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PM é preso suspeito de participar de assaltos a compristas em Foz do Iguaçu

Policial e outro suspeito foram presos na segunda-feira (29), segundo a PM. Grupo é suspeito de ter realizado pelo menos dois roubos na região da Ponte da Amizade.

Policial militar foi preso suspeito de participar de assaltos a compristas, em Foz do Iguaçu — Foto: Reprodução/RPC Um policial militar foi preso, na segunda-feira (29), suspeito de participar de assaltos a compristas em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná.

De acordo com a Polícia Militar (PM), o policial foi preso em flagrante junto de outro suspeito. Com eles, a polícia encontrou três pistolas, cartuchos de munição, carregadores, rastreadores e bloqueadores de sinal de celular.

O grupo é suspeito de ter praticado pelo menos dois assaltos na região da Ponte da Amizade.

Segundo a polícia, o PM está na corporação desde 2014 e cometia os crimes fora do horário de trabalho.

"Eles se passavam por policiais, com alguns brasões da Polícia Civil e placas da polícia. Eles utilizavam todo esse método para realizar estes roubos", afirmou o tenente Flávio Marczak.

O policial foi levado para a delegacia da Polícia Civil, que investiga o caso, e depois conduzido para o quartel da PM, onde ficou detido.

Fonte: https://g1.globo.com

Na Gameleira, PCC 'bota pra correr' e presos ameaçados acionam Justiça por transferência

Na Gameleira, PCC ‘bota pra correr’ e presos ameaçados acionam Justiça por transferência A presença de faccionados do PCC (Primeiro Comando da Capital) no Presídio Estadual Masculino de Regime Fechado da Gameleira, em Campo Grande, tem oferecido risco à segurança de outros internos. A organização, conhecida por não ter piedade de rivais, literalmente ‘bota pra correr’ aqueles que não são simpatizantes, apesar de todas as medidas de segurança adotadas pela Agepen (Agência Estadual de Administra do Sistema Penitenciário).

Desde outubro do ano passado, a advogada criminalista Danielly Camargo da Silva solicitou a transferência de quatro internos que corriam risco de morte. O primeiro deles tem uma condenação de 60 anos e 11 meses, pelo crime de tráfico de drogas, e está cumprindo a pena no regime fechado desde 04 de maio de 2003, ou seja, há 18 anos.

Ele foi deslocado no dia 29 de outubro de 2020 do Presídio de Segurança Máxima de Naviraí, para o fechado da Gameleira Desde a inclusão vinha sofrendo ameaças do PCC. Em 09 de novembro de 2020, a advogada acionou a Agepen que garantiu transferência ao IPCG (Instituto Penal de Campo Grande), no dia 16 de novembro de 2020.

Outro preso, natural do Rio de Janeiro, é réu primário e foi condenado a cinco anos e 10 meses de prisão por envolvimento com drogas. Ele estava cumprindo pena no Estabelecimento Penal Masculino de Regime Fechado de Ivinhema, desde sua prisão preventiva.

Em 30 de outubro de 2020, foi transferido para o fechado da Gameleira. Quando chegou, passou a receber ameaças de morte de outros presos, por ser originário do estado do Rio de Janeiro, estado de origem do CV (Comando Vermelho), grupo rival do PCC. Além disso, também era ameaçado simplesmente por não fazer parte de nenhuma organização criminosa. Depois de 25 dias de incertezas, foi transferido para o IPCG.

Outros dois presos, que também não tinham envolvimento com facções, precisaram ser transferidos nos dias 15 e 18 de janeiro deste ano, mediante ameaças do PCC.  A advoga lembra que desde então tomou ciência de inúmeros casos semelhantes.

“É de suma importância que o interno fique num local adequado para o cumprimento de sua pena, onde ofereça mais segurança, onde terá uma boa convivência com os demais reclusos, para o processo ressocializador, levando em consideração, sobretudo, que a dignidade da pessoa humana é fundamento do Estado Brasileiro, não se podendo, pois, força dessa circunstância, relegar-se a plano secundário”, destacou.

Agepen

Ao jornal Midiamax,  Agepen informou que são realizadas triagens logo na chegada dos custodiados, antes mesmo da entrada nas unidades penais, por meio de entrevistas de identificação. Caso seja comunicado pelo interno, ele fica alojado em celas específicas, separado da massa carcerária, com horários de banho de sol diferenciados também.

“Além disso, a Agepen conta com um trabalho de inteligência penitenciária constante, juntamente com outros órgãos ligados à segurança pública e de execução penal”, disse.

