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Para prender líder de facção, polícia monitorou as mulheres do “Bonitão do PCC”

"Bonitão", encapuzado, antes de ser expulso do Paraguai (Foto: Abc Color)

Conhecido como “Coringa” e “Bonitão”, Giovanni foi preso sábado (9) em Pedro Juan Caballero, cidade vizinha de Ponta Porã

 Para capturar Giovanni Barbosa da Silva, 29 anos, o atual chefe da facção criminosa do PCC (Primeiro Comando da Capital) na fronteira do Paraguai com Mato Grosso do Sul, a Polícia Paraguaia monitorou os passos das duas mulheres dele no Brasil. Uma está grávida e a outra é dona do carro que o chefão usava.

Conforme o site Abc Color, o veículo Chevrolet TrailBlazer foi identificado na operação realizada pela polícia paraguaia no dia 30 de novembro do ano passado, em Pedro Juan Caballero, onde Bonitão se escondeu antes e depois de sequestrar, assassinar e enterrar numa vala quatro membros do clã Jamil, incluindo dois sobrinhos do veterano mafioso Fahd Jamil Georges.

Na ação, os agentes apreenderam documentos do carro, que aparece em nome da paraguaia Jessily Gabriely González Bulka, 20 anos, filha de um colaborador do PCC, Álvaro González Cañete, 61 anos. Segundo o jornal, a Polícia Federal brasileira foi quem descobriu que Jessily era uma das mulheres do chefe do PCC.

No dia 20 de dezembro em São Paulo, Bonitão foi perseguido por equipes da Polícia Militar. Ele foi localizado após investigação da Polícia Federal em conjunto com a Polícia Nacional Paraguaia. Na ocasião, o líder do PCC estava em um Hyundai HB20 e conseguiu escapar.

A intenção de Bonitão, segundo o site ABC Color, era voltar para a fronteira e reencontrar as suas mulheres, Jessily e Jennifer María Centurión, 26 anos. Essa última identificada em escutas telefônicas realizadas no Brasil. De fato, os policiais brasileiros comunicaram a polícia paraguaia informando que Giovanni estava em Pedro Juan Caballero com uma de suas mulheres, mas não sabia qual delas. A partir daí, foi planejada a operação de captura. Bonitão foi pego quando estava com Jennifer, mas no carro de Jessily.

Conhecido como “Coringa” e “Bonitão”, Giovanni foi preso sábado (9) em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia vizinha de Ponta Porã (MS), a 323 km de Campo Grande. No domingo (10), Giovanni foi expulso do Paraguai e entregue a policiais brasileiros na Ponte da Amizade, entre Ciudad del Este e Foz do Iguaçu (PR).

Em nota oficial, a Polícia Federal brasileira informou que colaborou com a prisão de Bonitão em ação de cooperação policial internacional. Segundo a PF, Giovanni Barbosa da Silva era foragido da Operação Exílio, deflagrada em junho de 2020 com o objetivo de desarticular organização criminosa voltada ao tráfico internacional de drogas e armas de fogo a partir do Paraguai para o Brasil.

Fonte: campograndenews.com.br

Americano que veio ao Brasil para ter relações sexuais com menina de 14 anos é preso

Crédito: Reprodução O americano Jason Roy Hutchinson, de 47 anos, foi preso acusado de explorar sexualmente uma adolescente de 14 anos, em um hotel de luxo no Rio de Janeiro.

Segundo o Época, o suspeito teria pagado a passagem e a hospedagem da menina, da sua mãe e de seu irmão, de 2 anos, em Copacabana. De acordo com as investigações, a menor estaria sendo submetida a prostituição e a família se beneficiava economicamente dessa exploração sexual.

De acordo com Felipe Santoro, delegado da 13a DP (Ipanema), o americano se hospedou em um quarto ao lado do que ficou a menor com a mãe e o irmão, em um hotel cinco estrelas. A família mora em São Paulo e teve todas as despesas custeadas por Jason exclusivamente para a realização do encontro sexual. A diária do estabelecimento gira em torno de R$ 1.500.

“Diante de todas as provas colhidas, acreditamos que a vítima vinha sendo explorada sexualmente há algum tempo, já que a mãe não trabalha e acompanha a filha em diversas viagens. Ela, inclusive, lhe instruía a como agir com os clientes”, disse Felipe.

Após denúncias, Jason e a jovem foram encontrados tendo relações sexuais no quarto dele. Imagens de câmeras de segurança mostraram os dois se acariciando nos elevadores e nas dependências do hotel.

Hutchinson contou em seu depoimento que mora em Hermosa Beach, na Califórnia, e planejou vir para o Brasil em companhia da esposa. Segundo ele, a mulher é médica e, por trabalhar na linha de frente do combate ao coronavírus, ficou impossibilitada de viajar. O americano assumiu o encontro com a garota, mas negou que soubesse sua idade. Ele e a mãe da jovem foram autuados pelo crime de favorecimento da prostituição.

 Fonte: istoe.com.br

Foragido há 14 anos, bandido de alta periculosidade em SP é preso enquanto atendia clientes em bar de MS

Homem que se passava por policial federal é preso no Largo do Machado, na Zona Sul

O suspeito foi levado para sede da polícia federal. A arma foi apreendida e o homem foi preso em flagrante. A prisão ocorreu após agentes do programa Laranjeiras Presente desconfiarem de um carro com o emplacamento de viatura do Ministério Público Federal. A equipe se aproximou do veículo e abordou o motorista, que se apresentou como agente da PF e alegou que trabalhava no MPF.

