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Polícia Civil prende em Curitiba suspeitas de lucrar mais R$ 1 milhão através de golpes imobiliários

https://uploads.bemparana.com.br/upload/image/blogpost/blogpost_757193_img1_pcpr.jpg A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu em flagrante duas mulheres, de 30 e 67 anos, suspeitas de integrar uma associação criminosa especializada em fraudes na venda de imóveis. O prejuízo das vítimas ultrapassa a margem de R$ 1 milhão. As suspeitas foram presas na segunda-feira (30), no Centro de Curitiba.

No momento em que foram presas, as mulheres estavam tentando formalizar um contrato fraudulento de compra e venda de imóvel, em um cartório da região Central da capital paranaense.

Conforme apurado, o golpe consiste na falsificação de documentos de verdadeiros proprietários de imóveis. Os anúncios são feitos por corretores imobiliários e a formalização dos contratos fraudulentos de compra e venda são feitos em cartórios, através do documento de posse da casa ou apartamento.

Segundo as investigações, os golpes estariam ocorrendo há pelo menos dois anos. Ao menos nove crimes foram constatados na prática criminosa, entre eles falsificação de documento público, falsidade ideológica, uso de documento falso, associação criminosa e estelionato consumado e tentado.

A dupla foi autuada em flagrante por todos esses crimes. As investigações continuam a fim de apurar o envolvimento de corretores imóveis na prática criminosa.

Fonte: BEMPARANA.COM.BR

'Na cadeia, só se fala em coronavírus', diz homem solto por causa da epidemia

Felipe Rodrigues, logo após sair do Complexo de Gericinó Felipe da Fonseca Rodrigues, de 29 anos, deixou, na manhã de hoje, o Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio. Ele passou um ano e sete meses preso, após denunciar que foi torturado por militares dentro de um quartel do Exército no Rio. Nesta quinta-feira, a Justiça Militar determinou a soltura dele por conta da epidemia de Covid-19, causada pelo novo coronavírus. Segundo Felipe, dentro da cadeia, só se fala na doença.

— Na cadeia, só se fala em coronavírus. Lá dentro, está todo mundo com medo de pegar. Se um pegar, todos pegam. É um lugar muito precário, todo mundo amontoado. Se o vírus entrar lá dentro, não sei o que pode acontecer — conta Felipe.

Felipe e outros seis moradores do Complexo da Penha estavam presos desde agosto de 2018, quando foram detidos durante uma operação do Exército na favela, em agosto de 2018. Até hoje, entretanto, eles não foram julgados pela Justiça Militar, onde respondem por tentativa de homicídio contra a patrulha que os prendeu. A Defensoria Pública da União, responsável pela defesa de todos eles, argumentou que a epidemia de Covid-19, causada pelo novo coronavírus, poderia prolongar o período dos réus na cadeia indefinidamente, porque todas as audiências foram suspensas na Justiça Militar. A argumentação foi acolhida pela juíza Marilena da Silva Bittencourt: "a situação da pandemia de Covid-19 traz ao caso mais um fator de prolongamento do prazo da instrução criminal, sobre o qual os réus não possuem qualquer ingerência ou responsabilidade", alegou a magistrada.

Presos durante a ação do Exército antes de chegarem à Vila MilitarPresos durante a ação do Exército antes de chegarem à Vila Militar Foto: Reprodução

Nos últimos nove meses, Felipe dividiu uma cela com outros 152 presos na Cadeia Pública Jorge Santana, dentro do complexo penitenciário. Segundo ele, não tinha lugar para todos dormirem.

— Não tinha cama para todos. Tem gente que dorme no chão. Agora, todo mundo que precisa de algum atendimento médico e é levado para a UPA de dentro do complexo não volta para a cela, fica de quarentena, isolado — afirmou Felipe.

