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Apreensões de maconha em cadeias do Paraná aumentam 342% de janeiro a abril de 2020, diz Depen

Apreensões de drogas e celulares em unidades prisionais aumentam no Paraná Levantamento aponta aumento de 126% nas apreensões de celulares nas unidades prisionais do estado, em comparação com o mesmo período do ano passado.

 As apreensões de maconha em cadeias do Paraná aumentaram 342% nos primeiros quatro meses de 2020, em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo o Departamento Penitenciário do estado (Depen).

O levantamento do Depen mostra que as apreensões de celulares cresceram 126% na mesma comparação.

Também houve aumento de 90% no volume de carregadores de celulares apreendidos e alta de 125% em apreensões de chips de celulares. Esses itens não chegaram a entrar nas cadeias, segundo o Depen.

Apreensões em cadeias no 1º quadrimestre no Paraná

Item 2019 2020
Maconha 11,9 kg 52,9 kg
Celulares 663 1.501
Carregadores 322 614
Chip 83 187
Serras 19 62
Brocas 13 16
Cocaína 12 g 363 g

Com o início das restrições por causa da pandemia da covid-19, as visitas no sistema prisional do estado foram suspensas.

Antes da proibição, de acordo com o Depen, a maior parte dos celulares e drogas entrava nas cadeias por pessoas que se aproveitavam das visitas.

Sem contato com os familiares ou outras pessoas que pudessem fazer a entrega, os presos buscaram outras formas para tentar receber os equipamentos e drogas dentro dos presídios.

Na cadeia de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, um drone foi apreendido ao sobrevoar o prédio com celulares, baterias e chips.

Em Maringá, no norte, e em Foz do Iguaçu, no oeste do estado, o departamento informou que houve duas apreensões de malotes, que foram arremessados para dentro de presídios.

Nos pacotes, estavam drogas e celulares, além de brocas e serras de metal. Nas duas ocorrências, dois adolescentes foram apreendidos e um homem foi preso após serem vistos fazendo os arremessos.

O diretor-geral do Depen-PR, Francisco Alberto Caricati, atribui o aumento no número de apreensões a uma fiscalização mais rigorosa dos agentes.

"A ação, por parte da segurança, melhorou não apenas pela questão da tecnologia, mas também pela questão da organização, com a criação de grupos especiais para promover o trabalho de apreensão dos ilícitos", comentou.

Levantamento do Depen aponta aumento no volume de apreensões de drogas e celulares nas cadeias do Paraná.

Fonte: g1.globo.com

 

Pistoleiro do PCC morto em confronto em Campo Grande é filho de megatraficante ‘Pingo’

Pingo era considerado barão do tráfico de drogas na região de fronteira

 Morto em um confronto com policiais militares do , Jardel Angelo Wink Soligo, de 36 anos, pistoleiro do  (Primeiro Comando da Capital) em Campo Grande, é filho do megatraficante Irineu Domingos Soligo, o “Pingo”, considerado – antes da sua prisão em 2010 -, um dos narcotraficantes brasileiros mais procurados do país e também pela Interpol, de acordo com a Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) do Paraguai.

Jardel foi morto em um confronto com policiais na noite desta quinta-feira (31), na Vila Bordon, na Capital. Ele transitava em um Renault Fluence quando foi abordado, resistiu a abordagem e trocou tiros. Com ele foi apreendido uma pistola municiada.

Apontado como um dos principais pistoleiros da facção criminosa  em Campo Grande, Jardel seria o responsável por realizar possíveis atentados contra autoridades, já que tinha confiança da cúpula da facção para “missões” do tipo. Contra ele, havia um mandado de prisão em aberto pela morte de Marlon Ricardo da Silva Diarte, assassinado a tiros no Indubrasil no último dia 8 deste mês. Marlon também fazia parte da cúpula do PCC.

Seu pai, o gaúcho Irineu Domingos Soligo, o “Pingo”, está preso no  após ser capturado em uma fazenda na região de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, em julho de 2010. Pingo era procurado por anos e conseguiu se esconder utilizando identidades falsas e propina.

Considerado um barão do tráfico de drogas na região de fronteira, Pingo tem duas condenações no Brasil por narcotráfico, de 15 anos e outra de 26 anos de prisão. O megatraficante teria associações com a organização paulista  e de sua fazenda, em território paraguaio, comandava uma rede de tráfico internacional de drogas.

