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Veja quem é o PM preso com 100 kg de cocaína em Mato Grosso

https://uploads.metropoles.com/wp-content/uploads/2023/03/01111835/tenente-marcos-divino-outros-crimes-preso-com-cocaina-mato-grosso-3-600x400.jpeg Preso com 107,5 kg de pasta-base de cocaína, o 1º tenente da Polícia Militar (PM) de Mato Grosso Marcos Divino Teixeira da Silva, 53 anos, tem histórico de suspeitas de envolvimento com o mundo do crime.

Na última terça-feira (28/2), ele foi preso em uma rodovia de Barra do Garças (MT), na divisa com Goiás, levando 102 tabletes de aparente pasta-base de cocaína em um Fiat Strada.

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Ex-soldado Hercules, acusado de cometer assassinatos no Mato GrossoReprodução TVCA

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Irmãos assassinados por PMs em Rondonópolis (MT) entre 1999 e 2000Reprodução

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1º tenente Marcos Divino em entrevista como presidente da Cruz VermelhaReprodução/Youtube

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Oficial da PM, 1º tenente Marcos Divino foi preso com pasta base de cocaínaReprodução/Linkedin

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Ex-soldado Célio, acusado de matar irmãos agricultoresPauta Pronta Assessoria

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Ex-soldado Hercules, acusado de cometer assassinatos no Mato GrossoReprodução TVCA

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Irmãos assassinados por PMs em Rondonópolis (MT) entre 1999 e 2000Reprodução

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Os agentes da Polícia Federal Rodoviária (PRF) desconfiaram do nervosismo do oficial durante a abordagem e decidiram revistar o veículo. O peso dos tabletes deu o total de 107,5 kg.

Marcos Divino é conhecido do sistema judiciário por suspeita de envolvimento em crimes. O 1º tenente foi investigado por suspeita de envolvimento nas mortes dos irmãos agricultores Brandão Araújo Filho e José Carlos Machado Araújo. Os dois foram mortos no município de Rondonópolis (MT) em 1999 e 2000.

Assassinatos

Segundo as investigações à época, Marcos Divino seria ligado a um grupo de policiais militares que atuava como pistoleiros a mando de fazendeiros. O assassinato dos irmãos teria relação com uma disputa por terra.

O ex-soldado Célio Alves de Souza confessou o crime e acabou condenado em 2018. O ex-cabo Hércules Agostinho também foi sentenciado pela execução. No caso de Hércules, ainda há outras acusações contra ele.

Segundo o Ministério Público, o PM teria cometido um homicídio em 2002 a mando do ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro. O ex-soldado Célio também teria relação com esses crimes.

Absolvido

No entanto, no mesmo júri popular de junho de 2018, quando o ex-soldado foi condenado, o agora 1º tenente Marcos Divino foi absolvido por falta de provas. Marcos tinha chegado a ser expulso da PM, mas conseguiu retornar para a corporação por decisão judicial, segundo o site parceiro do Metrópoles RD News.

Marcos Divino entrou na Polícia Militar de Mato Grosso em 1991. Recentemente, ele ocupou o cargo de presidente da Cruz Vermelha no estado.

A reportagem tenta localizar a defesa de Marcos Divino e pediu uma posição da Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso.

Fonte:https://www.metropoles.com/brasil/veja-quem-e-o-pm-preso-com-100-kg-de-cocaina-em-mato-grosso

Para resgatar Marcola, PCC financiou treinamento de guerrilha na selva boliviana

1 A cúpula da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) injeta milhões de reais e aposta alto na preparação dos criminosos convocados para executarem um possível plano de resgate a Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, líder máximo da organização. Parte do treinamento dos “soldados” é feita fora do país e conta com técnicas de guerrilha.

A coluna Na Mira obteve informações exclusivas sobre a dinâmica da preparação dos faccionados selecionados criteriosamente pela chefia da quadrilha. O treinamento bélico ocorreria na selva boliviana, com guerrilheiros integrantes de forças paramilitares. Alguns grupos formados por mercenários desertores das forças armadas bolivianas também dariam “aula” aos criminosos brasileiros.

O curso de guerrilha envolveria, principalmente, técnicas avançadas para o manuseio de armas pesadas e uso de explosivos. Aliados a esse conhecimento, os integrantes do PCC desenvolveram habilidades de sobrevivência na selva. Essa última informação tinha um propósito especifico: explorar a geolocalização do presídio federal em Porto Velho (RO), onde Marcola estava encarcerado. Atualmente, ele se encontra detido em Brasília.

