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Polícia Federal e Receita Federal cumprem 153 mandados em operação contra lavagem de dinheiro e evasão de divisas

 

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Polícia Federal e Receita Federal cumprem 153 mandados em operação contra lavagem de dinheiro e evasão de divisas

Foz do Iguaçu/PR - A Polícia Federal e a Receita Federal, em ação conjunta, deflagraram nesta manhã, 15/08, a Operação Hammer-on, com o propósito de desarticular uma organização criminosa transnacional especializada na prática de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. As empresas controladas pela organização criminosa investigada movimentaram mais de R$ 5,7 bilhões de origem ilícita no período de 2012 a 2016.

Cerca de 300 Policiais Federais e 45 servidores da Receita Federal estão cumprindo 153 ordens judiciais expedidas pela 13ª Vara Federal de Curitiba, sendo 2 mandados de prisão preventiva, 17 mandados de prisão temporária, 53 mandados de condução coercitiva e 82 mandados de busca e apreensão em várias cidades do Paraná, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais e Santa Catarina.

As investigações, iniciadas em 2015, tiveram como foco um grupo criminoso composto de cinco núcleos interdependentes que utilizavam contas bancárias de várias empresas, em geral fantasmas, para receber vultosos valores de pessoas físicas e jurídicas interessadas em adquirir mercadorias, drogas e cigarros provenientes do exterior, especialmente do Paraguai.

O dinheiro “sujo” era creditado nas contas das empresas controladas pela organização criminosa e, em seguida, enviado para o exterior de duas maneiras:

(1) usando-se o sistema internacional de compensação paralelo, sem registro nos órgãos oficiais, mais conhecido como operações dólar-cabo;

(2) por intermédio de ordens de pagamento internacionais emitidas por algumas instituições financeiras brasileiras, duas destas já liquidadas pelo Banco Central. Essas ordens de pagamento eram realizadas com base em contratos de câmbio manifestamente fraudulentos, celebrados com empresas “fantasmas” que nem sequer possuíam habilitação para operar no comércio exterior.

Nome da operação

A operação, batizada de Hammer-on, é um desdobramento das operações Sustenido e Bemol, deflagradas pela Polícia Federal e pela Receita Federal de Foz do Iguaçu/PR, respectivamente, em 2014 e 2015.

Na teoria musical, o “sustenido” e o “bemol” são notas intermediárias entre outras duas notas musicais. Analogicamente, as organizações criminosas desarticuladas em decorrência das operações Sustenido e Bemol, estabelecidas em Foz do Iguaçu/PR, intermediavam as negociações entre criminosos brasileiros e paraguaios, sendo responsáveis por garantir o pagamento de fornecedores paraguaios de drogas, cigarros e mercadorias, bem como simplesmente ocultar dinheiro de origem criminosa.

Na operação Hammer-on, os demandantes dos serviços prestados pelos intermediários também foram investigados. Noutras palavras, os brasileiros que contrataram a organização criminosa para pagar os fornecedores paraguaios, bem como para ocultar dinheiro de origem criminosa, também foram alvos de investigação.

O Hammer-on é uma técnica usada em instrumentos de corda para ligar duas notas musicais com uma mesma mão. Fazendo-se novamente referência à teoria musical, na operação Hammer-on, numa só toada, “com uma só mão”, ligaram-se duas “notas musicais” (intermediários e demandantes).

Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, gestão temerária, operação irregular de instituição financeira e uso de documento falso.

Será concedida coletiva de imprensa às 10h, na sede da Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR, com a participação de representantes da Polícia Federal e da Receita Federal.

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR

45-3576-5515

E-mail: 

Cidades:

Paraná - Foz do Iguaçu, Curitiba, Almirante Tamandaré, Piraquara, São José do Pinhais, Assis Chateaubriand e Renascença;

Santa Catarina - Itapema, Balneário Camboriú e São Miguel do Oeste;

Espírito Santo - Vitória, Serra e Vila Velha;

São Paulo - Guarulhos e Franca;

Minas Gerais – Uberlândia

Quase mil presos fugiram de delegacias do Paraná em 2017, diz associação de delegados

Estado é o único da região sul do país que mantém detentos em delegacias, aponta Promotoria.

