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Tráfico de drogas é motivo de prisões de portugueses no Brasil

Prisões aumentaram 40% e crise financeira em Portugal é apontada como causa de aumento de portugueses se passando por "mulas"

vd1511O número de portugueses detidos nas prisões brasileiras aumentou 41,8% entre dezembro de 2008 e o mesmo mês de 2010, segundo dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça. De acordo com os dados, aos quais a Agência Lusa teve acesso, em dezembro do ano passado, estavam presos no Brasil 95 cidadãos portugueses. Dois anos antes, eram 67.

Os presos do sexo masculino impulsionaram esse aumento. O número de homens de nacionalidade portuguesa presos no Brasil cresceu 66,7% em dois anos, passando de 48 para 80. Já o número de mulheres caiu de 19 para 15.

O aumento da quantidade de portugueses que cumprem pena nas prisões brasileiras acompanha a tendência de subida do número total de presos europeus, que cresceu 57,8% nesses dois anos.

Os maiores aumentos percentuais foram registados entre cidadãos de países do Leste europeu, como a Romênia, com 192,6%, passando de 27 para 79 presos. Apesar de ter tido uma subida menor, Portugal é o segundo país da Europa com mais presos no Brasil, perdendo apenas para a Espanha. Os espanhóis totalizam 175 detidos em prisões brasileiras.

O crescimento do percentual de europeus nos estabelecimentos prisionais do Brasil foi muito superior ao do total de estrangeiros em geral, que teve uma subida de 20,1% em dois anos (para 3.397). A maioria dos estrangeiros presos no Brasil é do Continente Americano (1.680). Em seguida aparecem os africanos (871).

Angola é o segundo país africano com mais prisioneiros no Brasil, embora o número tenha diminuído 13,5%, para 154. Já o total de cidadãos moçambicanos caiu 33,3%, para 22. O de cabo-verdianos e guineenses, por sua vez, aumentou.

Maioria é usada como "mula"

O tráfico internacional de drogas está na origem de quase todas as detenções de portugueses. A maioria foi apanhado em flagrante atudando como "mulas" ou correios de droga.

Em geral, os presos têm origem pobre e são jovens portugueses com idades entre 20 e 25 anos. Mas também há registo de idosos, informou à Agência Lusa o defensor público federal brasileiro Gustavo Henrique Virginelli.

Normalmente, as "mulas" são detidas no aeroporto e não passam dali, mas o defensor brasileiro diz que já defendeu um casal preso em um hotel do centro de São Paulo.

A maioria dos presos não tem dinheiro para contratar advogado. Por esse motivo, a defesa dos portugueses fica sob a responsabilidade da Defensoria Pública. O Consulado-Geral de Portugal em São Paulo, estado que é a principal porta de entrada do país, não tem um departamento jurídico próprio.

As condenações são quase certas, diz o defensor público, pois a maioria dos traficantes é presa em flagrante. Ainda assim, a defensoria acompanha quase todo o processo contra estrangeiros na Justiça, inclusive recorrendo das condenações. A entidade também faz visitas semestrais às cadeias.

"É muito raro portugueses conseguirem a liberdade provisória, porque não têm vínculos com o país. Acabam ficando presos durante todo o processo", diz Gustavo Henrique Virginelli.

Como as penas não são longas, o normal é que sejam cumpridas quase totalmente no Brasil. Depois de cumprirem a pena, os portugueses não ficam livres de outras sanções. Virginelli explica que os estrangeiros ainda precisam esperar presos pelo processo de expulsão. "E eles ficam eternamente proibidos de voltar ao Brasil."

Para o defensor federal, as atuais dificuldades financeiras da Europa, de Portugal em particular, tornam muitos portugueses presas fáceis dos traficantes. O mesmo é dito por funcionários de representações diplomáticas brasileiras, que ressaltam que, ao contrário do que muitos estrangeiros pensam, a fiscalização nos aeroportos brasileiros é muito dura.