O jovem e os outros seis réus foram acusados de tráfico de drogas e de tentar matar a patrulha de militares que os prendeu. Todos eles denunciaram, em depoimentos à Justiça, terem sido torturados com choques elétricos, golpes de bastões de madeira e sufocamento com sacos plásticos dentro de uma sala na 1ª Divisão de Exército, na Zona Oeste, para onde foram levados após serem presos. Os presos negaram ter atirado contra os militares. Nenhuma arma foi encaontrada com os réus.

Um dos presos, no dia da audiência de custódia logo após a prisãoUm dos presos, no dia da audiência de custódia logo após a prisão Foto: Reprodução

— Eu lembro da tortura como se fosse hoje. Não dá para esquecer. Durante esse tempo todo só pensei nisso. Foram 15 minutos de choque, saco na cabeça, paulada. Os piores 15 minutos da minha vida — lembra o jovem.

Em dezembro do ano passado, os sete já haviam sido absolvidos da acusação de tráfico de drogas pelo Tribunal de Justiça do Rio. Na sentença, a juíza Simone de Faria Ferraz, da 23ª Vara Criminal da capital, questionou a versão dos militares que prenderam os homens e sustentou que laudos periciais corroboram os relatos dos presos. Mesmo após a decisão, eles seguiram encarcerados no Complexo de Gericinó, já que, na Justiça Militar, o processo a que respondem por tentativa de homicídio contra os militares segue na estaca zero: a primeira audiência foi marcada para JUNHO.

Choques elétricos na ‘sala vermelha’

Em outubro de 2018, o EXTRA revelou, em primeira mão, que os sete presos denunciaram à Justiça que haviam sido espancados com pedaços de madeira e levaram chicotadas com fios elétricos dentro de uma “sala vermelha” na 1ª Divisão de Exército, na Vila Militar, na Zona Oeste do Rio. Mais de um ano depois, laudos elaborados por peritos do Instituto Médico Legal (IML), a pedido do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos da Defensoria Pública do Rio, comprovaram que os relatos dos presos são verdadeiros. Os documentos foram citados na sentença que absolveu os jovens na Justiça Estadual.

Após a publicação da reportagem, o Ministério Público Militar abriu um inquérito para investigar os militares pelo crime de tortura. A investigação segue em andamento. Até hoje, nenhum militar foi acusado pelo crime.

Fonte: EXTRA.GLOBO.COM

PM apreende arma, crack, cocaína, munições e mais de R$ 11 mil em notas falsas em Pádua

Material estava dentro de um estepe de carro no bairro Mirante

 Policiais militares apreenderam mais de 40 papelotes de cocaína, várias pedras de crack, uma arma, várias munições, mais de R$ 11 mil em notas falsas e outros materiais no final da manhã desta quinta-feira (19/03) em Santo Antônio de Pádua, no Noroeste Fluminense. Segundo o 36º BPM, a apreensão aconteceu após o batalhão ter recebido denúncias de que havia uma grande quantidade de entorpecentes escondida no estepe de um carro que estava na Rua José Raimundo Lima, no bairro Mirante. Durante buscas os PMs encontraram o referido estepe em um beco. (continua após a publicidade)

Ao todo, os militares apreenderam 41 papelotes de cocaína, 40 pedras de crack, um revólver de calibre 22 com a numeração raspada, seis munições de mesmo calibre, doze cartuchos de calibre 12, um porta cartucho, uma balança de precisão, um caderno de anotações com a venda de drogas, R$ 393,00 em dinheiro e R$ 11.415,00 em notas falsas. Ninguém foi encontrado no local. O caso foi registrado na 136ª Delegacia Legal do município, onde todo o material ficou apreendido.