 

delegaciasQuase mil presos fugiram de delegacias do Paraná em 2017, conforme levantamento da Associação de Delegados da Policia Civil (Adepol). Atualmente, o estado possui 9,7 mil detentos em delegacias, sendo que as vagas foram planejadas para 4.370 pessoas.

(Correção:o G1 errou ao informar que mais de 9 mil presos fugiram de delegacias do Paraná em 2017 e que o dado era do Ministério Público Estadual. Na verdade, quase mil presos escaparam de delegacia do estado neste ano, conforme um levantamento feito pela Associação de Delegados da Policia Civil (Adepol). A informação foi corrigida às 18h19 de quarta-feira, 9).

De acordo com o Ministério Público do Paraná (MP-PR), o Paraná é o único estado da região sul do país com detentos nas delegacias. Santa Catarina e Rio Grande do Sul não têm presos nestes locais, e São Paulo, que possui população quatro vezes maior que a do Paraná, tem 3.204 presos nas carceragens.

"Os espaços são pequenos, não há nenhuma estrutura, nenhuma assistência. Então, o preso se acha amontoado, em uma condição sub-humana, em violação ao principío constitucional da dignidade da pessoa humana", diz João Ricardo Képes Noronha, presidente da Adepol.

A Adepol entrou com uma ação na Justiça exigindo que o governo do estado esvazie as carceragens. A associação alega falta de segurança nas carceragens, risco de rebeliões e o desvio de função dos policiais, que são obrigados a cuidar dos presos.

"Ele [policial civil] deixa de atender estas pessoas porque já vem com um reduzido número de funcionários e este reduzido número está comprometido com a guarda de presos", afirma o presidente da Adepol.

O Ministério Público afirma que também entrou com 60 ações, em várias cidades, para obrigar o governo a tirar presos das delegacias e melhorar a estrutura dos prédios. O governo informou que transferiu 4 mil, dos quase 10 mil detentos das carceragens, por meio de mutirões e do monitoramento por tornozeleiras.

"A tornozeleira acabou sendo desvirtuada a sua utilização no estado do Paraná e basta olhar os números (...) a falta de vagas gerou uma política de desencarceramento e uma necessidade de busca de alternativa que foi, única e exclusivamente, no estado do Paraná, o monitoramento eletrônico", afirma o promotor de Justiça André Pasternak Glitz.

No termo de ajustamento do MP-PR, os promotores pedem a transferência de 90% dos presos em delegacias até o final do ano de 2018. Eles também pedem que o governo do estado aumente as vagas no sistema prisional, conforme prometido.

De acordo com o projeto apresentado pelo estado, serão 6.756 novas vagas com obras de custo estimado de R$ 130 milhões.

A Secretaria de Segurança e Administração Penitenciária do Paraná (Sesp) diz que desconhece os termos de ajuste de conduta do Ministério Público e afirma que o assunto é discutido pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (CNJ) e pelo Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas do Paraná (GMF).

 

Fonte: G1

Após ataques criminosos em Rio Branco, Segurança prende mais de 20 pessoas

Com grupo, polícia encontrou celulares e garrafas com gasolina. Ataques iniciaram na noite de sábado (5) com homicídios, incêndios e tiroteios.

 

ataqueA Segurança Pública informou que 26 pessoas foram presas após váriosataques criminosos na noite de sábado (5) e manhã deste domingo (7)em Rio Branco. Ao todo, 13 pessoas foram presas em Rio Branco, três em Feijó e dez em Brasileia, interior do Acre. Ainda segundo a Segurança, o policiamento foi reforçado em todo o Acre e uma estratégia deve ser traçada para combater outros casos de homicídios, incêndios e tiroteios.

Em nota oficial divulgada no Facebook, a Secretaria de Segurança Pública do Acre (Sesp-AC) disse que os ataques foram uma retaliação de facções ao bloqueio de sinal telefônico nas unidades prisionais da capital. Por isso, a Segurança também foi reforçada nos presídios.