Fonte: ultimosegundo

32 PMs são presos sob suspeita de elo com tráfico de drogas no interior de SP

Operação do MP (Ministério Público) e da Corregedoria da Polícia Militar prendeu, na manhã desta terça-feira (14), 32 policiais militares suspeitos de terem ligação com o tráfico de drogas na região de Campinas, no interior de São Paulo. Além dos militares, outras seis pessoas foram detidas.

vd1108 Os mandados de prisão foram expedidos pela Justiça Militar e pelo juiz Nelson Augusto Bernardes de Souza, da 3ª Vara Criminal da Comarca de Campinas. Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), as prisões são preventivas. Outras quatro pessoas foram presas durante a operação. Dois mandados também foram cumpridos em presídios.

O objetivo da ação, segundo a Promotoria, é "obter mais elementos acerca de organização criminosa, responsável por movimentar, mensalmente, quantia próxima de R$ 150 mil". Os nomes dos policiais não foram divulgados. Eles devem ficar detidos no presídio militar Romão Gomes, na zona norte da capital paulista.

MP e Corregedoria afirmam que não há relação entre os PMs detidos nesta terça e a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), uma vez que o indício é de que o envolvimento seja com a venda independente de drogas.

O corregedor da PM, coronel Marcelino Fernandes, afirmou que, durante a ação, dois líderes do tráfico local, sendo um homem e uma mulher, foram detidos e apresentados à Justiça.

Em nota, a SSP (Secretaria da Segurança Pública) confirmou que os policiais detidos "exigiam e recebiam vantagem indevida dos traficantes de drogas com o objetivo de não adotarem as providências legais, passando a subsidiá-los por meio do fornecimento de informações a respeito de operações policiais".

Disse também que "não compactua com desvios de conduta por parte de seus integrantes. Os 32 policiais presos preventivamente estão sujeitos, na esfera administrativa, a sanções que podem chegar à expulsão". 

A operação foi batizada como "Tio Genésio". Segundo o MP, o nome é o mesmo do grupo de WhatsApp pelo qual os envolvidos se comunicavam.

Segundo a Corregedoria, o trabalho de investigação teve início em janeiro deste ano. Participaram da operação para prender os envolvidos 320 PMs e homens do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do MP.

Fonte: UOL

Durante operação, major é detido por ajudar contrabandistas; depois ele foi liberado

vd0111Na tarde de ontem (26),  foi realizada uma operação contra o contrabando na fronteira com o Paraguai. Os trabalhos realizados pela Polícia Federal de Foz do Iguaçu, juntamente com a equipe de Naviraí/MS com apoio da Marinha apreenderam quatro embarcações utilizadas em contrabando, houve inclusive troca de tiros com os suspeitos. 

O major aposentado segundo os policiais federais foi detido dando cobertura aos contrabandistas no porto clandestino. Ele foi preso e encaminhado a delegacia da Polícia Federal de Guaíra, mas foi liberado após a abertura do inquérito feito pelo delegado de plantão. 

Nilson Rodrigues que agora está na reserva, já trabalhou inclusive no BPFRON (Batalhão de Polícia de Fronteira) que ajuda a combater o contrabando nas fronteiras. 

Fonte: tarobanews

Delegada da Polícia Civil do AM é presa suspeita de corrupção e tráfico de drogas

Trio é detido tentando entrar na PEC com maconha na vagina

      Mulheres foram detidas e encaminhadas pelo Depen até a 15ª SDP    

vd1510Três jovens foram detidas na manhã de sábado (6) tentando entrar na PEC (Penitenciária Estadual de Cascavel) com maconha na vagina.

O trio estava no local para visitar os cônjuges, retiraram a droga das partes íntimas ao passar pelo body scan da unidade, não sendo necessário a revista.

O entorpecente estava em volto de fumo, que também não tem entrada permitida na unidade. Ao todo a droga totalizou 220 gramas.

As três mulheres, de 22, 25 e 28 anos foram encaminhadas para a 15ª SDP (Subdivisão Policial) pela Polícia Militar e Depen

Fonte: catve

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