Fuga pela selva

Segundo o promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) Lincoln Gakiya — atuante no combate às facções criminosas no estado —, o ponto onde fica o presídio, próximo a uma selva, facilitaria o resgate do chefe da facção paulista. “Embora as unidades federais tenham praticamente a mesma forma de difusão e protocolos de segurança, o presídio é muito distante da capital, praticamente encravado na selva. A divisa com a Bolívia facilitaria uma possível fuga”, afirmou.

Gakiya relatou ter havido muita preocupação das autoridades federais com a execução de um plano de resgate e a transferência de Marcola para a Penitenciária Federal de Brasília. “A unidade em Brasília conta com uma muralha que reforça as cercanias da unidade e que nenhum outro presídio do país possui. Ela aguenta tiros de fuzil .50, choques de caminhão, caso o veículo seja jogado contra a proteção. Ainda há quatro torres blindadas usadas para vigilância. Acredito que é o presídio mais seguro do país”, observou.

A última remoção de Marcola para o presídio federal no DF, segundo o promotor, vai dificultar qualquer opção de resgate. Após a transferência, o ministro da Justiça, Flávio Dino, argumentou que “essa operação se fez necessária para garantir a segurança da sociedade”. O ex-ministro Justiça Anderson Torres, atualmente preso, havia determinado a saída de Marcola dos presídios da capital em março de 2022. Na ocasião, Ibaneis Rocha (MDB), governador afastado do DF, tinha intercedido pela transferência.

Polêmicas

Marcola foi transferido para o Presídio Federal de Brasília pela primeira vez em março de 2019, em uma chegada que gerou reações políticas no DF. Na época, Ibaneis ficou indignado e afirmou que era “inadmissível aceitar a instalação do crime organizado na capital da República”.

A Ordem dos Advogados do Brasil no DF (OAB-DF) também se manifestou contra, ainda em 2019. Após três anos de prisão na capital, e muitas ações de forças de segurança contra a instalação do PCC em Brasília, Marcola acabou sendo transferido para o presídio de Porto Velho (RO) em 2022.

Em agosto do ano passado, a Polícia Federal, com o apoio do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), deflagrou a Operação Anjos da Guarda, com o objetivo de desmantelar o plano de resgate de líderes do PCC presos nas penitenciárias federais de Brasília e Porto Velho. Entre os criminosos, constava Marcola.

Fonte:https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/para-resgatar-marcola-pcc-financiou-treinamento-de-guerrilha-na-selva-boliviana

 

Biqueira milionária: dono do tráfico em prisão de SP é condenado a 62 anos

https://conteudo.imguol.com.br/c/noticias/e4/2022/12/13/apreensao-no-cpp-centro-de-progressao-penitenciaria-edgar-magalhaes-noronha-1670959522836_v2_900x506.jpg.webp A juíza Juliana Guimarães Ornellas, da 2ª Vara Criminal de Tremembé (SP) foi implacável com os integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) acusados de traficar drogas dentro do CPP (Centro de Progressão Penitenciária) Edgard Magalhães Noronha, o Pemano, no Vale do Paraíba.

A magistrada condenou 15 réus envolvidos na venda de cocaína, maconha, LSD e K-4 (droga sintética) e na introdução de telefones celulares na unidade prisional. As penas variam de 10 anos a 62 anos e seis meses de prisão em regime fechado. A sentença foi publicada na última quinta-feira (26).

O presídio de regime semiaberto é chamado pelos presos de "biqueira do milhão", como divulgou esta coluna no dia 14 de dezembro do ano passado. Segundo a Polícia Civil, em 2021 o PCC faturava R$ 100 mil por mês e até por quinzena com a venda de drogas em cada pavilhão do Pemano.

A pena maior, de 62 anos e seis meses, foi aplicada ao preso Wesley César da Silva Branquini, 40, o Marlboro. Ele foi acusado de comandar da cela onde estava recolhido o esquema milionário de comercialização de drogas dentro do CPP.

Marlboro tinha telefone celular na prisão. As ligações telefônicas foram interceptadas com autorização judicial. A Polícia Civil gravou vários diálogos dele e de outros presos do Pemano com integrantes do bando nas ruas e assim identificou toda a quadrilha.

Os investigadores apuraram que as drogas e os celulares eram arremessados para o interior do presídio por criminosos conhecidos como "ninjas". O material ilícito também era enviado à cadeia por Sedex. Os policiais descobriram que um agente penitenciário do setor de inclusão do Pemano participava do esquema e, em troca, recebia propina dos presos.

Acusada de ser a responsável pelo setor financeiro do bando, Camila Lopes de Oliveira, 30, conhecida como "Cunhada", foi condenada a 60 anos e sete meses de prisão. O presidiário Leonardo da Silva Santos, 28, recebeu a mesma pena.

