

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