Fonte: https://www.midiamax.com.br

Guarda municipal armado surta dentro de UPA após pacientes pedirem pelo uso de máscara

Guarda Civil Municipal estava com a máscara no queixo quando recebeu reclamações de pacientes em pronto-socorro — Foto: Reprodução Um guarda civil municipal agrediu e ameaçou pacientes com uma arma em uma unidade de saúde de Praia Grande, no litoral de São Paulo, após receber pedidos para que colocasse a máscara facial no rosto, neste sábado (13). Fardado, ele aguardava atendimento médico no local. A Prefeitura de Praia Grande disse que um processo administrativo será instaurado para analisar de forma oficial o ocorrido.

Ao G1, uma paciente de 33 anos, que preferiu não se identificar, relatou o que aconteceu na Unidade de Pronto Atendimento Quietude, por volta de 20h deste sábado. Ela, que estava acompanhada do pai, viu o momento em que o guarda civil municipal chegou ao local com outros dois colegas. Os três estavam fardados.

O guarda, que não teve seu nome revelado, estava no local para ser atendido após um pico de pressão alta durante o serviço. Segundo a testemunha, ele já chegou na unidade de saúde aparentando irritação. "Parecia que ele não queria passar no médico. Os colegas diziam a ele que tinha que passar sim", recorda.

Enquanto estava na fila para ser atendido, com a máscara no queixo, o guarda civil municipal foi alvo de reclamações dos pacientes da unidade de saúde. Eles pediam que ele usasse o item de proteção adequadamente. Irritado, ele agrediu uma jovem paciente que estava na fila, atrás dele.

Guarda Civil Municipal estava com a máscara no queixo quando recebeu reclamações de pacientes em pronto-socorro — Foto: Reprodução

Guarda Civil Municipal estava com a máscara no queixo quando recebeu reclamações de pacientes em pronto-socorro — Foto: Reprodução

Neste momento, pacientes e profissionais da unidade de saúde se mobilizaram para atender a jovem, que caiu no chão após ser agredida. O guarda foi, novamente, alvo de reclamações e indignação por parte das pessoas que estavam no local. Ele chegou a sair da unidade de saúde e ficar na calçada.

No entanto, minutos depois, de acordo com o relato da testemunha, ele voltou ao pronto-socorro já com uma arma em punho ameaçando a todos, mas não chegou a atirar em ninguém.

"Ele gritava 'vou acabar com isso tudo'. Os pacientes se desesperaram e todo mundo começou a entrar nas salas e a fechar as portas". Imagens obtidas pelo G1 mostram os pacientes fazendo barricadas após as ameaças (veja vídeo abaixo).

O guarda foi contido pelos companheiros e levado para casa. A Polícia Militar foi acionada e esteve no local, mas a Guarda Civil Municipal assumiu a ocorrência.

Guarda Municipal armado surta dentro de unidade de saúde em Praia Grande

Guarda Municipal armado surta dentro de unidade de saúde em Praia Grande

O presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Praia Grande, Adriano Roberto Lopes da Silva, o Pixoxó, ficou sabendo do ocorrido e esteve no local. Segundo ele, o guarda é associado ao sindicato. Por telefone, ele classificou a ação do funcionário como um "pequeno surto" e atribuiu o caso a estresse e desvalorização da categoria.

Pixoxó informou, ainda, que acompanhou o guarda até sua casa, onde ele entregou a arma da corporação e uma de uso pessoal ao inspetor chefe de plantão da Guarda Municipal de Praia Grande. O caso não foi registrado pela Polícia Civil até a publicação desta reportagem.

Funcionárias se trancaram dentro de consultório e fizeram barricadas durante surto de GCM — Foto: Reprodução/PG no Grau

Prefeitura de Praia Grande

Procurada pela reportagem, a Prefeitura de Praia Grande informou que a Guarda Civil Municipal está acompanhando o caso e prestando todo acolhimento e atendimento necessário ao guarda. "Válido destacar que um processo administrativo será instaurado para analisar de forma oficial o ocorrido", disse.

Associação dos Guardas Municipais

Por meio de nota, Rodrigo Coutinho, presidente da Associação dos GCM's da Baixada Santista (AGCM), disse que o guarda estava de serviço no momento do ocorrido, que não estava se sentindo bem e acabou tendo um surto emocional, devido ao estresse do trabalho e problemas familiares. Por isso, infelizmente, acabou causando um pequeno tumulto no local.

Não houve nenhum ferido durante a ocorrência e após o Guarda Civil se acalmar, foi transferido por uma viatura da GCM até o Hospital Irmã Dulce, onde passou pelo médico, recebeu as medicações necessárias e foi liberado.

O presidente da associação ainda disse que o guarda tem mais de 50 anos e sempre foi exemplo de disciplina e conduta dentro da corporação. O comando da GCM está acompanhando de perto o caso e desde o início está dando todo o apoio necessário ao guarda.

Coutinho ainda disse que GCM de Praia Grande é referência e que os agentes possuem treinamento constante e passam por psicológicos credenciados pela Polícia Federal para terem direito ao porte de armas.