A reportagem não conseguiu contato com os advogados dos réus condenados, mas publicará a versão dos defensores de todos eles assim que houver uma manifestação.

O que disse a SAP

Segundo a SAP (Secretaria Estadual da Administração Penitenciária), não há tráfico de drogas no CPP de Tremembé desde fevereiro de 2021, quando as investigações tiveram início e o agente penitenciário flagrado tentando facilitar a entrada de droga na unidade acabou preso.

A pasta informou que 100 integrantes do Grupo de Intervenção Rápida, unidade de elite da instituição, participaram de uma operação em parceria com a Polícia Civil, Polícia Militar e Ministério Público para desarticular a organização criminosa que arremessava materiais ilícitos dentro do presídio.

Ainda de acordo com a SAP, a segurança no CPP foi reforçada com as instalações de sensores de presença, alarmes, iluminação de LED, cerca elétrica e implantação de canil.

A SAP comunicou também que agentes de escolta e vigilância penitenciária realizam rondas 24 horas na unidade prisional e, acrescentou que com todas essas medidas, foram inibidas novas invasões ao presídio.

Fonte:https://noticias.uol.com.br/colunas/josmar-jozino/2023/01/31/dono-do-trafico-de-drogas-milionario-em-prisao-de-sp-e-condenado-a-62-anos.htm

Polícia desarticula laboratório de drogas e mata traficante na Liberdade

https://correio-cdn1.cworks.cloud/fileadmin/_processed_/1/7/csm_WhatsApp_Image_2023-02-09_at_09.29.44__2__7d4629fd07.jpeg Um laboratório para refino de cocaína e produção de crack, que movimentava R$ 500 mil por mês, foi desarticulado pelas polícias Militar e Civil, na manhã desta quinta-feira (9), no bairro da Liberdade, em Salvador. Um criminoso envolvido com homicídios, tráfico de drogas, que estava no local, morreu após trocar tiros com a polícia.

Os policiais chegaram no imóvel utilizado por integrantes de uma organização criminosa, após denúncias anônimas. Na casa, estava o suspeito que costumava publicar fotos com fuzis, pistolas e revólveres nas redes sociais. Segundo a polícia, na tentativa de prisão, ele atirou contra equipes da COE e acabou ferido. Ele foi socorrido, mas não resistiu.

(Fotos:Alberto Maraux/SSP-BA)

Uma pistola calibre 9mm, com mira laser, carregador e munições foram encontrados com o criminoso. Participaram da operação equipes da Coordenação de Operações Especiais (COE), do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Batalhão de Choque (Patamo).

Laboratório
Segundo a polícia, na casa onde estava o traficante, os policiais encontraram cerca de 20 kg de cocaína, uma prensa hidráulica utilizada para confeccionar tabletes de entorpecentes, liquidificador, peneiras, embalagens plásticas, rádios comunicadores, carregadores para pistola calibre 40, balanças e roupas camufladas.

Durante varreduras na região, outro traficante, que ostenta seu apelido estampado em paredes do bairro, também foi localizado. Ele e os materiais encontrados no laboratório ilegal foram apresentados no DHPP.

Fonte: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/policia-desarticula-laboratorio-de-drogas-e-mata-traficante-na-liberdade/

Internações, novo delegado, 'big brother': os planos para a cracolândia

https://conteudo.imguol.com.br/c/noticias/72/2022/08/27/segundo-levantamento-de-julho-de-2022-do-labcidade-ate-2000-pessoas-transitam-em-pequenas-aglomeracoes-por-diversas-esquinas-na-regiao-da-cracolandia-em-sp-1661604052552_v2_900x506.jpg.webp Eleita pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) como uma das prioridades de sua gestão, a cracolândia, área que concentra dependentes químicos e traficantes no centro de São Paulo, será alvo de um plano de enfrentamento elaborado em conjunto por governo do estado e prefeitura que será divulgado na tarde de hoje.

Tarcísio e o prefeito Ricardo Nunes (MDB) almoçaram ontem com suas equipes e integrantes do Judiciário no Palácio dos Bandeirantes para debater o tema.

As ações incluem:

  • Intensificar a internação dos dependentes que frequentam a área;
  • Troca do delegado responsável pela região central;
  • Revitalização do Cratod (Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas), mantido pelo governo estadual;
  • Instalação de câmeras de seguranças na região.

A reportagem apurou que uma proposta de aplicação de justiça terapêutica também foi discutida —trata-se de um programa judicial de redução de dano social para dependentes químicos que cometem infrações de menor potencial ofensivo.

