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Lázaro Barbosa fez cursos de 'empatia, sexualidade e para se colocar no lugar das vítimas' durante passagem na Penitenciária da Papuda

Fotos de Lázaro Barbosa divulgadas pela Polícia Civil — Foto: Montagem G1 Quatro anos após cumprir pena pelos crimes de roubo e estupro praticados em 2009, no Distrito Federal, Lázaro Barbosa de Sousa, de 32 anos, chegou a participar de vários cursos para ressocialização, no Complexo Penitenciário da Papuda.

Segundo informações do processo que o G1 teve acesso, antes de passar do regime fechado para o semiaberto, em 2014, o detento fez cursos de "empatia, sexualidade e para se colocar no lugar das vítimas". Lázaro também participou "satisfatoriamente de todos os encontros do grupo de relações pessoais" (veja detalhes mais abaixo) e recebeu atestado de "bom comportamento".

A formação na penitenciária é voltada "para sensibilização, orientação e educação no âmbito do comportamento sexual".

Foragido, Lázaro Barbosa tem extensa ficha criminal e, desde o dia 9 de junho, também é procurado pelo assassinato da família Marques Vidal, no Incra 9, em Ceilândia. As buscas por ele chegaram ao 10º dia, nesta sexta-feira (18).

'Colocar-se no lugar da vítima'

Segundo relatório de 26 de setembro de 2014, ao deixar a Penitenciária II e passar para o Centro de Internamento e Reeducação (CIR) do presídio, Lázaro "trabalhou as temáticas relativas à Lei Maria da Penha e Estatuto da Criança e do Adolescente; sexualidade saudável e parafilias [fantasias sexuais]".

O réu também participou de formações voltadas às estratégias para "assumir, entender, mudar; de empatia: colocar-se no lugar da vítima; compreensão de fatores de risco e fatores protetores".

No vídeo abaixo, uma mulher feita refém por Lázaro relata momentos de terror. Assista:

Mulher feita refém por Lázaro Barbosa relata momentos de terror: 'Fica na cabeça'

Mulher feita refém por Lázaro Barbosa relata momentos de terror: 'Fica na cabeça'

Mulher feita refém por Lázaro Barbosa relata momentos de terror: 'Fica na cabeça'

Os crimes de estupro e roubo que o levaram à prisão na capital federal foram praticados em 15 de novembro de 2009, segundo a investigação. Nove meses depois, em 26 de agosto de 2010, ele foi preso e, logo após, condenado a 12 anos, 8 meses e 19 dias de reclusão.

Três anos após a prisão, Lázaro participou dos cursos para progressão da pena para o regime semiaberto e, assim, conseguir benefícios externos, como direito ao trabalho.

A progressão da pena foi concedida pela Justiça mesmo após o laudo criminológico atestar características de personalidade de Lázaro, como "agressividade, ausência de mecanismos de controle, dependência emocional, impulsividade, instabilidade emocional, possibilidade de ruptura do equilíbrio, preocupações sexuais e sentimentos de angústia".

O documento, de 22 de novembro de 2013, foi elaborado por três psicólogos do Centro de Observação (CO), órgão vinculado à antiga Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Sesipe).

Os técnicos concluíram que "Lázaro deveria ser submetido à frequência de cursos antes de ter deferido em seu favor a fruição de benefícios externos" e que se fosse "inserido no contexto social e ambiental ao qual pertencia antes de sua reclusão, provavelmente retornaria a delinquir".

Atestado de 'bom comportamento'

Ainda segundo documento, após cumprir o tempo necessário da pena imposta no regime fechado e de conseguir um "atestado de bom comportamento" emitido pela direção do presídio, Lázaro passou a cumprir pena no regime semiaberto, em 14 de março de 2014.

O detento, então, foi transferido da PDF II para o Centro de Internamento e Reeducação (CIR), "a fim de que pudesse ser incluído nos tratamentos sugeridos no laudo criminológico, com a finalidade de analisar posteriormente a concessão dos benefícios externos".