Fonte: G1.GLOBO.COM

Presos ostentam no Rio: música alta, bebida e charuto acendido com nota de R$ 50

Presos, milicianos ostentam com festa em presídio no Rio Detentos da penitenciária Bandeira Stampa, conhecida como Bangu 9, no Complexo de Gericinó, Zona Oeste do Rio, gravaram um vídeo ostentando dentro da cadeia. Nas imagens que o EXTRA teve acesso, um deles acende um charuto com uma nota de R$ 50 em chamas.

No início da gravação, o criminoso aparece com um charuto na boca e a nota na mão. Outro preso então acende um isqueiro e queima a nota, que é usada no tabaco. Ao fundo, é possível ouvir funk tocando dentro da unidade prisional.

A dupla está de camisa branca, bermuda escura e chinelos brancos, itens que compõe o uniforme das cadeias no Rio. Bangu 9 é o presídio onde ficam integrantes dos grupos de milicianos que atuam no estado.

Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) não confirmnou a identidade dos presos, mas informou que instaurou um processo para apurar o caso. De acordo com a Seap, "os internos envolvidos foram transferidos de unidade e passaram a cumprir regime disciplinar diferenciado".

Em relação a destruir cédulas de Real, falta consenso sobre considerar o ato como um crime. No Código Penal, não existe tipificação específica sobre danificar dinheiro. Por outro lado, há quem considere a ação como uma infração, já que as notas são patrimônio da União. Neste caso, defende-se que a situação poderia ser enquadrada em dano qualificado.

Regalias na cadeia

As denúncias de presos ostentando atrás das grades no Rio de Janeiro são recorrentes. Em setembro de 2010, o cabo Carlos Ari Ribeiro, o Carlão, acusado de ser o maior matador da milícia, na época, deu uma festa de aniversário regada a uísque, energético e refrigerantes no Batalhão Especial Prisional da PM (BEP), onde atualmente fica a Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte. Após este episódio, a unidade passou a ser conhecida como o “Batalhão das Festinhas”.

Em 2019, durante uma operação na Penitenciária Gabriel Ferreira Castilho, conhecida como Bangu 3, no Complexo de Gericinó, alianças de ouro, cravejadas de pedras preciosas, e relógios de grife foram encontrados pelos agentes penitenciários. Na época, o preço de um dos anéis, produzidos sob encomenda para os criminosos, foi estimado em R$ 100 mil. Com o valor, era possível custear os gastos de um preso por quase dois anos.

Já em março de 2020, áudios obtidos pela "GloboNews" mostravam detentos do Presídio Tiago Teles, em São Gonçalo, na Região Metropolitana, se comunicando facilmente com pessoas de fora da cadeia e celebrando as regalias que tinham no local. Em um dos arquivos, o preso Maurício Rodrigues de Carvalho relatava estar havendo um pagode dentro da unidade. "Ó o som, o pagode! Fica com Deus aí, um abraço!", disse o interno, que acrescentou: "Aqui tem tudo, tudo, tudo. Parece até o Mercadão de Madureira".

Também no ano passado, o jornal "O Dia" revelou um vídeo de criminosos fazendo uma festa em uma das celas da mesma cadeia em São Gonçalo. Nas imagens, presidiários se divertiam com bebidas e música alta. Na época, a Seap determinou que os três presos que apareciam nas imagens fossem transferidos para a penitenciária Bangu 1.

Fonte: extra.globo.com

Militares do Exército são flagrados desviando toneladas de alimentos no Pará

 (crédito: reproduçãoGoogle) Quatro militares do Exército Brasileiro foram flagrados desviando alimentos que seriam destinados a um batalhão localizado em Santarém, no Pará. De acordo com informações obtidas com exclusividade pelo Correio, cabos do 8ª Grupamento de Engenharia de Construção (8º BEC) foram instruídos a buscar uma carga de alimentos com uso de uma balsa. No entanto, no meio do caminho pararam em uma residência e descarregaram parte do carregamento. A quantidade descarregada chegou a duas toneladas. O alimento desviado era composto principalmente por carnes que serviriam para alimentar os demais militares.

Moradores estranharam a movimentação e fizeram vídeos do ato. O material chegou até os responsáveis pelo quartel, e os quatro receberam voz de prisão. O caso ocorreu no começo da semana. O Exército atua no combate a pandemia de covid-19 na região, que é uma das mais atingidas no país pela doença.

Procurado pelo Correio, o Exército informou, por meio do 2º Grupamento de Engenharia, que "repudia qualquer ato criminoso praticado por militares" e destacou que "autuou os envolvidos em flagrante delito, enviando os autos para a 8ª Circunscrição Judiciária Militar (8ª CJM)".

Fonte: correiobraziliense.com.br

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