De acordo com a , o traficante é um dos últimos remanescentes da quadrilha de Nei Machado, sócio de Fernandinho Beira-Mar. Pingo é também um dos principais fornecedores de maconha e cocaína para o . “Depois da prisão do Jura (Juraci Oliveira da Silva, chefe do tráfico no Campo da Tuca e que tinha ligações com o Paraguai), do Paulo Seco e agora a detenção Pingo, o tráfico de drogas na fronteira do Paraguai com o Brasil vai sofrer um grande baque”, informou a PF ao jornal O Tempo.

Fonte: midiamax.com.br

PMs de tropa de elite são presos sob a suspeita de favorecer tráfico de drogas em SP

Um sargento foi preso em flagrante com porções de maconha, crack e granadas de munição química

 Ao menos 13 policiais militares foram presos na manhã desta quarta-feira (16) pela Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo sob a suspeita de participação de crimes de concussão e tráfico de drogas.

O crime de concussão se configura quando o funcionário público exige, para si ou para outro, vantagem indevida direta ou indiretamente, mesmo que fora da função ou antes de assumir o cargo.

Um sargento foi preso em flagrante com porções de maconha, crack e granadas de munição química que estavam dentro do armário de uma unidade do Baep (Batalhão de Operações Especiais), na Mooca (zona leste da capital), onde trabalha a maioria dos suspeitos.

O Baep é uma unidade de elite da PM criada pela gestão João Doria (PSDB) e tem entre as prioridades o combate ao crime organizado e ao tráfico de entorpecentes, sobretudo, contra facções criminosas como o PCC.

Doze desses PMs foram presos preventivamente por determinação do TJM (Tribunal de Justiça Militar), dentro de uma investigação conduzida pela Corregedoria envolvendo cerca de 24 policiais, segundo a reportagem apurou com pessoas ligadas à investigação.

Além das prisões, a Justiça determinou a realização de buscas e apreensões nas casas, nos veículos e nos armários desses policiais na sede do Baep. Foi durante o cumprimento dos mandados que membros da Corregedoria prenderam o sargento em flagrante.

Isso ocorreu após os cães farejadores apontarem a existência de drogas ilícitas em um dos armários. Neste armário, que estava em nome do sargento, foram encontrados 25 papelotes de maconha (18,3 gramas), três porções de crack (4,9 gramas) e sete granadas de munição química.

Ao ser questionado pela Corregedoria, o policial informou que a droga não pertencia a ele, até porque estava em férias desde novembro. O sargento afirmou ainda que outros policiais, que não sabia o nome, estavam usando o armário em nome dele -fato corriqueiro.

A prisão do sargento foi relaxada nesta quita (17), mas, a prisão dos outros 12 policiais envolvidos foi mantida.

Procurados, o TJM e a Polícia Militar não confirmaram se outros policiais foram presos com droga.

Em nota, a PM informou que “possui uma Corregedoria que, além de investigar e proteger policiais, caracteriza-se pela sua proatividade no trabalho de fiscalização, seja pelas ações da Patrulha Disciplinar Ostensiva (PDO), seja por meio de ações de fiscalização como as executadas nesta quarta (16), no Comando de Policiamento de Área Metropolitano 1, região central da cidade”.

Para a Polícia Militar, ações de fiscalização continuarão sendo feitas “com foco no fortalecimento da disciplina e na correção de atitudes”.

 Fonte: bandab.com.br

Narcossubmarino é apreendido com R$ 600 milhões em drogas; veja bastidores de operação

O repórter Leonardo Monteiro traz os bastidores de uma operação que mobilizou cinco países para capturar os criminosos e resultou na apreensão inédita de submarino que transportava 152 fardos e aproximadamente 3 mil quilos de cocaína.

 

Narcossubmarino é apreendido com R$ 600 milhões em drogas; veja bastidores de operação Uma viagem claustrofóbica de 26 dias, cruzando o Atlântico a bordo de um submarino carregado de droga: a primeira travessia da América do Sul até a Europa terminou na Espanha com a prisão dos traficantes e chamou a atenção da polícia para as missões cada vez mais ousadas dos chamados narcossubmarinos.

O repórter Leonardo Monteiro traz os bastidores de uma operação que mobilizou cinco países para capturar os criminosos e resultou na apreensão inédita de um destes narcossubmarinos em território europeu. Ele transportava 152 fardos e aproximadamente 3 mil quilos de cocaína, uma quantidade de droga com valor estimado em 100 milhões de euros, o equivalente a mais de R$ 600 milhões.

Veja a reportagem completa no vídeo acima.