À época, ele também participou do Programa de Sensibilização para Usuários de Substâncias Psicoativas. O relatório foi expedido em 28 de julho de 2015.

Lázaro fez cursos sobre a Lei Antidrogas, os efeitos das drogas e as consequências biológicas, além de aulas sobre "dependência física e psicológica, fatores de risco e fatores de proteção, auto imagem e autoestima, consequências sociais do uso de drogas e síndrome de abstinência e compulsão e sobre os tipos de tratamento".

Policiais se mobilizam para capturar Lázaro Barbosa, suspeito de assassinatos em série e que está foragido há 10 dias, em Girassol, distrito do município de Cocalzinho de Goiás (GO) — Foto: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

Nome falso

No processo iniciado em 2009 foi anexada outra condenação à pena de três anos de reclusão por porte de arma de fogo em Corumbá de Goiás (GO). Com isso, a sentença de Lázaro foi aumentada para 15 anos, 8 meses de 19 dias de prisão, em regime fechado.

A nova decisão saiu em 19 de julho de 2013. Nessa época, quando foi pego, Lázaro se apresentou aos policiais com o nome falso de Gabriel Barbosa de Souza.

Trabalho externo e fugas

Fachada do Centro de Progressão Penitenciária (CPP) — Foto: TV Globo / Reprodução

Após cumprir as exigências determinadas no laudo, Lázaro foi beneficiado com trabalho externo, via Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), em 8 de janeiro de 2016. O direito está previsto na legislação.

Segundo processo do Tribunal de Justiça do DF, "o sistema de cumprimento de pena vigente no ordenamento jurídico brasileiro é progressivo", o que significa que "a pessoa progride do regime mais grave para o menos grave, na medida em que for atingindo os lapsos temporais previstos na Lei de Execução Penal". O texto cita ainda que "o Brasil não contempla pena de prisão perpétua e nem pena de morte".

Lázaro foi beneficiado com trabalho externo e transferido para o Centro de Progressão Penitenciária (CPP) em 26 de janeiro de 2016, mas fugiu dois meses depois.

"Desta forma, de acordo com o lapso temporal entre a entrada no CPP e a fuga, é possível afirmar que Lázaro usufruiu de pelo menos três saídas antes de empreender fuga do estabelecimento prisional", destacou o Tribunal de Justiça do DF.

Buraco no teto da cela aberto para a fuga de Lázaro Barbosa da cadeia de Águas Lindas de Goiás, em 2018 — Foto: Reprodução/Polícia Militar

A Vara de Execuções Penais expediu o mandado de prisão para recaptura do foragido, em 20 de abril de 2016, que resultou na captura de Lázaro, em Águas Lindas de Goiás, em 7 de março de 2018.

Na época, a Justiça cumpriu o mandado de prisão da Comarca de Barra do Mendes, na Bahia, onde Lázaro foi condenado por homicídio qualificado. Antes de ser novamente transferido para o DF, ele conseguiu abrir um buraco no teto e fugir do presídio de Águas Lindas, quatro meses depois, em 23 de julho de 2018.

 

Fonte: https://g1.globo.com/

Luciano Huck faz documentário sobre pandemia parecer reportagem do Caldeirão

Luciano Huck no lado esquerdo em detalhes de cena do documentário 2021: O Ano Que Não Começou Analisar problemas e tentar discutir soluções é um processo sério. Se já é algo difícil quando se trata de situações menores, imagine em pautas sobre questões gigantes. O documentário 2021: O Ano Que Não Começou, que estreou nesta semana no Globoplay, tem a pretensão de viajar pelos grandes obstáculos nacionais e globais que a pandemia da Covid-19 trouxe à tona.

Luciano Huck é produtor e apresentador do filme, e o estilo do comunicador deixa a obra com cara de reportagem especial do Caldeirão do Huck, em vez de algo mais sério, como um Globo Repórter, por exemplo.

A ideia é analisar os problemas socioeconômicos do Brasil e como eles se refletem pelo mundo no último ano e além. Temas como capitalismo, desigualdade, pobreza, política, racismo e tecnologia são explorados e interligados. A duração curta, de cerca de 40 minutos, e a edição ágil fazem com que a jornada seja mais simplória do que realmente se espera.

