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Caminhoneiro é detido com quase 7 toneladas de maconha escondidas em carga de aveia

Apreensão foi na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), em Avaí (SP). De acordo com a Polícia Rodoviária, foi a maior apreensão de drogas no estado de São Paulo em 2018.

d0406A Polícia Rodoviária apreendeu cerca de sete toneladas de maconha escondidas embaixo de uma carga de aveia em um caminhão na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), próximo a Avaí (SP). O caminhoneiro foi detido.

De acordo com a Polícia Rodoviária, a apreensão de drogas feita nesta sexta-feira (1º) é a maior no estado de São Paulo em 2018.

Ainda segundo os policiais, a apreensão foi feita durante um patrulhamento de combate ao tráfico de drogas no quilômetro 371 da rodovia. Ao ser questionado pelos policiais, o motorista ficou nervoso, o que motivou a polícia a realizar uma inspeção no veículo.

O homem ainda teria dito que havia saído de Ponta Porã (MS) e e iria levar a droga até Atibaia (SP). A carga e o veículo foram apreendidos e o motorista foi encaminhado para a delegacia da Polícia Federal de Bauru (SP), onde foi detido e aguarda audiência de custódia.

Fonte: G1

Mais de 1000 pinos de cocaína são apreendidos em Londrina

Polícia também apreendeu 700 pedras de crack

Os policiais encontraram a droga após uma denúncia de que ocorria tráfico de drogas em um bar. Após investigações, a PM seguiu até uma casa no jardim San Fernando, onde localizou o entorpecente.
No imóvel haviam dois suspeitos. Uma terceira pessoa envolvida tentou fugir, mas acabou presa pouco depois de deixar a casa. A droga e os três suspeitos foram encaminhados à central de flagrantes da Polícia Civil.

Fantástico mostra Cracolândia do Centro de SP, um ano após operação

vd2505Nesta segunda-feira (21) faz exatamente um ano da grande operação policial na área conhecida como Cracolândia, no centro de São Paulo. Ela é um problema de segurança, porque envolve tráfico de drogas, mas é principalmente um problema de saúde pública, que afeta centenas de dependentes químicos. O Fantástico passou os últimos 30 dias na Cracolândia e ouviu dependentes, suas famílias, as autoridades e os profissionais que estão nessa luta diária pra recuperar vidas.

Fonte: G1

PF vê "indícios muito claros" de que dinheiro do narcotráfico foi para políticos corruptos - Notícias

vd1705O delegado da Polícia Federal responsável pela Operação Efeito Dominó, Roberto Biasoli, disse nesta terça-feira (15) que há indícios de que dinheiro oriundo do narcotráfico tenha sido entregue a políticos e agentes públicos corruptos investigados pela Operação Lava Jato. "Há indícios de um vínculo muito claro do dinheiro do narcotráfico, em espécie, indo parar nas mãos de políticos", afirmou Biasoli.

A Operação Efeito Dominó foi deflagrada nesta terça-feira e prendeu oito pessoas, entre elas dois doleiros que atuavam para o narcotraficante Luiz Carlos da Rocha, o Cabeça Branca, conhecido também como o "embaixador do tráfico". Ele é apontado pela PF como o maior traficante de drogas do Brasil e um dos maiores do mundo.

O vínculo entre o narcotráfico e as investigações da Operação Lava Jato é o doleiro Carlos Alexandre Souza Rocha, o Ceará. Em 2015, ele firmou um acordo de colaboração premiada com a PGR (Procuradoria-Geral da República) que foi homologado pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

No acordo, Ceará afirma que trabalhava para o doleiro Alberto Youssef como entregador de valores e mencionou repasses de dinheiro em espécie direcionados a diversos políticos como os senadores Fernando Collor de Melo (PTC-AL), Renan Calheiros (MDB-AL) e Aécio Neves (PSDB-MG) --a acusação deste último foi arquivada. Os repasses teriam sido ordenados por empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato. 

Biasoli diz que há indícios de que Ceará trabalhava como doleiro tanto para o narcotráfico quanto para o esquema investigado pela Operação Lava Jato. A suspeita é que dinheiro recebido por Ceará oriundo do tráfico de drogas era depois repassado a políticos e agentes públicos.

De acordo com o delegado, há indícios de que Ceará prestou serviços financeiros ilegais a Cabeça Branca em 2016, período posterior à homologação do seu acordo de colaboração premiada.