Fonte: G1.globo.com



Tráfico internacional a partir dos portos de Santos e Paranaguá é alvo da maior operação do ano da Polícia Federal

 A Polícia Federal (PF) cumpriu mais de 200 mandados de prisão,  busca e apreensão nesta manhã de segunda-feira, 23 de novembro, na maior operação do ano contra o tráfico internacioal de drogas e lavagem de dinheiro.  Bens avaliados em R$ 400 milhões foram sequestrados pela Justiça. Um destes bens, é uma aeronave que era utilizada pela quadrilha e foi avaliada em 20 milhões de dólares.

Até o final desta manhã, 29 pessoas tinham sido presas, segundo a PF, grande parte delas em Matinhos e em Paranaguá, no litoral paranaense. Um balanço final da operação deve ser divulgado nesta terça-feira (24). Também tinham sido apreendidos duas aeronaves, armas de fogo, dinheiro e 200 quilos de cocaína.

Ao todo, 37 aeronaves foram apreendidas. Além disso, R$ 400 milhões em bens dos investigados foram sequestrados por determinação da Justiça.

Ao todo, 217 mandados judiciais foram expedidos pela 14ª Vara Federal de Curitiba para serem cumpridos em cidades do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco. Desse total, 66 são de prisão e 151 de busca e apreensão.

Segundo a Receita Federal, oito mandados também estão sendo cumpridos na Espanha, Colômbia, Portugal e Emirados Árabes Unidos.

A operação Enterprise é considerada a maior do ano no combate à lavagem de dinheiro do tráfico de drogas e uma das maiores da história na apreensão de cocaína nos portos brasileiros, de acordo com a PF. Um novo recorde, no valor de R$ 1 bilhão, segundo a PF, foi alcançado em relação ao sequestro de bens em investigações da PF sobre tráfico de drogas na história da corporação.

Segundo a corporação, desde o início das investigações, que duraram dois anos, 50 toneladas de cocaína foram apreendidas.

Ao todo, 670 policiais federais e mais 30 servidores da Receita Federal participam da ação.

Investigação

As investigações iniciaram a partir de uma apreensão realizada em setembro de 2017 por servidores da Receita Federal, que impediram o embarque de 776 quilos de cocaína que estavam sendo exportados pelo Porto de Paranaguá (PR), com destino ao Porto de Antuérpia, na Bélgica. Com as informações levantadas pela Receita Federal, a Polícia Federal instaurou um inquérito policial e os dois órgãos públicos atuaram em conjunto nas investigações que descortinaram uma vasta organização criminosa, que atuava na exportação de entorpecentes a partir de portos brasileiros para variados destinos no exterior, com predominância para a Europa.

Durante o período investigativo, foram apreendidas perto de 50 toneladas de cocaína ligadas à quadrilha, no Brasil e no exterior. A maior parte das apreensões ocorreu em área portuária, mas houve quantidade significativa de ações em depósitos, estradas, aeronaves e até em embarcações de menor porte, em alto mar.

A organização criminosa atuava também na lavagem de dinheiro, tentando dar aparência legal ao capital ilícito proveniente dos crimes praticados. Para isso, criavam e utilizavam contas de pessoas físicas e jurídicas fictícias sem capacidade financeira, conhecidas popularmente como “laranjas”, para adquirir grande quantidade de bens móveis e imóveis, tais como aeronaves, carros de luxo, apartamentos e fazendas.

A Receita Federal atuou em conjunto desde o início da investigação, tanto na identificação de cargas suspeitas e apreensões de carregamentos de drogas nos portos, através de seus servidores aduaneiros, quanto na identificação de patrimônio oculto dos investigados e origem dos recursos financeiros ilícitos para a aquisição desses bens patrimoniais, através dos servidores da área de pesquisa e investigação e tributos internos.

Além das investigações no Brasil, a interlocução da Receita Federal com as administrações tributárias estrangeiras foi fundamental para o rastreio das cargas ilegais e identificação dos integrantes da quadrilha. A troca de informações, aliada ao gerenciamento de risco e a utilização de cães de faro e escâneres, possibilitou à Receita Federal bater recordes históricos na apreensão de drogas nos últimos anos. Em 2019, foram apreendidas 58 toneladas de cocaína, o que equivale a 40% do total apreendido na última década.

Participam, pela Receita Federal, 24 Auditores Fiscais e Analistas Tributários que, desde a madrugada, atuam na execução de mandados de busca e apreensão, expedidos pelo juízo da 14ª Vara Federal de Curitiba, em cidades dos estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Norte.

Fonte: bemparana.com.br 

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