REPRODUÇÃO/GLOBOPLAY

Novo normal é uma das pautas

O destaque fica por conta das entrevistas com renomados especialistas, casos do historiador holandês Rutger Bregman, do jornalista norta-americano Thomas Friedman, da economista francesa Esther Duflo e da ativista Graça Machel, de Moçambique. Suas presenças dão credibilidade, e as falas escolhidas conseguem esmiuçar análises complexas.

O resultado é um levantamento de informações que lembra aulas especiais, como as exibidas no canal educativo Futura. Nos próximos anos, o filme pode inclusive ser apresentado nas salas do ensino fundamental e médio para discussões sobre as possibilidades de mudanças imaginadas durante a pandemia --que ainda não terminou, apesar do tom utilizado pelo apresentador ao longo do documentário.

A presença do apresentador é marcante demais, e a dinâmica com personagens desconhecidos faz o material parecer uma atração de seu programa. A cada pausa mais longa fica a impressão de que algum dos entrevistados anônimos irá aparecer no palco do Caldeirão para participar de um dos quadros e ganhar uma reforma na casa ou ter o carro restaurado.

REPRODUÇÃO/GLOBOPLAY

Apresentador em cena do filme

Talvez a participação de Huck cause estranheza para parte do público que acostumou a vê-lo na TV há mais de 20 anos. Ele se sai bem na chamada para as entrevistas feitas por vídeo e aparece em momentos em que um off (recurso onde apenas a voz da pessoa é ouvida) funcionaria sem qualquer problema.

Em geral, 2021: O Ano Que Não Começou realiza um apanhado de reflexões e comparações que faz o espectador juntar alguns pontos mais complexos do que a discussão entre problemas e soluções. Para os céticos e melhor informados, pouco acrescenta nas lembranças. O público comum, grande foco do projeto, pode ter uma experiência um pouco mais esclarecedora.

Na última segunda-feira (7), Huck esteve no programa Papo de Segunda, do GNT, para falar sobre o projeto. Veja a chamada do documentário e um trecho da entrevista:

Em tempos de pandemia e distanciamento social, um novo mundo totalmente interligado começou a se desenhar. O doc 2021: O Ano Que Não Começou, do @LucianoHuck, retrata essa conexão, abordando temas como desigualdade, educação, política, pobreza e tecnologia. Estreia hoje à 0h. pic.twitter.com/HYbLdMfXd4

— Canal GNT em

Presidente da Fundação Palmares decide tirar 'machado de Xangô' de logotipo

 O presidente da Fundação Cultural Palmares, Sérgio Camargo, anunciou mais um ataque ao legado da instituição que lidera desde fevereiro de 2020. Nas redes sociais, informou que mudará o logotipo da fundação, alegando que a imagem faz referência ao candomblé, religião de matriz africana.

No Twitter, postou que "o logotipo da Palmares sempre me desagradou, mas eu achava que era uma palmeira estilizada. Santa Ingenuidade". Em outro post, retuitou imagem que dizia "nada de 'machado de Xangô': Fundação Palmares vai trocar de logotipo".

Jornalista, Sérgio Camargo se apresenta como negro de direita e apoiador incondicional do presidente Jair Bolsonaro. "Negros honrados apoiam Bolsonaro". Não é a primeira vez que Sérgio Camargo ataca símbolos da luta negra no país. Ele justificou a medida com a afirmação de que o estado brasileiro é laico.

A medida, no entanto, vem na esteira de outras de ataque aos símbolos da cultura negra no Brasil. Sérgio Camargo já disse, publicamente, em seu perfil, em 27 de agosto, que "a escravidão foi terrível, mas benéfica para os descendentes. Negros do Brasil vivem melhor que negors da Áfirca".