Os 26 presos seriam integrantes de facções criminosas. Conforme o balanço da polícia, foram registrados sete focos de incêndios em Rio Branco e outros três no interior do estado. Com o grupo, a polícia apreendeu celulares que seriam utilizados para a comunicação entre os membros de facções além de garrafas com gasolina e entorpecentes. Conforme a polícia, a identificação de outros criminosos está em fase de finalização e outras pessoas devem ser presas.

Fonte: G1

 

Policial aposentado é preso após agredir esposa e filhas

Fato aconteceu na madrugada deste domingo (30) em Faxinal

delegaciaregionalUm ex-policial militar foi preso na madrugada deste domingo (30) após agredir a esposa e duas filhas, em Faxinal. Segundo informações da Polícia Militar, o homem, que não teve o nome divulgado, está aposentado.

Durante uma discussão com a esposa ele ficou fora de controle e chegou a ameaçá-la colocando uma arma na boca da mulher. Uma das filhas conseguiu intervir e tomou o revólver. No entanto, o homem partiu para agressão física com socos, chutes e puxões de cabelo, conforme consta no boletim da polícia. Ele chegou a trancar a mulher no banheiro.

A polícia foi avisada sobre a confusão e uma viatura foi encaminhada ao local. Mesmo diante das evidências o homem negou que tivesse agredido seus familiares. Ele foi preso e encaminhado a delegacia. De acordo com a PM, ele foi liberado após pagar a fiança.

Informações TN Online

Fonte: http://catve.com

OAB-SP denuncia revistas vexatórias de advogados em presídios paulistas

 

ENTRADA DIFICULTADA
detector metal manual1OAB-SP denuncia revistas vexatórias de advogados em presídios paulistas
20 de julho de 2017, 21h56
Revistas em detectores de metais são reclamações recorrentes dos advogados.
A seccional de São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil denunciou casos de revistas vexatórias em presídios ao secretário da Administração Penitenciária do estado, Lourival Gomes. Durante a reunião, o chefe da pasta afirmou que serão instalados aparelhos que facilitem e otimizem essas tarefas.
Divulgação/IECO
"O edital de licitação para os scanners corporais já foi publicado e a partir de agora segue o rito normal estabelecido pela lei. Esperamos que até o final do ano a situação seja diferente e já tenhamos esses equipamentos instalados", disse Gomes.
Durante o encontro, um dos casos mencionados foi o da advogada Miriam Piolla. Ela foi impedida de entrar na Penitenciária de Itaí para atender um cliente em maio deste ano porque o detector de metais apitou repetidamente mesmo depois que todos os objetos de metal foram deixados no local indicado.
No fim das contas, era o zíper da saia da advogada que estava sendo detectado pelo aparelho. Por conta disso, os agentes penitenciários ofereceram uma calça do uniforme de detentos, mas ela disse que concordaria em ser revistada por uma agente para não precisar usar a peça. O pedido foi negado sob a alegação de que a prática é proibida. Diante do impasse, Maria não conseguiu entrar.
O encontro aconteceu na quarta-feira (19/7) e a OAB-SP foi representada por seu vice-presidente, Fábio Romeu Canton Filho, pelo presidente da Comissão de Direitos e Prerrogativas da seccional, Cid Vieira de Souza Filho, e pela vice-presidente da Comissão para a Área da Mulher Advogada, Ana Carolina Moreira Santos.
“O secretário se comprometeu a apurar os casos concretos de dificuldades no ingresso de advogados nos presídios que apontamos no encontro, como garantia dos direitos e prerrogativas dos advogados no estado de São Paulo”, disse Canton.
“É importante trazer para a Secretaria os anseios e as reclamações dos advogados. O problema da segurança atinge a todos nós e precisamos encontrar soluções que atendam os interesses da advocacia, da cidadania e da secretaria”, afirmou Cid Vieira de Souza após a reunião. Com informações da Assessoria de Imprensa da
Fonte: Blog Jenis Andrade

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