Prefeito defende internação

Nunes defendeu recentemente a internação obrigatória de frequentadores da área que usam crack há mais de cinco anos. Uma pesquisa da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) divulgada no fim do ano passado mostrou que 57,4% das pessoas frequentam a cracolândia há pelo menos cinco anos.

Quem está no consumo há mais de cinco anos --são os estudos que demonstram-- precisa de um atendimento do poder público. Se o atendimento for a internação involuntária, compulsória, comunidade terapêutica, seja ele qual for, a Prefeitura de São Paulo e o governo do estado darão o atendimento que ele precisa. A gente não pode ter as pessoas jogadas na rua, se consumindo com o crack, numa situação que elas não conseguem sair sozinhas."
Ricardo Nunes, em 13 de janeiro

A legislação brasileira prevê três tipos de internação:

  • voluntária, quando há concordância do paciente;
  • involuntária, quando há discordância do paciente, mas concordância assinada por um terceiro;
  • compulsória, determinada pela Justiça;

A prefeitura informou que no ano passado encaminhou 409 pessoas para leitos hospitalares. Essas internações, no entanto, têm sido majoritariamente curtas, de cerca de 10 a 15 dias, segundo apurou o UOL. Deste total de encaminhamentos, três foram involuntários.

O promotor Arthur Pinto Filho, da área de saúde pública e direitos humanos do MP-SP (Ministério Público de São Paulo), diz que internar dependentes contra a vontade deles não resolve o problema e o poder público precisa apresentar planos de assistência a longo prazo.

Já se tentou internação em massa antes, mas conseguimos barrar porque não existe isso. Para isso acontecer, segundo a lei, tem que ter um laudo médico, e o especialista tem que analisar a situação de forma minuciosa. Você não faz esse laudo em uma conversa de cinco minutos, é um processo longo para o psiquiatra entender. Fazer isso em massa é como se as pessoas não tivessem individualidade e cada um tem uma necessidade."
Arthur Pinto Filho, promotor

Coordenadora da pesquisa sobre cracolândia, Clarice Madruga defende uma integração entre a área da saúde e assistência social para reinserir os dependentes na sociedade.

"Enquanto não houver uma articulação muito alinhada entre saúde e assistência social essas pessoas vão passar pela saúde e vão retornar [para a cracolândia] porque elas não têm nenhuma perspectiva de vida fora da cena de uso. Acho que o debate tem que ser o 'e depois, o que vocês vão fazer?'", diz. "A gente não vê nada ser feito para a reinserção dessas pessoas. Não tem trabalho com vínculos familiares, com geração de renda, muito menos moradia."

Novo delegado

Tarcísio já afirmou que a cracolândia "não é questão de polícia, não é uma questão só de saúde pública, só de assistência social ou de habitação. É de todas elas".

Logo após tomar posse, ele designou seu vice, Felício Ramuth (PSD), para gerenciar as ações relacionadas à área e trocou o delegado responsável por cuidar da região central. Jair Barbosa Ortiz assumiu o comando da 1ª Delegacia Seccional Centro no lugar de Roberto Monteiro, idealizador da operação Caronte, realizada desde junho de 2021 para tentar acabar com o consumo e a venda de drogas.

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo na semana passada, Ortiz disse que irá rever as operações e defendeu menos violência policial.

Faz 30 anos que eu vejo operações policiais muito incisivas na cracolândia e, até hoje, eu não vi resultado. Tendo a acreditar que essa narrativa é mentirosa, de que enfrentar a cracolândia na base de pancada vai resolver."
Jair Barbosa Ortiz, delegado

Ao jornal, o delegado também citou a instalação de 300 câmeras de segurança em pontos públicos e na fachada de comércios e residência para "criar um 'big brother' na região".

As ações realizadas até agora na cracolândia não impediram a venda e o consumo de drogas no local —apenas fizeram com que os usuários se espalhassem por vários pontos.

Embora a prefeitura defenda que a dispersão ajude no acolhimento aos usuários, Pinto Filho avalia que isso prejudicou o trabalho de agentes de saúde e da área social. "Não conseguem mais achar as pessoas, porque são pontos móveis."

O que dizem prefeitura e Estado

Em nota a Prefeitura de São Paulo informou que oferece acolhimento e tratamento a usuários de álcool e outras drogas em situação de vulnerabilidade, com ações integradas entre diferentes secretarias.

Já o governo paulista disse realizar um diagnóstico das ações de atendimento aos dependentes químicos. "O objetivo, a partir dessa análise, é construir uma nova dinâmica de acolhimento, acompanhamento e atendimento aos usuários, integrando os serviços de diferentes esferas de governo, do Judiciário e da Defensoria Pública."

Fonte: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2023/01/24/planos-prefeitura-de-sp-governo-cracolandia.htm

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