Em 3 de dezembro de 2020, sob a orientação dele, a fundação retirou homenagens a 27 personalidades, entre elas Elza Soares, Martinho da Vila, Milton Nascimento e Gilberto Gil, as escritoras Conceição Evaristo e Sueli Carneiro, o atleta Joaquim Carvalho Cruz e a ambientalista Marina Silva.

Os ataques de ordem simbólica, feitas ao Movimento Negro, têm impactos reais nas políticas públicas pela igualdade racial. Apesar de ser a instituição que certifica as comunidades quilombolas, a fundação teve o propósito desviado desde que Sérgio Camargo começou a presidi-la.

Além de não propor políticas públicas de atenção à população quilombola, ele tem feito ações que retiram conquistas do movimento negro. Vale lembrar que o nome da fundação é dada em homenagem ao Quilombo de Palmares, a mais importante organização de negros em busca de liberdade.

Desde que assumiu, os processos de titulação dos quilombos foram suspensos. O processo de dar posse da terra aos descendentes de quilombolas tem início com o reconhecimento feito pela fundação e depois segue para o processo legal conduzido pelo Incra. No governo Bolsonaro, praticamente parou a titulação.

A Fundação Cultural Palmares se transformou em plataforma para que Sérgio Camargo ataque o Movimento Negro do Brasil. No entanto, a instituição foi criada para defender a cultura negra no país e, em especial, os territórios quilombolas a partir de diretrizes da Constituição Federal de 1988.

Sérgio Camargo foi indicado ao cargo pelo ex-secretário de Cultura do governo Bolsonaro, Roberto Alvim, que foi exonerado depois de vídeo que plagiava discurso nazista de Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Hittler.

Camargo assumiu o cargo em fevereiro de 2020, pouco antes da chegada do novo coronavírus ao Brasil, sob forte protesto do Movimento Negro que, inclusive, tentou barrar a nomeação na Justiça, mas sem sucesso.

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br

Gilmar convoca audiência pública sobre sistema penitenciário brasileiro

 Em despacho, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, convocou audiência pública para discutir formar de fiscalização do sistema penitenciário brasileiro, que deve acontecer no dia 14 de junho.

A convocação foi aprovada pela 2ª Turma no último dia 13 de abril, em exame de pedido de extensão em Habeas Corpus, no qual o colegiado havia determinado a substituição de prisão cautelar por domiciliar aos pais e  responsáveis de crianças menores de 12 anos e pessoas com deficiência.

Na ocasião, Gilmar destacou que a audiência será uma oportunidade de esclarecimento de dúvidas e dificuldades para o cumprimento dessa decisão. Segundo ele, há escassez de informações e certa resistência para implementação de ordens e jurisprudência da corte com relação ao sistema de Justiça criminal.

"O caso em questão apresenta inegável relevância, na medida em que envolve a violação sistemática dos direitos e garantias fundamentais de pessoas presas, em um cenário que já foi reconhecido por esta corte como uma situação de inconstitucionalidade sistêmica ou multidimensional", afirmou o ministro no despacho.

As discussões devem abordar a questão prévia do estado de coisas inconstitucional do sistema penitenciário, as informações e mecanismos de implementação da ordem coletiva proferida no Habeas Corpus coletivo, seu eventual descumprimento e os impactos na superlotação carcerária.

A audiência acontecerá por videoconferência, com transmissão ao vivo pelo YoTube, pela TV Justiça e pela Rádio Justiça. Os interessados podem se inscrever até o próximo dia 28/5, enviando e-mail para //www.conjur.com.br/2021-mai-08/Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.">Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. com indicação dos representantes, qualificação do órgão, entidade ou especialista, acompanhada de currículo, e os pontos que pretendem abordar.

Os participantes serão selecionados pelos critérios de representatividade, especialização técnica, expertise e garantia de pluralidade de opiniões. A lista de habilitados será divulgada a partir de 4/6.

Cada expositor terá 10 minutos para apresentar suas considerações. Ao final da audiência, será avaliada a possibilidade de criação de comissão de acompanhamento das medidas de implementação da ordem coletiva e de enfrentamento à superlotação carcerária. Com informações da assessoria do STF.