Fonte: SFNOTICIAS.COM.BR

Plano de milícia para matar promotor e delegado de MS é encontrado em papel higiênico de presídio federal

Trecho das supostas anotações da milícia do jogo do bicho com plano para matar promotor e delegado em MS — Foto: Reprodução/G1 MS Um suposto plano da milícia do jogo do bicho para matar um promotor de Justiça e um delegado que comandaram as investigações que desarticulou o grupo em Mato Grosso do Sul foi descoberto em um pedaço de papel higiênico em uma cela do presídio federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

O papel foi encontrado por agentes do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), entre as celas do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) ocupadas pelos empresários Jamil Name e seu filho, Jamil Name filho. Eles são acusados de chefiarem a milícia do jogo do bicho em Mato Grosso do Sul.

O advogado Renê Siufi, que defende a família Name, disse que ainda não se inteirou sobre a nova investigação e que, por isso, não vai se pronunciar neste momento.

O papel com os supostos planos da milícia foi descoberto em fevereiro e a investigação do caso levou a segunda fase da Operação Omertà, nesta terça-feira (17), com o cumprimento de 18 mandados de busca e apreensão em Campo Grande, Sidrolândia, Aquidauana, Rio Verde de Mato Grosso e Rio Negro, em Mato Grosso do Sul, além de João Pessoa, na Paraíba.

As supostas anotações da milícia contém várias informações sobre a operação Omertà e têm uma ordem clara, que está em um dos trechos aos quais o G1 teve acesso, matar o delegado titular da Delegacia Especializada Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras) e um promotor de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Os dois tiveram um papel fundamental nas investigações que levaram a prisão da cúpula da suposta milícia em setembro de 2019.

Diz a anotação: “Recados para mandar matar xxxx xxxxxxx e xxxxxx e pegar também a família do xxxx”. Os nomes foram preservados pelo G1 para não colocar em risco os alvos da suposta milícia.

O papel higiênico ainda tinha “ordens” para que dois advogados, um com escritório em Mato Grosso do Sul e outro residente na Paraíba, fossem os responsáveis por comunicar pessoalmente a ordem dos atentados a dois integrantes do grupo, um homem e uma mulher.

Um outro trecho da suposta anotação da milícia teria uma determinação de um dos seus líderes. O homem identificado no papel como “Jamil” passa para que “Marcelo”, que seria Marcelo Rios, um dos gerentes da quadrilha, assuma todas as acusações, livrando ele e seu pai das denúncias. No texto, o autor ainda destaca que Marcelo terá todo o suporte necessário e ainda promete uma recompensa no valor de R$ 100 mil.

Diz a anotação: “Jamil passou para que Marcelo assumir tudo e tira ele e o pai desse B.O., que ele terá todo o suporte necessário que ele precisar e vai dar R$ 100 mil para ele”.

Durante o cumprimento dos mandados da segunda fase da Omertà, nesta terça, o Gaeco apreendeu arma no apartamento do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado e ex-deputado estadual, Jerson Domingos, em Campo Grande.

O Gaeco esteve no apartamento de Jerson Domingos, em um bairro de classe média alta, em cumprimento a um dos 18 mandados de busca de apreensão que integram as investigações para desarticular um plano para matar um delegado de Polícia Civil e um promotor de Justiça.

O caso foi considerado inicialmente como porte ilegal de arma de fogo e por causa disso, Jerson Domingos foi conduzido para a Delegacia Especializada Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras).

O advogado Renê Siufi, que também defende Domingos disse que vai se inteirar melhor sobre a investigação para depois se pronunciar.

A primeira fase da operação Omertá foi deflagrada em setembro de 2019. A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul e o Gaeco prenderam empresários, policiais e, na época, guardas municipais, investigados por execuções no estado.

A suspeita é que o grupo tenham executado pelo menos três pessoas na capital sul-mato-grossense, desde junho de 2018. Outras mortes também estão sendo investigadas.

A última morte atribuída ao grupo é do estudante de Direito Matheus Coutinho Xavier, de 19 anos. Ele foi atingido por tiros de fuzil no dia 9 de abril, quando manobrava o carro do pai, na frente de casa, para pegar o dele e buscar o irmão mais novo na escola.