Os policiais decidiram então revistar o automóvel e encontraram uma pistola e 16 minuções escondidas no carro. Em seguida, quando checaram as informações da Secretaria de Governo, confirmaram que o homem não era policial.

O suspeito foi levado para sede da polícia federal. A arma foi apreendida e o homem foi preso em flagrante.

Fonte: extra.globo.com

Maior e mais violenta quadrilha de roubos de carga do Rio usa Complexo da Maré como esconderijo

Tentativa de assalto a carga e troca de tiros com policiais paralisa a Washington Luíz Uma investigação da Polícia Civil revela que a maior e mais violenta quadrilha especializada em roubos de cargas e de centros de distribuição de mercadorias usa comunidades da Favela da Maré, na Zona Norte do Rio, como esconderijo e ponto de partida para suas ações. De acordo a polícia, homens armados de fuzis que usaram a estrutura do tráfico das Favelas Parque União e Nova Holanda, em Bonsucesso, estão por trás de pelo menos 82 roubos e tentativas de assaltos, ocorridas entre 2017 e 2020, totalizando no período um prejuízo estimado em R$ 200 milhões. A ação mais recente ocorreu na última quinta-feira, quando um PM morreu durante o roubo de um caminhão carregado de eletroeletrônicos, em Duque de Caxias, na Baixada.

Dez dias antes, no dia 14, a mesma quadrilha tentou roubar uma carga de eletroeletrônicos, na Rodovia Washington Luís, também em Caxias. Na ocasião, a Polícia Civil e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) chegaram a fechar a rodovia por 17 minutos. Com auxílio de um helicóptero, quatro suspeitos foram presos. Dois deles estavam numa van roubada, que foi perseguida e interceptada, após se envolver em um acidente. A polícia também descobriu que o bando age várias vezes num curto espaço de tempo, sempre na Região Metropolitana do Rio.

Material apreendido na ação na Rodovia Washington Luís, em Caxias

Material apreendido na ação na Rodovia Washington Luís, em Caxias

Entre os ataques feitos pelo grupo, estão dois assaltos ocorridos, com um intervalo de apenas oito dias, no último mês de junho. O primeiro aconteceu no dia 22 , quando pelo menos 20 homens atacaram um centro de distribuição do Grupo Pão de Açúcar, em Xerém. Na ocasião, foram roubados cerca de R$ 15 minhões em mercadorias, e um vigilante foi morto. Oito dias depois, bandidos da mesma quadrilha atacaram o terminal de cargas do Aeroporto Santo Dumont e levaram mais de 80 notebooks. Os criminosos são investigados pela 21ªDP (Bonsucesso) e pela Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas. Já se sabe que o bando é organizado e que usa fuzis cedidos pelo tráfico. Para evitar a identificação de seus veículos roubados, os bandidos usam carros com placas clonadas de automóveis legais.

— Eles usam carros clonados nos ataques e armas cedidas pelo tráfico. Em contrapartida, o chefe do tráfico costuma receber cerca de 50% do valor roubado na ação — explicou o delegado Hilton Pinho, da 21ª DP.

Traficantes serão indiciados

O delegado Vinicius Domingos, da DRFC, disse que os chefes do tráfico das comunidades usadas como base pelo assaltantes também serão indiciados por cada um dos roubos do bando:

— É uma atividade de protocooperação, em que os roubadores e o chefe do tráfico se beneficiam com o produto final. Na medida que a quadrilha rouba a carga, se utiliza do domínio territorial do tráfico para garantir o transbordo da carga. O chefe do tráfico será indiciado por cada roubo e estará sujeito a uma pena que varia a 10 a 16 anos em caso de condenação.

A polícia já identificou que, na Favela Parque União, há uma gerente do tráfico designado para cuidar exclusivamente do roubo de cargas. Ele seria o encarregado de ceder armas para os assaltantes e de receber parte do lucro da ação. O tráfico na comunidade é comandado por Jorge Luiz Moura Barbosa, o Alvarenga. Já na Nova Holanda, de acordo com as investigações, Rodrigo da Silva Caetano, o Motoboy, é suspeito de comandar o tráfico no local.

Polícia está à procura

Pesquisa feita no site do Conselho Nacional de Justiça revela que, em em nome de Alvarenga e Motoboy, há mais de oito mandados de prisão expedidos pelo Tribunal de Justiça do Rio. O Disque-Denúncia (2253-1177) oferece recompensa de mil reais por informações que levem às prisões de Alvarenga e Motoboy.

A quadrilha especializada em roubo de cargas também tem ligações com outra facção criminosa do Rio. De acordo com as investigações da 21ªDP e da DRFC, na madrugada do último dia 10 de dezembro, o bando usou clones de duas viaturas da Policia Civil e camisas da corporação para tentar roubar um centro de distribuição, na Pavuna, na Zona Norte do Rio. Na ocasião, vigilantes do local desconfiaram da ação e reagiram a tiros a tentativa de entrada dos bandidos ao estabelecimento. Os bandidos fugiram. Os clones foram abandonados pelos bandidos na altura da Penha. Um deles foi parcialmente incendiado.

Investigações revelam que a clonagem teria sido feita no Complexo da Penha. O comércio de drogas no local é chefiado por Edgar Alves de Andrade, o Doca. Com oito mandados de prisão expedidos em seu nome pela Justiça, Doca ocupa o terceiro escalão na maior facção criminosa do Rio.

Fonte: extra.globo.com

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