Fonte: https://www.conjur.com.br

lIVRAMENTO – DESABAFO DE UMA ESCRIVÃ EXONERADA POR NÃO SUPORTAR ASSÉDIO MORAL E A CORRUPÇÃO 6

2356 Estou em luto.

Não por ter pedido exoneração da NADA Gloriosa PCSP, mas sim por não ter tomado uma atitude antes.

Tentei. Tentei muito vencer com meu trabalho, com minha dedicação. Ilusão.

O sistema não se interessa por bons profissionais, tudo o que eles não querem são bom profissionais.

Querem os dóceis, de preferência os mudos cumpridores de ordens.

A polícia não está a serviço da população.

A polícia trabalha para si.

Para manter egos, privilégios e charutos cubanos.

Não menosprezo os muitos bons policiais que assim como eu, tentam.

Pelo contrário.

Por esses eu sinto. Eu sei que dói.                        

Essa mensagem é direcionada a essa gente que nem parece ter nascido.

De certo foram cuspidos do ventre seco do desamor.

Cada uma dessas sementes abortados saberá que esse texto as pertence.

Não se importarão, eu sei, estão demasiadamente entretidos lustrando suas coroas.

Ainda não perceberam que a coroa não é de ouro e sim de espinhos.

Um salve aos reis de coisa alguma.

Não me curvo a vocês.

Nunca me curvarei.

Vocês não podem me atingir.

Ainda que me alvejem, não me acovardo.

Não me omito.

Não lhes dou palanque.

A corregedoria que, efetivamente nada de efetivo corrige, pode relinchar a vontade.

Continuem encenando seriedade enquanto carros importados desfilam nas pomposas sedes.                              Costumamos usar o termo “sistema” para abrandar a realidade.

Quem dá a luz ao sistema são pessoas.

Então, meus caros, não é o sistema que é podre, vocês são.

É podre o que ordena o corte das cabeças e é fraco aquele que cumpre as ordens.

Assim Cristo foi crucificado: pela ação e pela omissão.    

Entendo as congratulações que alguns me deram mas não há coragem nenhuma em minha ação.

Eu pude fazer. Sei que muitos não podem.

É certo que talvez eu fizesse de qualquer forma porque não se doma bicho selvagem.

Meu falecido pai jamais se curvou e a ele dedico minha resistência.

Não sucumbi, pai.

Eles tentaram dizer que mulher na polícia ou é puta ou é nada.

Pois a mulher não se curvou.

Pois a mulher entrou de cabeça erguida, fez seu trabalho de cabeça erguida e saí de cabeça erguida.                               Ao pífio ser (ao qual não me recordo o nome…

João de alguma coisa) que me disse antes de eu sair “esse mandado de segurança não vai dar em nada” eu retruco tardiamente: seu tirocínio está muito ruim.

Antes de qualquer sentença eu já tinha meu veredito.

Ganhei minha dignidade, minha liberdade.

Você está acostumado com preço, não com valor, logo, talvez não consiga mensurar o que lhe digo.

Muitas autoridades têm dificuldade de entender o significado da palavra valor.

Mas… que a vida lhes ensine… ou não.

Essa conta não é minha e essa história não mais me interessa. 

__________________________________

Meus comentários:

Dia 3 de maio, deste mês de maio, fui demitido do cargo de delegado, 23 anos de carreira, desde os meus 27 anos de idade.

Por conta de não me curvar para o erro, a estupidez, a incompetência e, sobretudo, por me recusar a servir à corrupção institucionalizada.

Vivo muito bem, grande parte do tempo alegre.

Mas não sou um homem feliz.

Sofri grandes injustiças e as feridas são profundas.

Mas te garanto , pra quem é honesto e tem um bom nível intelectual, a vida só melhora para quem deixa a Polícia Civil.

Seja muito feliz e tente enterrar os ressentimentos.

Se você me autorizar gostaria de publicar o seu depoimento, sem mencionar o seu nome no Flit Paralisante.

Abraços, foi uma honra receber e ler a sua mensagem.

Fonte: https://flitparalisante.wordpress.com

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