Pouco mais de um mês depois, no dia 19 de maio de 2019, policiais do Garras e do Batalhão de Choque da Polícia Militar (BpChoque) apreenderam um arsenal com um guarda municipal, em uma casa no Jardim Monte Libano. Foram apreendidos 18 fuzis de calibre 762 e 556, espingarda de calibre 12, carabina de calibre 22, além de 33 carregadores e quase 700 munições.

Segundo as investigações do Gaeco, esse arsenal pertencia ao grupo preso na operação Omertà. A força-tarefa investiga se as armas foram usadas em crimes de execução nos últimos meses.

Fonte: G1.GLOBO.COM

MP do Ceará pede prisão de prefeito afastado por abusar de pacientes

 O Ministério Público do Estado do Ceará (MP-CE) pediu à Justiça na noite desta quarta-feira, 17, a prisão preventiva do médico ginecologista José Hilson de Paiva, prefeito afastado de Uruburetama, investigado por abusar de pacientes. Imagens divulgadas pelo programa Fantástico, da TV Globo, indicam a prática dos crimes.

O órgão ressaltou, em nota, que mesmo fora das funções de prefeito e médico, Paiva é influente na cidade cearense de 20 mil habitantes e no meio político estadual, “sendo capaz de, diretamente ou por interpostas pessoas, coagir, constranger, ameaçar, corromper, enfim, praticar atos tendentes a comprometer a investigação do Ministério Público e da Polícia Civil”.

A reportagem exibida no domingo, 14, mostrou vídeos de dezenas de mulheres sendo abusadas e filmadas pelo próprio médico. À Globo, uma mulher afirmou ter sido vítima de Paiva pela primeira vez aos 14 anos e que só voltou ao consultório porque ele era o único ginecologista da cidade.

Outra mulher disse que o médico usava a boca para examinar os seios, com o pretexto de verificar se havia secreção nas mamas. As gravações mostram ainda que Paiva posicionava as pacientes de costas para realizar exames, alegando que “era o procedimento”. Em todos os vídeos, é possível perceber que o médico chamava suas pacientes de “bebê”.

O MP-CE informou que depois da divulgação dos primeiros vídeos, em março de 2018, a Promotoria de Justiça de Uruburetama instaurou uma notícia de fato após ouvir quatro mulheres.

“O MP-CE solicitou informações à Polícia Civil, que logo depois resolveu abrir o inquérito policial. O inquérito foi concluído em dezembro de 2018, e a polícia sugeriu o arquivamento”, informou. “O MPCE requisitou novas diligências à polícia. Na área cível, a Promotoria ajuizou uma ação civil pública (ACP) por improbidade administrativa em desfavor do então prefeito, no final de 2018.”

Na segunda-feira, 15, um novo inquérito policial foi instaurado em Uruburetama, quando outras vítimas foram ouvidas. “Pelo menos 18 vítimas já identificadas nas imagens exibidas pela imprensa serão convidadas para prestarem suas declarações o mais rapidamente possível”, afirmou o Ministério Público.

O MP-CE declarou ainda que a Promotoria de Justiça de Cruz também atua no caso. O órgão recebeu os depoimentos das primeiras quatro vítimas que se apresentaram à delegacia após a divulgação dos vídeos. Paiva trabalhou como médico da prefeitura de Cruz de 1992 a 2012 e manteve um consultório particular no município até o ano passado.

Carreira política

O ginecologista era filiado ao PCdoB do Ceará. De 2012 a 2016, foi vice-prefeito de Uruburetama e, em 2018, foi eleito prefeito para administrar o município até 2020. O partido decidiu na segunda-feira expulsá-lo dos quadros.

A presidente da Câmara Municipal de Uruburetama, Maria Stela Gomes Rocha, baixou o Decreto Legislativo 2/2019 e afastou provisoriamente Paiva do cargo de prefeito, “até decisão final do processo que apura a denúncia por infração político-administrativa”.

Fonte: JORNALDEBRASILIA

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