Biasoli afirma que, durante seus depoimentos à Operação Lava Jato, Ceará havia dito que ele seria atrativo a Youssef por ter acesso a dinheiro em espécie oriundo da venda de relógios e vinhos. O delegado diz acreditar que, na realidade, a liquidez à qual Ceará tinha acesso era resultado da sua atuação junto ao tráfico de drogas.

"Sistema de compensação"

Igor Romário de Paula, delegado regional de Combate ao Crime Organizado da PF no Paraná, afirma que os doleiros atuam como se fossem uma espécie de câmara de compensação bancária e que o dinheiro oriundo de uma atividade criminosa pode ser repassado a outro cliente que atue em outro ramo do crime.

O delegado disse que, na maioria das vezes, os "clientes" dos doleiros não sabem a origem do dinheiro que estão recebendo. Não há indícios, segundo a PF, de que as empreiteiras ou os políticos investigados pela Operação Lava Jato soubesse que o dinheiro operacionalizado pelos doleiros tinha origem no narcotráfico. 

Em geral, doleiros usam dinheiro em espécie para realizar transações financeiras ilegais sem que as autoridades tenham conhecimento. Nesse meio, segundo a polícia, ter acesso a esses recursos com facilidade (liquidez) é extremamente valorizado.

"Ele [Ceará] atende a diversos tipos de clientes, mas não há, necessariamente, uma vinculação entre eles. A atuação do que a gente chama de doleiro é um sistema de compensação", afirmou o delegado.

Biasoli disse que a prisão de Ceará será comunicada ao juiz da 13ª Vara Federal da Justiça Federal do Paraná, Sergio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, à PGR e ao STF.

Por ter, segundo a PF, continuado a atuar como doleiro, Ceará corre o risco de perder os benefícios que conseguiu ao firmar o acordo de delação premiada.

Quem é Cabeça Branca

O traficante Luiz Carlos da Rocha, o "Cabeça Branca", que mudou de rosto para fugir

Luiz Carlos da Rocha, o

Cabeça Branca

, é apontado pela PF como o maior traficante de drogas do Brasil e um dos maiores do mundo. Ele foi preso pela Polícia Federal em julho de 2017 durante a primeira fase da Operação Spectrum.

Planilhas encontradas durante esta fase indicam que entre 2014 e 2017 ele tenha comercializado 27 toneladas de cocaína e movimentado pelo menos US$ 138 milhões. Em depoimentos à PF, ele admitiu seu envolvimento com o tráfico internacional de drogas.

Cabeça Branca está preso na penitenciária federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

Fonte: uol

Delegado de Matinhos é denunciado por envolvimento com o tráfico

v0509A 2ª Promotoria de Justiça de Matinhos, no Litoral do estado, apresentou nesta segunda-feira, 7 de maio, denúncia criminal contra o delegado de polícia da cidade (que está afastado) pela prática dos crimes de peculato e tráfico de drogas.

De acordo com apuração do Ministério Público do Paraná, o denunciado apropriou-se indevidamente de drogas (aproximadamente 417 gramas de cocaína) apreendida em operação policial, realizada em julho de 2017 na cidade. O objetivo seria revender a mercadoria a terceiros. A prática criminosa foi descoberta em operação policial que incluiu buscas na delegacia e na residência do delegado.

O denunciado foi afastado temporariamente de suas funções em janeiro deste ano, quando foi preso em decorrência da Operação Atrox, conduzida pela 2ª Promotoria de Justiça de Ibaiti, para apurar os crimes de tráfico de drogas e corrupção. As investigações na época demonstraram que o delegado, agora denunciado, teria liberado ilegalmente traficantes, presos quando transportavam drogas de Ibaiti a Matinhos, e adulterado peças de inquérito policial, mediante o recebimento de vantagem indevida. Recentemente, no entanto, o delegado foi solto mediante monitoramento eletrônica. Na denúncia, o MPPR requer a prisão preventiva do delegado, como forma de preservar a ordem pública, uma vez que, mesmo após ter sido preso em janeiro deste ano, verificou-se, na Delegacia de Polícia, o desaparecimento de drogas que haviam sido apreendidas no âmbito de outros inquéritos que eram conduzidos por ele.

Fonte: bemparana

 

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